Florianópolis

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Município de Florianópolis
"Cidade de Floriano"
"Ilha da Magia"
"Floripa"
A cidade de Florianópolis

A cidade de Florianópolis
Bandeira de Florianópolis
Brasão de Florianópolis
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 23 de março
Fundação 23 de março de 1726 (288 anos)
Emancipação 23 de março de 1726
Gentílico florianopolitano
Padroeiro(a) Nossa Senhora do Desterro
Prefeito(a) Cesar Souza Junior (PSD)
(2013–2016)
Localização
Localização de Florianópolis
Localização de Florianópolis em Santa Catarina
Florianópolis está localizado em: Brasil
Florianópolis
Localização de Florianópolis no Brasil
27° 35' 49" S 48° 32' 56" O27° 35' 49" S 48° 32' 56" O
Unidade federativa  Santa Catarina
Mesorregião Grande Florianópolis IBGE/2008[1]
Microrregião Florianópolis IBGE/2008[1]
Região metropolitana Florianópolis
Municípios limítrofes São José
Distância até a capital 1 672 km[2]
Características geográficas
Área 675 409 km² (BR)http://cod.ibge.gov.br/16M
Área urbana 31,9 km² (BR: 98º SC: 6º) – est. Embrapa[3]
Distritos Florianópolis (distrito-sede)

Barra da Lagoa

Cachoeira do Bom Jesus

Campeche

Canasvieiras

Ingleses do Rio Vermelho

Lagoa da Conceição

Pântano do Sul

Ratones

Ribeirão da Ilha

Santo Antônio de Lisboa

São João do Rio Vermelho

População 461,525 hab. (http://cod.ibge.gov.br/1RPGQ) –&nbsp; estatistica. IBGE 2014<[4]
Densidade 683,32 hab/km²
Altitude nível do mar ou 0 m [5]
Clima subtropical úmido Cfa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,847 (BR: 3º) – muito alto PNUD/2010[6]
Gini 0,54 (IBGE/2010) – est. IBGE 2003[7]
PIB R$ 11 429 916,000 mil IBGE/2011[8]
PIB per capita R$ 26 749,29 IBGE/2011[8]
Página oficial
Prefeitura www.pmf.sc.gov.br
Câmara www.cmf.sc.gov.br

Florianópolis é a capital do estado de Santa Catarina, na Região Sul do Brasil. Destaca-se por ser a capital brasileira com o melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), de 0,847,[6] além de ser o terceiro município com o mais alto valor do índice no país, segundo os mais recentes dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento em 2010.

A imagem "cartão-postal" que a identifica é a famosa Ponte Hercílio Luz, inaugurada em 1926, tendo sido a primeira ligação rodoviária entre a ilha e o continente.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Originalmente foi denominada "Ilha de Santa Catarina", já que Francisco Dias Velho, o fundador do povoado, chegou ao local no dia de Santa Catarina. Ela continuou por muito tempo sendo assim chamada, inclusive ao se tornar vila com o nome de Nossa Senhora do Desterro. Fato que o comprova é que até mesmo nas correspondências oficiais ainda se mencionava a Ilha de Santa Catarina, nome com que nas cartas de navegação da época ela era descrita. Com a Proclamação da República a vila elevou-se a cidade, quando decidiu-se fortalecer o nome correto, mas agora passando apenas a se chamar "Desterro", nome esse que desagradava aos moradores, pois lembrava "desterrado", ou seja, alguém que está no exílio ou que era preso e mandado para um lugar desabitado. Esta falta de gosto pelo nome fez com que algumas votações acontecessem para uma possível mudança. Uma das sugestões foi a de "Ondina", nome de uma deusa da mitologia que protege os mares. Este nome foi descartado até que, com o fim da Revolução Federalista, em 1894, em homenagem ao então presidente da República Floriano Peixoto, Hercílio Luz mudou o nome para Florianópolis. Entretanto, Floriano Peixoto não era uma autoridade com popularidade na cidade e enfrentou grande resistência de seu governo em Desterro. Como a cidade era um dos principais pontos que se opunham ao presidente, este mandou um exército para a cidade para que fosse derrubada esta resistência. Deste nome deriva o apelido Floripa, pelo qual a cidade é amplamente conhecida.

