Força Aérea Brasileira
| Força Aérea Brasileira | |
|---|---|
Símbolo da FAB |
|
| País | |
| Corporação | Forças Armadas do Brasil |
| Subordinação | Ministério da Defesa |
| Missão | Defesa Aérea |
| Sigla | FAB |
| Criação | 1941 |
| Aniversários | 20 de janeiro |
| Patrono | Alberto Santos Dumont[1] |
| Marcha | Hino dos Aviadores Brasileiros |
| Lema | Asas que protegem o País |
| História | |
| Guerras/batalhas | Segunda Guerra Mundial |
| Logística | |
| Efetivo | 67.442 militares[3] |
| Insígnias | |
| Cocar | |
| Cocar de Baixa Visibilidade | |
| Comando | |
| Tenente-brigadeiro-do-ar | Juniti Saito |
| Contato | |
| Sede | Brasília, DF |
| Esplanada dos Ministérios | Bloco M - 7º Andar |
| Código postal | 70045900 |
| Telefone | (61) 3313-2574 / 3313-2592 / 3966-9638 |
| faleconosco@fab.mil.br | |
| Internet | * Página oficial Flickr RSS Youtube |
A Força Aérea Brasileira (FAB) é o "braço-armado" da Aeronáutica brasileira. É uma das três Forças Armadas do Brasil. É a maior força aérea da América Latina em contingente, número de aviões e poder de fogo.[4]
[editar] História
Em 1939, no início da Segunda Guerra Mundial, a forma como se desenvolviam os combates no além-mar surpreendeu e revelou o despreparo das forças armadas brasileiras para enfrentar as exigências do conflito, porque não possuíam uma força exclusiva para os combates aéreos. Havia ainda toda uma organização militar estruturada nos moldes da I Guerra Mundial. Era preciso mudar.
Embora o debate em torno da criação de uma força aérea única, fundindo as já existentes aviações do Exército e da Marinha, assim como a criação de um ministério exclusivo para gerenciar a aviação brasileira, viesse ocorrendo desde o início dos anos 1930, a guerra na Europa acabou por reforçar essa tendência, consolidando a ideia de que era preciso centralizar os meios aéreos do país, gerando assim a Campanha nacional da aviação. O desperdício e os problemas decorrentes de um gerenciamento em separado de múltiplas aviações, militares e civis, constituiu-se num dos principais argumentos em favor da criação do Ministério do Ar.
Finalmente, após amplo debate e campanhas na imprensa, Getúlio Vargas, em 20 de janeiro de 1941, assinou o Decreto 2961, criando o Ministério da Aeronáutica e estabelecendo a fusão das forças aéreas do Exército e da Marinha numa só corporação, denominada Forças Aéreas Nacionais. Pouco depois, em maio de 1941, um novo decreto mudou o nome da recém-nascida força aérea para Força Aérea Brasileira (FAB), nome que permanece até os dias de hoje.
A Força Aérea Brasileira obteve seu batismo de fogo durante a II Guerra Mundial participando da guerra anti-submarino no Atlântico Sul e, na Europa, como integrante da Força Expedicionária Brasileira que lutou ao lado dos Aliados na frente italiana.
Foram enviadas para a Itália duas unidades aéreas da FAB, o 1º Grupo de Aviação de Caça, o Senta a Pua!, e a Primeira Esquadrilha de Ligação e Observação (1ª ELO).
Em 9 de novembro de 2003, foi inaugurado em Pianoro, Itália, mais precisamente no distrito de Livergnano, uma placa em homenagem ao 2º Tenente-Aviador John Richardson Cordeiro e Silva, primeiro piloto da FAB abatido em combate, e a todos os demais integrantes da Força Aérea que estiveram lutando na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. A placa foi agregada ao monumento já existente em homenagem aos que morreram combatendo os fasci-nazistas na guerra. A localidade de Livergnano foi escolhida por ter sido o local onde a aeronave de caça do Ten Cordeiro, um P-47 Thunderbolt, foi abatida em 6 de novembro de 1944, pela temida Flak, bateria antiaérea alemã, no regresso de uma missão de combate no norte da Itália.
[editar] Organização e estrutura
-
Ver página anexa: Lista de unidades aéreas da Força Aérea Brasileira
O Comando militar da força é exercido pelo Comando da Aeronáutica - COMAER, ao qual estão subordinados três Comandos-Gerais, três departamentos e diversos outros órgãos relacionadas com o funcionamento e administração da aviação brasileira, tanto civil como militar, e da pesquisa e desenvolvimento aeroespacial.
- Os três Comandos Gerais são:
- Comando-Geral de Operações Aéreas
- Comando-Geral de Apoio
- Comando-Geral de Pessoal
- Os três Departamentos são:
- Departamento de Controle do Espaço Aéreo
- Departamento de Ensino da Aeronáutica
- Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial
[editar] Comando-Geral de Operações Aéreas - COMGAR
É ao Comando de Operações Aéreas (COMGAR) que estão subordinadas as unidades aéreas, bases aéreas e órgãos afins. Ou seja, o COMGAR é o braço armado da Força Aérea Brasileira.
