La dame aux camélias

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La dame aux camélias (em português A Dama das Camélias), é um romance do escritor francês Alexandre Dumas Filho, publicado pela primeira vez em 1848.

Inspiração[editar | editar código-fonte]

A Dama das Camélias tem cunho autobiográfico. Dumas Filho inspirou-se em suas próprias relações com a cortesã Marie Duplessis, e ainda no fato de ser ele próprio filho ilegítimo de Alexandre Dumas. Experimentando a rejeição, encontrou ao lado da amante a estabilidade que necessitava, e que veio a ser-lhe o mote para o romance.

O Nome Dama das Camélias é devido ao fato de Margarida se passear por Paris com Camélias Brancas a maior parte do mês e Camélias Vermelhas enquanto estava menstruada.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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A obra é ambientada na revolução de 1848, na França. Retrata o romance entre Margarita Gautier, a mais cobiçada cortesã parisiense, e Armando Duval, um jovem estudante de Direito.

O jovem Armando pertence à uma família aristocrática da Paris do século XIX. Ele apaixona-se pela cortesã Margarita. Mesmo diante da intolerância de sua família e do preconceito social, eles tentarão viver sua história de amor.

Adaptações diversas[editar | editar código-fonte]

Adaptado para palco pelo próprio escritor, A Dama das Camélias teve sua primeira apresentação no Theatre de Vaudeville, em Paris, a 2 de fevereiro de 1852, obtendo imediato sucesso, o que levou o compositor Giuseppe Verdi a compor a música sobre a peça, estreando em o ano seguinte (1853) a ópera La Traviata, mudando o nome da protagonista de "Marguerite Gautier" para "Violetta Valéry".

Desde sua estréia, a peça foi exibida em inúmeras edições ao redor do mundo (das quais dezesseis versões apenas na Broadway). Marguerite Gautier constituiu-se num papel trágico cobiçado pelas mais talentosas actrizes, dentre elas Eleonora Duse, Tallulah Bankhead, Gabrielle Réjane, Margaret Anglin e, principalmente, Sarah Bernhardt, que representou-a num filme de 1912, e nos palcos de Paris, Londres, Broadway e até no Brasil, com a presença do Imperador D. Pedro II.

Além desta adaptação de 1912, foi levada às telas do cinema doze vezes, entre 1906 e 1980, além de outras tantas adaptações para a televisão.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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