Acre
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| Estado do Acre | |
| Hino: Hino do Acre | |
| Gentílico: acriano | |
| Localização | |
| - Região | Norte |
| - Estados limítrofes | Peru, Bolívia, AM e RO |
| - Mesorregiões | 2 |
| - Microrregiões | 5 |
| - Municípios | 22 |
| Capital | Rio Branco |
| Governo | 2007 a 2011 |
| - Governador(a) | Binho Marques (PT) |
| - Vice-governador(a) | Carlos César Messias (PP) |
| - Deputados federais | 8 |
| - Deputados estaduais | 24 |
| - Senadores | Geraldo Mesquita (PMDB) Marina Silva (PT) Tião Viana (PT) |
| Área | |
| - Total | 152.581,388 km² (16º) |
| População | 2008 |
| - Estimativa | 680.073 hab. (25º) |
| - Densidade | 4,5 hab./km² (23º) |
| Economia | 2006 |
| - PIB | R$4.835.747 (25º) |
| - PIB per capita | R$7.041 (19º) |
| Indicadores | 2000 |
| - IDH | 0,751 (2005) [1] (17º) – médio |
| - Esper. de vida | 70,5 anos (15º) |
| - Mort. infantil | 33,2/mil nasc. (19º) |
| - Analfabetismo | 16,9% (18º) |
| Fuso horário | UTC-4 |
| Clima | Equatorial Úmido Af, Am |
| Sigla | BR-AC |
| Site governamental | www.ac.gov.br |
O Acre é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado no sudoeste da região Norte e tem como limites os estados do Amazonas a norte, Rondônia a leste, a Bolívia a sudeste e o Peru ao sul e oeste. Ocupa uma área de 152.581,4 km², sendo pouco menor que a Tunísia. Sua capital é a cidade de Rio Branco.
Esse estado é o extremo oeste da Região Norte do Brasil. Com uma hora a menos em relação ao fuso horário de Brasília (DF), nela se localiza o último povoamento do Brasil a ver o sol nascer, na serra da Moa, na fronteira com o Peru. A intensa atividade extrativista, que atingiu o auge no século XX, atrai brasileiros de várias regiões para o estado. Da mistura de tradições sulistas, paulistas, nordestinas e indígenas surgiu uma culinária diversificada, que junta a carne-de-sol com o pirarucu, peixe típico da região, pratos regados com tucupi, molho feito de mandioca.
O transporte fluvial, concentrado nos rios Juruá e Moa, a oeste do estado, e Tarauacá e Envira, a noroeste, é o principal meio de circulação, sobretudo entre novembro e junho, quando as chuvas deixam intransitável a BR-364, que liga Rio Branco a Cruzeiro do Sul.
Índice |
Etimologia
O Acre possui alguns apelidos:
- Extremo do Brasil
- Estado das Seringueiras
- Estado do Látex
- Extremo Oeste
História
Até o início do século XX o Acre pertencia à Bolívia. Porém, desde o princípio do século XIX, grande parte de sua população era de brasileiros que exploravam seringais e que, na prática, acabaram criando um território independente.
Em 1899, os bolivianos tentaram assegurar o controle da área, mas os brasileiros se revoltaram e houve confrontos fronteiriços, gerando o episódio que ficou conhecido como a Questão do Acre.
Em 17 de novembro de 1903, com a assinatura e a venda Tratado de Petrópolis, o Brasil recebeu a posse definitiva da região. O Acre foi então integrado ao Brasil como território, dividido em três departamentos. O território passou para o domínio brasileiro em troca do pagamento de dois milhões de libras esterlinas, de terras de Mato Grosso e do acordo de construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré.
Tendo sido unificado em 1920, em 15 de junho de 1962 foi elevado à categoria de estado, sendo o primeiro a ser governado por uma brasileira, a professora Iolanda Fleming.
Durante a segunda guerra mundial, os seringais da Indochina foram tomados pelos japoneses, e o Acre dessa forma representou um grande marco na história Ocidental e Mundial, mudando o curso da guerra a favor dos Aliados e graças aos soldados da borracha oriundos principalmente do sertão do Ceará (Ver: Segundo ciclo da borracha).
E foi sem dúvida graças ao Acre e sua contribuição decisiva na vitória dos Aliados, que o Brasil conseguiu recursos norte-americanos para construir a Companhia Siderúrgica Nacional, e assim alavancar a industrialização até então estagnada do Centro-sul, que não possuía ainda indústrias pesadas de base (Ver: Acordos de Washington).