Na estrutura do COMGAR, as unidades aéreas são agrupadas em quatro forças aéreas, a saber:
- 1ª Força Aérea ou I FAe, com sede na cidade de Natal. Engloba as unidades de preparação avançada de pilotos da FAB.
- 2ª Força Aérea ou II FAe, com sede na cidade do Rio de Janeiro. Engloba as unidades de asas rotativas (helicópteros) e as unidades de busca e salvamento, patrulha marítima e de apoio a Marinha em geral.
- 3ª Força Aérea ou III FAe, com sede na cidade de Gama, no DF. Coordena e gerencia o emprego das unidades aéreas de aplicação estratégica e tática, bem como as de defesa aérea.
- 5ª Força Aérea ou V FAe, com sede na cidade do Rio de Janeiro. É responsável pelas unidades de transporte, reabastecimento em vôo (REVO), lançamento de para-quedistas e apoio a unidades do Exército.
As unidades aéreas são as organizações militares que reúnem os meios operacionais da força. Cada unidade possui uma função específica, além de aeronaves, pessoal e instalações que assegurem o seu funcionamento.
As bases aéreas, por sua vez, estão organizadas através de uma divisão regional do território brasileiro, onde cada região (num total de sete) fica subordinada a um Comando Aéreo Regional (COMAR). São eles:
- I COMAR, com sede em Belém e jurisdição sobre os estados do Pará, Amapá e Maranhão.
- II COMAR, com sede em Recife e jurisdição sobre os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.
- III COMAR, com sede no Rio de Janeiro e jurisdição sobre os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
- IV COMAR, com sede em São Paulo e jurisdição sobre os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
- V COMAR, com sede em Canoas e jurisdição sobre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
- VI COMAR, com sede em Brasília e jurisdição sobre o Distrito Federal e os estados de Goiás, Mato Grosso e Tocantins.
- VII COMAR, com sede em Manaus e jurisdição sobre os estados do Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia.
[editar] Unidades
[editar] Unidades Operacionais
| Comando | Unidade | Nome | Aeronaves | Base Aérea |
|---|---|---|---|---|
| I FAe | 1º/5º GAv | Esquadrão Rumba | C-95A | Base Aérea de Fortaleza |
| 2º/5º GAv | Esquadrão Joker | A-29B | Base Aérea de Natal | |
| 1º/11º GAv | Esquadrão Gavião | H-50 | Base Aérea de Natal | |
| GITE | Grupo de Instrução Tática Especializada | Base Aérea de Natal | ||
| II FAe | 1º/7º GAv | Esquadrão Orungan | P-3AM | Base Aérea de Salvador |
| 2º/7º GAv | Esquadrão Phoenix | P-95B | Base Aérea de Florianópolis | |
| 3º/7º GAv | Esquadrão Netuno | P-95A, P-95B | Base Aérea de Belém | |
| 4º/7º GAv | Esquadrão Cardeal | P-95A | Base Aérea de Santa Cruz | |
| 1º/8º GAv | Esquadrão Falcão | H-1H,H-36 | Base Aérea de Belém | |
| 2º/8º GAv | Esquadrão Poti | AH-2 | Base Aérea de Porto Velho | |
| 3º/8º GAv | Esquadrão Puma | H-34 | Base Aérea dos Afonsos | |
| 5º/8º GAv | Esquadrão Pantera | H-1H,H-60 | Base Aérea de Santa Maria | |
| 7º/8º GAv | Esquadrão Harpia | H-60 | Base Aérea de Manaus | |
| 2º/10º GAv | Esquadrão Pelicano | H-1H,SC-95,SC-105 | Base Aérea de Campo Grande | |
| EAS | Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento | Base Aérea de Campo Grande | ||
| III FAe | 1º/1º GAvCa | Esquadrão Jambock | F-5EM,F-5FM | Base Aérea de Santa Cruz |
| 2º/1º GAvCa | Esquadrão Pif-Paf | F-5EM | Base Aérea de Santa Cruz | |
| 1º GDA | Esquadrão Jaguar | F-2000BR | Base Aérea de Anápolis | |
| 1º/3º GAv | Esquadrão Escorpião | A-29A,A-29B | Base Aérea de Boa Vista | |
| 2º/3º GAv | Esquadrão Grifo | A-29A,A-29B | Base Aérea de Porto Velho | |
| 3º/3º GAv | Esquadrão Flecha | A-29A,A-29B | Base Aérea de Campo Grande | |
| 1º/4º GAv | Esquadrão Pacau | F-5EM | Base Aérea de Manaus | |
| 1º/6º GAv | Esquadrão Carcará | R-35A,R-95 | Base Aérea de Recife | |
| 2º/6º GAv | Esquadrão Guardião | R-99,E-99 | Base Aérea de Anápolis | |
| 1º/10º GAv | Esquadrão Poker | A-1A,A-1B | Base Aérea de Santa Maria | |
| 3º/10º GAv | Esquadrão Centauro | RA-1A,RA-1B | Base Aérea de Santa Maria | |
| 1º/14º GAv | Esquadrão Pampa | F-5EM,F-5FM | Base Aérea de Canoas | |
| 1º/12º GAv | Esquadrão Horus | Hermes 450 | Base Aérea de Santa Maria | |
| 1º/16º GAv | Esquadrão Adelphi | A-1A,A-1B | Base Aérea de Santa Cruz | |
| V FAe | 1º/1º GTT | Esquadrão Coral | C-130H | Base Aérea dos Afonsos |
| 2º/1º GTT | Esquadrão Cascável | C-130H | Base Aérea dos Afonsos | |
| 1º/1º GT | Esquadrão Gordo | C-130H/KC-130H | Base Aérea do Galeão | |
| 1º/2º GT | Esquadrão Condor | C-99A | Base Aérea do Galeão | |