História[editar | editar código-fonte]

Civilizações Pré-Cabralinas[editar | editar código-fonte]

Antigas populações habitaram a ilha de Santa Catarina em tempos remotos. Existem indícios de presença do chamado Homem de Sambaqui em sítios arqueológicos cujos registros mais antigos datam de 4800 a.C. A ilha possui numerosas inscrições rupestres e algumas oficinas líticas, notadamente em várias de suas praias. Por volta do ano 1000, os povos indígenas tapuias que habitavam a região foram expulsos para o interior do continente devido à chegada de povos do tronco linguístico tupi provenientes da Amazônia. No século XVI, quando chegaram os primeiros europeus à região, a mesma era habitada por um desses povos do tronco tupi, os carijós. Os carijós praticavam a agricultura, mas tinham, na pesca e coleta de moluscos, as atividades básicas para sua subsistência. A Ilha de Santa Catarina era conhecida como Meiembipe[9] ("montanha ao longo do mar") pelos carijós. O estreito que a separa do continente era chamado Y-Jurerê-Mirim, termo que quer dizer "pequena boca d'água" e que também se estendia à própria ilha. Os carijós viriam a ser escravizados pelos colonos de origem portuguesa de São Vicente[10] .

Séculos XVI e XVII[editar | editar código-fonte]

Casa colonial.

Já no início do século XVI, embarcações que demandavam a Bacia do Prata aportavam na Ilha de Santa Catarina para abastecer-se de água e víveres. Entretanto, somente por volta de 1675 é que o bandeirante Francisco Dias Velho, junto com sua família e agregados, deu início ao povoamento da ilha com a fundação de Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis) — segundo núcleo de povoamento mais antigo do estado, ainda fazendo parte da vila de Laguna — desempenhando importante papel político na colonização da região.

Nessa época ocorreram naufrágios de embarcações que depois foram estudadas e deram origem a dois projetos de arqueologia subaquática em Florianópolis, um no norte e outro no sul da ilha. Diversos artefatos e partes das embarcações foram recuperados pelos pesquisadores responsáveis por essas iniciativas, financiadas principalmente pela iniciativa privada.[carece de fontes?]

Século XVIII[editar | editar código-fonte]

Fortaleza São José.

A partir da vinda de Dias Velho intensificou-se o fluxo de paulistas e vicentistas, que ocuparam vários outros pontos do litoral. Em 1726, Nossa Senhora do Desterro foi elevada à categoria de vila, a partir de seu desmembramento de Laguna.

A ilha de Santa Catarina, por sua posição estratégica como vanguarda dos domínios portugueses no Brasil meridional, passou a ser ocupada militarmente a partir de 1737, quando começaram a ser erigidas as fortalezas necessárias à defesa do seu território. Esse fato resultou num importante passo na ocupação da ilha.

A partir de meados do século XVIII, a ilha de Santa Catarina passou a receber uma expressiva quantidade de migrantes açorianos, que chegaram ao Brasil incentivados pela Coroa portuguesa para aliviar o excedente populacional e ocupar a parte meridional de sua colônia na América do Sul.

Com a migração, prosperaram a agricultura e a indústria manufatureira de algodão e linho, permanecendo, ainda hoje, resquícios desse passado, no que se refere à confecção artesanal da farinha de mandioca e das rendas de bilro.

Nessa época, em meados do século XVIII, verificou-se a implantação das "armações" para pesca da baleia, em Armação da Piedade (Governador Celso Ramos) e Armação do Pântano do Sul (Florianópolis), cujo óleo era comercializado pela Coroa fora de Santa Catarina, não trazendo benefício econômico à região.[carece de fontes?]

Século XIX[editar | editar código-fonte]

Quadro de Victor Meirelles mostrando a cidade em 1847.

No século XIX, Desterro foi elevada à categoria de cidade; tornou-se capital da Província de Santa Catarina em 1823 e inaugurou um período de prosperidade, com o investimento de recursos federais. Projetaram-se a melhoria do porto e a construção de edifícios públicos, entre outras obras urbanas. A modernização política e a organização de atividades culturais também se destacaram, marcando inclusive os preparativos para a recepção ao Imperador D. Pedro II (1845). Em outubro desse mesmo ano, ancorada a embarcação imperial nos arredores da ilha, D. Pedro permaneceu em solo catarinense por quase um mês. Nesse período, o Imperador dirigiu-se várias vezes à Igreja (hoje Catedral Arquidiocesana), passeou pelas ruas da Vila do Desterro e, na "Casa de Governo", concedeu "beija-mão".

Em 1891, quando o marechal Deodoro da Fonseca, por influência da Revolta da Armada, renunciou à presidência da recém-instituída república, o vice-presidente Floriano Peixoto assumiu o poder, mas não convocou eleições após isso, contrariando o prescrito na Constituição promulgada neste mesmo ano, fato que gerou duas revoltas: a 2ª Revolta da Armada (originária da Marinha, no Rio) e a Revolução Federalista (patrocinada por fazendeiros gaúchos). As duas insurreições chegaram ao Desterro com o apoio dos catarinenses, entre os quais esteve Elesbão Pinto da Luz. Entretanto, Floriano Peixoto conteve-as ao aprisionar seus líderes e, com isso, restaram no domínio da cidade tão-somente simpatizantes do presidente, que, em sua homenagem, deram à capital a denominação de Florianópolis, ou seja, "cidade de Floriano". Os revoltosos, por sua vez, vieram a ser fuzilados na Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim.