Em 4 de abril de 2008, o Acre venceu uma questão judicial com o Estado do Amazonas em relação ao litígio em torno da Linha Cunha Gomes, que culminou no anexo de parte dos municípios Envira, Guajará, Boca do Acre, Pauni, Eirunepé e Ipixuna. A redefinição territorial consolidou a inclusão de 1,2 milhão de hectares do complexo florestal Liberdade, Gregório e Mogno ao território do Acre, o que corresponde a 11.583,87 km².
Geografia
No Acre, existem diversas formações geológicas: a Formação Cruzeiro do Sul ( ocorre a leste da cidade Cruzeiro do Sul. Apenas dentro do Parque Nacional da Serra do Divisor e do seu entorno foi registrada a ocorrência de cinco formações:Ramon, Grupo Acre,Divisor, Rio Azul e Moa), o Complexo Xingu, a Formação Formosa e Sienito República, os Depósitos Aluviais Holocênicos que representam ampla distribuição no Estado e a Formação Solimões que estende-se por mais de 80% do Estado, sendo portanto a mais significativa. A Formação Solimões é bastante diversificada. Nela há predominância de rochas argilosas com concreções carbonáticas e gipsíferas, ocorrendo ocasionalmente com material carbonizado (turfa e linhito), concentrações esparsas de pirita e grande quantidade de fósseis de vertebrados e invertebrados. Subordinadamente, ocorrem siltitos, calcáreos sílticos-argilosos, arenitos ferruginosos e conglomerados plomíticos.
As unidades morfoestruturais são representadas pela Depressão Amazônica ( Depressão Rio Acre/Javari), o Planalto Rebaixado da Amazônia Ocidental e a Planície Amazônica. • A Depressão Amazônica (Rio Acre – Rio Javari) alcança altitude máxima de 300 m, e está representada por extensas planícies de idade Terciária desenvolvidas sobre a Formação Solimões e por áreas de altitudes mais elevadas, de até 580m, denominada Complexo Fisiográfico da Serra do Divisor; • O Planalto Rebaixado da Amazônia Ocidental, desenvolveu-se também sobre a Formação Solimões, em áreas de interflúvios tabulares de relevo plano com altitudes de 250 m; • A Planície Amazônica, representada pelas Planícies Aluviais margeando os rios e pelos níveis de terraços descontínuos, remanescentes de sedimentos desenvolvidos durante o Pleistoceno Superior (Quaternário) é a superfície mais baixa (200 m).
O clima do Estado do Acre é quente e úmido com duas estações: seca e chuvosa. A estação seca estende-se de maio a outubro e é comum ocorrer “friagens”, fenômeno efêmero, porém muito comum na região. A estação chuvosa, “inverno”, é caracterizado por chuvas constantes, que prolongam-se de novembro a abril. A umidade relativa apresenta-se com médias mensais em torno de 80-90% com níveis elevados durante todo o ano. Os totais pluviométricos anuais variam entre 1600 mm e 2750 mm, e tendem a aumentar no sentido Sudeste-Noroeste. As precipitações, na maior parte do Estado, são abundantes e sem uma estação seca nítida. Os meses de junho, julho e agosto são os menos chuvosos. A temperatura média anual do Estado está em torno de 24,50 C, mas a máxima pode ficar em torno de 32 C. A temperatura mínima varia de local para local em função da maior ou menor exposição aos sistemas extratropicais.[2]
Foram identificadas no Estado, onze tipologias florestais : Floresta Aberta com Palmeira das Áreas Aluviais (5,48%), Floresta Aberta com Palmeiras (7,77%), Floresta Aberta com Palmeiras e Floresta Densa (12,12%), Floresta Densa + Floresta Aberta com Palmeiras (7,20%). Floresta Densa (0,53%), Floresta Densa Submontana (0,47%). O bambu (ou "tabocal") ocorre em cinco tipologias: Floresta Aberta com Bambu Dominante (9,40%), Floresta Aberta com Bambu + Floresta Aberta com Palmeira (26,20%),Floresta Aberta com Palmeira + Floresta Aberta com Bambu (21,02%), Floresta Aberta com Bambu em Áreas Aluviais (2,04%),Floresta com Bambu + Floresta Densa (0,36%).[3]
O Acre é o quarto Estado, na Amazônia Legal, de maior preservação da cobertura florestal, com 11,3% de seu território desflorestado. Esta taxa global é muito inferior à taxa da região que atingiu 16,3%. Em relação aos Estados da região, o Acre fica atrás, apenas, de Roraima, que tem grande parte de seu território ocupado por Reservas indígenas; do Amapá, cuja população é basicamente urbana e Tocantins cuja ação antrópica situa-se maciçamente no cerrado.