| 2º/2º GT | Esquadrão Corsário | KC-137 | Base Aérea do Galeão | |
| 1º/9º GAv | Esquadrão Arara | C-105A | Base Aérea de Manaus | |
| 1º/15º GAv | Esquadrão Onça | C-105A | Base Aérea de Campo Grande | |
| I COMAR | 1º ETA | Esquadrão Tracajá | C-95B,C-98,C-97 | Base Aérea de Belém |
| BINFAE-BE | Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Belém | Base Aérea de Belém | ||
| II COMAR | 2º ETA | Esquadrão Pastor | C-95A,C-97,C-98 | Base Aérea de Recife |
| BINFAE-RF | Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Recife | Base Aérea de Recife | ||
| III COMAR | 3º ETA | Esquadrão Pioneiro | C-95B,C-97 | Base Aérea do Galeão |
| BINFAE-AF | Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial dos Afonsos | Base Aérea dos Afonsos | ||
| BINFAE-GL | Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial do Galeão | Base Aérea do Galeão | ||
| BINFAE-RJ | Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial do Rio de Janeiro | III COMAR | ||
| IV COMAR | 4º ETA | Esquadrão Carajá | C-95A,C-97 | Base Aérea de São Paulo |
| V COMAR | 5º ETA | Esquadrão Pégaso | C-95A,C-97,C-98 | Base Aérea de Canoas |
| BINFAE-CO | Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Canoas | Base Aérea de Canoas | ||
| VI COMAR | 6º ETA | Esquadrão Guará | C-95C, VC-97, C-98 | Base Aérea de Brasília |
| BINFAE-BR | Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Brasília | Base Aérea de Brasília | ||
| VII COMAR | 7º ETA | Esquadrão Cobra | C-97,C-98A/B | Base Aérea de Manaus |
| BINFAE-MN | Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Manaus | Base Aérea de Manaus | ||
| DECEA | GEIV | Grupo Especial de Inspeção em Voo | EC-95B/C,EU-93A | III COMAR |
| 1º/1º GCC | 1º/1º Grupo de Comunicação e Controle | Base Aérea de Santa Cruz | ||
| 2º/1º GCC | 2º/1º Grupo de Comunicação e Controle | Base Aérea de Canoas | ||
| 3º/1º GCC | 3º/1º Grupo de Comunicação e Controle | Base Aérea de Natal | ||
| 4º/1º GCC | 4º/1º Grupo de Comunicação e Controle | Base Aérea de Santa Maria | ||
| 5º/1º GCC | 5º/1º Grupo de Comunicação e Controle | Base Aérea de Fortaleza | ||
| DCTA | GEEV | Grupo Especial de Ensaios em Vôo | A-1, XU-93, T-27, H-55 | São José dos Campos |
| CLA | Centro de Lançamento de Alcântara | VH-4,C-98,H-50 | Centro de Lançamento de Alcântara | |
| DEPENS | 1º EIA | Esquadrão de Instrução Aérea, Esquadrão Cometa | T-27 | Academia da Força Aérea |
| 2º EIA | Esquadrão de Instrução Aérea, Esquadrão Apolo | T-25 | Academia da Força Aérea | |
| Clube de Vôo à Vela | U-19, TZ-23, Z-15, Z-16, Z-20 | Academia da Força Aérea | ||
| GABAer | GTE | Grupo de Transporte Especial | VC-1,VC-2,VC-99(A,B e C),H-34, H-35 | Base Aérea de Brasília |
| EDA | Esquadrão de Demonstração Aérea(Esquadrilha da Fumaça) | T-27 | Academia da Força Aérea | |
| CELOG/CECAN | CAN | Correio Aéreo Nacional | Base Aérea de Galeão |
[editar] Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR)
O EAS - Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, mais conhecido como PARA-SAR ('PARA' de paraquedistas, 'SAR' do inglês search and rescue, "busca e salvamento"), é o Esquadrão de emprego operacional FAB, que realiza missões de operações especiais e de busca e resgate, com um efetivo especialista em missões, evasão e resgate em território hostil, próximo ou atrás das linhas inimigas e C-SAR,[5] está baseado na Base Aérea de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
[editar] Infantaria da Aeronáutica
A Infantaria da Aeronáutica, baseada na sua maioria pelos batalhões de infantaria da Aeronáutica, segundo seu regulamento, "tem como missão executar ações convencionais defensivas, ofensivas, e de proteção, a fim de contribuir para o cumprimento da missão constitucional da FAB, preservando equipamentos, instalações e pessoal de interesse da Força Aérea Brasileira".[6]
[editar] Controle do Espaço Aéreo
O espaço aéreo é controlado pelo Departamento de Controle do Espaço aéreo (DECEA), através do SISCEAB (Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro), que abrange toda a Circulação Aérea Nacional (CAN). O DECEA exerce sua função por intermédio da atuação de quatro Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA), um Serviço Regional de Proteção ao Voo (SPRV), cinco Centros de Controle de Área (ACC), quarenta e sete Centros de Controle de Aproximação (APP), cinquenta e nove Torres de Controle de Aeródromo (TWR), e ainda setenta e nove Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA).