No final do século XIX, em 1898, foi fundado um importante colégio pela Congregação das Irmãs da Divina Providência, o Colégio Coração de Jesus.

Século XX[editar | editar código-fonte]

A cidade, desde o entrar do século XX, passou por profundas transformações. A construção civil fez-se um dos seus principais suportes econômicos. A implantação das redes básicas de energia elétrica, do sistema de fornecimento de água e da rede de esgotos somou-se à construção da Ponte Hercílio Luz, tudo a assinalar o processo de desenvolvimento urbano. Além disso, em 1943 foi anexada ao município a parte continental, antes pertencente à vizinha São José.

Ao final do século XX — nas três últimas décadas, principalmente —, a ilha experimentou singular afluência de novos moradores, iniciada com a transferência da sede da Eletrosul do Rio de Janeiro para o centro da ilha, com sede fixada no bairro Pantanal. Construíram-se duas novas pontes ligando a ilha ao continente: a ponte Colombo Salles e a ponte Pedro Ivo Campos. Os bairros mais afastados da ilha também foram objeto de intensa urbanização. Surgiram novos bairros, tal como Jurerê Internacional, de alto nível socioeconômico, enquanto em alguns pontos começou uma ocupação desordenada, sem o devido zelo com respeito a obras de urbanização. No início do século XXI a cidade passou a ter um dos piores trânsitos do Brasil, com um veículo para menos de dois habitantes, número que no verão aumenta gradativamente com a chegada dos turistas.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Florianópolis é uma das três ilhas-capitais do Brasil (as outras são Vitória e São Luís). Localiza-se no leste do estado de Santa Catarina e é banhada pelo Oceano Atlântico. Grande parte de seu território (97,23%) está situado na Ilha de Santa Catarina. A área total do município, compreendendo a parte continental e a insular, é de 675,410 km².

Relevo[editar | editar código-fonte]

A ilha de Santa Catarina possui uma forma alongada e estreita, com comprimento médio de 55 km e largura média de 18 km. Com litoral bastante recortado, possui várias enseadas, pontas, ilhas, baías e lagoas. A ilha está situada de forma paralela ao continente, separada dele por um estreito canal.

Seu relevo é formado por cristas montanhosas e descontínuas, servindo como divisor de águas da ilha. O ponto mais alto da ilha é o Morro do Ribeirão, com 532 metros de altitude.

Paralelamente às montanhas surgem esparsas planícies, em direção leste e na porção noroeste da ilha.

Na face leste da ilha, há presença de dunas formadas pela ação do vento.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Considerava-se que Florianópolis tinha 42 praias, sendo este durante décadas um dos slogans do município. Por encomenda do IPUF (Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis), realizou-se, pela primeira vez, um levantamento completo sobre as praias da capital catarinense, no qual foram mapeadas mais de 100 praias. Como o objetivo do trabalho era toponímico, para cumprir lei municipal que determinava a sinalização de todas as praias, ficaram de fora mais de uma dezena que, de tão desconhecidas, nem possuíam denominação. Atualmente, testes de balneabilidade comprovam vários pontos impróprios para banho, principalmente nas praias situadas ao norte da ilha.[11]

As 100 praias catalogadas são reconhecidas como tais pela população local, tendo, em alguns casos, mais de um nome. Algumas ainda são pouco conhecidas dos turistas. Na Ilha de Santa Catarina existe uma grande laguna, Lagoa da Conceição, e uma grande lagoa, Lagoa do Peri. Outra porção da cidade está localizada no continente, onde se encontram bairros importantes como Estreito, Coqueiros, Bom Abrigo, Itaguaçu, Abraão, Capoeiras, Balneário e Jardim Atlântico, entre outros.

Clima[editar | editar código-fonte]

Maiores acumulados de chuva em 24 horas
registrados em Florianópolis por meses
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 144,4 mm 22/01/2011 Julho 89,4 mm 30/07/1980
Fevereiro 227,4 mm 22/02/1994 Agosto 103,9 mm 17/08/1977
Março 187,1 mm 22/03/1978 Setembro 123 mm 06/09/1977
Abril 120,8 mm 23/04/2009 Outubro 118 mm 01/10/2001
Maio 253 mm 19/05/2010 Novembro 93,2 mm 23/11/2008
Junho 63,9 mm 13/06/1983 Dezembro 206,6 mm 25/12/1995
Fonte: Rede de dados do INMET. Período: 01/07/1961 a 31/12/1983 e a partir de
01/01/1992.[12] [nota 1]

Florianópolis apresenta as características climáticas inerentes ao litoral sul-brasileiro. As estações do ano são bem caracterizadas, verão e inverno bem definidos, sendo o outono e primavera de características semelhantes. É a terceira capital mais fria do país, ficando atrás apenas de Curitiba e Porto Alegre. A Ilha de Santa Catarina sofre muita influência dos ventos, principalmente do quadrante Sul, comumente mais frios e secos, o que faz com que a sensação térmica no inverno geralmente seja inferior às temperaturas mínimas registradas.

