Cavalaria
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Cavalaria é a arma das forças terrestres que, antigamente combatia a cavalo em acções de choque ou de reconhecimento e que, actualmente desempenha missões semelhantes, mas fazendo uso de veículos blindados.
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[editar] História
Até aos finais do século XIX, nos vários exércitos, existiam várias especialidades dentro da cavalaria, conforme a função, o tipo de equipamento e o tipo de cavalo utilizados:
No final do século XIX, as unidades de cavalaria transformaram-se praticamente todas em caçadores a cavalo, mas em alguns exércitos mantiveram a designação das antigas especialidades, como título honorífico. No período entre a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, as unidades de cavalaria começaram a substituir o uso de cavalos por veículos blindados.
Os cavaleiros, nos exércitos da Antiguidade e da Idade Média, eram protetores do domínio senhorial, treinavam muito e tinham vários privilégios.
[editar] Actualidade
A Cavalaria é a arma do Exército que é empregada à frente dos demais integrantes da "força terrestre", em busca de informações sobre o inimigo e sobre o teatro de operações. Na frente de combate, participa de ações ofensivas e defensivas, usando de suas características básicas: alta mobilidade, elevada potência de fogo, ação de choque e surpresa, proteção blindada e sistema de comunicações avançado.
No Exército Brasileiro as unidades de cavalaria podem ser:
- blindadas
- mecanizadas
- de guardas
- hipomóveis
Alguns quartéis de Cavalaria Mecanizada do Brasil usam a boina preta, tradicional da Cavalaria Mecanizada da Europa.
A arma de Cavalaria do Exército Português inclui os seguintes tipos de força:
No Exército Português, os militares de cavalaria usam uma boina preta, com duas fitas, uma amarela que representa a glória, e outra vermelha que representa o sangue.
Na Guarda Nacional Republicana de Portugal existem os seguintes tipos de esquadrões de Cavalaria:
- motoblindados
- a cavalo
- presidencial (guarda a cavalo do Presidente da República)
Nos modernos exércitos a Cavalaria se utiliza de veículos blindados sobre rodas ou lagartas (esteiras metálicas tracionadas por eixos) chamados carros de combate. A diferença desses veículos para aqueles blindados de transporte de tropa da Infantaria é a existência de um canhão (ou peça de fogo similar) e para os obuses blindados da Artilharia é que estes realizam tiros balísticos (de grande angulação em relação à linha do horizonte, sem visada do alvo) ou tensos (também chamados diretos) e os canhões da Cavalaria, geralmente, só podem realizar tiros diretos (com pequenos ângulos em relação ao horizonte e vendo-se o alvo).
Por questões de tradição histórica as unidades continuam a ter cavalos principalmente para desfiles e instrução de equitação para seus membros.
[editar] Hino
Arma ligeira que transpõe os montes,
Caudais profundos, com ardor e glória,
Estrela guia em negros horizontes,
Pelo caminho da luta e da vitória.
Cavalaria, Cavalaria,
Tu és na guerra a nossa estrela guia.
Arma de tradição que o peito embala,
Cuja história é de luz e de fulgor,
Pelo choque, na carga, ela avassala,
E, ao inimigo, impõe o seu valor.
Cavalaria, Cavalaria,
Tu és na guerra a nossa estrela guia.
Montado sobre o dorso deste amigo:
O cavalo que, altivo, nos conduz,
Levamo-lo, também, para o perigo,
Para lutar conosco sob a cruz.
Cavalaria, Cavalaria,
Tu és na guerra a nossa estrela guia.
De Andrade Neves a Osório, o legendário,
E outros heróis que honram a nossa história,
Evocamos o valor extraordinário
Pelo Brasil, a nossa maior glória!
Cavalaria, Cavalaria,
Tu és na guerra a nossa estrela guia.
[editar] História
A Cavalaria na Idade Média era constituída pelos cavaleiros nobres, homens que os senhores das terras eram obrigados a apresentar lanças, os escudeiros, cavaleiros das ordens religiosas e dos concelhos (também conhecidos por "cavaleiros-vilãos").
[editar] Ligações externas

