TV da Gente

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TV da Gente
TV Gente Que Faz
Tipo Televisão comercial e educativo
País  Brasil
Fundação 20 de novembro de 2005 (9 anos)[1]
Pertence a Fundação Educativa Eduardo Sá
Proprietário Netinho de Paula
R. B. Firmo
Presidente R. B. Firmo
Cidade de origem São Paulo, SP
Sede Pacajus, CE
Slogan A cara do povo
Formato de vídeo 480i (SDTV)
Cobertura Pacajus, Cascavel e parte da Grande Fortaleza (c. 2% do Ceará)

A TV da Gente é uma emissora brasileira pertencente a Fundação Eduardo Sá. A emissora já foi rede de televisão brasileira que era sintonizada em via satélite e ter chegado a dezenas de cidades (inclusive até chegado em Angola), entre 2005 a 2007, quando em meio a crise administrativa-financeira, deixou de veicular em rede nacional e via satélite, consequentemente deixou ser exibida em quase todas as cidades. Hoje a emissora só tem sinal aberto apenas duas cidades: a geradora Pacajus e a retransmissora Cascavel, ambas cidades do Estado do Ceará.

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

A TV da Gente é um projeto televisivo que já vem sendo gestado desde 2001, quando um assessor de Netinho de Paula descobriu que uma Fundação da cidade de Eusébio, na região metropolitana de Fortaleza (CE), havia ganhado a concessão de TV local e não sabia como utilizar.[2] Após analisar a documentação e descobrir que "a papelada era legítima", Netinho solicitou ao Ministério das Comunicações uma parceria de conteúdo para o canal.[2]

Após Ministério das Comunicações aprovar parceria de conteúdo para o canal, Netinho de Paula se associou com empresários brasileiros e angolanos,[2] com parceria com o Grupo Bandeirantes de Comunicação.[1] [2] [3] [4] Em 2005, foram investidos R$ 12 milhões iniciais,[1] [2] [3] sendo que 25% desse total (R$ 3 milhões) vieram de investidores angolanos em troca de conteúdo.[2] "A TPA (Televisão Pública de Angola) quer exibir alguns programas e também encomendou uma série sobre a rainha Ginga (heroína angolana que enfrentou os portugueses no século 17)", disse netinho.[2]

Surgiu como a proposta de ser o primeiro canal com programação produzida por negros voltada para toda a população negra brasileira.[1] [3] [4] Um dos principais objetivos da emissora é aumentar número de apresentadores negros na mídia.[5]

Inauguração[editar | editar código-fonte]

Entrou no ar no dia 20 de novembro de 2005, justamente no Dia da Consciência Negra ao meio dia (no horário de verão brasileiro), nos canais aberto nas cidades de São Paulo (50 UHF, antes transmitia o Terra Viva) e Pacajus (19 UHF, para Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará, às 11 horas local) e em todo o país, por meio de antena parabólica, pelo satélite Brasilsat B1 digital.[1] [4] [5]

Netinho firmou uma parceria com o Grupo Bandeirantes de Comunicação, que negociou o canal 50 (UHF) para transmissão da programação na cidade de São Paulo.[4] [5] "A entrada da TV da Gente sob o guarda-chuva do Grupo Bandeirantes significa o compartilhamento das dificuldades e facilidades que envolvem todos os aspectos do nosso negócio. Assim como a Rede 21, a TV da Gente terá à disposição toda a massa de informações produzidas nos veículos do Grupo", falou o vice-presidente da Bandeirantes, Marcelo Meira.[4]

De acordo com os responsáveis do canal, o objetivo da emissora é "mostrar a diversidade étnica do Brasil, garantindo programação de qualidade para a parcela da população que não se identifica com o que a televisão oferece, e reunir, na tela, todas as raças".[6] Vai oferecer inicialmente seis horas de programação diária com atrações variadas destinados aos públicos infantil e feminino, além de telejornais e musicais, a maioria comandada por profissionais negros.[5]

A primeira sede da emissora é nas antigas instalações da extinta TV Manchete São Paulo, emissora própria da Rede Manchete de São Paulo, no bairro da Casa Verde (zona norte).[1] [3]