[editar] Destacamentos
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CINDACTA I
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CINDACTA III
SRPV-SP
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CINDACTA IV
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[editar] Efetivo
Em março de 2007, a Força Aérea Brasileira contava com o efetivo de 73.110 pessoas, sendo 65.610 militares e 7500 civis.
No ano de 1982 foi permitido a mulheres ingressarem na Aeronáutica.
[editar] Posto e Graduações
[editar] Exercícios, Operações Aéreas e Ajudas Humanitárias
A Força Aérea Brasileira realiza operações aéreas com o objetivo principal de treinar suas tropas e testar seus equipamentos para mantê-los sempre capacitados a oferecer uma pronta-resposta em caso de possíveis acionamentos e necessidades. Os exercícios são de variadas naturezas, visando determinadas metas, e envolvem diversas Unidades. Dependendo da manobra, até mesmo Forças Aéreas de outros países: são as operações conjuntas, que trazem benefícios comuns às nações participantes, além de ajudas humanitárias no Brasil ou no Exterior:
[editar] Investimentos
Em 18 de dezembro de 2008, o Presidente da República assinou o Decreto nº 6.703, aprovando a Estratégia Nacional de Defesa. O texto busca reafirmar a necessidade de se modernizar as Forças Armadas.
O governo brasileiro lançou um pacote de medidas que, em cinco anos, garantiria investimentos no setor equivalentes a 2,5% do PIB brasileiro, um aumento de 75%. Para 2008, US$ 5.6 bilhões (de um orçamento US$24.4 bilhões deverão ser investidos em novos equipamentos.[7][8] O projeto de orçamento de 2009 prevê R$ 50,2 bilhões para a Defesa. Destes, R$ 10,9 bilhões para investimentos no Exército, Marinha e Aeronáutica, essa última com uma previsão de R$ 1,2 bilhões destinados ao reaparelhamento.[9]
O governo brasileiro, através do Centro Técnico Aeroespacial e da Agência Espacial Brasileira está investindo alto em um projeto que beneficiará as três forças armadas brasileiras, os satélites geo-estacionários brasileiros,[10] apenas com o projeto, já foram gastos R$ 10 milhões,[11] além de beneficiar diversas áreas civis, o projeto beneficiaria as forças armadas, que passariam a ter mais tecnologia para comunicações seguras e para monitorar o vasto território brasileiro, e este seria um embrião, para futuramente abandonar o sistema GPS estadunidense e criar um próprio sistema de tecnologia nacional. O Brasil é um dos 15 países que mantêm programas espaciais no mundo e o único na América Latina com um programa nesses moldes.[12]
O ministro da defesa Nelson Jobim, coordena uma licitação internacional de R$ 8 bilhões, para aquisição de aeronaves caça de ultima geração,[13] esta não é uma simples licitação para compra de aeronaves, o governo brasileiro pretende também adquirir a tecnologia necessária para fabricar seus próprios caças,[14][15] com isto, em caso de conflito, o Brasil não dependerá de importações de aeronaves caça para se defender, terá a tecnologia para fabricá-los no país. As aeronaves que estão na fase final de seleção são a F/A-18E/F Super Hornet da empresa estadunidense Boeing, o Dassault Rafale da empresa francesa Dassault Aviation e o Gripen NG da empresa sueca SAAB.[15]
Já estão em operação na amazônia brasileira, os helicópteros de ataque e missões C-SAR, Mil Mi-35M, designados pela Força Aérea Brasileira como AH-2 Sabre, são helicópteros adquiridos da empresa russa Rossoboronexport, em contrato de US$ 363 milhões[16] firmado em 2008.[17]
