Comunicações do Brasil

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A indústria da comunicação no Brasil é extremamente concentrada, comum em países de grande interferência estatal na economia, o que impede o funcionamento de uma livre concorrência[carece de fontes?]. Embora a Constituição proíba a propriedade de jornais, emissoras de televisão e de rádio na mesma região por um mesmo grupo, na prática este é o modelo empresarial.

O caso mais eloqüente é o da Rede Globo, que possui a emissora de TV Globo, retransmitida em todo o país, a rádio CBN, a revista Época, o portal de Internet Globo.com, a provedora de TV a cabo Net e o jornal O Globo, com o qual Roberto Marinho iniciou suas operações.

Existem outros casos semelhantes em menor escala, como a Rede Brasil Sul de Telecomunicações, ou RBS, na região Sul. Esta possui a emissora RBS, diversas rádios (Gaúcha, Farroupilha, Atlântida, etc.), o jornal Zero Hora e o portal ClicRBS. A RBS é retransmissora da Globo na região Sul. Este sistema se reproduz em todas as regiões do país.

As tentativas de parlamentares e organizações civis para impor as leis constitucionais a estes grupos tradicionalmente fracassam.

Telecomunicação[editar | editar código-fonte]

Radiodifusão[editar | editar código-fonte]

  • Estações de rádio: AM–1.551; FM–2.620; ondas curtas:134.
  • Rádios (aparelhos): 71 milhões(1997)(87,8% dos domicílios brasileiros possuem aparelhos de rádio)

Televisão[editar | editar código-fonte]

  • Estações de televisão: 269 (mais 5.704 repetidoras) (23 de junho de 2003)
  • Televisores (aparelhos): 90.3% das casas possuem aparelhos televisores

Telefonia[editar | editar código-fonte]

  • Telefones fixos: 39 milhões (2005)
  • Telefones celulares: 85 milhões (2005); 96 milhões (2006); 200 milhões (2010)

Internet[editar | editar código-fonte]

A internet no Brasil é considerada uma das mais caras do mundo, em termos de relação custo por mbit,[1] podendo ser quase 400[2] vezes mais cara quando comparado aos países onde o custo é o menor do mundo.

  • Domicílios com computador com acesso a internet: 12,2% - 6,3 milhões de domicílios – 21,6 milhões de pessoas (PNAD 2004)
  • Número de computadores: 60 milhões (2008)[3] (1 computador para cada 3 habitantes)

Imprensa[editar | editar código-fonte]

Revistas[editar | editar código-fonte]

Jornais[editar | editar código-fonte]

Editoras[editar | editar código-fonte]

Censura[editar | editar código-fonte]

A censura no Brasil ocorreu por praticamente todo o período posterior à colonização do país, seja ela cultural, seja ela política. De certa maneira, mas sob um aspecto diferenciado, o Brasil ainda possui formas de censura desde a redemocratização.

Referências