Proprietário da TV
Cquote1.svg Escolher esta data é uma opção mais histórica do que econômica (...).
Quero fazer uma reparação histórica (...).
O canal não tem apenas um lado social, tem também seu objetivo comercial (...).
Se em 50 anos a TV não se interessou pelo negro, eu tentei, nestes cinco anos que faço TV, mudar isso. Agora, quero tornar o negro visível (...).[1]
Nosso País é marcado pela miscigenação racial. Mas o modelo atual de TV não representa a maioria dos brasileiros. A TV da Gente estréia, portanto, com a proposta de reunir, na telinha, todas as raças, apresentando programas que falam a linguagem do povo. Temos compromisso com a qualidade do que será exibido e, para isso, recrutamos os melhores profissionais do mercado, com larga experiência em televisão e comunicação.[4]
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Netinho de Paula

Inicialmente em fase experimental, tem seis horas de programação, das 9h às 15h (de seg. a sex.) e das 15h às 21h (sáb. e dom.).[1]

Entre os seus contratados estavam Cinthya Rachel (ex-Castelo Rá-Tim-Bum, apresentadora de programa infantil), o cantor André Marinho (ex-Br'oz, apresentador de programa adolescente) e Hédio Silva Júnior (secretário de Justiça e Defesa do Estado de São Paulo, apresentador do talk show sobre temas jurídicos).[1]

Primeiros dias[editar | editar código-fonte]

No dia 21 de novembro,[1] a emissora estreou os programas "Turminha da Hora" (infantil, apresentado por Cinthya Rachel), "Encontro da Gente" (feminino, apresentado por Adyel Silva), "Notícias da Gente" (jornalismo, apresentado por Cláudia Alexandre), "Esporte da Gente" (esportivo, apresentado por Pollyana Morbach) e "O Grande Júri" (jurídico, apresentado por Hédio Silva Júnior).[7] No dia 26 de novembro, a emissora estreou os programas "Quem Sabe Clica" (juvenil, apresentado por André Marinho e Marjorye Kohigashi), "Gente do Samba" (musical, apresentado por Kikinha Sorriso e Gleides Xavier) e "Hip Hop Show" (musical, apresentado por Paulo Brown e Juju Deden).[7]

No dia 27 de novembro, a emissora estreou o programa esportivo "Papo Bom de Bola", apresentado por Wagner Prado, com os comentários de Müller, Gilmar de Almeida e três convidados a cada programa).[7]

Em apenas uma semana no ar, ao contrário que se esperava, a TV da Gente tem sido alvo de duras críticas negativas do que positivas.[6] Segundo seus críticos, a emissora é racista, pois os fóruns de discussão da Web brasileira estão cheios de comentários em que a emissora é classificada como sendo "de negros e para negros" e o projeto do Netinho de Paula é classificado como uma televisão "racista".[6]

Contatado pelo Diário de Notícias, Netinho de Paula, explica que muitos órgãos de informação brasileiros "tiveram um entendimento equivocado do conceito":[6]

Cquote1.svg Aproximadamente 50% dos funcionários [o canal dá emprego a cerca de 170 colaboradores diretos] são negros, enquanto os outros 50% compreendem orientais, brancos e índios.
(...) o sonho é promover a integração étnica e jamais fomentar algum tipo de segregação(...).
(...)[A TV da Gente] é um canal como outro, só que com uma estética diferente (...) nas demais emissoras em que, frequentemente [os negros], interpretam papéis secundários ou caricatos (...).[6]
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Netinho de Paula

Não há dados de audiência relativos à primeira semana das transmissões. Netinho de Paula, afirma, no entanto, que recebeu "muitos e-mails e telefonemas de telespectadores que aprovaram a programação e querem ver a TV da Gente mais tempo no ar".[6]

Os responsáveis pelo canal anunciaram que vão iniciar segunda etapa da emissora já em 2006, quando incluirá parcerias internacionais, com produtoras norte-americanas vocacionadas para conteúdos dirigidos a negros, como a Trace TV e a Black Family Channel.[3] [6] O negócio prevê a exibição de programas de hip-hop e de rap que fazem sucesso no mercado mundial, como Estados Unidos e Europa.[3] Especializada em música, com produções na França, Japão, Alemanha e Estados Unidos, a Trace TV fornecerá clipes, programas de entrevistas e shows.[3] Já Black Family Channel, do ex-boxeador Evander Holyfield, Marlon Jackson (ex-Jackson Five) e Robert Townsend, virá programas infantis e esportivos.[3]

Repercussão internacional[editar | editar código-fonte]

A inauguração da TV da Gente, como primeira emissora destinado ao público negro teve repercussão internacional. Foram publicados na França,[8] Inglaterra,[9] Equador,[10] entre outros.[carece de fontes?]