Já está concretizado pelo Ministério da Defesa, o negócio com as empresas Eurocopter da França e a brasileira Helibrás, por 1,890 bilhão de euros, para a compra e fabricação no Brasil, com transferência de tecnologia, de 50 helicópteros [Super Cougar], que estão entre os helicópteros militares de transporte de tropas mais modernos do mundo, também foram adquiridos quinze helicópteros UH-60L Black Hawk já foram encomendados pelo Ministério da Defesa por US$ 525 milhões as empresas estadunidenses Sikorsky Aircraft Corporation e General Eletric Engines.[18]
Cem aviões leves de ataque A - 29 Super Tucano já foram entregues, foram adquiridos da empresa brasileira Embraer, esta aeronave é um sucesso de vendas da empresa, e inclusive foi utilizada no ataque da Força Aérea Colombiana a um acampamento do grupo narco-guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, onde Raúl Reyes, o número 2 na hierarquia do grupo, veio a óbito.[19]
O governo brasileiro, através da Força Aérea Brasileira, está participando em sociedade com as empresas Mectron do Brasil, a sul-africana Denel Aerospace Systems e a Força Aérea Sul-Africana no desenvolvimento e construção do míssil ar-ar A-Darter, projeto estimado em US$ 130 milhões, este míssil equipará os sessenta e oito caças F-5 da Força Aérea Brasileira, e as futuras aeronaves de 5º geração que serão adquiridas em processo licitatório que está em andamento. Além disto, a empresa Mectron desenvolveu para a FAB, outros mísseis, como o MAA-1B Piranha[20] e o míssil anti-radiação MAR-1, que foi concebido para atacar radares de sistemas de defesa antiaérea, terrestres e marítimos.[21]
Também está em desenvolvimento pela Embraer, com apoio do governo brasileiro, uma nova aeronave para transporte de tropas, cargas e lançamento de pára-quedistas, a ser utilizada pela FAB, o Embraer KC-390,[22] o congresso brasileiro aprovou R$ 800 milhões para a Embraer concluir o projeto, já é considerada pela imprensa especializada como a aeronave mais moderna da categoria, tal aeronave já despertou interesse internacional, e vários países já demonstraram interesse em adquiri-la e até participar no seu desenvolvimento, como a França e a Colômbia.[23]
A Força Aérea adotou o uso dos veículos aéreos não tripulados, conhecidos pela sigla VANT, que são controlados remotamente por militares. E está em fase de testes o VANT Hermes-450 da empresa israelense Elbit, na Base Aérea de Santa Maria.[24]
Outras compras e programas já realizados:
- Programa F-5BR - modernização dos caças F-5 E/F, concluído.
- Programa CL-X - compra de 12 aeronaves Casa C-295, todos entregues, com possibilidade de adquirir mais 8 unidades.
- Programa P-X - compra e modernização, ainda em processo, de aeronaves P-3 para patrulha marítima.
- Compra de 12 caças Mirage 2000, já entregues.
- Compra de um novo avião presidencial, o Airbus, já entregue.
- Compra de 2 aviões de transporte VIP, já entregues. A aeronave escolhida foi Embraer 190.
- Programa AMX-M - O programa iniciado em 2004 e 'liderado' pela Embraer mostrou atividade ao contratar, em novembro de 2008, a Elbit para o desenvolvimento dos aviônicos para modernizar as aeronaves AMX, Deve ser finalizado até 2014.
[editar] Equipamento
[editar]
| Aeronave | Origem | Tipo | Designação na FAB | Quantidade[25] | Observações | Foto |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Aviões de caça | ||||||
| Dassault Mirage 2000 | Caça multimissão[nota 1]. | F-2000C F-2000B |
10 2 |
Função principal: Defesa aérea e interceptador[nota 2]. | ||
| Northrop F-5E/F Tiger II | Caça | F-5EM/FM | 57 | Função principal: Defesa aérea/Interceptação. Modernizados para o padrão F-5M. Serão retirados de serviço em 2025 (substituídos pelo FX-2) |
