Porto de Pedras
| Município de Porto de Pedras | |||||
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| Hino | |||||
| Fundação | Não disponível | ||||
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| Gentílico | portopedrense | ||||
| Prefeito(a) | Amaro Júnior (Boi Lambão) (PTB) (2009–2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | |||||
| Mesorregião | Leste Alagoano IBGE/2008[1] | ||||
| Microrregião | Litoral Norte Alagoano IBGE/2008[1] | ||||
| Municípios limítrofes | Japaratinga, Porto Calvo, Matriz de Camaragibe, Passo de Camaragibe e São Miguel dos Milagres | ||||
| Distância até a capital | 110KM km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 266,236 km² [2] | ||||
| População | 8 419 hab. IBGE/2010[3] | ||||
| Densidade | 31,62 hab./km² | ||||
| Clima | Não disponível | ||||
| Fuso horário | UTC−3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,499 baixo PNUD/2000[4] | ||||
| PIB | R$ 32 956,802 mil IBGE/2008[5] | ||||
| PIB per capita | R$ 3 103,28 IBGE/2008[5] | ||||
Porto de Pedras é um município brasileiro do estado de Alagoas. A sua população estimada em 2004 era de 10.558 habitantes.
[editar] História
A ocupação europeia de Porto de Pedras aglutinou-se em torno da sede da missão franciscana na chamada "Alagoas Boreal", estabelecimento dedicado à catequese dos Potiguares. Essa missão contava com o apoio de Christoffer Linz e seu irmão Sibad Linz que combatiam os indígenas da região. Mortos os guerreiros indígenas em combate, as suas mulheres e crianças eram conduzidas para a missão de Porto de Pedras.
Posteriormente, no contexto da segunda das Invasões holandesas do Brasil, as tropas luso-espanholas ergueram um pequeno forte destinado à defesa de Porto Calvo, visando dificultar o acesso de embarcações inimigas através do lagamar da Rateia penetrar e da ria de Porto de Pedras, e daí subir o rio até defrontar a colina fortificada de Porto Calvo, a cerca de quarenta e dois quilômetros de distância, rio acima.
Durante o conflito, a posse de Porto de Pedras alternou-se entre luso-espanhóis e neerlandeses. A primeira ocupação neerlandesa de Porto de Pedras registrou-se a 14 de Maio de 1633, quando a partir do lagamar da Rateia a artilharia da esquadra fez fogo sobre a povoação e destruiu várias embarcações portuguesas ali ancoradas. Tendo oferecido resistência ao desembarque inimigo, a povoação foi incendiada pelos defensores, que se refugiaram em seguida pelos engenhos do interior ou em povoados vizinhos. Com a reconquista definitiva de Porto Calvo pelos portugueses, Porto de Pedras foi reconstruída.
Por alvará–régio datado de 5 de dezembro de 1815, Porto de Pedras foi elevada à categoria de vila, desmembrada de Porto Calvo. Posteriormente, em 1864, Porto de Pedras perdeu a sua autonomia ao ser anexada a Passo de Camaragibe. Readquiriu a sua emancipação em 1868, mas apenas pela Lei 903 em 1921, tornou-se município.
Referências
- ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
- ↑ Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
- ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.