Kiribati

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Republic of Kiribati
Ribaberikin Kiribati

República do Kiribati
Bandeira de Kiribati
Brasão de Armas de Kiribati
Bandeira Brasão de armas
Lema: Te mauri, te raoi ao te tabomoa
("Saúde, paz e prosperidade")
Hino nacional: Teirake Kaini Kiribati[1]
Gentílico: Kiribatiano (a)[2]
quiribatiano (a) [2]

Localização do, de República do Kiribati

Capital Tarawa do Sul[3]
1° 28' S 173° 2' E
Cidade mais populosa Tarawa
Língua oficial Inglês, gilbertês
Governo República presidencialista
 - Presidente Anote Tong
 - Vice-presidente Teima Onorio
Independência do Reino Unido 
 - Data 12 de Julho de 1979 
Área  
 - Total 811 km² (172.º)
 - Água (%) 0
População  
 - Estimativa de 2005 105.092 hab. (166.º)
 - Densidade 127 hab./km² (60.º)
PIB (base PPC)
 - Total US$ 76 milhões (189.º)
 - Per capita US$ 884 (136.º)
IDH (2013) 0,607 (133.º) – médio[4]
Moeda Dólar de Kiribati e Dólar australiano (AUT)
Fuso horário UTC +15
 - Verão (DST) vários
Clima Equatorial
Org. internacionais Banco Mundial, Comunidade Britânica, FMI, ONU
Cód. ISO KIR
Cód. Internet .ki
Cód. telef. +686
Website governamental [1]

Mapa do, de República do Kiribati

Kiribati, Kiribáti[5] Quiribati [6] ou Quiribáti[6] [7] [8] (em gilbertês: Kiribati; AFI: [ˈkiɾibas]) é um país da Micronésia e Polinésia que ocupa uma área muito vasta do Oceano Pacífico, mas que é bem pequeno em termos de área terrestre. É o primeiro país a mudar de ano, na ilha de Kiritimati, devido ao fuso horário (UTC +15), ou seja, Kiribati é o país mais adiantado em questão de horário.

Compreende vários arquipélagos (grupos de ilhas),[9] de oeste para leste, a ilha de Banaba, as ilhas Gilbert, as ilhas Phoenix e as Espórades Equatoriais à excepção de algumas possessões estadunidenses ao norte do arquipélago. Tem fronteira marítima com as Ilhas Marshall, a noroeste, com a possessão dos Estados Unidos das ilhas Howland e Baker, a norte, com as três possessões dos Estados Unidos nas Espórades, também a norte (Kingman, Palmyra e Jarvis), com o território francês da Polinésia Francesa, a sueste, com as possessões neo-zelandesas das Ilhas Cook e de Tokelau, a sul, com Tuvalu, também a sul, e com Nauru, a oeste. Sua capital é Tarawa do Sul.[3]

Por conta das supostas mudanças climáticas em curso no planeta, especula-se que a existência do país está ameaçada e as ilhas de Kiribati estão condenadas a desaparecer.[10]

História[editar | editar código-fonte]

Declaração de um protetorado sobre Abemama pelo capitão Davis em 1892.
Naufrágio em Kiribati.

As Ilhas Gilbert eram habitadas há pelo menos 4000 ou 5000 anos por alguns habitantes da Ásia que falava a atual língua oficial de Kiribati, o gilbertês, antes de terem qualquer contacto com europeus, provavelmente espanhóis, no século XVI. As ilhas foram "batizadas" em 1820 por um almirante da Estónia, Adam Johann von Krusenstern e pelo seu capitão francês Louis Duperrey, em homenagem ao capitão britânico Thomas Gilbert, que tinha "descoberto" o arquipélago em 1788.

Pescadores de joaninhas e mercadores de escravos começaram a visitar as ilhas em grandes números no século XIX e a confusão resultante fomentou vários conflitos e a introdução de doenças. Num esforço para restaurar a ordem, em 1892, as ilhas tornaram-se um protectorado britânico, juntamente com as ilhas Ellice, e passaram a ser uma colónia em 1916. Nos anos que seguiram, os britânicos incorporaram as ilhas da Linha e as ilhas Fénix à colónia, à qual deram estatuto autónomo em 1971. Em 1978, as Ellice Islands tornaram-se o estado independente de Tuvalu e a independência de Kiribati seguiu-se a 12 de Julho de 1979. Com a independência, os Estados Unidos entregaram à nova república a ilha Phoenix e quase todas as ilhas da Linha.