A média das máximas do meses mais quentes chega aos 27 ºC[13] e a média das mínimas dos meses mais frios fica em torno dos 13 ℃.[14] A temperatura média anual está em torno de 20 ℃.[15] Geadas não são frequentes, mas ocorrem esporadicamente no inverno. Devido à proximidade do mar, a umidade do ar é relativamente elevada, com médias próximas de 80%.[16]

A precipitação é bastante significativa e bem distribuída durante o ano. A precipitação normal anual está em torno de 1500 milímetros (mm). Não existe uma estação seca, sendo o verão geralmente a estação que apresenta o maior índice pluviométrico (Hermann et alii, 1986). Elevadas precipitações ocorrem de janeiro a março, com médias acima de 170 mm mensais, sendo que de abril a dezembro há pouca variação, com médias entre 70 mm e 140 mm. Os valores mais baixos ocorrem de abril a agosto.[17]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), de julho de 1961 a dezembro de 1983 e a partir de janeiro de 1992, a menor temperatura já registrada em Florianópolis foi de 0,7 °C em 7 de setembro de 1980,[18] e a maior atingiu 38,8 °C em 10 de fevereiro de 1983.[19] O maior volume de chuva em 24 horas registrado no mesmo período foi de 253 mm em 19 de maio de 2010,[12] entretanto o recorde absoluto foi de 404,8 mm, no dia 15 de novembro de 1991 (a maior chuva do Brasil).[20] Outros grandes acumulados foram de 227,4 mm em 22 de fevereiro de 1994, 216,4 mm em 1º de fevereiro de 2008, 206,6 mm em 25 de dezembro de 1995 e 203,4 mm em 16 de dezembro de 2008.[12] Em janeiro de 1997 foi observado o maior volume total de chuva em um mês, de 625 mm.[21]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Florianópolis Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima registrada (°C) 38,2 38,8 35,6 35,4 33,5 32 32,7 35 32,7 32,5 33,7 38,6 38,8
Temperatura máxima média (°C) 28 28,4 27,5 25,4 23 20,9 20,4 20,7 21,2 22,9 24,8 26,6 24,2
Temperatura média (°C) 24,2 24,6 23,6 21,1 18,9 16,7 16,5 16,9 17,9 19,6 21,3 23 20,4
Temperatura mínima média (°C) 21,4 21,8 20,7 18,3 15,6 13,4 13,3 14 15,1 16,9 18,6 20,3 17,5
Temperatura mínima registrada (°C) 14,6 14,8 10,2 7,7 4,6 1,7 1,5 3,8 0,7 9,1 9,4 12,5 0,7
Chuva (mm) 162,7 196,9 173 92,8 96,9 89,5 99,5 95,3 134,2 109,8 130,2 137 1 517,8
Dias com chuva (≥ 1 mm) 12 13 12 8 7 8 8 8 11 11 11 11 120
Umidade relativa (%) 81 82 82 82 83 83 84 83 83 81 80 80 82
Horas de sol 201,1 185,1 194,1 195,1 185 163,2 169,5 152,6 129,4 159,1 173,9 188,7 2 096,8
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (médias climatológicas de 1961 a 1990;[15] [13] [14] [17] [22] [23] [16] recordes de temperatura de 01/07/1961 a 31/12/1983 e 01/01/1992 a 31/12/2013).[18] [19]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Avenida Beira Mar em Florianópolis.
Avenida Beira Mar em Florianópolis.
Florianopolis downtown night2.jpg

O município de Florianópolis possuía em 1 de Julho de 2014, segundo estimativa do IBGE, uma população de 461.524 habitantes, figurando como a segunda cidade mais populosa do estado, superada apenas por Joinville.[24]

No entanto, segundo a mesma estimativa, o município é sede do maior aglomerado populacional de Santa Catarina, possuindo 1.111.702 habitantes na sua Região Metropolitana.

Florianópolis, por si só, figura possivelmente como a mais cosmopolita cidade catarinense, o que implica para que seja, sobretudo, a com a população mais miscigenada delas.[carece de fontes?] Refletindo tal fato, a população de Florianópolis é bastante diversa, significativa parcela da população da cidade possuí ascendência portuguesa (com destaque para os colonos açorianos que colonizaram a região em meados do século XVIII), alemã, italiana, polonesa, sueca, austríaca e espanhola. Há também consideráveis descendentes de ucranianos, franceses, dinamarqueses, tchecos, gregos e russos.[carece de fontes?]

