Piranga

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Município de Piranga
Bandeira desconhecida
Bandeira desconhecida Brasão
[[1]]
Aniversário 5 de outubro
Fundação 8 de dezembro de 1695
Gentílico piranguense
Prefeito(a) Carlos de Araújo Silva
(2013–2016)
Localização
Localização de Piranga
Localização de Piranga em Minas Gerais
Piranga está localizado em: Brasil
Piranga
Localização de Piranga no Brasil
20° 41' 06" S 43° 18' 00" O20° 41' 06" S 43° 18' 00" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Zona da Mata IBGE/2008 [1]
Microrregião Viçosa IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Diogo de Vasconcelos, Mariana, Ouro Preto, Catas Altas da Noruega, Lamim, Senhora de Oliveira, Presidente Bernardes, Porto Firme, Guaraciaba
Distância até a capital 169 km
Características geográficas
Área 658,812 km² [2]
População 17 232 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 26,16 hab./km²
Clima tropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,661 médio PNUD/2000 [4]
PIB R$ 73 225,049 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 4 120,02 IBGE/2008[5]
Página oficial

Piranga é um município do estado de Minas Gerais, no Brasil. Sua população estimada em 2010 era de 17 232 habitantes. Sua área é de 658,812 km². O que corresponde a uma densidade populacional de 26,16 habitantes por quilômetro quadrado.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

"Piranga" é um termo tupi que significa "vermelho"[6] .

História[editar | editar código-fonte]

Dizem que o arraial foi fundado por João de Siqueira Afonso, em 1704 - mas desde 1691 porém já Francisco Rodrigues de Siqueira e Manuel Pires Rodovalho ali mineravam ouro nesta região que inicialmente foi chamada Guarapiranga. Fizeram depois ali construir uma pequena capela em 1695, depois e Nossa Senhora da Conceição, com a bênção da qual cessaram as febres do lugar. Primeiro vigário encomendado foi o padre Roque Pinto de Almeida, segundo um espanhol, chamado padre José Dom-Dom, terceiro o Padre Antônio da Silva Ribeiro, quarto o padre Dom-Dom por segunda vez, depois o padre Manuel da Cruz, o sexto foi o padre Gaspar Mareante e sétimo Antônio Siqueira.

Na capela erguida a Nossa Senhora da Conceição em 1694, dizia missa o frade José de Jesus, o Catano. O padre Roque Pinto de Almeida depois foi vigário, sendo paróquia colativa em 1724.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Destaca-se o turismo histórico com suas igrejas e fazendas centenárias.

Entre os eventos, está a Festa do Piranguense - realizada desde 1980 no mês de julho na Praça do Rosário (até 2006), com apresentações culturais que envolvem desde congado a shows de rock e sertanejo . Hoje é realizada no Ginásio Poliesportivo. Outro evento que se destaca e que atrae muitas pessoas da região é o Carnaval - que se caracteriza pelo desfile da Escola de Samba local (Acadêmicos Unidos de Piranga) e também pelos blocos de rua, principalmente o Bloco da Jujutura.[7] Outros blocos que colaboram para o carnaval da cidade são o Bloco da Turma da Esquina, Bloco Pega Eu e o Bloco Recordar é Viver.

Deve-se evidenciar também a tradicional festa religiosa que ocorre anualmente no mês de agosto, no distrito de Santo Antônio de Pirapetinga, a qual reverencia o Bom Jesus de Matozinhos.[8]

A cidade também desenvolve artesanato. Um dos destaques é o santeiro Vicente Martins.[9]

A tradição artística do município vem de Mestre Piranga, importante e pouco conhecido artista do século XVIII.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Visitado em 26 de junho de 2013.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2010.
  6. http://www.fflch.usp.br/dlcv/tupi/vocabulario.htm
  7. Gontijo, Luisana. (14 de julho de 2010). Tout Court Minas. Jornal Estado de Minas
  8. DE SOUZA, Víviam Lacerda. ({{{mês}}} 2013). "O discurso religioso como elemento de comunicação: análise do santuário do Bom Jesus de Matozinhos" (PDF). Revista Internacional de Folkcomunicação 11 (22): 117-129. ISSN 1807-4960. Visitado em 8 de agosto de 2013.
  9. Marina, Anna. (14 de maio de 2003). Giro Cultural. Jornal Estado de Minas

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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