Movimento Maker

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Um prototipo da Feira Maker Faire de 2008, de San Mateo, in California

O Movimento Maker é uma extensão da cultura Faça-Você-Mesmo ou, em inglês, Do-It-Yourself (ou simplesmente DIY). Esta cultura moderna tem em sua base a idéia de que pessoas comuns podem construir, consertar, modificar e fabricar os mais diversos tipos de objetos e projetos com suas próprias mãos.

História[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2005 foi lançado uma revista nos estados unidos intitulado Technology on your time pela revista Make magazine [1] . Com o sucesso da revista e uma adesão a diversas empresas foi lançado um evento chamado Maker Faire, ou Feira de fazedores (tradução livre). Em suas edições ele chegou a agrupar até 250 mil pessoas[2] .

No Brasil vemos eventos semelhantes acontecendo com encontros de grupos de pessoas que usam controladores como Arduino day, Campus Party, Flisol.

O sucesso dos eventos deve-se a facilidade de importação de produtos, em grande maioria oriundos da China com preços até 10x mais baratos aos praticados no Brasil.

Em 2013 a Intel entra para apoiar o movimento Maker lançando o GALILEO[3] , com procesador feito pela companhia, e compatível com a plataforma de desenvolvimento do Denveloper Board Arduino. [4] [5]

A realidade é que este tipo de cultura já existia há décadas e foi responsável pela criação e evolução de indústrias inteiras como foi o caso da indústria dos computadores pessoais que teve suas origens no Homebrew Computer Club, ou Clube dos Computadores Caseiros. Foi no Homebrew Computer Clube que Steve Jobs e Steve Wozniak apresentaram pela primeira vez o Apple I.

Hoje em dia, com a chegada e popularização de tecnologias de construção super sofisticadas como a impressão 3D e os microcontroladores como o Arduino, o Movimento Maker pode ser apenas o início de uma revolução industrial de proporções gigantescas e bastantes profundas para nossa sociedade.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

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