Localização e extensão territorial
Está situado entre as latitudes de 07°07S e 11°08S, e as longitudes de 66°30 W e 74°WGr no sudoeste da Amazônia brasileira - é o ponto mais ocidental do Brasil (marco 76 da fronteira Brasil-Peru pelo município de Mâncio Lima). Limita-se ao norte com o Estado do Amazonas, a leste com o Estado de Rondônia e possui uma linha de fronteira internacional de 2.183 quilômetros, dividida ao Sul e a Leste com a Bolívia e ao Sul e ao Oeste com o Peru. É o Estado brasileiro mais próximo do Oceano Pacífico, distante aproximadamente 1.900 quilômetros em linha reta por via terrestre. Também por via aérea, a capital do Estado, Rio Branco, está a 50 minutos de Porto Velho-RO, aproximadamente 1:10h de Cuzco, a 1:30h de Lima, a 1h de La Paz e a 1:40 de Manaus-AM.
O Acre possuia uma extensão territorial de 152.581,4 km², mas em 03 de abril de 2008, uma decisão unânime dos ministros do Supremo Tribunal Federal, colocou fim ao litígio de oito anos entre Acre e Amazonas, alterando os limites da Linha Cunha Gomes e incorporando ao Estado, aproximadamente, 1,2 milhão de hectares (parte de municípios amazonenses como Guajará, Ipixuna, Eurunepé, Lábrea e Boca do Acre). Portanto, hoje o Acre possui um território de 164.221,36 Km2 (16.422.136 ha. Sua extensão territorial é de 445 Km no sentido norte-sul e 809 Km entre seus extremos leste-oeste. Correspondente a 4% da área amazônica brasileira e a 1,9% do território nacional (IBGE, ITERACRE,2006).
O Estado é composto por 22 municípios e a partir de 1999, visando uma melhor gestão,divide-se, politicamente,em regionais de desenvolvimento: Alto Acre, Baixo Acre, Purus, Tarauacá/Envira e Juruá, que correspondem às microrregiões estabelecidas pelo IBGE e seguem a distribuição das bacias hidrográficas dos principais rios acreanos. [4]
Fuso horário brasileiro
No dia 23 de junho de 2008 entrou em vigor a lei 11.662/08. Criada pelo senador Tião Viana (PT), essa lei determina que o Acre e parte do Estado do Amazonas, que faziam parte do quarto fuso horário brasileiro, passem a ter apenas uma hora a menos em relação ao horário de Brasília. Já o Estado do Pará passa a ter o mesmo horário da capital federal.
Essa proposta tem gerado polêmica, pois, de acordo com pesquisadores a inclusão do Acre no quarto fuso horário estava correta, considerando a posição geográfica do estado. A população do estado também tem feitos críticas ao novo horário, pois, quem trabalha ou estuda na parte da manhã, está tendo de sair de casa ainda de madrugada. A situação é ainda mais crítica para os moradores da Região do Vale do Juruá, onde o Sol nasce cerca de meia hora após surgir na capital Rio Branco.
Hidrografia
No Estado do Acre, a drenagem é feita por extensos rios de direção Sudoeste-Nordeste e, todos pertencem à rede hidrográfica do Rio Amazonas. Os rios apresentam paralelismo e mudanças de direções dos seus cursos, uma característica bastante comum resultante das falhas e fraturas geológicas.
Na parte central do Estado, os principais cursos dágua são o Rio Tarauacá, o Purus com seus principais afluentes pela margem direita, o Chandless e seu tributário Iaco com seu afluente pela margem esquerda, o Rio Macauã e o Rio Acre com seu subsdiário, o Antimari.
A noroeste encontramos os rios Gregrório, Tarauacá, Muru, Envira e Jurupari. A oeste do Estado estão presentes o Rio Juruá e seus principais afluentes Moa, Juruá Mirim, Paraná dos Moura, Ouro Preto, pela margem esquerda, o Valparaíso, Humaitá e Tejo, pela margem direita.
