Folículo de Graaf

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde maio de 2013).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.

Folículo portador do ovócito primário, precedente à ovulação do mesmo.

Após a puberdade os ovários de uma mulher apresentam diversos Folículos de Graaf em diferentes estágios de desenvolvimento.

Sob a estimulação do hormônio estimulante folicular (FSH), inicia-se o crescimento dos ovários e principalmente dos folículos. Em cada ciclo menstrual apenas um folículo amadurece, processo que inicia-se pelo desenvolvimento do óvulo imaturo (ovócito).

A camada de células foliculares torna-se pluriestraficada originando a camada granulosa.

Externamente à camada granulosa desenvolve-se uma segunda camada ou teca, constituída de uma zona interna (teca interna) e uma externa(teca externa), formadas de tecido conjuntivo. A seguir, as células da camada glanulosa passam a produzir o líquido folicular e, assim, o oócito envolto pela camada granulosa é deslocado para um lado dentro da vesícula folicular.

Ocorre a secreção de grandes quantidades de estrógenos pelas células da teca interna. O estrógeno inibe a produção de FSH (Hormônio Folículo Estimulante) e estimula a secreção do LH (Hormônio Luteinizante) o qual, por sua vez, acelera a maturação final do folículo passam a apresentar uma granulação de luteina (lípide de cor amarela), constituindo-se agora o corpo lúteo ou corpo amarelo. A transformação de folículo em corpo amarelo deve-se à ação do hormônio luteinizante (LH). O corpo amarelo tem função endócrina, secretando principalmente progesterona e estrógeno, hormônios que tornam o organismo feminino apto para a gestação e colaboram na manutenção e nutrição do embrião. A manutenção do corpo amarelo e a estimulação para a produção dos seus hormônios, são controladas pelo hormônio luteotrófico (LTH), produzido pela adenohipófise.

Se não ocorrer fecundação do óvulo o corpo amarelo regride e desaparece antes da ovulação seguinte deixando apenas uma cicatriz esbranquiçada no ovário denominada corpo amarelo atrésico ou corpo albicans. No caso do oócito II ser fecundado, o corpo amarelo persiste durante cerca de cinco meses e depois regride.