A cidade soma cerca de 15 mil novos moradores por ano,[25] sendo que sua população costuma dobrar durante a temporada de verão.

Política[editar | editar código-fonte]

O total de eleitores do município de Florianópolis era em Julho/2011 [26] [27] de 316 621, divididos em quatro zonas eleitorais: zona 12 - 61 720; zona 13 - 56 574; zona 100 - 118.485 e zona 101 - 76 554.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Existem atualmente 12 distritos em Florianópolis:

Região Metropolitana[editar | editar código-fonte]

A Região Metropolitana de Florianópolis é uma região metropolitana brasileira. Criada pela lei complementar estadual n° 162 de 1998, foi extinta pela lei complementar estadual n° 381 de 2007 e reinstituída pela lei complementar estadual n° 495 de 2010.

Economia[editar | editar código-fonte]

Atividades Econômicas em Florianópolis - (2012)[28]

Florianópolis tem sua economia alicerçada principalmente no setor de tecnologia da informação e comunicação. Conforme dados oficiais de 2013, conta com um polo de base tecnológica de mais de 600 empresas de software, hardware e serviços de alta tecnologia, sendo este setor o maior arrecadador de impostos e responsável por mais de 45% do PIB no município.[29] [30] Outros setores importantes são o comércio, prestação de serviços e turismo. A construção civil é outra importante atividade econômica da cidade, com destaque para as praias da região norte da ilha (Jurerê, Jurerê Internacional, Canasvieiras e Ingleses) e sul da ilha (Campeche).

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Transporte[editar | editar código-fonte]

Ponte Hercílio Luz, o principal símbolo da cidade, mas está interditada desde 1982 para reformas.
Avenida Beira Mar, a principal avenida do município.

O transporte público em Florianópolis é realizado principalmente através de ônibus. Destaca-se o Sistema Integrado de Transporte, formado por nove Terminais de Integração:

  • TICAP - Terminal de Integração de Capoeiras (inativo)
  • TICEN - Terminal de Integração do Centro
  • TITRI - Terminal de Integração da Trindade
  • TIJAR - Terminal de Integração do Jardim Atlântico (inativo)
  • TILAG - Terminal de Integração da Lagoa
  • TIRIO - Terminal de Integraçâo do Rio Tavares
  • TISAN - Terminal de Integração de Santo Antonio
  • TICAN - Terminal de Integração de Canasvieiras
  • TISAC - Terminal de Integração do Saco dos Limões (inativo)

Nesse sistema, as "linhas alimentadoras" ligam os bairros aos terminais regionais, que por sua vez se ligam ao terminal central (TICEN) pelas "linhas principais".

Existe em Florianópolis o chamado "Transporte Executivo", destinado aos passageiros de maior poder aquisitivo, que não possui pontos de parada predefinidos. É também intenso o tráfego de ônibus coletivos vindos dos municípios vizinhos.

O Sistema Integrado de Transporte de Florianópolis é operado pelas empresas Insular Transportes Coletivos Ltda. (antiga Empresa Ribeironense Transporte Coletivo Ltda., que absorveu a Transporte Coletivo Limoense Ltda.), Empresa Florianópolis de Transportes Coletivos Ltda. – Emflotur, Transporte Coletivo Estrela Ltda., Transol Transporte Coletivo (antiga Viação Trindadense Ltda., que absorveu a Viação Taner) e Canasvieiras Transportes Ltda.

O transporte marítimo é pouco utilizado no município, exceto em função do turismo. No entanto, existem linhas regulares de transporte lacustre na Lagoa da Conceição, ligando a localidade da Costa da Lagoa — isolada por terra — à sede do distrito e à margem oposta da Lagoa.

O Aeroporto Internacional Hercílio Luz de Florianópolis se firmou, nas últimas temporadas de verão, como um dos principais destinos brasileiros de turistas domésticos e internacionais. Com capacidade para 980 mil usuários por ano, recebeu, em 2008, 2,080 milhões de passageiros. Está prevista para 2014 a entrega de um novo terminal de passageiros.

Energia[editar | editar código-fonte]

Florianópolis é atendida com a rede de distribuição da Celesc e rede de transmissão da Eletrosul. É a sede de diversas empresas de energia, onde se destacam Eletrosul e Tractebel, além de empresas menores como BAESA, Enercan, Foz do Chapecó, Maesa e TSLE. Conta também com uma unidade do ONS.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Fundação Franklin Cascaes[editar | editar código-fonte]

A Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes (Fundação Franklin Cascaes) foi fundada em 29 de julho de 1987 e hoje está instalada no Forte de Santa Bárbara.[31]

Teatro[editar | editar código-fonte]

Há três teatros de médio e grande portes em Florianópolis: o Teatro Ademir Rosa, localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC),[32] o Teatro Álvaro de Carvalho,[33] na Praça Pereira Oliveira, e o Teatro Pedro Ivo Campos, situado no Centro Administrativo do Estado (SC 401). Existem ainda salas menores como o Teatro da Igrejinha na Universidade Federal de Santa Catarina, Teatro da UBRO, Teatro Armação e a sala de teatro do SESC e espaços teatrais alternativos como a Casa de Máquinas do Casarão da Lagoa, todas na parte insular da cidade. Além destes, existem espaços alternativos privados como a Célula Cultural Mané Paulo no bairro João Paulo, o Círculo Artístico Teodora e também o Circo da Dona Bilica, ambos no Sul da Ilha.