As duas principais bacias se destacam no Estado, a bacia do Acre-Purus e a do Juruá.
• Bacia do Acre-Purus: o Rio Purus nasce no Peru e entra no Brasil com a direção Sudoeste-Nordeste, é o segundo maior representante da drenagem do Estado. À altura do paralelo de 09000’S, inflete de Oeste-Sul-Oeste para Leste-Norte-Leste, mantendo esta direção até receber o Rio Acre. Posterior a este ponto, retoma a direção anterior Sudoeste para Nordeste até penetrar no Estado do Amazonas. Apresenta um curso extremamente sinuoso e meândrico estendendo-se pelas extensa e contínuas faixas de planícies.
• Bacia do Juruá: O Rio Juruá drena uma área de 25.000 Km2, dentro do Estado do Acre. Nasce no Peru com o nome de Paxiúba a 453 m de altitude, unindo-se depois com o Salambô e formando então o Juruá. Ele atravessa a parte noroeste do Estado, sentido S-N, entra no Estado do Amazonas e despeja suas águas no Rio Solimões. O Juruá é um rio de planície, com todas as caracterísitcas de correntes de pequeno declive.
- Rios
Juruá, Rio Purus, Rio Acre, Tarauacá, Muru, Embirá e Xapuri são seus rios mais importantes.
Economia
O modelo de desenvolvimento econômico baseia-se, primordialmente, no extrativismo, com destaque para extração de madeira por meio de manejo florestal, o que, teoricamente, garante o uso econômico sustentável da floresta.
O Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID - financia um projeto de US$ 106 milhões no Estado, visando dotá-lo de infraestrutura física e institucional que viabilize o sucesso do projeto de desenvolvimento sustentável.
Controvérsias sobre o modelo de desenvolvimento escolhido passa por questões como a ausência de consenso quanto à recuperação das áreas exploradas pelos planos de manejo e pela exclusão, na prática, de efetivos benefícios às populações locais (apesar de previsão no projeto).
Demografia
Os municípios mais populosos são: Rio Branco, com 290.639 habitantes (IBGE 2006); Cruzeiro do Sul, com 86.725 habitantes; Feijó, com 39.365 habitantes; Sena Madureira, com 33.614 habitantes; Tarauacá, com 30.711 habitantes; Senador Guiomard com 21.000 habitantes e Brasiléia, com 18.056 habitantes.
Etnias
| Cor/Raça (IBGE 2006) [5] | Porcentagem |
| Pardos | 66,5% |
| Brancos | 26,0% |
| Negros | 6,8% |
| Amarelos ou indígenas | 0,7% |
Fonte: PNAD (dados obtidos por meio de pesquisa de autodeclaração).
Existem no Acre, 34 terras indígenas ocupadas por mais de 12.000 índios, que representam 2% da população total do Estado. Esse contingente populacional pertence a 14 diferentes etnias, de línguas Pano, Aruak e Arawá: (Yaminawa, Manchineri, Kaxinawá, Ashaninka, Shanenawa, Katukina, Arara,Nukini, Poyanawa, Nawa, Jaminawa-Arara e Isolados). As etnias isoladas, sem contato com a sociedade, têm o seu território tradicional ao longo da fronteira internacional Brasil-Peru.[6]
Infra-estrutura
| Ano | Português | Redação |
|---|---|---|
| 2006[7] Média |
31,05 (25º) 36,90 |
47,97 (24º) 52,08 |
| 2007[8] Média |
43,60 (25º) 51,52 |
54,78 (17º) 55,99 |
| 2008[9] Média |
35,15 (25º) 41,69 |
57,62 (17º) 59,35 |
Transportes
- Rodovias
- BR-364 - Juntamente com a BR-317 é a principal rodovia do Acre. A leste liga Rio Branco ao estado de Rondônia e ao restante do país. A oeste corta todo o estado, ligando a capital do estado a Cruzeiro do sul, segunda principal cidade do estado, passando pelos municípios de Bujari, Sena Madureira, Manoel Urbano, Feijó, Tarauacá e Rodrigues Alves.
