História militar do Brasil

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As forças de defesa e as Forças Armadas do Brasil se formaram ao longo de toda a série de conflitos ocorridos na História do país. Embora tenham sido institucionalmente formadas tardiamente (Exército, em 1824; Marinha, em 1824; e Força Aérea, em 1941), as forças armadas brasileiras remontam as suas origens às disputas do período colonial e da Guerra de Independência.

De maneira sucinta, a História do Exército Brasileiro se iniciou em 1548 quando D. João III de Portugal resolveu criar um governo-geral com sede na Capitania Real da Bahia. Já a origem da Marinha remonta à criação da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, em 1736, por João V de Portugal (1706-1756).

Era Colonial (1500-1808)[editar | editar código-fonte]

No período colonial o rei D. Manuel I, mandou organizar expedições militares com a finalidade de proteger os domínios portugueses na América, então recém-descobertos. À medida que colonização avançou na Capitania de Pernambuco e na Capitania de São Vicente, as autoridades militares nativas e bases da organização defensiva da colônia começaram a ser esboçadas para fazer frente às ambições dos franceses, ingleses e holandeses.

As primeiras intervenções relevantes foram a expulsão dos franceses da baía da Guanabara (França Antártica), em 1566, e de São Luís (Maranhão) (França Equinocial), em 1615.

À medida que avançou a interiorização através do amplo movimento de expansão territorial no século XVII e do início do século XVIII, as entradas e bandeiras, com seus bugreiros e bandeirantes, forçaram a organização da defesa do território recém conquistado. As forças expedicionárias de caráter eminentemente militar iniciaram a utilização da população local, particularmente da região de São Paulo, pelos capitães-mores, em busca de riquezas ou da escravização dos indígenas. Houve diversos choques com tribos hostis, como os caiovás e cadivéus na região do Mato Grosso, os caetés na da Bahia e a Confederação dos Tamoios na do Rio de Janeiro.

A guerra contra os holandeses e a Insurreição Pernambucana, no século XVII, pela primeira vez mobilizou grandes efetivos no país, e particularmente começou a haver um sentimento de defesa nacional, independentemente da influência da Coroa.

A primeira Batalha dos Guararapes (19 de abril de 1648) marcou o início da organização do exército como força genuinamente brasileira formada por brancos locais, liderados por André Vidal de Negreiros, indígenas, liderados por Felipe Camarão e negros/mulatos, liderados por Henrique Dias. Do outro lado, os heróis foram Domingos Fernandes Calabar e Johan van Dorth, entre outros. A data da batalha é comemorada como o aniversário do Exército Brasileiro, tradição estabelecida no século XX.

As forças militares (junto com os bandeirantes) também foram usadas para reprimir os quilombos, comunidades formadas por escravos fugidos das plantações. O maior desses conflitos foi a Guerra dos Palmares, na qual se sobressaíram os líderes estrategistas Ganga Zumba e Zumbi, de um lado, e Domingos Jorge Velho, do outro.

Ao longo do século XVIII o Brasil-colônia vivenciou diversos conflitos internos que demandaram intervenções militares, como a Guerra dos Emboabas (1707-1709), a Guerra dos Mascates (1710-1711), a Revolta de Vila Rica (1720) e nas fronteiras, principalmente no extremo sul. Naquela época, eram freqüentes os choques entre luso-brasileiros e hispano-platinos, além disso, a força terrestre enfrentou ameaças como a Guerra Guaranítica.

O Marquês de Pombal tentou organizar de forma mais profissional o exército colonial, contratando para esse fim o conde Wilhelm Schaumburg-Lippe, militar alemão, que trouxe para auxiliá-lo vários oficiais estrangeiros. Na reorganização promovida por Böhm, construíram-se quartéis, casas de armas, fortificações e hospitais. A guarnição do Rio de Janeiro passou a ser centro de preparação para as tropas que demandavam o sul.