Kiribati é um arquipélago formado por 33 ilhas de coral e vários atóis e era cortado pela Linha Internacional de Data.[9] Quando em Bairiki (oeste do país) era manhã de domingo, no leste do país era manhã de sábado. Esta situação alterou-se em 1995, pelo realinhamento da Linha Internacional de Data, fazendo com que Kiribati seja o país mais oriental do Mundo. Assim, a Ilha Caroline, que foi o primeiro território do Mundo a entrar no terceiro milénio, foi renomeada Ilha do Milénio.[11]

Em março de 2008, o país criou o terceiro maior parque marinho do mundo.[12] Menos de três meses depois, em 5 de junho, Dia mundial do meio ambiente, seu presidente Anote Tong, pediu ajuda à comunidade internacional para evacuar o país antes que ele desapareça, devido aos efeitos do aquecimento global.[12] [13]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima de Kiribati é equatorial ocêanico.

A maioria das ilhas do Arquipélago de Gilbert, Line e de Phoenix estão localizados em zona seca de um clima equatorial oceânico.[14] O clima de Kiribati é dependente de duas áreas: uma intertropical, que determina o nível de precipitação nos atóis do Norte; e do Pacífico Sul, que determina o nível de precipitação nos atóis do Sul.[15] Nestes dois conceitos, também estão ligados duas anomalias - o fenômeno de El Niño e de La Niña. Durante o El Niño, a zona de convergência intertropical se move para o norte em direção à linha do Equador e durante o La Niña, se move em para o sul em direção à linha do Equador.[16]

Nos atóis do norte, localizado no Arquipélago de Gilbert e Line, a precipitação é maior que os demais atóis do sul. As chuvas do Kiribati variam por ano de 1100mm no sul, 3000mm no norte, 4000mm nas Ilhas Line a 800mm em Cantol, Ilha Phoenix. Os furacões ocorrem raramente, o índice é baixo.[16]

Kiribati está sendo ameaçado pelo aquecimento global, incluindo o aumento do nível do mar,[14] motivo que o presidente Tong está pensando em comprar terras de Fiji e deslocar a população.[9] [17] [18]

Política[editar | editar código-fonte]

O Parlamento de Kiribati, chamado Maneaba ni Maungatabu, é eleito de quatro em quatro anos e consiste de 42 representantes. Maneba é também o nome dado às casas de reuniões em todas as comunidades locais. O presidente é em tempos diferentes chefe de estado e chefe de governo, e tem a designação de te Beretitenti (pronuncia-se "te peresitensi").

Cada uma das 21 ilhas habitadas possui um conselho local que é responsável pelos assuntos quotidianos. A excepção é Tarawa[18] , onde existem três conselhos: Betio, Tarawa-Sul e Tarawa-Norte.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Imagem-satélite de Kiribati.

Kiribati estava dividido em 6 distritos até sua independência:

Hoje não há mais este tipo de subdivisão, sendo que, atualmente, está subdivido em:

Geografia[editar | editar código-fonte]

Onotoa, distrito das Ilhas Gilbert.

A República Independente do Kiribati, pertencente à Commonwealth, consiste num conjunto de 33 atóis de coral, agrupados em três grupos de ilhas, no centro do Oceano Pacífico.[19] De oeste para este temos o grupo das ilhas de Gilbert (17), as Ilhas Fénix (8) e as ilhas da Linha (8), excluindo três da parte norte deste grupo que são território dos Estados Unidos.[20]

Tarawa do Sul é a capital (com 25.154 habitantes), dividida em três centros administrativos: Bairiki (executivo), Ambo (legislativo) e Betio (judiciário). Fica situada no atol de Tarawa, no norte das Ilhas Gilbert.

Kiribati tem uma área de 811 km² e só 20 das ilhas são habitadas. As ilhas do grupo Fenix não têm uma população permanente.[19] Banaba (antiga ilha Oceano) também faz parte do Kiribati e é a mais rica das ilhas. As ilhas que constituem Kiribati,[20] estão dispersas por uma extensão de 5 milhões de quilómetros quadrados no Pacífico. O seu ponto mais alto tem apenas 81m, e situa-se na ilha Banaba.

Já foram colônias e protectorados britânicos e estiveram ocupadas pelos japoneses durante a Segunda Guerra Mundial, sendo retomadas pelas tropas dos EUA depois da violenta Batalha de Tarawa, em novembro de 1943.[20]

Economia[editar | editar código-fonte]

O Kiribati possui uma economia baseada na agricultura e na pesca.[21] Sendo composto por 33 pequenos atóis, o país possui poucos recursos naturais. As jazidas comercialmente viáveis de fosfato de Banaba, importantes para a economia até à década de 1970, esgotaram-se aquando da independência do Reino Unido em 1979,[22] não se conhecendo mais nenhumas jazidas minerais no país.[21] A sua principal indústria é a pesca, um setor crucial na economia do país graças às receitas das licenças de pesca pagas pelos navios estrangeiros que operam no interior da sua enorme zona económica exclusiva (ZEE), rica em recursos marinhos.[23] [21] Apesar do solo pobre e da pequena área do país, a agricultura desempenha um papel importante na economia, nomeadamente na produção de copra, um dos principais produtos de exportação do Kiribati.[21] [22] O turismo representa menos de 2% do PIB do país,[23] que em média recebeu anualmente entre três a quatro mil visitantes entre 2005/2009.[24] As remessas dos marinheiros kiribatianos a trabalhar em navios estrangeiros são também importantes para a economia do país,[21] tendo ascendido a AU$11,6 milhões em 2009.[23]