Primeiros meses (dezembro de 2005 a abril de 2006)[editar | editar código-fonte]

Em dezembro, a emissora iniciava as atividades das 10hs até 21hs30min (segunda às sextas) e nos fins de semanas das 11hs até 22hs30min.[11]

Entre janeiro a abril de 2006, a emissora começa a expandir fora de São Paulo e Ceará: Cascavel (CE), Florianópolis (SC), Blumenau (SC), Lages (SC), Joinville (SC), Aracaju (SE), Teresina (PI), Governador Valadares (MG) e Uberaba (MG).

Crise em 2006[editar | editar código-fonte]

Em março, quando a sede da emissora muda das antigas instalações da extinta TV Manchete de São Paulo no bairro da Casa Verde para o antigo prédio da TV Globo São Paulo, na Praça Marechal Deodoro, surgem primeiros indícios da crise da emissora.

Em abril, Netinho anunciou que a TV da Gente será transferida para Bahia e produziria conteúdo local, tendo inclusive a cantora Margareth Menezes como apresentadora de um programa, além da produção de um programa educativo e um institucional. Entretanto, o acordo nunca se concretizou.[12]

Em novembro, em meio à crise da emissora, o colunista Ricardo Feltrin, do Ooops!, afirma que Netinho de Paula, esteve com negociações com a RedeTV!, onde deverá apresentar um programa semanal nos mesmos moldes do extinto Domingo da Gente, apresentado por ele mesmo na Rede Record.[13]

Também em novembro, às vésperas do Dia da Consciência Negra (20 de novembro), o canal começou a ser transmitido em Salvador, na Bahia pelo Canal 57 UHF.

Em 20 de novembro de completar um ano do ar, a emissora não atrai audiência e com isso não atrai anunciantes, aliada a baixa potência do Canal 24 UHF em São Paulo.[14] A produção foi reduzida a dois programas e o restante é produções independentes.[14]

No início de dezembro, deixou de transmitir para Grande São Paulo, no canal 24.[14] O motivo alegado pela assessoria foi o canal ser usado para testes de transmissão digital pela TVA e depois pela Telefônica e que voltaria no dia 18 daquele mês.[14]

No final de dezembro, os empresários angolanos que sustentaram a emissora, deixaram de serem investidores da emissora após fim do contrato.[14]

Perda de cobertura em 2007[editar | editar código-fonte]

Entre janeiro a fevereiro de 2007, a emissora desocupou o prédio da Praça Marechal Deodoro, onde funcionavam as antigas instalações da TV Globo em São Paulo e os últimos funcionários que ainda trabalhavam foram demitidos. O Canal 24 deixou ser exibido.

Em março, a emissora apresenta programas especiais produzidos pelo Instituto Itaú Cultural, voltados à divulgação de projetos que estimulam a identidade nacional. O acordo previa a exibição de 5 horas diárias de programação. A parceria permite à emissora exibir produções focadas em Educação e Cultura. Eram documentários e musicais inéditos como "Brasil 3x4", "Viagens na Literatura" e "Rumos da Dança", além de programas de entrevistas e variedades, como "Guerrilha" e "Jogos de Ideias", já veiculados pela TV Cultura.

Fim da TV da Gente em 2007[editar | editar código-fonte]

Em maio, emissora deixou de ser transmitida em satélite e sinal aberto pela retransmissoras em outros estados, com exerção do Ceará, que passaram a gerar programação própria. As retransmissoras passaram a transmitir a TV Altiora, após acordo de arrendamento previsto durar um ano. Em 2008, com fim do acordo, todas as retransmissoras (entre elas o Canal 57 de Salvador do Grupo Abril), passaram a transmitir a Rede Família, que pertence ao empresário e líder religioso Edir Macedo Bezerra.

Volta da TV da Gente em 2007 no Ceará[editar | editar código-fonte]

Com o fim das transmissões em via satélite e em sinal aberto para retransmissoras, ao contrário que se divulgava, a TV da Gente não acabou para quem mora em Pacajús e Cascavel, ambas cidades do Ceará. O Canal 19, que era o antigo gerador da rede, serve exclusivamente para transmitir programas locais na cidade de Pacajus (CE), sustentando modesta programação própria, baseada em notícias locais e videoclipes.

