Louis Veuillot

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Louis Veuillot, por Nadar, 1873.

Louis Veuillot (Boynes, 11 de outubro de 1813Paris, 7 de março de 1883) foi um escritor e jornalista francês, uma das figuras mais importantes do ultramontanismo.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nasceu em Boynes em uma família humilde. Quando tinha 5 anos seus pais mudaram-se para Paris, onde começou a trabalhar alguns anos depois no escritório de um advogado.

Em 1830 começou a trabalhar em um jornal na cidade de Rouen e logo em seguida mudou-se para Perigueux.

Retorna a Paris em 1837 e um ano depois visita a cidade de Roma durante as festas da Semana Santa. Abraça o movimento ultramontano tornando-se um grande defensor do Catolicismo Romano. Podemos observar os resultados de sua conversão em obras tais como "Pelerinages en Suisse" (1839), "Pelerinages en Rome et Lorette" (1841), etc. Seu ardor religioso o transformou no líder da propaganda ultramontana. Devido a seus escritos jornalísticos polêmicos foi preso devido a disputas com altos funcionários da Universidade de Paris. Seu estilo agressivo e irônico rendeu-lhe também a participação em alguns duelos.

Entre 1848 e 1874 fundou e dirigiu seu próprio jornal dedicado a difusão e propaganda ultramontana. Escreveu ataques violentos contra os católicos moderados, contra o governo italiano e criticou fortemente o Segundo Império francês. Seus serviços à Santa Sé e seu heroísmo foram reconhecidos pelo Papa Pio IX sobre quem escreveu uma monografia notável em 1878.

Obras principais: "Mélanges religieux, historiques et littéraires" (12 vols., 1857–1875), "Correspondance" (6 vols., 1883–85), etc.

Seu irmão mais novo, Eugène Veuillot, publicou entre (1901–1904) um volume onde narra sua vida. Pouco publicado em língua portuguesa, sua obra mais popular é "Vida de Jesu-Christo", traduzida pelo Visconde de Castilhos.

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