O fraco desenvolvimento económico do país deve-se à sua escassa infraestrutura, escassez de mão de obra especializada e grande distância geográfica dos mercados consumidores internacionais.[22] A economia do Kiribati depende grandemente das ajudas externas concedidas ao abrigo de programas internacionais de apoio ao desenvolvimento, que representam cerca de 35% do seu PIB (2010).[23]

Em maio de 2011, um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) descreveu o impacto da Grande Recessão sobre o país da seguinte forma: "o Kiribati foi afetado pela grande crise global através da queda nas remessas e do grande declínio do valor do seu fundo de pensões e do seu fundo soberano - o Revenue Equalization Reserve Fund (RERF). O aumento nos preços dos alimentos e combustíveis em 2008 já teve um impacto negativo sobre a atividade económica. A vulnerabilidade às mudanças climáticas, incluindo a erosão costeira, também aumentou."[23]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Gráfico sobre a demografia de Kiribati.

O país tem uma população de 105.000 habitantes (est. 2007) que vivem principalmente no grupo das ilhas Gilbert, no atol de Tarawa. Os povos nativos são majoritariamente micronésios, existindo uma pequena minoria polinésia. A etnia majoritária é a dos i-kiribati, ou gilbertanos.[18]

Em termos religiosos, o Kiribati é de maioria cristã, com cerca de 54% da população a seguir o catolicismo romano, por influência de missionários europeus; e cerca de 43% são protestantes, sendo o resto ateus.


Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

O censo quiribatiano em 2010 estimou uma população de 103.500. Os povos vivem em aldeias feitas de materiais obtidos por coqueiros e pandanus. As frequentes secas dificultam a agricultura em larga escala, por isso, os ilhéus recorrem para o mar em busca de sustento e subsistência. Nos últimos anos, um grande número de cidadãos foram transferidos para a ilha urbana de Tarawa.[23]

Saúde[editar | editar código-fonte]

A população de Kiribati tem uma expectativa de vida por 60 anos (57 para as homens e 63 para mulheres).[25] Infelizmente, na região está presente a tuberculose, mas os Estados Unidos ajudam o país com uma quantia necessária. Em 1990-2007 havia 23 médicos para 1000 pessoas, porém foram transferidos, cubanos especializados na área. Devido a isso, a taxa de mortalidade infantil é de 54 mortes para 1000 nascimentos.[23]

Educação[editar | editar código-fonte]

A educação primária é gratuita e obrigatória nos seis primeiros anos e está sendo estendida para nove. Escolas missionárias estão sendo lentamente absorvidas pelo sistema público. O ensino superior está se expandindo, enquanto os alunos podem escolher um professor, técnico, uma pessoa formada em marinha ou de estudos internacionais.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Pronúncia de Kiribati em gilbertês.

Os quiribatianos recebem influência da cultura ocidental, com próprias danças e artes marciais.[26] O estilo único de cultura de Kiribati, mostra crenças sobre fantasmas e criaturas mágicas.[26]

Música[editar | editar código-fonte]

Buki, dança regional de Kiribati.

É comum, em Kiribati, a música folclórica, baseada em torno do canto ou em outras formas de vocalização, acompanhado de percussão corporal. No país, são conhecidas, canções sobre paixão, patriotismo, religião. Os instrumentos mais utilizados em Quiribáti é a guitarra e o tambor.[27]

Dança[editar | editar código-fonte]

Kiribati tem estilos únicos de dança, caracterizado em oito tipos principais, dentre eles, Ruoia (dividido em três formas sutis: Te Kemai - para homens; Te Kabuti - para mulheres e Te wa ni Banga - para povos do atol de Abemama), Bino, Kaimatoa (conhecida como "a dança da força", pois exige resistência física), Buki (dança caracterizada para mulheres, que vestem saias de dez quilogramas durante o espetáculo), Tirere (realizado com uma vara) e Te Rebwe (para base ao batimento de temporização).[28]

Feriados[editar | editar código-fonte]