Museus e galerias de arte[editar | editar código-fonte]

Centro histórico da cidade.

São variados os museus e galerias na capital catarinense. Na região central destacam-se o Museu Victor Meirelles (casa onde viveu o pintor, com obras em exposição) e a galeria de arte da Fundação Cultural Badesc. No Centro Integrado de cultura (CIC) destacam-se o Museu de Arte de Santa Catarina - MASC, Museu da Imagem e Som e Espaço Lindolf Bell. No Palácio Cruz e Souza, está instalado o Museu Histórico de Santa Catarina com relíquias que contam um pouco da história do estado. Outros espaços são o Museu de Armas Major Lara Ribas, localizado no Forte Sant'Ana (ao lado da Ponte Hercílio Luz), que expõe artigos bélicos e históricos, a Galeria de Arte e o Museu Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina e a galeria do Espaço Cultural Arquipélago, localizado no bairro Agronômica.

Literatura[editar | editar código-fonte]

A cidade tem sua academia de letras, denominada Academia Desterrense de Letras, cujo patrono é o poeta barriga-verde Cruz e Sousa e fica localizada no Centro Integrado de Cultura (CIC). Também abriga a Biblioteca Pública de Santa Catarina, a maior e mais antiga do estado.

Música[editar | editar código-fonte]

Música Erudita
Música popular
Artistas/grupos extintos importantes

Cinema[editar | editar código-fonte]

A cidade oferece 19 salas de cinema, a rede Cinemark no Floripa Shopping, a rede CineSystem no Shopping Iguatemi e a rede "CinEspaço" no Beiramar Shopping. Além disso, há salas de circuito de arte no Centro Integrado de Cultura (CIC) e no Espaço Cultural Sol da Terra.

Florianópolis conta também com cineclubes como o Rogério Sganzerla da Universidade Federal de Santa Catarina, Cineclube da Alliance Française localizado na Fundação Cultural Badesc, Cineclube Carijó no bairro Canasvieiras e Cinema Falado no Museu Victor Meirelles.

Esportes[editar | editar código-fonte]

Possuiu destaque na história de Florianópolis, por diversas vezes, sendo a mais recente através do nadador Fernando Scherer, o Xuxa, que conquistou diversas medalhas e recordes mundiais e olímpicos.

Como a cidade é principalmente localizada em uma ilha cercada de outras pequenas ilhas, é uma de suas atrações como atividades esportivas o mergulho livre e autônomo. As localidades mais frequentadas para este esporte são a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e a Ilha do Campeche.

Futebol[editar | editar código-fonte]

Há dois clubes profissionais de futebol em Florianópolis. Juntos possuem 31 títulos catarinenses, o que é um recorde no estado. Desde 1924, disputam o chamado "Clássico da Capital".

  • Avaí FC - fundado em 1923, tem como cores o azul e o branco. É conhecido como "O Leão da Ilha" ou "O Time da Raça". Teve em seu plantel jogadores famosos no Brasil inteiro, como Zenon, Lico e Renato Sá, todos catarinenses. Foi campeão brasileiro da Série C em 1998, sendo a primeira equipe catarinense a vencer uma das três divisões do Campeonato Brasileiro. Em 2009, terminou a Série A na sexta colocação, a melhor posição de um clube catarinense na competição. Em 13 de maio de 2012 conquistou pela 16ª vez o Campeonato Catarinense. Atualmente disputa a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. O Avaí tem seu estádio localizado no distrito do Ribeirão da Ilha, no bairro Carianos, o estádio Ardebal Ramos da Silva (Ressacada).
  • Figueirense FC - fundado em 1921, tem como cores o preto e o branco. Apelidado por seus torcedores de "Figueira", também é conhecido como "O Furacão do Estreito", "A Máquina do Estreito" ou "Esquadrão de Aço". Em 2007, tornou-se o primeiro clube da capital a chegar a uma final nacional, sendo vice-campeão da Copa do Brasil. Também conquistou 16 vezes o título estadual, sendo o mais recente, de 2014. Disputou a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro (Série A) no período de 2002 a 2008, tornando-se o único time de Santa Catarina a disputar a elite do futebol brasileiro sete vezes consecutivamente. Atualmente é o representante da capital catarinense na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro. O Figueirense tem seu estádio localizado no bairro Estreito, parte continental da cidade, o Estádio Orlando Scarpelli.

