Joaquín Clausell

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Claudell, paisagem com bosque e rio.

Joaquín Clausell (de nome completo José Joaquín Quirino Marcelino Clausell Franconis) (Campeche, México, Junho de 1866 - Lagoas de Cempoala, México, 28 de Novembro de 1935) foi um jornalista e pintor autodidacta impressionista mexicano.

Política e jornalismo[editar | editar código-fonte]

Opôs-se à reeleição de Porfírio Díaz em 1887, o que o levou à prisão pela primeira vez.

Ao terminar o bacharelato mudou-se para a Cidade do México com o propósito de estudar engenharia, acabando porém por cursar Direito, terminando os seus estudos em 1896. Durante este período dedicou-se também à caricatura política e ao jornalismo, colaborando com os jornais La Campaña Electoral de 1866, El Hijo del Ahuizote, El Diario del Hogar e El Universal. Em 1892 forma um partido anti-reeleccionista e escreve para o La República.

Posteriormente funda e dirige o jornal de oposição El Demócrata (1893-95), no qual publicou uma reportagem de Heriberto Frías sobre a repressão sofrida pelos índios tomochitecos em Chihuahua, o que lhe veleu ser novamente encarcerado, sendo as instalações do jornal fechadas.

Mural de seu estúdio, Cidade do México

Pintura[editar | editar código-fonte]

Ao sair da prisão, mudou-se para Nova Iorque e daí para Paris.

Na França conhece Camille Pissarro e Claude Monet e torna-se amigo de Émile Zola e de Gerardo Murillo que alentaram a sua vocação para a pintura. Regressa ao México mantendo a esperança nos ideais revolucionários, devotando-se por inteiro à pintura aos 35 anos de idade.

Morre de forma acidental próximo das Lagoas de Cempoala, Morelos em 28 de Novembro de 1935.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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