Período Joanino (1808-1821)[editar | editar código-fonte]

Com a invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão houve a Transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821). Em 1810, foi criada a Academia Real Militar, no Rio de Janeiro. O curso, tinha a duração de sete anos. Foram organizados os hospitais militares e os arsenais de guerra. Foram construídas indústrias de armas e fábricas de pólvora. A estrutura militar se organizou e se modernizou. As tropas de primeira linha começaram a admitir brasileiros. Estes passaram a integrar os regimentos de cavalaria do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, os corpos de artilharia de Santos, Santa Catarina e capitanias do norte e os batalhões de caçadores do Rio Grande do Sul.

Em 1815, com a elevação da colônia à categoria de reino muitas tropas regulares de Portugal desembarcaram no Brasil. A primeira era a divisão do Visconde da Laguna, Carlos Frederico Lecor. Esta época foi de importância extrema para a organização do sistema militar brasileiro. Começou a haver maior autonomia em relação a Portugal culminando com a criação do Ministério da Guerra e a centralização de todas as forças militares de terra. Mercenários (como o Lorde Cochrane) foram contratados para combater a Revolução Pernambucana e acabaram compondo o primeiro oficialato fixo das forças armadas brasileiras.

Logo após a independência, em decreto mandado redigir por D. Pedro I, em 1º de dezembro de 1824, foram organizadas as forças militares brasileiras.

Guerras de Independência (1822-1828)[editar | editar código-fonte]

À época da Independência do Brasil, não foi alheia ao governo da nação recém-emancipada, a necessidade da operação de uma força bélica naval, capaz de sustentar os compromissos e atender as providências requeridas face à vasta extensão da costa e riqueza da rede hidrográfica do território, capaz de assegurar o comércio e as comunicações entre as suas diversas regiões.

Desse modo, a 10 de novembro de 1822, foi solenemente içado, a bordo da nau "Martim de Freitas" - rebatizada como "Pedro I" e capitânia da Esquadra brasileira em formação -, pela primeira vez, o pavilhão nacional, sob salva de 101 tiros. A Esquadra teria, dali em diante, papel decisivo na Guerra de Independência do Brasil.

Também no norte, os mercenários contratados pelo Império foram usados para sufocar a Confederação do Equador. No sul, travou-se a Guerra da Cisplatina, entre o Brasil e a Argentina junto com rebeldes uruguaios (1825-1828). Mais tarde, estes mercenários amotinaram-se e chegaram a tentar sequestrar D. Pedro I.

Consolidação (1828-1865)[editar | editar código-fonte]

Em 1838, o governo tentava suprimir quatro revoltas ao mesmo tempo.

O exército imperial brasileiro foi reorganizado em 1831, em seguida, foi criada a Guarda Nacional, foram extintos os antigos corpos de milícias e ordenanças e as guardas municipais.

Desde 1837 começou a haver a tentativa do serviço militar obrigatório no Brasil. A legislação tentou em vão em 1822, 1837, 1841, 1848 e 1852, a resolver o problema do recrutamento obrigatório. Porém, mais por razões políticas do que militares, não foi resolvido.

O exército imperial brasileiro foi se formando ao longo das sucessivas revoltas do Período Regencial, como a Cabanada, a Cabanagem, a Sabinada, a Balaiada, a Federação do Guanais e a Revolta dos Malês. A maior delas, no entanto, que durou dez anos e chegou à escala de uma verdadeira guerra civil, foi a Revolução Farroupilha (1835-1845), travada no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina contra rebeldes separatistas e republicanos.

Com a ascensão de D. Pedro II, as forças armadas continuaram se desenvolvendo e o Brasil tomou uma posição externa mais ofensiva e intervencionista, principalmente na região do Prata, onde ocorreram as guerras contra Oribe e Rosas, contra Aguirre e a maior de todas, a Guerra do Paraguai (1865-1870).

Guerra do Paraguai (1865-1870)[editar | editar código-fonte]

Em 1865, ao eclodir a Guerra do Paraguai, o Brasil não estava em condições de enfrentar o inimigo. Isso ocorreu devido ao fato de o Império negligenciar o preparo de suas forças armadas.

O exército imperial contava com apenas 16.834 oficiais e praças, disseminados pelas províncias num território de tamanho continental. Foi o Duque de Caxias quem reorganizou o exército de forma eficiente, mesmo assim só após cinco anos de luta. O general Manuel Luís Osório também teve importantíssima participação.