||
| Aviões de ataque | ||||||
| AMX | Ataque ao solo | A-1 A-1B |
42 10 |
Serão modernizados 43 unidades para o padrão A-1M realizado pela Embraer e pela Elbit. Previsão de retirada em 2025. | ||
| Aviões de treinamento e ataque leve | ||||||
| Embraer EMB 312 Tucano | Caça leve/Treinamento | AT/T-27 | 109 | |||
| Embraer EMB 314 Super Tucano | Caça leve/Treinamento Avançado | A-29/29B | 99 | |||
| Neiva T-25 | Treinamento Básico | T-25 | 57 | |||
| Aviões de transporte | ||||||
| Airbus A319 | Avião Presidencial | VC-1A | 1 | |||
| Embraer 190 | Avião Presidencial (vôos domésticos) | VC-2 | 2 | |||
| Boeing KC-137 Stratoliner | Reabastecimento em vôo / Transporte | KC-137 (707-320C) | 4 | Há previsão para substituí-los a partir de 2014. | ||
| British Aerospace BAe 125-400 | Ensaios em vôo | XU-93 | 1 | |||
| EADS/CASA C-295 | Transporte | C-105A | 12 | Mais 8 serão entregues. | ||
| Embraer EMB-110 Bandeirante | Transporte/utilitário SAR Patrulha marítima |
TOTAL C-95/P-95/R-95 C-95/A/B/EC-95/SC-95B C-95C (EMB 110P1K) RC-95 (EMB 110B) P-95A/B (EMB-111) |
88 59 5 5 19 |
41 deles serão modernizados (C-95A, C95B, C95C, SC95B, R95). O restante será retirado. | ||
| Embraer EMB 120 Brasília | Transporte | TOTAL C-97 C-97 (EMB 120) VC-97 (EMB 120ER) VC-97 (EMB 120RT) |
17 9 3 5 |
|||
| Embraer EMB-121 Xingu | Transporte | VU-9 | 8 | |||
| Embraer ERJ-135 | Transporte | VC-99C | 4 | |||
| Embraer ERJ-145 | Transporte | C-99 (EMB-145) | 7 | |||
| Learjet 35 | Transporte Foto aérea |
VC-35 R-35A |
9 3 |
|||
| Learjet 55 | Transporte | VU-55C | 1 | |||
| C-130 Hércules | Transporte/Reabastecimento em vôo | C-130E/H KC-130H |
21 2 |
|||
| Helicópteros | ||||||
| UH-1 Iroquois | Utilitário | H-1H | 33 | Serão retirados em 2012. Substituídos pelos EC-725BR e H-60 | ||
| Bell 206 JetRanger | Utilitário | H-4B (206B) | 3 | |||
| UH-60 Black Hawk | Combate SAR / Busca e Salvamento | H-60L | 12[27][28] | Mais 15 H-60 foram requisitados. | ||
| Eurocopter AS-332 Super Puma | Transporte | H-34 (AS-332M) VH-34 |
6 2 |
|||
| Eurocopter EC 135 | Transporte | VH-35 (EC-135T2i) | 2 | |||
| Helibras HB-350B | Utilitário | H-50 | 25 | |||
| Helibras HB-355 | Utilitário/Ensaios em vôo | H-55 | 3 | |||
| Eurocopter EC 725 | Combate SAR/transporte | EC 725 | 1 | A primeira unidade da FAB ja foi entregue junto com uma da Marinha e uma do EB.[29] | ||
| Mil Mi-35 | Ataque | AH-2 Sabre | 6 | 12 encomendados em dezembro de 2008. Entregas começaram em 2010.[30] | ||
| Aviões utilitários | ||||||
| Embraer EMB 810 Seneca II/III | Utilitário | U-7/7A (EMB 810C) | 9 | |||
| Embraer Ipanema | Utilitário | U-19 | 4 | |||
| Piper PA-32 Cherokee | Utilitário | 1 | ||||
| Cessna 208 Caravan I/II | Utilitário | C-98 (208A) C-98B (208B) |
8 10 |
|||
| Aviões de Vigilância aérea/Sensoreamento Remoto/Patrulha | ||||||
| Lockheed P-3 Orion | Patrulha marítima | P-3M/BR | 3[27] | 9 unidade foram encomendadas | ||
| Embraer E-99/R-99 | Alerta Aéreo Antecipado/Sensoreamento Remoto | E/R 99 | 5 E-99s 3 R-99s |
|||
| Elbit Hermes 450 | Vigilância aérea/Reconhecimento | VANT | 3 | |||
- Aquisições prováveis
| Aeronave | Origem | Tipo | Designação na FAB | Quantidade | Observações | Foto |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Eurocopter EC 725 | Combate SAR/transporte | EC 725 | 18 (8 C-SAR+8 Transporte+2 VIP) | Serão fabricadas até 18 unidades para a FAB na fábrica da Helibrás em Itajubá, Minas Gerais. Primeiras unidades serão entregues em 2010.[31] | ||
