Kokugaku

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Kokugaku (Kyūjitai: 國學 Shinjitai: 国学; lit. estudo nacional de japanologia) foi uma corrente intelectual que rejeitou o estudo de textos budistas e chineses, favorecendo pesquisas filosóficas dos clássicos japoneses. A palavra "Kokugaku" foi traduzida como "estudos nativos" e foi uma resposta ao neoconfucionismo sinocêntrico. Rejeita o estoicismo do confucionismo e valoriza a cultura japonesa anterior à filosofia de Confúcio.[1]

O kokugaku, a partir da literatura antiga japonesa e do xintoísmo, defende um retorno a uma suposta idade de ouro da cultura e sociedade japonesas. Voltaram-se para a antiga poesia japonesa, apelando a ascensão do feudalismo (meados do século XII) e de outras realizações culturais para mostrar a "emoção" do Japão.[1]

Principais pensadores[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Earl, David Margarey, Emperor and Nation in Japan, Political Thinkers of the Tokugawa Period, University of Washington Press, 1964, pp. 66 ff.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Harry Harootunian: Things Seen and Unseen: Discourse and Ideology in Tokugawa Nativism. Chicago: University of Chicago Press 1988.
  • Mark McNally: Proving the Way: Conflict and Practice in the History of Japanese Nativism. Cambridge, MA: Havard UP, 2005.
  • Peter Nosco: Remembering Paradise. Nativism and Nostalgia in Eighteenth Century Japan. Cambridge, MA: Havard UP, 1990.
  • Michael Wachutka: Kokugaku in Meiji-period Japan: The Modern Transformation of 'National Learning' and the Formation of Scholarly Societies. Leiden, Boston: Global Oriental, 2013.