A guerra também teve importantes batalhas navais, como a batalha do Riachuelo, comandada pelo Almirante Tamandaré.

Questão Militar e República (1870-1889)[editar | editar código-fonte]

Parte da historiografia brasileira aponta a consolidação do exército, resultado da Guerra do Paraguai, como um dos principais fatores desestabilizantes da Monarquia, na medida em que o corpo militar identificou-se, em torno de preceitos positivistas, e adquiriu, por isso, maior ressonância política depois de 1870. Deveriam, portanto, tomar as rédeas do Estado para que este reformasse a sociedade brasileira, ainda que fosse por vias autoritárias, mas respeitando o ideário republicano. Não se deve entender, contudo, que que os militares representavam um grupo político homogêneo; a marinha, por exemplo, era bastante identificada com a monarquia; os militares da Praia Vermelha também não se coadunavam necessariamente com os gaúchos positivas.

De todo modo, a ascensão política dos militares foi fundamental para a Proclamação da República. As elites locais de SP, MG e RJ uniram-se em torno do Marechal Deodoro da Fonseca para que realizassem a revolução, que ocorreu a 15 de novembro de 1889, com a marcha do Marechal para o Ministério da Guerra, onde reuniam-se os líderes monarquistas. Destaca-se, entretanto, que a participação dos militares na proclamação não exclui a coexistência de outros fatores de queda da monarquia, quais sejam a questão escravista e o desentendimento entre o Império e a Igreja Católica, entre outros.[1]

Revoltas da República Velha (1889-1932)[editar | editar código-fonte]

No período de 1889 a 1932, as forças armadas brasileiras foram usadas basicamente na repressão a diversas rebeliões internas que beiraram guerras civis. Nestas ocasiões, as armas brasileiras atiraram contra os próprios alvos brasileiros (inclusive civis), como nos bombardeios a São Paulo em 1924 e 1932, ou na Guerra de Canudos no interior da Bahia, nas revoltas da Armada e da Chibata no Rio de Janeiro e na Revolução Federalista gaúcha (1893-1894).

No ano seguinte à Proclamação da República, em 1890, o ensino militar no Brasil foi reformado. Isto ocorreu por inspiração pelos ideais positivistas dos líderes republicanos. Nas escolas militares e nas casernas pregava-se a ideia de uma paz universal duradoura (o que não impediu o envolvimento em várias situações de combate dentro do país, como a Revolta da Armada.

O marechal Hermes da Fonseca, ao assumir a pasta da Guerra em 1906, deu vigoroso impulso à reforma da estrutura militar do país. Estabeleceu o serviço militar obrigatório, por sorteio, e reorganizou o exército em bases modernas, reequipando-o. A lei do sorteio teve muitos protestos, porém, foi efetivamente aplicada em 1916, por contingência da Primeira Guerra Mundial.

Em 1919, o Exército Brasileiro foi reorganizado por uma missão militar francesa, chefiada pelo general Maurice-Gustave Gamelin. O movimento modernizante continuou após 1930, como resultado do processo revolucionário que alterou a vida nacional.

Militares de esquerda se rebelaram e fizeram a longa Coluna Prestes, que marchou durante 3 anos pelo interior do Brasil e seguiu enfrentando tropas oficiais, jagunços e cangaceiros encomendados sem nunca ser vencida, até cruzar a fronteira se refugiar na Bolívia.

O Estado Novo transferiu em 1938 para o ministro da Guerra as funções efetivas de comando, passando o Estado-Maior a órgão assessor, sem as prerrogativas e responsabilidades deferidas pela legislação anterior.

Primeira Guerra Mundial (1914-1918)[editar | editar código-fonte]

O Brasil participou da Primeira Guerra Mundial, declarando guerra às potências centrais (Alemanha, Império Otomano e Áustria-Hungria) e chegou a enviar um pequeno contingente.

Embora o avião tenha sido inventado pelo brasileiro Alberto Santos Dumont e usado como arma de guerra já em 1914, o Brasil ainda demorou a ter uma força aérea.

