Carnaval de Florianópolis

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O Carnaval de Florianópolis, também chamado de Carnaval da Magia[1] é um evento cultural organizado pela prefeitura da cidade[2] , e festejado no aterro da baía sul, próximo a maior ponte pênsil da América Latina, a Ponte Hercílio Luz.

História[editar | editar código-fonte]

O carnaval oficial de Florianópolis cidade acontece na passarela Nego Quirido, um Sambódromo cujo nome homenageia um antigo sambista da capital catarinense. Desfilam no sambódromo, no sábado de carnaval, cinco escolas de samba. No domingo, desfilam ainda 10 blocos de enredo[3] e duas sociedades carnavalescas. A todas essas entidades é comum o uso de carros alegóricos com animação dos motivos. O carnaval popular, de rua, é feito a cerca de 500 metros dali, ao redor da praça XV de novembro. A centenária figueira desta praça é testemunha da animação dos chamados blocos de sujos.

Para 2012, além da existência de uma polêmica relativa à liberação da subvenção municipal para as sociedades Carnavalescas[4] , houve também divergência entre sambistas quanto à criação de um grupo de acesso, através de um decreto. Visando aumentar o número de agremiações, a prefeitura criou uma segunda divisão do desfile de escolas de samba, porém além de convidar dois blocos da capital, o Caramuru e o Dascuia, contactou também prefeituras de três municípios vizinhos, para que cada uma delas indicasse uma representante para o desfile.[5]

Esta postura foi duramente criticada pela LIESF, uma vez que os prefeitos de duas cidades da Grande Florianópolis, ao invés de indicarem agremiações tradicionais, como se esperaria, criaram novas escolas[6] : Nação Guarani, de Palhoça, criada a partir da união de diversos blocos locais, que continuam ainda assim a existir separadamente[7] ; e Império São Miguel, de Biguaçu, criada por um projeto da Prefeitura, sendo esta vista pela LIESF como uma indicação política no Carnaval. Apenas a representante de São José foi um bloco existente há mais de cinco anos, o Futsamba Joseense, transformado em escola de samba.[5] Foi criticado também o fato de não se ter convidado nenhuma representante de Santo Amaro da Imperatriz, onde já havia a tradicional agremiação Império de Santana[6] , bem como a GRES Palhoça Terra Querida ter sido preterida por outra escola menos tradicional.[6]

Por fim, em dezembro, a Império São Miguel anunciou que desistiria da participação no Carnaval 2012.[8] Em 2013, devido a falta de repasse de verbas por parte da poder público, o Carnaval de Floripa foi cancelado[9] . tendo os enredos desse ano, passados pra 2014[10] . sendo que com advento de empresas , faz com que se diminuia as verbas repassadas ao poder público[11]

Referências

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