A emissora mudou para Canal 40, passando programação local, incluindo programas que são gerados em Pacajús e Cascavel, entre eles está o Reportér Cidadão (segunda a sábado de 11 às 13h) com a apresentação de R.B. Firmo, que também é responsável pela grade cascavelense, entre outros.

Em 2013, os Estúdios da TV volta para Pacajus e a direção da emissora afirma que em 2014 passará a transmitir em 90% do estado e com a ampliação dos estúdios.

Denúncia em 2012[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2012, o jornal Folha de S. Paulo e a revista Veja noticiaram que o Ministério Público do Ceará está investigando a TV da Gente por suspeita de ter sido usada em desvios de recursos realizados pela Prefeitura de Pacajus.[15] [16]

A investigação do MP-CE começou em dezembro de 2011 e tem como alvo a Fundação Educativa Eduardo Sá, detentora da concessão da TV, comandada pelo empresário Levi de Paula, que é filho do vereador Netinho de Paula.[15] [16] Segundo o promotor Ythalo Frota Loureiro, o objetivo da investigação é apurar o funcionamento da fundação, cujo registro foi feito em outro município cearense.[15]

A emissora entrou no ar em 2007 na cidade de Pacajus, na região metropolitana de Fortaleza, onde era administrada por auxiliares do ex-prefeito Pedro José Philomeno (PSDB).[15] [16] Reeleito em 2008, ficou na frente da prefeitura até dezembro de 2011, quando foi preso juntamente com secretários municipais e vereadores em operação da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual.[15] Eles são acusados de desviar R$ 9 milhões dos cofres da cidade por meio de fraudes em licitações e contratos superfaturados.[15]

O vereador Netinho de Paula não se manifestou, apesar dos pedidos de entrevistas, mas o gabinete da Câmara se limitou a dizer que ele está ocupado para gravar programa de TV.[15] [16] Já o ex-prefeito de Pacajus, por intermédio do advogado, Hélio Leitão Neto disse, que o ex-prefeito foi e que não foi notificado da investigação do Ministério Público sobre a TV, pois os contratos não fazem parte da operação que levou seu cliente à prisão.[15]

Não é a primeira vez que a emissora é alvo de denúncias.[15] Em 2007, o Tribunal de Contas do Estado já havia apontado irregularidade em contratos de propaganda da prefeitura com a fundação e quem chefiava a fundação era Sérgio Ricardo de Mello Santos, sócio de Netinho de Paula.[15] Em 2008, a Justiça Eleitoral começou a investigar irregularidades após as eleições municipais que reelegeram Pedro Philomeno, que é ligado à emissora, mas a Justiça Eleitoral arquivou o caso em 2011 por falta de provas, pouco antes de estourar a operação policial.[15]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Há quem diga que, o principal motivo do fracasso da emissora foi ter vendido um canal "de negros para negros", ao invés de um canal "uma TV feita por negros para mostrar a diversidade étnica do país".[carece de fontes?]

Segundo muitos estudiosos adeptos da causa negra, mas não só dela, a falta de patrocínio e de incentivo por parte do governo foram cruciais para que o canal acabasse por deixar de existir, e a mídia, de um modo geral, sequer teria revelado à população o que ocorria.[carece de fontes?]

Muitos estudiosos da causa negra, como o professor da UFMT de história social e doutor pela USP Flávio Antônio da Silva Nascimento, alegam que não houve grande interesse, da parte do governo brasileiro nem das empresas nacionais, em levar a frente um canal de televisão para a consciência do povo brasileiro, que é predominantemente de afro-descendentes (negros que têm, também, outras ascendências):[carece de fontes?]

Cquote1.svg Em um país cujas emissoras de televisão mostram, na imensa maioria das vezes, os negros brasileiros nos papéis mais estereotipados tais como jogadores de futebol, pagodeiros e sambistas, ou seja, em um país historicamente marcado por colocar o negro em papéis secundários e estereotipados não só na mídia, como também no mercado de trabalho, dificilmente haveria interesses substanciais da parte do governo ou de empresários nacionais em levar uma iniciativa como a de Netinho adiante. Muito pelo contrário, tentariam sufocar a causa antes que a consciência, não só negra como de todos os brasileiros, se espalhasse e engrandecesse.[carece de fontes?] Cquote2.svg

Emissoras da TV da Gente[editar | editar código-fonte]

Geradora[editar | editar código-fonte]

Retransmissora[editar | editar código-fonte]

Antigas Retransmissoras[editar | editar código-fonte]

Em maio de 2006, o Canal 50 UHF de São Paulo passou a transmitir a Canção Nova até 2010, quando passou ser a RBTV.