Segunda Guerra Mundial (1943-1945)[editar | editar código-fonte]

A participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial se deu com a criação e o envio da Força Expedicionária Brasileira, que lutou na campanha de libertação da Itália contra o Eixo a partir de 1943.

Em 1939, no início da Segunda Guerra Mundial, a forma como se desenvolviam os combates no além-mar surpreendeu e revelou o despreparo das forças armadas brasileiras para enfrentar as exigências do conflito. Somando-se às carências materiais típicas de um país com insuficiência de recursos financeiros, havia ainda toda uma organização militar estruturada nos moldes da I Guerra Mundial.

Após amplo debate e campanhas na imprensa, Getúlio Vargas, em 20 de janeiro de 1941, assinou o Decreto 2961, criando o Ministério da Aeronáutica e estabelecendo a fusão das forças aéreas do Exército e da Marinha numa só corporação, denominada Forças Aéreas Nacionais. Pouco depois, em maio de 1941, um novo decreto mudou o nome da recém-nascida força aérea para Força Aérea Brasileira (FAB), nome que permanece até os dias de hoje.

A Força Aérea Brasileira obteve seu batismo de fogo durante a II Guerra Mundial participando da guerra anti-submarino no Atlântico Sul e, na Europa, como integrante da Força Expedicionária Brasileira que lutou ao lado dos Aliados na frente italiana.

Foram enviadas para a Itália duas unidades aéreas da FAB, o 1º Grupo de Aviação de Caça, o Senta Pua!, e a Primeira Esquadrilha de Ligação e Observação (1ª ELO).

Ordem democrática (1945-1964)[editar | editar código-fonte]

Os militares (com os generais Dutra, Góis Monteiro e o brigadeiro Eduardo Gomes à frente) tiveram papel crucial na derrubada de Getúlio Vargas e no restabelecimento da democracia assim que a guerra na Europa terminou. Desde então militares fizeram nova pressão para a queda de Getúlio em 1954, agora já como presidente eleito por voto direto. Desta vez, no entanto, o presidente cometeu suicídio, o que causou uma comoção nacional e preveniu um golpe militar. Quando conservadores tentaram impedir a posse do presidente eleito Juscelino Kubitschek, o comandante do exército Henrique Teixeira Lott mobilizou tropas para garanti-la. Durante o governo de JK, militares de baixa patente se revoltaram nas bases de Jacareacanga e Aragarças.

Regime Militar (1964-1985)[editar | editar código-fonte]

A partir de 1960, passou a estudar e desenvolver (em conjunto com a inteligência estadunidense) uma doutrina própria, adaptada às condições e à realidade brasileiras: a Doutrina de Segurança Nacional. Fortemente ideologizados, os militares brasileiros assumiram como missão sua o combate ao comunismo e decidiram passar das intervenções esporádicas na vida política nacional ao controle total do Estado. Neste período o Exército Brasileiro tornou-se o terceiro maior do mundo (em número absoluto de soldados), atrás apenas de EUA e URSS.

Após o golpe de 1964 e durante todo o período do regime militar, o Exército participou de operações de repressão, raptos e tortura a movimentos de guerrilha urbana e rural (ver Luta armada e Anos de chumbo). Com a promulgação da constituição, em 1988, o Exército e as demais Forças Armadas se afastaram do núcleo político brasileiro, voltando-se para suas missões constitucionais.

O Exército participou Invasão da República Dominicana pelos EUA em 1965 também.

Época contemporânea (1985-2013)[editar | editar código-fonte]

Desde 1980 foi permitido a mulheres ingressarem na Marinha, em funções administrativas.

Com o novo cenário internacional após o fim da bipolaridade Estados Unidos da América - União Soviética, o Exército foi chamado a respaldar a política externa brasileira, passando a atuar em diversas missões de paz patrocinadas pela ONU, tais como em Angola, Moçambique e Timor-Leste, além de enviar diversos observadores militares para várias regiões do mundo em conflito. No ano de 2004 o Exército Brasileiro passou a comandar as forças de paz que se encontram no Haiti.

