Selton Mello

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Selton Mello
Selton Mello no prêmio BRAVO! Prime de Cultura
Nome completo Selton Figueiredo Melo
Nascimento 30 de dezembro de 1972 (39 anos)
Passos, MG
Brasil
Ocupação ator, dublador, diretor e produtor
Atividade 1979 - hoje
Página oficial
IMDb: (inglês) (português)

Selton Figueiredo Melo (Passos, 30 de dezembro de 1972) é um ator, dublador, diretor e produtor brasileiro. Atua em teatro, televisão e cinema.

Índice

[editar] Biografia

Nasceu em Minas Gerais e mudou-se para São Paulo com a família ainda criança. Seu primeiro trabalho na TV foi na novela novela As Três Marias e, transferiu-se para a Rede Bandeirantes, onde atuou como um dos personagens centrais da série Dona Santa. Em 1983, novamente despontando de bastante destaque, esteve presente no elenco da novela Braço de Ferro. Embora não seja muito citado, Selton também é musico, tendo participado em 1981 de um festival musical na Biblioteca General Jardim no Centro de São Paulo, na época com 9 anos tocava guitarra.

Em 1984, retornou à Rede Globo para atuar na novela Corpo a Corpo. Em seguida, participou da primeira fase da novela Sinhá Moça, na pele do escravo branco Rafael.

Ficou afastado das novelas por quatro anos, quando fez uma rápida passagem pela teledramaturgia da Rede Manchete, ao participar do grande sucesso da emissora, Pantanal, de 1990. Foi nesse ano, também, que fez sua estréia no cinema com o longa dos Trapalhões, Uma Escola Atrapalhada.

Em 1992, retornou à Globo definitivamente, tendo participado da novela Pedra sobre Pedra. Mesmo não possuindo um contrato com o canal, é a única emissora de televisão aberta pra qual presta trabalhos.

Em 1993, esteve na fracassada Olho no Olho e, em 1994, viveu um dos personagens centrais da novela Tropicaliente. Depois, participou do grande sucesso A Próxima Vítima (telenovela).

Em 1997, iniciou uma sequência de ótimas atuações e personagens memoráveis na televisão, entre eles, o Tenente Luís da microssérie Guerra de Canudos, e o atormentado Emanuel da novela A Indomada.

Em 1999, protagonizou a minissérie O Auto da Compadecida, na pele do nordestino Chicó, juntamente com o ator Matheus Nachtergaele e, em seguida, co-protagonizou a novela Força de um Desejo, como Abelardo Sobral. Esta seria sua última atuação em novelas, desde então, Selton tem se dedicado inteiramente ao cinema, limitando-se a participações em minisséries e seriados da Globo.

Em 2000, protagonizou a minissérie A Invenção do Brasil, feita em comemoração aos 500 anos do Brasil e, em 2001, co-protagonizou a minissérie Os Maias. Posteriormente, integrou o elenco da terceira temporada do seriado Os Normais e, em 2004, protagonizou a série Os Aspones, ao lado de nomes, como: Andréa Beltrão, Drica Moraes, Marisa Orth e Pedro Paulo Rangel.

Desde 2004, passou a apresentar o programa Tarja Preta, veiculado no Canal Brasil, onde entrevista profissionais do cinema e de cultura.

Em 2007, recusou o convite do amigo Gilberto Braga para atuar na novela Paraíso Tropical, na pele do vilão Olavo, papel que ficou com o ator Wagner Moura. Nesse ano, fez sua última atuação na televisão, ao protagonizar a série O Sistema, junto com Zezé Polessa, Ney Latorraca e Graziela Moretto. No mesmo período, contribuiu financeiramente para que o filme O Cheiro do Ralo, do qual é protagonista, saísse do papel.

Em 2008 e 2009 atuou no cinema em duas histórias baseadas em fatos reais, sendo no papel de um ex-traficante carioca em Meu Nome Não É Johnny e Jean Charles, onde deu vida ao brasileiro assassinado no metrô de Londres pela polícia, ao ser confundido com um terrorista. Em 2008, se aventurou também como diretor, primeiro com o curta-metragem Quando o Tempo Cair, produzido por Adriano Lírio e posteriormente no longa Feliz Natal, produzido por Vânia Catani.

Trabalhou também com dublagem e atualmente dirige clipes musicais, tendo feito clipes e produções musicais do cantor Nasi (ex-Ira). O clipe da música Corpo Fechado (cantor: Nasi; diretor: Selton Mello), foi indicado ao MTV Video Music Brasil

No teatro, fez as peças: Os Sete Trabalhos de Hércules, Zero de Conduta, com Marcelo Faria, A Dama e o Vagabundo, com Rosana Garcia e Esperando Godot, com Otávio Muller.

[editar] Carreira

[editar] Televisão

[editar] Cinema

[editar] Como ator

[editar] Como diretor

[editar] Dublagens

[editar] Prêmios e indicações

Ano Prêmio Categoria Indicação Resultado
2011 Prêmio Extra de TV Melhor ator Pedro em A Mulher Invisível Indicado[1]

[editar] Genealogia

Referências

  1. Redação Extra Online (29 de novembro de 2011). Prêmio Extra de TV: Gabriel Braga Nunes leva o prêmio de melhor ator pelo vilão Léo (em português). Extra Online. Página visitada em 29 de novembro de 2011.

[editar] Ligações externas

Wikiquote
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Precedido por
Rodrigo Santoro
por Bicho de Sete Cabeças
Troféu Candango de Melhor Ator
por Lavoura Arcaica
empatado com Werner Schünemann por Netto Perde Sua Alma

2001
Sucedido por
Chico Díaz
por Amarelo Manga
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