Em março de 2007, o sinal analógico do Canal 24 UHF em São Paulo saiu do ar de novo, levando o Ministério das Comunicações a cassar concessão do canal posteriormente repassar para a TV Cultura em transmissão em sinal digital no final do mesmo ano.

Em maio do mesmo ano, os canais de Florianópolis, Blumenau, Lages, Joinville, Aracaju, Teresina, Governador Valadares e Uberaba passaram a transmitir a TV Altiora, que um ano depois, em maio de 2008, passaram a transmitir a Rede Família, que pertence ao empresário Edir Macedo.

Programas[editar | editar código-fonte]

A emissora exibe os programas:

Atuais[editar | editar código-fonte]
  • Caminho que Leva a Deus
  • Coisa Nossa
  • Clube da Paz
  • Cine da Gente
  • Multi Perfil na TV
  • Mastruz da Sorte
  • Reporte Cidadão
  • RC Jornal
Extintos:[editar | editar código-fonte]
  • Brega Geral
  • Tradição Nordeste
  • Mesa Redonda
  • Nosso Esporte
  • Caderno da Esportes
  • Ronda da Cidade
  • Turminha da Hora
  • Campeonato Pacajuense
  • RB Firmo Entrevistas
  • O Chiqueiro (paródia de A Fazenda)

Referências

  1. a b c d e f g h i j Folha Online (20 de novembro de 2005, 11hs). TV da Gente estréia para atender o público negro Folha de S.Paulo. Visitado em 01-06-2014.
  2. a b c d e f g Netinho anuncia canal de TV dirigido por negros; conheça UOL (Televisão) (15 de setembro de 2005, 20hs32min). Visitado em 01-06-2014.
  3. a b c d e f g h Canal do Netinho estréia na TV aberta Folha Online (11 de novembro de 2005, 16hs42min). Visitado em 01-06-2014.
  4. a b c d e f Thaís Tibiriçá (21 de novembro de 2005). TV DA GENTE NO AR Fazendo Media. Visitado em 01-06-2014.
  5. a b c d VJ (20 de novembro de 2005, 10hs35min). TV da Gente entra no ar hoje OFuxico. Visitado em 01-06-2014.
  6. a b c d e f g João Pedro Pereira (28 novembro 2005). Dono da TV da Gente quer juntar todas as raças no ecrã Diário de Notícias. Visitado em 01-06-2014.
  7. a b c Confira a programação da TV da Gente Folha Online (11 de novembro de 2005, 16hs58min). Visitado em 01-06-2014.
  8. TV da Gente, Première chaîne de télévision noire au Brésil : Après les constats l’Action (em Francês) Afrikara (23 de novembro de 2005). Visitado em 01-06-2014.
  9. Tom Phillips (21 de novembro de 2005). Brazil's first black television channel tackles legacy of 300 years of slavery (em Inglês) The Guardian. Visitado em 01-06-2014.
  10. TV DA GENTE, O NUESTRA TV, EL CANAL DE TELEVISIÓN MÁS NUEVO DE BRASIL Y EL PRIMERO QUE PERTENECE A Y ES DIRIGIDO POR NEGROS. (em Espanhol) Centro Afroecuatoriano (Novembro de 2005). Visitado em 01-06-2014.
  11. Grade de Programação TV da Gente (Dezembro de 2005). Visitado em 01-06-2014. Cópia arquivada em 14-12-2005.
  12. TV da Gente, de Netinho de Paula, está paralisada na Bahia Folha Online (24 de julho de 2007). Visitado em 3 de janeiro de 2012.
  13. Ricardo Feltrin (13 de novembro 2005, 16hs03min). Com TV da Gente quase fechada, Netinho negocia com Rede TV Ooops!.
  14. a b c d e Fabíola Reipert (28 de novembro 2005). Zapping [Fora do ar; Resposta] Diário de Notícias.
  15. a b c d e f g h i j k Silvio Navarro (21 de fevereio de 2012). Promotoria investiga TV de Netinho no CE Folha de S. Paulo. Visitado em 01-06-2014.
  16. a b c d Promotoria investiga elo entre TV de Netinho e desvios no Ceará Folha de S. Paulo (21 de fevereio de 2012, 9hs30min). Visitado em 01-06-2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]