Data Feriado
1 de janeiro Ano-Novo
8 de março Dia Internacional da Mulher
Festa móvel Sexta-Feira Santa
Festa móvel Páscoa
Festa móvel Segunda-feira de Páscoa
18 de abril Dia Mundial da Saúde
11 de julho Dia do Evangelho
12 de julho Independência
7 de agosto Dia da Juventude
10 de dezembro Dia dos Direitos Humanos
25 de dezembro Natal
26 de dezembro Boxing Day
31 de dezembro Véspera de Ano-Novo

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Hino de Kiribati; pronúncia Rádio UOL. Visitado em 23 de julho de 2012.
  2. a b quiribatiano Vocabulário Ortográfico Português Instituto de Linguística Teórica e Computacional – Portal da Língua Portuguesa. Visitado em 22 de março de 2012.
  3. a b About Kiribati Governo do Kiribati. Visitado em 24 de junho de 2010.
  4. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): Human Development Report 2014 (em inglês) (24 de julho de 2014). Visitado em 3 de agosto de 2014.
  5. Editora Porto, Infopédia.. Definição de Kiribatiano Dicionário da Língua Portuguesa - com Acordo Ortográfico. Visitado em 18 de julho de 2013.
  6. a b Instituto de Linguística Teórica e Computacional. Dicionário de Gentílicos e Topónimos Portal da Língua Portuguesa. Visitado em 18 de julho de 2013.
  7. Serviço das Publicações da União Europeia. Anexo A5: Lista dos Estados, territórios e moedas Código de Redacção Interinstitucional. Visitado em 18 de janeiro de 2012.
  8. Macedo, Vítor. (Primavera de 2013). "Lista de capitais do Código de Redação Interinstitucional". A Folha — Boletim da língua portuguesa nas instituições europeias (n.º 41): 11; 15. Sítio web da Direcção-Geral da Tradução da Comissão Europeia no portal da União Europeia. ISSN 1830-7809. Visitado em 23 de maio de 2013.
  9. a b c S.O.S Kiribati! Por Kiribati vale a pena tirar o sutiã R7 (2012-06-19). Visitado em 13 de julho de 2012.
  10. Gardiner Harris (08 de abril de 2014). Mudança climática fará com que países inteiros desapareçam (em português) The New York Times. Visitado em 08 de abril de 2014.
  11. Terceiro Milênio, a Ilha do Milênio! Honolulu Magazine (Abril, 1999).
  12. a b Para evitar que Kiribati 'suma do mapa', governo cogita mudar todo o país para Fiji UOL Notícias Internacionais (12 de março de 2012). Visitado em 18 de julho de 2013.
  13. Jornal O Globo, 6 de junho de 2006, pág 36
  14. a b Wilson, Craig.Kiribati: relatório do meio ambiente. — Programa Ambiental Regional do Pacífico Sul, Apia, Western Samoa, 1994.
  15. Frank R.Kiribati: Alguns aspectos da ecologia humana - Museu Natural de História Natural da Instituição Smithsonian, Washington D.C., EUA, 2003.
  16. a b Burgess, S.M.O Clima e Tempo de Quiribati. Serviço Meteorólogico neozelandês - Ministério dos Transportes, New Zealand Meteorological Service, Wellington, 1987.
  17. Para evitar que Kiribati 'suma do mapa', governo cogita em mudar todo o país para Fiji. UOL Notícias (2012-03-12). Visitado em 13 de julho de 2012.
  18. a b c Notícia sobre Kiribati, relações internacionais, demografia, perfil e política [ligação inativa] (em inglês) The Guardian.
  19. a b Kiribati - Geografia UOL - Educação. Visitado em 23 de julho de 2012.
  20. a b c Kiribati Infopédia. Visitado em 23 de julho de 2012.
  21. a b c d e Country profile (pdf) (em inglês) Asian Development Bank. Visitado em 19 de abril de 2013. Cópia arquivada em 11 de agosto de 2001.
  22. a b c Kiribati (em inglês) The World Factbook CIA. Visitado em 12 de abril de 2013.
  23. a b c d e f g Country Report N.º 11/113 (pdf) (em inglês) Fundo Monetário Internacional (2011-05-24). Visitado em 12 de abril de 2013.
  24. Country Report N.º 11/114 (pdf) (em inglês) Fundo Monetário Internacional (2011-05-24). Visitado em 12 de abril de 2013.
  25. Human Development Report 2009 - Kiribati Hdrstats.undp.org. Visitado em 14 May 2010.
  26. a b Maude, H.E.. A evolução da organização culturar etno-histórica; The evolution of the Gilbertese boti : an ethnohistorical interpretation. — The Polynesian Society. [S.l.: s.n.], 1963.
  27. Música em Kiribati - Music from Kiribati Web Citation. Visitado em 2012-07-14.
  28. See Robert Louis Stevenson's In the South Seas and the Montana New Zealand Book Awards winner Akekeia! by Tony & Joan Whincup, Wellington, 2001.


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