Complexo (psicologia)

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O termo complexo é utilizado por Carl Gustav Jung para definir a catexia da libido, uma dissociação do conteúdo psíquico.

Psicologia Analítica[editar | editar código-fonte]

A psicologia analítica é firmada no inter-relacionamento entre três arquétipos: o ego (que é consciente),bem como a sombra e o self (que são ambos inconscientes). Tanto os complexos, quanto os arquétipos são agregados de energia psíquica. O complexo seria mais ou menos equivalente a órgãos (coração, pulmão, rim,etc...) e o arquétipo seria mais complexo) como o sistema nervoso, sistema muscular, etc). Percebe-se que um arquétipo pode envolver vários complexos.

Consciente[editar | editar código-fonte]

O consciente para Jung seria basicamente o ego. Uma palavra que, no latim significa eu. É como o indivíduo vê a si mesmo.

Ego[editar | editar código-fonte]

O ego é um complexo capaz de agregar outros complexos, que afloram como parcelas do inconsciente mal (sombra) ou do inconsciente bom (self).

Inconsciente[editar | editar código-fonte]

Para a linha junguiana de psicologia, o inconsciente é onde estariam os potencias do ser humano e seria coletivo, ou seja todo ser humano pode desenvolver potenciais ( individuação ).Às vezes estes potenciais afloram prematuramente para o bem (self) ou para o mal(sombra). Esta tendência do inconsciente para o bem ou para o mal, Freud chama de Pulsão (Trieb,em alemão e drive em inglês).

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • O Homem e Seus Símbolos(Psicologia Geral),Carlos Gustav Jung, 1996, Editora Nova Fronteira
  • Forças Sexuais da Alma,Jorge Andréa, Editora FEB

Ligações externas[editar | editar código-fonte]