Feliz Deserto
| Município de Feliz Deserto | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 23 de julho | ||||
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| Fundação | 1960 | ||||
| Gentílico | feliz-desertense | ||||
| Prefeito(a) | Rosiana Lima Beltrão Siqueira (PMDB) (2005–2008) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | |||||
| Mesorregião | Leste Alagoano IBGE/2008[1] | ||||
| Microrregião | Penedo IBGE/2008[1] | ||||
| Municípios limítrofes | Coruripe, Penedo e Piaçabuçu | ||||
| Distância até a capital | 115 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 91,824 km² [2] | ||||
| População | 4 332 hab. IBGE/2010[3] | ||||
| Densidade | 47,18 hab./km² | ||||
| Clima | Não disponível | ||||
| Fuso horário | UTC−3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,609 médio PNUD/2000[4] | ||||
| PIB | R$ 41 862,488 mil IBGE/2008[5] | ||||
| PIB per capita | R$ 9 296,58 IBGE/2008[5] | ||||
Feliz Deserto é um município brasileiro do Estado de Alagoas. Sua população estimada em 2004 era de 4 040 habitantes.
[editar] História
Feliz Deserto era originalmente um aldeamento de índios caetés. Foi colonizada a partir do naufrágio e estabelecimento de Domingos Mendes, que lhe deu o topônimo por achar que, mesmo sendo o lugar deserto, representava a felicidade de ter sido encontrado. Desmembrado de Piaçabuçu, o município adquiriu autonomia em 23 de julho de 1960.
A história recente de Feliz Deserto é marcada por uma tragédia ocorrida no mês de abril de 2005. A cidade foi castigada por um temporal que durou dois dias, alagando completamente toda a área central. A chuva destruiu aproximadamente 300 casas de taipa, deixando desabrigados quase 1500 pessoas. A prefeitura, através de doações, conseguiu abrigar provisoriamente a população em diversos pontos da cidade. A reconstrução da cidade começou em dezembro de 2005 e, em julho de 2006, a prefeitura entregou as 185 casas a população.
[editar] Economia
A economia do município está baseada na agricultura. A região é produtora de coco e cana-de-açúcar. Existe ainda o trabalho com artesanato baseado na utilização da taboa, uma planta nativa da região. São produzidos diversos produtos que são comercializados através de uma cooperativa criada justamente para esse fim.
Referências
- ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
- ↑ Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
- ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.