Itapiúna
| Município de Itapiúna | |||||
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| Hino | |||||
| Fundação | Não disponível | ||||
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| Gentílico | itapiunense | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Felisberto Clementino Ferreira (2005–2008) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | |||||
| Mesorregião | Norte Cearense IBGE/2008 [1] | ||||
| Microrregião | Baturité IBGE/2008 [1] | ||||
| Municípios limítrofes | Norte: Capistrano e Aratuba, Leste: Baturité e Ibaretama Sul: Quixadá e Choró, Oeste: Canindé | ||||
| Distância até a capital | Não disponível | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 588,684 km² [2] | ||||
| População | 18 626 hab. IBGE/2010[3] | ||||
| Densidade | 31,64 hab./km² | ||||
| Altitude | 140 m | ||||
| Clima | tropical quente semi-árido | ||||
| Fuso horário | UTC−3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,633 médio PNUD/2000 [4] | ||||
| PIB | R$ 59 312,698 mil IBGE/2008[5] | ||||
| PIB per capita | R$ 3 225,27 IBGE/2008[5] | ||||
Itapiúna é um município brasileiro do estado do Ceará.
Índice |
[editar] Toponímia
Itapiúna, palavra de origem tupi, têm recebido muitos e confusos significados. O Dicionário Aurélio - Século XXI (software versão 3.0, 1999) define Itapiúna como "árvore da família das voquisiáceas (Callisthene major), comum nos cerrados e matas secas do Brasil" [Do tupi; s.f.Bras.Bot.].
Todavia, o nome que batiza a cidade deriva de itaúna, seu nome até 1958, alterado após a emancipação do município. Segundo o Aurélio, itaúna é "designação comum a várias rochas negras, como o basalto, o diabásio, o diorito, etc". Para Silveira Bueno (s/f), itaúna significa a pedra negra, o lajeado preto.
Nos anos 80, o advogado Aprígio Silva - morador da cidade - traduziu itapiúna como "pedra pequena preta" (ita = pedra, pi = pequena, úna = petra). A tradução chegou a ser questionada, mas a confiar no Mini-Dicionário Tupi-Guarani (reproduzido no blog Povo de Aruanda) 'pi' apresenta dois significados : miúdo e caminho. Nesse sentido, poderíamos traduzir o nome Itapiúna como "pedra pequena petra" ou "caminho da pedra preta".
[editar] História
- Data da Criação: 20 de Maio de 1957.
- Instalação: 25 de Março de 1959.
- Toponímia: Itatira é uma alusão aos grandes espigões de pedras comuns na região.
- Variação Toponímica: Castro
- Padroeira: Nossa Senhora da Conceição.
- Dia: 08/12.
- Arquitetura Antiga: Igreja-Matriz Nossa Senhora da Conceição, Paredão e Monumento de São Francisco, Casarões dos Bezerra Campelo e Francisco Horácio.
- Igreja: Em suas manifestações de apoio eclesial, tem-se a capela, dedicada ao padroado de Nossa Senhora da Conceição e edificada no início de sua formação urbana.
- O mais proeminente conflito pela reforma agrária foi a disputa pela permanência na terra desencadeada pelos moradores da Fazenda Touro contra a expulsão, decretada pelo seu proprietário, o ex-prefeito Valdemar Antunes. O conflito foi deflagrado perante uma demonstração clara de quebra da reciprocidade paternalista, sustentáculo das relações de trabalho estabelecidas entre Valdemar e as 25 famílias moradoras da fazenda. A Fazenda Touro por muitas décadas foi propriedade do grande latifundiário, Coronel Lindolfo Pereira Lima, filho do português João Manoel Pereira com a Sra. Maria Pereira Lima (Mãedona), natural de Guaramiranga. Após a morte do Coronel Lindolfo, a propriedade passou a ser administrada pela sua filha caçula, Francisca de Lima Pereira (Mimosa Braga) e por seu esposo, o Sr. Paulo Braga, ilustre funcionário do DNOCS. Em 1977, pouco tempo antes de morrer, o Sr. Paulo Braga vendeu toda a propriedade da fazenda para o ex-prefeito Valdemar Antunes. O Sr. Paulo Braga é avô do Historiador Gustavo Braga.
Chamou-se primitivamente Castro. Suas origens datam do Século andante e têm como instrumento evolutivo a então R.V.C. (Rede de Viação Cearense), sob cuja operacionalidade nasceu a povação. Foi por muito tempo distrito, até ser desmembrado de Baturité.
[editar] Administração
Sua elevação à categoria de Vila ocorreu segundo Lei nº 1.156, de 4 de dezembro de 1933. A mudança de nome, para a atual denominação, ocorreu em função do Dec-Lei nº 1.114, de 30 de dezembro de 1943. Sua elevação à categoria de Município ocorreu conforme Lei nº 3.599, de 20 de maio de 1957, com instalação a 24 de junho do mesmo ano.
Na parte socioeducativa temos a Associação de Radiodifusão Planalto de Itapiúna, "FM PLanalto 103,1" que vem de um longo processo em busca de uma legalização para que possa acompanhar e mostrar de fato o dia-a-dia da comunidade itapiunense.
O Atual Prefeito é Felisberto Clementino Ferreira.
[editar] Geografia
Sua população estimada em 2004 era de 17.829 habitantes. Seu principal ponto turístico é o famomoso véu de noiva no açude castro, a 1 km do centro da cidade.
[editar] Turismo
Por estar localizado no Maciço de Baturité, este município tem regiões serranas de clima bastante agradável.
Referências
- ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
- ↑ Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
- ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.