Deus, Pátria, Autoridade

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Deus, Pátria, Autoridade (1975) é um filme português de Rui Simões (cineasta), um documentário de longa-metragem de actualidades históricas que retrata o regime fascista de António de Oliveira Salazar.

Estreou no cinema Universal, em Lisboa, a 21 de Fevereiro de 1976.

Ficha sumária[editar | editar código-fonte]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Uma desconstrução da ideologia fascista através de três dogmas fundamentais assinalados no discurso de Oliveira Salazar, em 1936: «Não discutimos Deus e a virtude. Não discutimos a Pátria e a Nação. Não discutimos a Autoridade e o seu prestígio».

Feito sobretudo de material de arquivo, de filmes de actualidades, a narrativa surge na montagem, analisando os principais acontecimentos históricos em Portugal, desde a queda da monarquia, em 1910, até à Revolução dos Cravos, numa perspectiva social de luta de classes.

Ficha técnica[editar | editar código-fonte]

  • Colaboradores: Artur da Costa, Alice Pinto, Noémia Delgado, José Pedro Andrade dos Santos, J.M. Diogo, Raymond Fromont, Matilde Ferreira
  • Animação: Geneviève Antoine e Mário Jorge
  • Fotografia: Acácio de Almeida, Gérard Collet, José Reynès, Francisco Henriques
  • Directores de som: Luís Martins e Rui Simões
  • Música: Carmina Burana de Carl Orff
  • Sonoplastia e misturas: Rui Simões
  • Montagem: Dominique Rolin
  • Assistente de montagem: Manuela Serra
  • Rodagem: 1975
  • Laboratório de imagem: Ulyssea Filme
  • Laboratório de som: Nacional Filmes
  • Materiais de arquivo: Ulyssea Filme, RTP, Emissora Nacional
  • Formato: 35 mm p/b
  • Género: documentário (histórico)
  • Duração: 103’
  • Distribuição: Instituto Português de Cinema
  • Estreia: em Lisboa, no cinema Universal, a 21 de Fevereiro de 1976

Festivais e mostras[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]