Hóquei sobre a grama[editar | editar código-fonte]

Florianópolis é a capital brasileira do hóquei sobre a grama. O Hóquei Clube Desterro e o Florianópolis Hóquei Clube, as duas equipes da Capital, somam 11 dos 14 títulos nacionais disputados nas categorias masculino e feminino. Entre as mulheres a supremacia é total, já que nunca um título brasileiro ficou fora de Santa Catarina.

Remo[editar | editar código-fonte]

Antes do futebol, o remo foi o esporte número 1 da cidade. Ainda hoje, há três clubes principais que formam atletas nas principais categorias disputadas:

Estes clubes formaram alguns dos atletas brasileiros que disputaram as Olimpíadas, como Gibran Vieira da Cunha e Fabiana Beltrame, que foi a primeira remadora brasileira a participar dos Jogos Olímpicos de Verão em 2004.

Rugby[editar | editar código-fonte]

Florianópolis também se destaca no cenário nacional do rugby. O Desterro Rugby Clube, fundado em 1995, foi Campeão Brasileiro em três oportunidades, em 1996, 2000 e 2005.

Tênis[editar | editar código-fonte]

O tênis se consolidou em Florianópolis após Kuerten, o Guga, tornar-se tricampeão em Garros e alcançar a posição número 1 no ranking mundial da ATP [1].

Tênis de mesa[editar | editar código-fonte]

Florianópolis conta com um dos maiores centros de Tênis de Mesa do Brasil, local que é frequentado por mais de 100 atletas. Isso constitui Florianópolis numa potência no tênis de mesa catarinense, possuindo inúmeros títulos no JASC (Jogos Abertos de Santa Catarina) e nos campeonatos estaduais.

Voleibol[editar | editar código-fonte]

O voleibol de Florianópolis começou a ter destaque nacional com o time masculino da Unisul, a partir do final da década de 1990. Depois, esse time transferiu-se para a vizinha cidade de São José (SC) e hoje está em Joinville (SC), sendo que Florianópolis passou a ser representada na Superliga de Voleibol do Brasil pela equipe da Cimed, fundada em 2005. Esta participou de seis edições da competição, sendo finalista em cinco delas e conquistando quatro títulos, o primeiro em 2005-06, o segundo em 2007-08, o terceiro em 2008-09 e o quarto em 2009-10

Voo Livre[editar | editar código-fonte]

O voo livre de Parapente pode ser praticado em diversas rampas de Florianópolis. Pode-se fazer um voo duplo com instrutor habilitado. As rampas mais conhecidas são da Praia Brava, Santinho, Rio Vermelho, Mole e Lagoa da Conceição.

Eventos e atrativos turísticos[editar | editar código-fonte]

Fachada de uma das pontes de ligação do Mercado Público de Florianópolis.
Pôr-do-sol na Praia da Galheta em Florianópolis. 2013.

Considerada por muitos habitantes e turistas que a visitam como detentora de uma beleza singular, dotada de fortes traços da cultura açoriana, observados nas edificações, artesanato, no folclore, culinária e nas tradições religiosas, Florianópolis tem no seu turismo diversificado uma de suas principais fontes de renda.

Dentre os atrativos turísticos se destacam, presentemente, além das praias, as localidades onde se instalaram as primeiras comunidades de imigrantes açorianos, como Ribeirão da Ilha, Lagoa da Conceição, Santo Antônio de Lisboa e o próprio centro histórico.

Ocorrem diversos eventos na cidade ao longo do ano inteiro, merecendo destaque pela sua peculiaridade, relevância econômica, projeção e consistência:

Praça XV de Novembro[editar | editar código-fonte]

A Praça XV de Novembro é o principal ponto de convergência da cidade. Destaca-se por seus valores arquitetônicos, culturais e comportamentais.

Este logradouro existe com notável relevo desde a fundação de Florianópolis, época em que a ilha nem sequer se denominava Desterro.

Tudo começou por intermédio do fundador, Francisco Dias Velho, que, no ponto local mais elevado, estabeleceu sua moradia e, ao lado desta, ergueu sua então denominada "casa de reza" (hoje Catedral).

Somados a seus valores interiores, neste ponto principal do centro urbano se veem, além de uma bela e centenária figueira, inúmeros monumentos e hermas que reverenciam acontecimentos e vultos da história catarinense e brasileira. A Praça XV mostra, em seu derredor, construções históricas que não raro serviram para sediar governos que delas ditavam leis às gentes ilhoa e barriga-verde.

Principais Pontos turísticos[editar | editar código-fonte]

Hercilio Luz bridge.jpg

Trilhas famosas[editar | editar código-fonte]

Vista panorâmica da lagoa da Conceição.

