Vilma Espín

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Vilma Espín Guillois (Santiago de Cuba, 7 de abril de 1930  — Havana, 18 de junho de 2007) foi uma engenheira química e revolucionária cubana, esposa de Raúl Castro, o atual presidente de Cuba. Espín teve quatro filhos e sete netos. A sua filha, Mariela Castro, lidera actualmente o Centro Nacional Cubano para a Educação Sexual. Espín foi descrita várias vezes como a "Primeira-dama de Cuba" [1] .

Papel na revolução cubana[editar | editar código-fonte]

Espín, natural de Santiago de Cuba, era filha de um advogado da família Bacardi. Durante a década de 1950, estudou engenharia química no Massachusetts Institute of Technology em Boston antes de conhecer o líder revolucionário Frank País em Havana. O encontro levou Espín a tornar-se líder do movimento revolucionário na província Oriente. Espín actuou como mensageira entre o movimento e o M-26-7 de Fidel Castro que se deslocou para o México em ordem a planear uma futura invasão. Foi no México que Espín conheceu Raúl Castro. Espín foi então assistir os revolucionários na montanhas da Sierra Maestra depois do M-26-7 regressar a Cuba no iate Granma. Ela e Raúl casaram em Janeiro de 1959[2] .

Papel no governo cubano[editar | editar código-fonte]

Espín foi presidente da Federação das Mulheres Cubanas desde a sua fundação, em 1960 até à sua morte. Esta Federação é uma reconhecida ONG que representa mais de três milhões e meio de mulheres. Espin também foi membro do Conselho de Estado de Cuba, assim como membro do Comité Central e Gabinete Político do Partido Comunista de Cuba.

Espin encabeçou a delegação cubana para o Primeiro Congresso Latino-Americano sobre Mulheres e Crianças, no Chile, em Setembro de 1959. Também encabeçou a delegação de Cuba para as Conferências sobre a Mulher no México, Copenhaga, Nairobi e Pequim.

Morte[editar | editar código-fonte]

Espín morreu aos 77 anos de idade, no dia 18 de Junho de 2007, em consequência de uma prolongada doença[3] . A sua morte foi anunciada ao início da manhá do dia seguinte, sendo o seu funeral estritamente familiar.[4] .

Fontes