| Embraer KC-390 | Transporte/Reabastecimento em vôo | KC-390 | 3 + 22 | 3 protótipos do KC-390 estão em construção. Encomenda de 28 unidades em 22 de julho de 2010.[32] | ||
| P-3 Orion | Patrulha Marítima | P-3AM | 9 | 8+1(operacionais)+3 (suprimento). Unidades a serem entregues com atualizações em diversos componentes[33] | ||
| Projeto FX-2 | Multifunção (Defesa aérea/Interceptação/Ataque ao solo/Reconhecimento) | FX-2 | 36-120 | Lote inicial de 36 aeronaves em 2014 podendo chegar a 120. A expectativa é que seja com transferência de tecnologia. Concorrência em andamento entre F/A-18,Gripen NG e Rafale F3 |
[editar] Armamento
[editar] Mísseis, Bombas e Foguetes
| Tipo | Armamento | Emprego | Origem | Aeronave |
|---|---|---|---|---|
| Míssil anticarro | 9M120 Ataka-V | Alto explosivos anti-tanque | AH-2 (Mi-35M) | |
| Míssil antinavio | MAN-1 | Será um míssil anti-navio com um Alcance 60–80 km | A-1M | |
| Míssil antinavio | AGM-84 Harpoon | Harpoon Block é um míssil lançado-ar | P-3M | |
| Míssil ar-ar | A-Darter | 10° Geração de mísseis Ar-Ar | - | |
| Míssil ar-ar | Mectron MAA-1 Piranha | Mísseis ar ar de curto alcance | F-5M, A-29, A-1M | |
| Míssil ar-ar | MAA-1B"Piranha B" | Esta nova versão do Piranha, se encaixa como um míssil de quarta geração com "boresigh off", cerca de 90 ° e uma gama maior de 50% | - | |
| Míssil Anti-Radiação | MAR-1 | Mísseis anti-radiação Brasileiro (ARM) | A-1M, F-5M | |
| Míssil ar-ar | Derby | Beyond-visual-range (BVR) Míssil Ar-Ar | F-5M | |
| Míssil ar-ar | Python -3 e -4 | Short-range Míssil Ar-Ar | F-5M | |
| Míssil ar-ar | R550 Magic | Short-range | Mirage 2000 | |
| Míssil ar-ar | Super 530 | Short-range | Mirage 2000 | |
| Bomba de fragmentação | BLG-252 | Bomba | A-1, A-29, F-5M, AT-27 | |
| Bomba incendiária | BINC-300 | Bomba | A-1, A-29, F-5M, AT-27 | |
| Bomba Guiada | Elbit Lizard | Bomba Guida a Laser | A-1M, F-5M | |
| Bomba Guiada | SMKB-82/83 | Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN) | A-1, F-5M, A-29 | |
| Bomba Guiada | Mark 83 | Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN) | A-1, F-5M, A-29 | |
| Bomba Guiada | Mark 82 bomba | Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN) | A-1, F-5M, A-29 | |
| Foguete | Avibras Skyfire 70 | Foguete ar-superfície/superfície-Ar | A-29, A-1 | |
| Foguete | SBAT-70/127 | Foguete Ar-superfície/superfície-Ar | AT-27, A-29, P-95 | |
| Foguete | S-8 rocket | Rocket Ar-superfície/superfície-Ar (Mi-35M) | AH-2 (Mi-35M) |
[editar] Outras Armas
[editar] Metralhadoras e Canhões automáticos
| Tipo | Armamento | Observação | Origem | Uso |
|---|---|---|---|---|
| Metralhadora | M134 Minigun | Metralhadora multi-tambor pesado de 7,62 mm | Aérea | |
| Metralhadora | FN MAG | 7.62 de uso geral | Aérea | |
| Canhão automático | GSh-23L | Montagem móvel NPPU-23 | AH-2 (Mi-35M) |
[editar] Armas da Infantaria de Aeronáutica
| Designação | Origem | Tipo | Denominação | Nota |
|---|---|---|---|---|
| HK33 7,62 mm | Fuzil | |||
| SG 550 5,56 mm | Fuzil | |||
| Taurus MT 12 9 mm | Submetralhadora | M-972 | ||
| Taurus PT-92 9 mm | Pistola | M-975 | ||
| Browning .50 pol/12,7 mm | Metralhadora | |||
| FN MAG 7,62 mm | Metralhadora | |||
| Gaugio 12 CBC/Boito | Escopeta | |||
| AR-15 5,56 mm | Rifle | |||
| 9K38 Igla | SAM | SA-18 |
[editar] Radar
| Plataforma | Origem | Tipo | Em Serviço | Nota |
|---|---|---|---|---|
| M-60 | Radar | 4 | radar de defesa antiaérea de baixa altura caracterizado por identificar alvos até o alcance de 75 km |
O Exército Brasileiro também opera aeronaves de asa rotativa, Enquanto a Marinha do Brasil opera ambas as aeronaves fixa e de asa rotativa.