Espeleologia[editar | editar código-fonte]

Apesar de a capital abrigar pelo menos 6 cavernas conhecidas, apenas 2 delas foram oficialmente registradas e mapeadas até agora, a Gruta da Praia Brava e a Gruta do Rei: "Mesmo que nem todas tenham registro, existem pelo menos 6 cavernas na capital: a Gruta da Praia Brava e a Caverna do Rei; a Gruta do Encantado, na Praia do Santinho; a Gruta dos Morcegos, na Ilha do Campeche; a Caverna do Pântano do Sul; e a Gruta das Pinturas, que tem a sua localização mantida em sigilo por um professor da UFSC, já que abrigaria antigas inscrições rupestres. Isso mostra que a espeleologia é uma área pouco explorada no estado".

Cidades Irmãs[editar | editar código-fonte]

A Cidades irmãs de Florianópolis são:

Argentina Mar del Plata, Argentina

Argentina Córdoba, Argentina

Argentina Luján, Argentina
Estados Unidos Roanoke, Estados Unidos
Estados Unidos San Diego, Estados Unidos
Espanha Ibiza,Ilhas Baleares, Espanha
Uruguai Fray Bentos, Uruguai
Chile Viña del Mar, Chile
Portugal Praia da Vitória, Portugal
Portugal Ponta Delgada, Portugal
Portugal Angra do Heroísmo, Portugal
Portugal Porto, Portugal
França Saint-Étienne, França
Cuba Havana, Cuba
Paraguai Presidente Franco, Paraguai
Paraguai Fernando de la Mora, Paraguai
Paraguai Assunção, Paraguai

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Os dados referem-se apenas ao período referente, não incluindo os 404,8 milímetros ocorridos em 15 de novembro de 1991.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. Capitais dos estados. Atlas Geográfico do Brasil. Página visitada em 1 de janeiro de 2011.
  3. Urbanização das cidades brasileiras. Embrapa Monitoramento por Satélite. Página visitada em 30 de Julho de 2008.
  4. Estimativa Populacional 2014. Estimativa Populacional 2014. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (28 de agosto de 2014). Página visitada em 28 de agosto de 2014.
  5. Santa Catarina. Embrapa. Página visitada em 19 de julho de 2011.
  6. a b http://g1.globo.com/brasil/idhm-2013/platb/
  7. Indice GINI. Cidade Sat. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2000). Página visitada em 06 de agosto de 2011.
  8. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2011. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 12 jan. 2014.
  9. Enciclopédia Simpozio. Acesso em 18 de dezembro de 2006.
  10. BUENTO, E. Brasil: uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 19.
  11. (Boletim Fatma nº 03 - 14/12/2007). Fonte: http://www.guiafloripa.com.br/utilidades/balneabilidade_floripa.php3
  12. a b c Série Histórica - Dados Diários - Precipitação (mm) - Florianópolis. Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 23 de março de 2014.
  13. a b Temperatura Máxima (°C). Instituto Nacional de Meteorologia (1961-1990). Página visitada em 12 de junho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  14. a b Temperatura Mínima (°C). Instituto Nacional de Meteorologia (1961-1990). Página visitada em 12 de junho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  15. a b Temperatura Média Compensada (°C). Instituto Nacional de Meteorologia (1961-1990). Página visitada em 12 de junho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  16. a b Umidade Relativa do Ar Média Compensada (%). Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 12 de junho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  17. a b Precipitação Acumulada Mensal e Anual (mm). Instituto Nacional de Meteorologia (1961-1990). Página visitada em 12 de junho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  18. a b Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (ºC) - Florianópolis. Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 2 de maio de 2014.
  19. a b Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Máxima (ºC) - Florianópolis. Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 2 de maio de 2014.
  20. Informações sobre o tempo. INMET. Página visitada em 23 de julho de 2013. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2011.
  21. Série Histórica - Dados Mensais - Precipitação Total (mm) - Florianópolis. Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 2 de maio de 2014.
  22. Número de Dias com Precipitação Maior ou Igual a 1 mm (dias). Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 12 de junho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  23. Insolação Total (horas). Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 12 de junho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  24. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas IBGE_Pop_2011
  25. Universitário forasteiro enfrenta hostilidade. Folha Online (11 de junho de 2006).
  26. Tribunal Superior Eleitoral - Cadastro Nacional de Eleitores.
  27. Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina - Locais de Votação.
  28. Atividades Econômicas em Florianópolis (2012). Plataforma DataViva. Página visitada em 13 de janeiro de 2014.
  29. COMTEC. Acesso em 3 de agosto de 2010.
  30. TISC. Acesso em 3 de agosto de 2010.
  31. Fundação Franklin Cascaes
  32. (MAPA)
  33. (MAPA)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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