- BR-317 - Tem extensão de 330 km, liga a capital ao sul do estado, passando pelos municípios de Senador Guiomard, Capixaba, Brasiléia na fronteira com a República da Bolívia, a partir de Brasiléia a estrada continua por mais 110km até chegar na cidade de Assis Brasil, já na fronteira com o Peru. A rodovia tornar-se-á um importante eixo de exportação do Brasil, pois quando a estrada no lado peruano estiver concluída (aproximadamente três anos), o Brasil estará totalmente ligado a Cuzco e aos dois principais portos do país vizinho.
- AC-040 - Possui extensão de 100 km, liga Rio Branco até a cidade de Plácido de Castro também fazendo fronteira com a Bolívia.
- AC-401 - Também chamada de estrada do agricultor, com extensão de 50 km, liga a cidade de Plácido de Castro à cidade de Acrelândia, já próxima da BR-364.
- AC-010 - Tem extensão de 55 km, Ligando Rio Branco até a cidade história de Porto Acre, já na divisa com o Amazonas.
Cultura
A cultura do Acre é muito parecida com a dos outros Estados da região Norte.
A comida típica utiliza o pato e o pirarucu, que herdou dos índios, e o bobó de camarão, vatapá e carne de sol com macaxeira, trazido do Nordeste brasileiro logo quando iniciou a extração do látex, já que muitos nordestinos migraram para o Acre tentando uma melhor qualidade de vida.
No artesanato os artigos confeccionados com materiais extraídos da floresta amazônica.
Do seringal surgiu a figura do seringueiro, que colaborou em momentos importantes da história brasileira para o desenvolvimento do país, trabalhando duro na extração do latex na floresta amazônica. Da floresta também surgiu um homem chamado Chico Mendes, que hoje é considerado referência internacional na luta em defesa da Amazônia; Chico Mendes foi assassinado em 22 de dezembro de 1988 e ganhou um prêmio único da ONU, o Prêmio Global 500 Anos.
Em Rio Branco encontra-se uma comunidade religiosa chamada Alto Santo (Centro de Iluminação Cristã Universal) que pratica o Ritual do Santo Daime, típico do Acre, de origem indígena, que usa o Daime, um chá natural feito com folhas e cipó, usado pelos índios como forma de aproximação a Deus. Todos tomam o chá, inclusive as crianças e os idosos. Os integrantes usam fardas de marinheiro e cantam o hinário, intercalando com Ave-Marias e Pai-Nossos.
Acreanos ilustres
- Adib Jatene - Médico, ex-ministro da Saúde (fundou o Instituto do Coração);
- Armando Nogueira - Jornalista e escritor;
- Chico Mendes (Francisco Alves Mendes Filho) - Líder seringueiro;
- Enéas Carneiro - Político. Formado em Medicina e especialista em Cardiologia;
- Glória Perez - Novelista;
- Iolanda Fleming - Primeira governadora mulher do Brasil;
- Jarbas Passarinho - Militar e político;
- João Donato - Músico. Foi um dos responsáveis pelo surgimento da Bossa Nova;
- José Vasconcelos - Humorista, ator e dramaturgo;
- Miguel Jerônimo Ferrante - ex-Ministro do STF e escritor, pai de Glória Pérez;
- Marina Silva - Ambientalista, pedagoga e política, ex-ministra do Meio Ambiente.
- Tião Viana - Médico e Senador
Referências
- ↑ Ranking do IDH dos estados do Brasil em 2005. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (15 de setembro de 2008). Página visitada em 17 de setembro de 2008.
- ↑ ACRE. Governo do Estado do Acre. Programa Estadual de Zoneamento Ecológico Econômico do Estado do Acre. Zoneamento Ecológico Econômico. documento final – 1ª fase. Rio Branco: SECTMA, V.I , 2000.
- ↑ BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Potencial Florestal do Estado do Acre. IBGE: Rio de Janeiro, 2005. 10 p.
- ↑ ACRE. Governo do Estado do Acre. Programa Estadual de Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Acre. Zoneamento Ecológico-Econômico do Acre Fase II: documento Síntese – Escala 1:250.000. Rio Branco: SEMA, 2006. 354p. Acre.
- ↑ http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/indicadoresminimos/sinteseindicsociais2007/indic_sociais2007.pdf
- ↑ Povos Indígenas do Acre
- ↑ http://download.globo.com/vestibular/enem2006_desempenhoregiaouf.doc
- ↑ http://download.uol.com.br/educacao/enem2007_mediasredacao.xls
- ↑ http://www.inep.gov.br/download/enem/2008/Enem2008_tabelas_01a101.xls