[editar] Ensino e Pesquisa na FAB
A Força Aérea Brasileira mantem as seguintes instituições de ensino:
- Academia da Força Aérea (AFA) - Sediada na cidade Pirassununga, Estado de São Paulo, é a Instituição de Ensino Superior que forma Oficiais de Carreira e dos quadros de: Aviação, Intendência e de Infantaria da FAB;[34]
- Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR) - Escola de preparação de Sargentos especialistas da Aeronáutica. Com sede na cidade de Guaratinguetá, Estado de São Paulo. Forma especialistas em várias áreas, como Equipamentos de Voo, Controle de Tráfego Aéreo, Mecânica de Aeronaves, Eletrônica, Música, Enfermagem, Infantaria, Suprimento, dentre outras. Ao final do curso, que tem duração de dois anos, o aluno é promovido a Terceiro Sargento da Aeronáutica Brasileira.[35]
- Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) - Instituição de Ensino Superior, sediado na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, que forma Engenheiros militares e civis em diversas especialidades;[36]
- Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAr) - Escola de ensino médio, sediada em Barbacena, Minas Gerais, pronta para formar os futuros cadetes aviadores da AFA;[37]
- Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR) - Instituição especializada na formação de oficiais para a Força Aérea Brasileira, sediada em Belo Horizonte, estado de Minas Gerais. Prepara civis formados em diversas áreas de conhecimento, como pedagogia e direito, para integrar a FAB. Ministra ainda o curso de Oficiais Especialistas da Aeronáutica e o Estágio de Adaptação ao Oficialato, que preparam graduados da FAB para o oficialato.[38]
- Instituto de Logística da Aeronáutica (ILA) - é uma unidade de ensino e pesquisa na área de logística militar da Força Aérea Brasileira (FAB), localizada na Base Aérea de São Paulo, na cidade de Guarulhos, estado de São Paulo. Sua principal função é propiciar o desenvolvimento das capacidades técnicas e gerenciais dos recursos humanos do Comando da Aeronáutica, com vistas ao aprimoramento dos sistemas logísticos da FAB.[39]
[editar] Insígnias
- Patentes (Rank);
- Distintivos de Organização Militar (DOM);
- Distintivos de ocupação;
- Distintivos de Condição Especial (DCE)
Referências
- ↑ Patrono da Aeronáutica - ver
- ↑ Patrono da Força Aérea Brasileira - ver
- ↑ [1]
- ↑ Ranking Military Power
- ↑ Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR)
- ↑ FAB
- ↑ A South American Arms Race? - TIME
- ↑ Causa Operária Online
- ↑ Novo plano de defesa nacional prevê serviço militar obrigatório para mulheres - O Globo Online. Página visitada em 28 de outubro de 2009.
- ↑ Defesanet
- ↑ [2]
- ↑ [3]
- ↑ Título não preenchido, favor adicionar.
- ↑ Título não preenchido, favor adicionar.
- ↑ a b Military Power
- ↑ Poder Aéreo
- ↑ Título não preenchido, favor adicionar.
- ↑ Tecnologia & Defesa
- ↑ Düring, Nelson (7 de março de 2008). Operación Fénix - Anatomia de um ataque (em português). Página visitada em 21 de setembro de 2009.
- ↑ Poder Aéreo
- ↑ Quintus
- ↑ Embraer Press Release (14 de abril de 2009). Embraer lança programa do jato de transponte militar KC-390 (PDF) (em português). Página visitada em 29 de outubro de 2009.
- ↑ Título não preenchido, favor adicionar.
- ↑ Poder Aéreo
- ↑ Aviation Week & Space Technology 2009, 26 JAN 2009 240. Web.28 Aug 2009.
- ↑ Especificações do Mirage 2000 (em inglês). Vide campo "KNOWN VARIANTS". Acesso em 14/05/2011.
- ↑ a b Brazilian military aviation OrBat
- ↑ http://www.voovirtual.com/t8942-brasil-base-aerea-de-santa-maria-ja-conta-com-cinco-helicopteros-h-60l-black-hawk#61140
- ↑ [4]
- ↑ [5]
- ↑ [6]
- ↑ [7]
- ↑ [8]
- ↑ Academia da Força Aérea
- ↑ Escola de Especialistas de Aeronáutica
- ↑ Instituto Tecnológico de Aeronáutica
- ↑ Escola Preparatória de Cadetes do Ar
- ↑ Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica
- ↑ [wwww.ila.aer.mil.br Instituto de Logística da Aeronáutica]
[editar] Notas
- ↑ Também se diz "multipropósito" ou "multirole"
- ↑ Os Mirage 2000 são caças multipropósito (multirole). Contudo, os Mirage 2000C são uma versão voltada para interceptação e de defesa aérea, enquanto que os Mirage 2000B são voltados para missões de treinamento.[26]
[editar] Ver também
- Academia da Força Aérea (Brasil)
- Força Expedicionária Brasileira
- Esquadrilha da Fumaça
- Anexo:Lista das unidades aéreas da FAB
- Anexo:Lista de aeronaves que serviram a Força Aérea Brasileira
- Lista de abreviaturas utilizadas na Força Aérea Brasileira
- Designação de aeronaves na Força Aérea Brasileira
- Museu Aeroespacial
- Insígnias
- Instituto Tecnológico da Aeronáutica
- Anexo:Lista de armamentos da Força Aérea Brasileira
- Lista de aeronaves das forças armadas brasileiras
[editar] Ligações externas
- Página oficial
- YouTube
- Flickr
- Canal de Notícias - RSS
- História da Força Aérea Brasileira (site não oficial)
- Academia da Força Aérea Brasileira
- História da Força Aérea Brasileira na 2ª Guerra Mundial
- Grandes guerras - O início do conflito aéreo do Brasil na Itália
- As bases aéreas da FAB e a defesa do espaço aéreo brasileiro
- Brazilian Air Force (em inglês)
- SRPV-SP