Na atualidade, a Marinha do Brasil encontra-se equipada com um navio-aeródromo, seis fragatas Classe Niterói modernizadas, três fragatas Classe Greenhalgh, quatro corvetas, um contratorpedeiro, dois navios-tanque, dois navios de desembarque-doca, um navio de desembarque de carros de combate, um navio de transporte de tropas, cinco submarinos, um navio-escola, um navio-veleiro e um navio de socorro submarino.

A esta força no mar, nos céus somam-se um Esquadrão de Aviões AF-1 (A-4 Skyhawk), um Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque, um Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarinos, cinco Esquadrões de Helicópteros de Emprego Geral e um Esquadrão de Helicópteros de Instrução.

Em 9 de novembro de 2003, foi inaugurado em Pianoro, Itália, mais precisamente no distrito de Livergnano, uma placa em homenagem ao segundo tenente-aviador John Richardson Cordeiro e Silva, primeiro piloto da FAB abatido em combate, e a todos os demais integrantes da Força Aérea que estiveram lutando na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. A placa foi agregada ao monumento já existente em homenagem aos que morreram combatendo os nazifascistas na guerra. A localidade de Livergnano foi escolhida por ter sido o local onde a aeronave de caça do tenente Cordeiro e Silva, um P-47 Thunderbolt, foi abatida em 6 de novembro de 1944, pela temida Flak, bateria antiaérea alemã, no regresso de uma missão de combate no norte da Itália.

Participação em Operações de Paz[editar | editar código-fonte]

No âmbito da participação do país na Organização das Nações Unidas (ONU) e na Organização dos Estados Americanos (OEA), as Forças Armadas Brasileiras têm enviado efetivos ao exterior. Entre essas operações, destacam-se, por região:

América do Sul[editar | editar código-fonte]

  • 1995 a 1999 - Missão de Observadores Militares do Equador-Peru (MOMEP)
  • 2002 a atual - Missão de Assistência para a Remoção de Minas (MARMINAS), entre o Equador e o Peru

América Central[editar | editar código-fonte]

Oriente Médio[editar | editar código-fonte]

  • Janeiro de 1957 a Janeiro de 1967 - Primeira Força de Emergência das Nações Unidas (UNEF 1), no Egito, contigente popularmente conhecido como Batalhão Suez.

Europa[editar | editar código-fonte]

África[editar | editar código-fonte]

  • Julho de 1960 a Julho de 1964 - Operação das Nações Unidas no Congo (ONUC)
  • Janeiro de 1989 a Maio de 1991; Maio de 1991 a Fevereiro de 1995; Agosto de 1995 a Julho de 1997 - Primeira Missão de Verificação das Nações Unidas em Angola (UNAVEM 1)
  • Janeiro de 1993 a Dezembro de 1994 - Operação das Nações Unidas em Moçambique (ONUMOZ)
  • Maio de 1993 - Missão de Observação das Nações Unidas na Libéria (UNOMIL)
  • Junho de 1993 a Setembro de 1994 - Missão de Observação das Nações Unidas em Uganda-Ruanda (UNOMUR)
  • Julho de 1997 a Fevereiro de 1999 - Missão de Observação das Nações Unidas em Angola (MONUA)
  • Agosto de 2002 a Fevereiro de 2003 - Missão das Nações Unidas em Angola (UNMA)
  • Outubro de 2003 a atual - Operação das Nações Unidas na Costa do Marfim (ONUCI)
  • 2003 a 2004 - Missão das Nações Unidas na Costa do Marfim (MINUCI)
  • 2003 a atual - Missão das Nações Unidas na Libéria (UNMIL)
  • 2004 a atual - Missão das Nações Unidas na Guiné-Bissau (UNOGBIS)
  • Missão das Nações Unidas de Paz no Sudão (UNMIS)

Ásia[editar | editar código-fonte]

Oceania[editar | editar código-fonte]

  • 1962 - Força de Segurança das Nações Unidas na Nova Guiné (UNSF)
  • 1999 a 2002 - operações INTERFET, UNAMET, UNIPOM, UNMISET, UNSF

Referências

  1. Boris Fausto - História do Brasil.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]