Mariela Castro

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Mariela Castro no plenário latino-americano da Conferência Internacional dos Direitos Humanos LGBT em Montreal, no Canadá.

Mariela Castro Espín (Havana, 27 de julho de 1962) é a diretora do Centro Nacional Cubano de Educação Sexual e uma ativista pelos direitos da comunidade LGBT em Cuba. É autora de nove livros.

Mariela é filha do atual presidente cubano Raúl Castro Ruz e de Vilma Espín, uma feminista de reconhecimento internacional. É sobrinha de Fidel Castro, ex-presidente cubano e um dos líderes da revolução de 1959 que depôs Fulgêncio Batista.

O grupo que lidera faz campanhas pela prevenção contra a AIDS, assim como pela aceitação de direitos relacionados à homossexualidade, bissexualidade, travestivismo e transsexualidade. Em 2005, ela fez um projeto que permitia aos transgêneros receber cirurgia de mudança de sexo de graça e mudar seu gênero sexual. A medida virou lei em junho de 2008.[1]

De acordo com Norberto Fuentes, ex-confidente dos Castros, Mariela é considerada a rebelde da família Castro: "um espírito livre que fez topless num filme do final da década de 1980". Ela também apoiou a perestroika na União Soviética. Mariela é casada atualmente com um italiano e tem dois filhos. Também tem uma filha de uma união anterior com um chileno.

Desaparecimento desmentido[editar | editar código-fonte]

Em 24 de julho de 2014 a imprensa internacional divulgou que ela estaria entre os 110 passageiros a bordo do voo AH5017, da Air Algerie, desaparecido enquanto cruzava o espaço aéreo do Mali. No entanto, essa informação foi negada pelo Centro Nacional para Educação Sexual (CENESEX), dirigido por ela. A instituição informou que Mariela Castro estava participando de um evento em Havana.[2]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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