Arquidiocese de São Paulo
| Arquidiocese de São Paulo Archidiœcesis Sancti Pauli in Brasilia |
|
|---|---|
| Catedral Metropolitana de São Paulo | |
| Localização | |
| País | Brasil |
| Dioceses Sufragâneas | Diocese de Campo Limpo; Diocese de Guarulhos; Diocese de Mogi das Cruzes; Diocese de Osasco; Diocese de Santo Amaro; Diocese de Santo André; Diocese de Santos; Diocese de São Miguel Paulista. |
| Estatísticas | |
| Área | 1 645 km² |
| Informação | |
| Rito | Romano |
| Criação da Diocese | 6 de dezembro de 1745 |
| Elevação a Arquidiocese | 7 de junho de 1908 |
| Padroeiro | Sant'Ana e São Paulo |
| Governo da Arquidiocese | |
| Arcebispo | Odilo Pedro Scherer |
| Jurisdição | Arquidiocese Metropolitana (Região Sul 1) |
| Contatos | |
| Endereço | Avenida Higienópolis, 890 |
| Página Oficial | www.arquidiocesedesaopaulo.org.br |
| vicariatocom@uol.com.br | |
A Arquidiocese de São Paulo (em latim Archidiœcesis Sancti Pauli in Brasilia) é uma circunscrição eclesiástica da Igreja Católica no Brasil. É a Sé Metropolitana da Província Eclesiástica de São Paulo. Pertence ao Conselho Episcopal Regional Sul I da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A sé arquiepiscopal está na cidade de São Paulo, no estado de São Paulo.
Índice |
História e estado atual [editar]
A história da Igreja Católica em São Paulo confunde-se, naturalmente, com a história da própria cidade. Em 1553, por iniciativa de Tomé de Sousa, governador-geral do Brasil, e com a ajuda do padre Leonardo Nunes, foi fundada uma vila à qual se deu o nome de Santo André da Borda do Campo, povoada desde 1550 por uma população exígua e constantemente ameaçada por ataques da população indígena da região. Em 1554, alguns sacerdotes jesuítas, liderados pelo português Manuel da Nóbrega, subiram a Serra do Mar até o planalto onde construíram um colégio entre os rios Anhangabaú e Tamanduateí, marcando a fundação de São Paulo.
Em breve tempo, começou a se formar uma povoação ao redor do Colégio dos Jesuítas e, em 1560, o novo governador-geral do Brasil, Mem de Sá, ordena o fim da vila de Santo André da Borda do Campo e que todos os seus habitantes se instalassem no planalto de Piratininga.
Com este ato, São Paulo de Piratininga ganhou status de vila e um pelourinho. Em 1591 passou a sediar uma paróquia.
Durante quase duzentos anos, São Paulo esteve sob o domínio de diversas circunscrições eclesiásticas. Até 1551 todo o Brasil era hierarquicamente dependente da Diocese do Funchal (Ilha da Madeira), quando em 25 de fevereiro daquele ano foi erigida a Diocese de São Salvador da Bahia. Com a fundação da Prelazia do Rio de Janeiro em 1575, a então vila passa a estar subordinada a esse novo ente, que se torna a Diocese de São Sebastião do Rio de Janeiro em 1676, permanecendo assim até o dia 6 de dezembro de 1745, quando finalmente é criada a Diocese de São Paulo pela bula do Papa Bento XIV intitulada Candor lucis æternæ1 .
A partir de então, a Igreja Católica começa a se ramificar mais rapidamente, acompanhando o crescimento da cidade e do bispado como um todo. Até 1892, a Diocese de São Paulo era responsável por um território semelhante ao da atual Ucrânia, abrangendo os territórios dos estados do Paraná e de Santa Catarina, além de parte do sul de Minas Gerais. Naquele ano, é criada a Diocese de Curitiba, abrangendo Paraná e Santa Catarina1 .
Em 7 de junho de 1908, a Diocese de São Paulo perde boa parte de seu território com a criação das dioceses de Botucatu, Campinas, Taubaté, Ribeirão Preto e São Carlos do Pinhal1 2 , sendo que quase um ano antes já havia sido erigida a Diocese de Campanha, no sul do estado de Minas Gerais. Na mesma data de criação das dioceses paulistas, a diocese é elevada à categoria de arquidiocese, sendo seu primeiro arcebispo Dom Duarte Leopoldo e Silva1 2 .
Até 1989 o território da Arquidiocese de São Paulo continuará a diminuir com a criação de novas dioceses, sendo elas: Santos e Sorocaba (1924), Bragança Paulista (1925), Santo André (1954), Aparecida (1958), Mogi das Cruzes (1962), Jundiaí (1966), Guarulhos (1981) e Campo Limpo, Osasco, Santo Amaro e São Miguel Paulista (1989)2 .
Arquivo da arquidiocese [editar]
Atual divisão territorial [editar]
Atualmente, a Arquidiocese de São Paulo congrega mais de seis milhões de católicos apesar de seu diminuto território, que se limita às áreas mais centrais da cidade de São Paulo e está dividido em seis regiões episcopais (Sé, Belém, Ipiranga, Santana, Lapa e Brasilândia).
As regiões episcopais são subdivididas em setores e somam um total de 277 paróquias e cerca de 1110 padres (entre seculares e religiosos).
Bispos e arcebispos [editar]
Ligações externas [editar]
- Arquidiocese de São Paulo Site oficial da Arquidiocese
- Archdiocese of São Paulo (em inglês) Catholic Hierarchy
- GCatholic (em inglês)
- Região Episcopal do Ipiranga
- Região Episcopal da Sé
- Região Episcopal de Santana
- Região Episcopal de Belém
- Região Episcopal de Brasilândia
- Região Episcopal da Lapa
Referências
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