Martinica

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Martinique
Martinica
Bandeira
Brasão da Martinica
Bandeira Brasão
Hino nacional: A Marselhesa
Gentílico: martinicano[1]

Localização da

Localização da Martinica
Capital Fort-de-France
14°40'N 61°00'O
Cidade mais populosa Fort-de-France
Língua oficial francês
Governo Territórios de ultramar
 - Presidente Serge Letchimy
Dependência da França 
 - Ano desde 1635 
 - Departamento ultramarino 19 de março de 1946 
Área  
 - Total 1.100 km² (184.º)
População  
 - Censo 2007 401 000 hab. 
 - Urbana 42% hab. 
 - Densidade 364 hab./km² 
PIB (base PPC) Estimativa de 2003
 - Total US$ 6,117 milhões[2]  
 - Per capita US$ 14 400[3]  
IDH (2005) 0,929 (24.º) – muito elevado
Moeda Euro
Fuso horário (UTC-4)
Cód. Internet .mq
Cód. telef. +596
Martinique-Map.png

A Martinica (em francês: Martinique) é um departamento ultramarino insular francês no Caribe, com fronteiras marítimas com a Dominica ao noroeste, e com Santa Lúcia ao sul. Capital: Fort-de-France. Tem estatuto de região administrativa, assim como as outras colônias francesas (como Guadalupe, a Reunião e a Guiana Francesa). A antiga capital, Saint-Pierre, ficou mundialmente famosa após a grande erupção vulcânica de 1902, no Monte Pelée. Em 29 de novembro de 2007, houve um terremoto de 7,4 na escala de Richter, que foi sentido no Amazonas, no Pará, Rondônia, Roraima e Amapá. Seu mais ilustre filho foi a 1ª consorte do imperador Napoleão I, a imperatriz Josefina de Beauharnais.

Informação Geral[editar | editar código-fonte]

  • Maiores cidades: Fort-de-France (94 049 hab., 25% da população), Le Lamentin (35 460), Le Robert (21 240), Schœlcher (20 845), Sainte-Marie (20 098) (2006)
  • Religião Predominante: Catolicismo
  • Exportações: 39 milhões de € (2002)
  • Importações: 275 milhões de € (2002, déficit de 236 milhões de €)
  • Principais parceiros comerciais: França, União Européia, América Latina
  • Taxa de desemprego: 23% (2004)

História[editar | editar código-fonte]

Foi ocupada pela França a partir de 1635. Em 1660, os índios nativos da ilha foram deportados pelos franceses, no episódio que ficou conhecido como expulsão Caribenha. Desde então, a ilha tem sido uma possessão francesa, exceto por três breves períodos de ocupação estrangeira.

Desde 1635 (chegada de Pierre Belain d'Esnambuc, um aristocrata francês que tomou posse da ilha para a França) até 1946, a Martinica sobreviveu como colônia francesa produzindo mercadorias tropicais, como cana-de-açúcar, café, rum e cacau. Prisioneiros africanos foram trazidos da África Ocidental para formar a população escrava que é a origem da maior parte da população atual.

Política[editar | editar código-fonte]

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Para a lista das comunas do departamento clique aqui: Anexo:Lista de comunas do departamento de Martinica

Geografia[editar | editar código-fonte]

Martinica vista de satélite.

Tem uma área total de 1 100 quilômetros quadrados, sendo a terceira maior ilha das Pequenas Antilhas (é menor somente que as ilhas de Trinidad e de Guadalupe). Tem 65 quilômetros de comprimento por 27 de largura. Para comparação, a superfície é semelhante à de Hong Kong.

Tal como o resto das Pequenas Antilhas, Martinica está sujeito a risco sísmico. Em 29 de novembro de 2007, um terremoto de magnitude 7,3 na escala Richter ocorreu nas proximidades da ilha.

Martinica é separada em duas zonas em relação ao eixo central constituído por Forte da França e Le Robert. Ao norte, fica uma região de relevo acidentado e com grandes florestas. Nela, se localiza o monte Pelado. Ao sul, fica a região mais seca, de relevo menos acidentado e com maior ocupação humana.

Relevo[editar | editar código-fonte]

O terreno é acidentado nesta ilha vulcânica. As áreas mais planas se localizam no sul da ilha. A ilha tem se desenvolvido ao longo dos últimos 20 000 000 de anos por uma sequência de movimentos e erupções vulcânicas ao norte. O monte Pelado, que ocupa o norte da ilha, atinge 1 397 metros de altitude. A última erupção data de 8 de maio de 1902, matando 29 000 pessoas em dois minutos. O monte Vauclin é o ponto mais elevado ao sul da ilha, com 504 metros.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

A hidrografia da ilha da Martinica tem pequenos rios próprios de sua pequena extensão territorial. Os principais são: o Lézarde, com trinta quilômetros de comprimento e que é o mais longo da ilha; o Galion; o Lorrain; o Hood; o Branco; o Baixo Pointe; o Hackaert; o Macouba; o La Grande; o Prêcheur; o Roxelane; o Pai; o Carbet; o Monsieur; o Madame; o Longvilliers; o Salado; o Vauclin; o Paquemar; o Simão e La Nau.

Economia[editar | editar código-fonte]

Forte da França, capital da Martinica

A economia é baseada no comércio. A agricultura é responsável por aproximadamente seis por cento do PIB e o pequeno setor industrial por onze por cento. A produção de açúcar declinou, ficando a maior parte da cana-de-açúcar destinada à produção de rum. A exportação de banana tem crescido, principalmente para a França. O volume necessário para o consumo local de carne, verduras e grãos precisa ser importado, contribuindo para o deficit crônico da balança comercial, que requer grandes transferências anuais de auxílio financeiro da metrópole.

Forte da França é o quinto porto da França em movimentação de contêineres. O turismo tem se tornado mais importante que as exportações agrícolas como fonte de intercâmbio internacional. Forte da França é considerada a mais francesa cidade fora da França. A maior parte da força de trabalho está empregada no setor de serviços e no setor administrativo.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Esporte[editar | editar código-fonte]

Martinica não participa dos jogos Pan-Americanos e nem dos jogos olimpicos, assim como as delegações de Guadalupe, Guiana Francesa, São Pedro Anguilla, Montserrat, Ilhas Turks, Miguelão e Groenlândia , pois não são considerados paises independentes , pela Odepa, (Organização Desportiva Pan-Americana)e não têm comitês olímpicos reconhecidos pelo COI. (Comitê Olímpico Internacional)[4]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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