Estupro corretivo

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Estupro corretivo é uma prática criminosa, segundo a qual um ou mais homens estupram mulheres lésbicas ou que parecem ser, supostamente como forma de "curar" a mulher de sua orientação sexual.[1]

História[editar | editar código-fonte]

O termo "estupro corretivo" foi usada pela primeira vez no início de 2000 por direitos humanos de organizações não-governamentais para descrever esses estupros cometidos contra Sul Africanas lésbicas.[carece de fontes?] Um ataque notável deste tipo ocorreu em 2008, quando Eudy Simelane, um membro mulher da equipa nacional de futebol da África do Sul e uma representante LGBT ativista dos direitos humanos na África do Sul, foi estuprada e assassinada em KwaThema, Gauteng.

Um relatório de novembro de 2008 feito pela ONG ActionAid e pela Comissão Sul Africana de Direitos Humanos pediu a criação de uma legislação que visam especificamente os crimes de ódio, incluindo a violação correctiva.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências