Emoção

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Tristeza (litografia de Vincent van Gogh, 1882).

Emoção é uma experiência subjetiva, associada ao temperamento, personalidade e motivação. A palavra deriva do latim emovere, onde o e- (variante de ex-) significa 'fora' e movere significa 'movimento'. [1] O termo relacionado motivação é assim derivado de movere.

Não existe uma taxionomia ou teoria para as emoções que seja geral ou aceite de forma universal. Várias têm sido propostas, entre elas:

  • 'Cognitiva' versus 'não cognitiva'
  • "Emoções intuitivas" (vindas da amígdala) versus "emoções cognitivas" (vindas do córtex prefrontal)
  • "Básicas" versus "complexas", onde emoções básicas em conjunto constituem as mais complexas
  • Categorias baseadas na duração: algumas emoções ocorrem em segundos (ex. surpresa) e outras duram anos (ex.: amor)

Existe uma distinção entre a emoção e os resultados da emoção, principalmente os comportamentos gerados e as expressões emocionais. As pessoas frequentemente se comportam de certo modo como um resultado direto de seus estados emocionais, como chorando, lutando ou fugindo. Ainda assim, se podem ter a emoção sem o correspondente comportamento, então nós podemos considerar que a emoção não é apenas o seu comportamento e muito menos que o comportamento não é a parte essencial da emoção. A Teoria de James-Lange propõe que as experiências emocionais são consequência de alterações corporais. A abordagem 'funcionalista das emoções (como a de Nico Frijda) sustenta que as emoções se envolvem com uma particular função, como a de fugir de uma pessoa ou objeto para obter segurança.

Classificação[editar | editar código-fonte]

Básicas e complexas categorias, onde algumas são modificadas de algum modo para as emoções complexas (ex. Paul Ekman). Neste modelo, as emoções complexas constróem-se sobre condições culturais ou associações combinadas com as emoções básicas. De outro modo, análogo ao modo como as cores primárias são combinadas, as emoções primárias podem ser combinadas gerando um espectro das emoções humanas. Como, por exemplo, raiva e desgosto podem ser combinadas em desprezo. [carece de fontes?]Robert Plutchik propôs a tridimensional modelo "circumplex model" para descrever a relação entre as emoções. Este modelo é similar a roda de cor. A dimensão vertical representa a intensidade, o círculo representa a similaridade entre as emoções. Ele determina oito emoções primárias dispostas em quatro pares de opostos.

Outro importante significado sobre classificação das emoções refere-se a sua ocorrência no tempo. Algumas emoções ocorrem sobre o período de segundos (ex. surpresa) e outros demoram anos (ex. amor). O último poderia ser considerado como uma tendência de longo tempo para ter uma emoção em relação a um certo objeto ao invés de ter uma emoção característica (entretanto, isto pode ser contestado). Uma distinção é então feita entre episódios emocionais e disposições emocionais. Disposições são comparáveis a peculiaridades do indivíduo (ou características da personalidade), onde quando alguma coisa ocorre, serve de gatilho para a experiência de certas emoções, mesmo sobre diferentes objetos. Por exemplo, uma pessoa irritável é geralmente disposta a sentir irritação mais facilmente que outras. Alguns estudiosos (ex. Armindo Freitas-Magalhães,[2] 2009 e Klaus Scherer, 2005) coloca a emoção como uma categoria mais geral de 'estados afetivos'. Onde estados afetivos podem também incluir fenômenos relacionados, como o prazer e a dor, estados motivacionais (ex. fome e curiosidade), temperamentos, disposições e peculiaridades do indivíduo.

Há ainda a relação entre processos neurais e emoções. através de processos fMRI já é possível investigar a emoção 'ódio' e sua manifestação neural. Neste experimento, a pessoa teve seu cérebro 'escaneado' (examinado) enquanto via imagens de pessoas que ela odiava. Os resultado mostraram incremento da atividade no médio giro frontal, putâmen direito, bilateralmente no córtex pré-motor, no polo frontal, e bilateralmente no médio insula. (in the medial frontal gyrus, right putamen, bilaterally in the premotor cortex, in the frontal pole, and bilaterally in the medial insula of the human brain). Os pesquisadores concluíram que existe um padrão distinto da atividade cerebral quando a pessoa experimenta o ódio.

Teorias[editar | editar código-fonte]

Há teorias sobre emoção desde a Grécia antiga (Estoicismo), assim como Platão e Aristóteles. Encontram-se teorias sofisticadas nos trabalhos de filósofos como René Descartes,[3] Baruch Spinoza[4] e David Hume. Posteriormente as teorias das emoções ganharam força com os avanços da pesquisa empírica. Frequentemente, as teorias não são excludentes entre si e vários pesquisadores incorporam múltiplas perspectivas nos seus trabalhos.

Teorias somáticas[editar | editar código-fonte]

Teorias somáticas da emoção consideram que as respostas corporais são mais importantes que os julgamentos no fenômeno da emoção. A primeira versão moderna dessas teorias foi a de Willian James, em 1880, que perdeu valor no século XX mas ganhou popularidade mais recentemente devido às teorias de John Cacioppo, António Damásio, Joseph E. LeDoux e Robert Zajonc, que conseguiram obter evidências neurológicas.

Teoria de James-Lange[editar | editar código-fonte]

William James, no artigo What is an Emotion? (Mind, 9, 1884: 188-205), argumenta que as experiências emocionais são devidas principalmente a experiência de alterações corporais. O psicólogo dinamarquês Carl Lange também propõe uma teoria similar no mesmo período da história, pelo que a perspectiva é conhecida como a Teoria de James-Lange. Esta teoria e as suas derivações consideram que uma nova situação conduz a uma alteração do estado corporal. Como James diz 'a percepção das alterações corporais assim como elas ocorrem é a emoção.'. James ainda argumenta que 'nos sentimos mal porque choramos, ficamos com raiva porque agredimos, ficamos com medo porque trememos. Entretanto nós não choramos, agredimos nem trememos porque estamos sentidos, com raiva ou amedrontados, como era de ser esperar'.

Esta teoria é sustentada por experiências em que ao, se manipular um estado corpóreo, uma emoção esperada é induzida. [5] . Assim estas experiências possuem implicações terapêuticas (ex. em laughter therapy, dance therapy). A teoria James-Lange é frequentemente mal compreendida porque aparenta ir contra a intuição ou o senso-comum. A maioria das pessoas acredita que as emoções actuam sobre acções específicas, como por exemplo: "Eu estou chorando porque estou me sentindo mal" ou "Eu fugi porque estava com medo". Esta teoria, inversamente, assegura que primeiro a pessoa reage a uma situação (fugir e chorar acontecem antes da emoção) e depois interpreta suas ações como uma resposta emocional. Deste modo, as emoções servem para explicar e organizar as ações ao nosso sistema mental.

Teorias neurobiológicas[editar | editar código-fonte]

Estas teorias são baseadas nas descobertas feitas sobre o mapeamento neural do sistema límbico. A explicação neurobiológica para a emoção humana é que a emoção é um 'agradável' (prazeroso) ou 'desagradável' (doloroso) estado mental organizado no sistema límbico do cérebro dos mamíferos. Distintas das respostas reativas dos répteis, as emoções poderiam ser elaborações dos mamíferos da avaliação de padrões (nos vertebrados), onde substâncias neuroquímicas (ex. dopamina, noradrenalina e serotonina) regulam o nível de atividade cerebral, com movimentos corporais visíveis, gestos e posturas. Nos mamíferos, primatas e seres humanos, sentimentos são demonstrados por manifestações emocionais.

Por exemplo, a emoção humana do amor é apresentada envolvendo os circuitos de Paleo (paleocircuits) do cérebro mamífero (especificamente, os módulos do 'giros cíngulo' (cingulate gyrus)) com capacidade de cuidar, alimentar e ordenar a prole. Os circuitos de Paleo são plataformas neurais para expressão corporal configurados em forma de redes de neurônio no prosencéfalo, tronco cerebral e a coluna espinhal. Eles se desenvolveram principalmente nos mamíferos mais recentes (earliest mammalian ancestors), tal como feito pelo peixe sem mandíbula, para controlar seu sistema motor. Presume-se que, antes do cérebro mamífero, a vida no mundo não verbal era automática, pré-consciente e previsível. O controle motor dos répteis reage às indicações dos sentidos de visão, audição, tato, cheiro, gravidade e movimentação com um pré-conjunto de padrões de movimentação e posturas programadas. Com o surgimento dos mamíferos notunos, cerca de 180 milhões de anos depois, o olfato substitui a visão como o sentido dominante, e o modo diferente de obter respostas do sentido olfativo, assim como é proposto nisto ter se desenvolvido nos mamíferos a emoção e a memória emocional. No período Jurássico, o cérebro dos mamíferos investiu pesadamente na função olfativa para sobreviver durante a noite, enquanto os répteis dormiam. Esse padrão de comportamento orientado pelo cheiro gradualmente formou os alicerces do que seria o atual sistema límbico humano.

As emoções estão relacionadas com a atividade cerebral em áreas ligadas a atenção, motivação do comportamento, e determinam o que é relevante para os seres humanos. Trabalhos pioneiros de Broca (1878), Papez (1937) e MacLean (1952) sugerem que a emoção é relacionada com um grupo de estruturas no centro do cérebro chamado sistema límbico, tais como o hipotálamo, o córtex cingulado, hipocampo e outras. Pesquisas mais recentes vêm mostrado que alguma destas estruturas do sistema límbico são não tão diretamente relacionadas com a emoção, enquanto estruturas não límbicas têm se mostrado mais relevantes no processo emocional.

Córtex prefrontal[editar | editar código-fonte]

Existem grandes evidências de que o córtex pré-frontal esquerdo é ativado devido a um estímulo capaz de causar uma avaliação positiva [6] Se o estímulo atrativo pode ativar seletivamente uma região do cérebro, então é logicamente conveniente postular-se que a ativação seletiva de região do cérebro deveria causar que um estímulo seja julgado mais positivamente. Isto pode ser demonstrado através de um moderado estímulo visual [7] e replicado e estendido para incluir estímulos negativos.[8]

Dois modelos neurobiológicos da emoção no córtex pré-frontal se opõem. O modelo de valência propõe que a raiva, uma emoção negativa, poderia ativar pelo lado direito do córtex pré-frontal. Já o modelo de direção propõe que a raiva, uma abordagem emocional, poderia ativar o lado esquerdo do córtex pré-frontal. O segundo modelo é embasado por [9]

Isto deixa aberta a questão de se a abordagem oposta no córtex pré-frontal é melhor descrita como uma "fuga de movimento" (modelo de direção), como um não movimentado mas com força e resistência (modelo de movimento) ou como um não movimentado mas com ativação passiva (modelo de ativação por tendência). Este último modelo é baseado nas pesquisas sobre timidez[10] e sobre a inibição comportamental.[11] Pesquisas que testam a competência da hipótese generalizar todos os quatro modelos estão embasados na teoria de ativação por tendência.[12] [13]

Emoção Homeostática[editar | editar código-fonte]

Uma outra abordagem neurológica, descrita em Bud Craig em 2003, distingue entre duas classes de emoção: "emoções clássicas", que incluem luxúria, raiva e medo, e são sentimentos evocados por um estímulo ambiental, cada um motivado por nós (como, por exemplo, respectivamente, sexo/luta/fuga). " Emoções homoestáticas humanas são sentimentos evocados por estados internos corporais, cada um modulando nosso comportamento. Sede, fome, sentido de calor ou frio, sentimento de sono, desejo de sal e ar, são exemplos de emoções homeostáticas; cada uma é um sinal do corpo dizendo "Coisas não estão certas em mim, preciso de bebida/comida/movimento para obter sombra/calor/dormir/comer sal/respirar". Nós começamos a sentir uma emoção homeostática quando um desses sistemas sai do balanço ou equilíbrio, e o sentimento nos impele a fazer o que seria necessário para tornar o sistema balanceado novamente. Dor é uma emoção homeostática que diz "Alguma coisa não está certa aqui. Recolha-se e proteja-se."[14] [15]

Outras definições[editar | editar código-fonte]

Emoção, numa definição mais geral, é um impulso neural que impele um organismo para a ação. A emoção se diferencia do sentimento, porque, conforme observado, é um estado neuropsicofisiológico (Freitas-Magalhães, 2007).[16]

O sentimento, por outro lado, é a emoção filtrada através dos centros cognitivos do cérebro, especificamente o lobo frontal, produzindo uma mudança fisiológica em acréscimo à mudança psico-fisiológica. Daniel Goleman, em seu livro Inteligência Emocional, discute esta diferenciação por extenso.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Etimologicamente, a palavra emoção provém do Latim emotione, "movimento, comoção, acto de mover". É derivado tardio duma forma composta de duas palavras latinas: ex, "fora, para fora", e motio, "movimento, ação", "comoção" e "gesto". Esta formação latina será tomada como empréstimo por todas as línguas modernas européias. A primeira documentação do francês émotion é de 1538. A do inglês emotion é de 1579. O italiano emozione, o português emoção datam do começo do século XVII. Nas duas primeiras línguas, a acepção mais antiga é a de "agitação popular, desordem". Posteriormente, é documentada no sentido de "agitação da mente ou do espírito".

A palavra aparece normalmente denotando a natureza imediata dessa agitação nos humanos e a forma em que é experimentada por eles, ainda que em algumas culturas e em certos modos de pensamento é atribuída a todos os seres vivos. A comunidade científica aplica-a na linguagem da psicologia, desde o século XIX, a toda criatura que mostra respostas complexas similares às que os humanos se referem geralmente como emoção.

Emoção cognitiva[editar | editar código-fonte]

Cognição diz respeito ao conhecimento, então, emoção cognitiva é aquela que sentimos e sabemos definir o porque de senti-la. Um bom exemplo é quando vemos alguém atirar com uma arma em nossa direção e sabemos que são tiros de festim. Provavelmente nossa emoção é menor do que se não soubessemos a respeito do festim. A avaliação cognitiva é importante pois através dela podemos aprender a controlar uma determinada emoção.

Abordagens disciplinares[editar | editar código-fonte]

Muitas disciplinas diferentes produziram trabalhos sobre as emoções. As ciências humanas estudam o papel das emoções nos processos mentais, distúrbios e os mecanismos nervosos. Em psiquiatria, as emoções são analisadas no âmbito do estudo da disciplina e no tratamento de transtornos mentais em seres humanos. A psicologia examina as emoções de uma perspectiva científica, tratando-as como processos mentais e de comportamento e explora os processos subjacentes fisiológicos e neurológicos. Nos subcampos da neurociência, tais como neurociência social e neurociência afetiva, os cientistas estudam os mecanismos nervosos da emoção através da combinação da neurociência com o estudo psicológico da personalidade, emoção e humor. Em linguística, a expressão da emoção pode alterar o significado dos sons. Na educação, o papel das emoções em relação à aprendizagem é objeto de estudo.

As ciências sociais frequentemente examinam a emoção pelo papel que desempenha na cultura humana e nas interações sociais. Em sociologia, as emoções são examinados de acordo com o papel que desempenham na sociedade humana, os padrões e interações sociais e a cultura. Em antropologia, o estudo da humanidade, os estudiosos utilizam a etnografia para realizar análises contextuais e comparações culturais de uma gama de atividades humanas; alguns estudos de antropologia examinam o papel das emoções nas atividades humanas. No campo da ciências da comunicação, especialistas em críticas organizacionais têm examinado o papel das emoções nas organizações, a partir das perspectivas de gestores, trabalhadores e até mesmo clientes. Um foco sobre as emoções nas organizações pode ser creditada ao conceito de Arlie Russell Hochschild sobre trabalho emocional. A Universidade de Queensland abriga o Emonet,[17] uma lista de distribuição de e-mails formando uma rede de acadêmicos que facilita a discussão acadêmica de todos os assuntos relacionados com a estudo das emoções no contexto organizacional. A lista foi criada em janeiro de 1997 e tem mais de 700 membros de todo o mundo.

Ciência da Computação[editar | editar código-fonte]

Na década dos anos 2000, pesquisas em ciência da computação, engenharia, psicologia e neurociência estão pesquisando sobre o reconhecimento da Afetividade humana através de modelos da emoção humana.[18] Na ciência da computação, Computação Afetiva é um ramo de estudo e desenvolvimento da Inteligência Artificial que investiga:[19]

  • Como desenvolver sistemas e dispositivos que podem reconhecer, interpretar e processar emoções humanas;
  • Como causar comportamento verossímil emocional artificialmente (Bates[desambiguação necessária]).
  • Como usar modelos de emoção para desenvolver algoritmos para tomada de decisão em agentes artificiais.

O marco inicial para a fundamentação desta área de pesquisa pode ser dado pela publicação do artigo 'Affective Computing' de Rosalind Picard em 1995.[20] [21] [22]

Teóricos notáveis[editar | editar código-fonte]

No final do século XIX, a teoria mais influente era a Teoria James-Lange (1834-1900). James era um psicólogo americano e filósofo que escreveu sobre psicologia da educação, psicologia da religião/misticismo e a filosofia do pragmatismo. Lange era um médico e psicólogo dinamarquês. Els trabalharam independentemente, e desenvolveram a tal teoria, que hipotetiza a origem e natureza das emoções. Ela propõe que seres humanos possuem certas respostas a experiência do mundo, o sistema nervoso autônomo cria fisiológicos eventos como tensão muscular, alteração do batimento cardíaco, transpiração, secura da boca. Sendo a emoção então sentimentos sobre estas alterações fisiológicas, sendo estas alterações a causa das emoções. (E não o contrário).

Alguns das mais influentes teorias da emoção do século 20 foram realizadas em sua última década. Entre os teóricos estão Magda B. Arnold (1903-2002), um psicólogo americano que desenvolveu a Teoria da Avaliação das emoções. Richard Lazarus (1922-2002), outro psicólogo americano que especificou a emoção e o estresse em relação a congição. Herbert Simon (191-2001), propôs o papel da emoção na Tomada de Decisão e seu estudo na Inteligência Artificial. Robert Plutchik (1928-2006), um psicólogo americano, desenvolveu uma teoria psico-evolucionária da emoção. Em adição, um filósofo americano, Robert C. Solomon (1942-2007), contribuiu para as teorias sobre a filosofia das emoções com o livro What Is An Emotion?: Classic and Contemporary Readings (Oxford, 2003).

Outros Teóricos influentes ativos, incluindo psicólogos, neurocientistas e filósofos:

  • Lisa Feldman Barrett - Filósofo social e psicólogo especializado em ciência afetiva e emoção humana.
  • John Cacioppo - Da University of Chicago, fundou junto com Gary Berntson a Neurociência Social;
  • António Damásio (1944- ) - Neurologista comportamental e neurocientista português que trabalha nos Estados Unidos. Desenvolvedor do Marcador Somático de Damásio;
  • Richard Davidson (1951- ) - Psicólogo americano e neurocientista; Pioneiro da Neurociência Afetiva;
  • Paul Ekman (1934- ) - Psicólogo especializado no estudo das emoções e sua relação com a expressão facial;
  • Barbara Fredrickson - Psicóloga social especialista nas emoções Psicologia Positivista;
  • Nico Frijda (1927- ) - Psicólogo holandês especializado na emoção humana e sua expressão;
  • Peter Goldie - Filósofo humano e especialista em ética, estética, emoção, temperamento e personalidade.
  • Arlie Russell Hochschild (1940- ) - Sociólogo norte-americano, cujo contribuição foi central na formação de uma ligação entre o fluxo subcutânea de emoção na vida social e as tendências mais flexível pelo capitalismo moderno dentro das organizações.
  • Armindo Freitas-Magalhães (1966- ) - Psicólogo português especializado no estudo da expressão facial da emoção;
  • Joseph E. LeDoux (1949- ) - Neurocientista americano que estuda as bases biológicas da memória e emoção. Em especial os mecanismos do medo.
  • Jaak Panksepp 1943- ) - Psicólogo americano de origem estoniana. Pioneiro na Neurociência Afetiva.
  • Jesse Prinz - Filósofo americano especialista e emoção, psicologia moral, estética e inconsciente.
  • Klaus Scherer (1943- ) - Psicólogo Suíço e diretor do Centro de Ciência Afetiva em Geneva. Especialista em psicologia da emoção.
  • Ronald de Sousa (1940- ) - Filósofo de origem Canadense/Inglesa. Especializado em filosofia das emoções, filosofia da mente e filosofia da biologia.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Wikcionário
O Wikcionário possui o verbete emoção.

Referências

  1. Emotional Competency discussion of emotion
  2. Ver Freitas-Magalhães, A. (2007).A Psicologia das Emoções: O Fascínio do Rosto Humano. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa. ISBN 972-8830-84-7 - ISBN 978-989-643-031-3 (2ª Ed., 2009).
  3. See Philip Fisher (1999) Wonder, The Rainbow and the Aesthetics of Rare Experiences para uma introdução
  4. Ver por exemplo Antonio Damasio(2005) Looking for Spinoza.
  5. Laird, James, Feelings: the Perception of Self, Oxford University Press
  6. Kringelbach, M. L., O’Doherty, J. O., Rolls, E. T., & Andrews, C. (2003). Activation of the human orbitofrontal cortex to a liquid food stimulus is correlated with its subjective pleasantness. Cerebral Cortex, 13, 1064-1071.
  7. Drake, R. A. (1987). Effects of gaze manipulation on aesthetic judgments: Hemisphere priming of affect. Acta Psychologica, 65, 91-99.
  8. Merckelbach, H., & van Oppen, P. (1989). Effects of gaze manipulation on subjective evaluation of neutral and phobia-relevant stimuli: A comment on Drake's (1987) 'Effects of gaze manipulation on aesthetic judgments: Hemisphere priming of affect.' Acta Psychologica, 70, 147-151.
  9. Harmon-Jones, E., Vaughn-Scott, K., Mohr, S., Sigelman, J., & Harmon-Jones, C. (2004). The effect of manipulated sympathy and anger on left and right frontal cortical activity. Emotion, 4, 95-101.
  10. Schmidt, L. A. (1999). Frontal brain electrical activity in shyness and sociability. Psychological Science, 10, 316-320.
  11. Garavan, H., Ross, T. J., & Stein, E. A. (1999). Right hemispheric dominance of inhibitory control: An event-related functional MRI study. Proceedings of the National Academy of Sciences, 96, 8301-8306.
  12. Drake, R. A., & Myers, L. R. (2006). Visual attention, emotion, and action tendency: Feeling active or passive. Cognition and Emotion, 20, 608-622.
  13. Wacker, J., Chavanon, M.-L., Leue, A., & Stemmler, G. (2008). Is running away right? The behavioral activation–behavioral inhibition model of anterior asymmetry. Emotion, 8, 232-249.
  14. Craig, A. D. (Bud). Handbook of Emotion. 3 ed. New York: The Guildford Press, 2008. 272-288 pp. ISBN 978-1-59385-650-2 Visitado em 6 September 2009.
  15. Craig, A. D. (Bud). (2003). "Interoception: The sense of the physiological condition of the body". Current Opinion in Neurobiology 13: 500-505. DOI:10.1016/S0959-4388(03)00090-4. PMID 12965300.
  16. Freitas-Magalhaes, A. (2007). A Psicologia das Emoções - O Fascínio do Rosto Humano. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa.
  17. EmoNet
  18. Fellous, Armony & LeDoux, 2002
  19. Tao, Jianhua; Tieniu Tan (2005). "LNCS volume = 3784". Affective Computing and Intelligent Interaction: 981–995, Springer. DOI:10.1007/11573548. 
  20. "Affective Computing" MIT Technical Report #321 (Abstract), 1995
  21. Kleine-Cosack, Christian (October 2006). Recognition and Simulation of Emotions (PDF). Visitado em May 13, 2008. "The introduction of emotion to computer science was done by Pickard (sic) who created the field of affective computing."
  22. Diamond, David (December 2003). The Love Machine; Building computers that care. Wired. Visitado em May 13, 2008. "Rosalind Picard, a genial MIT professor, is the field's godmother; her 1997 book, Affective Computing, triggered an explosion of interest in the emotional side of computers and their users."

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Emoção