Pascal Dagnan-Bouveret

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Pascal Dagnan-Bouveret
Nascimento 7 de Janeiro de 1952 (62 anos)
Paris, França.
Morte 3 de julho de 1929
Quincey, França.
Nacionalidade  França
Ocupação Artista plástico.

Pascal-Adolphe-Jean Dagnan-Bouveret (Paris, 7 de janeiro de 1852Quincey, 3 de julho de 1929) foi um dos principais artistas franceses do academicismo.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascido em Paris, era filho de um alfaiate, foi criado por seu avô quando seu pai emigrou para o Brasil. Mais tarde, o nome de seu avô, Bouveret, foi adicionado ao seu.

A partir de 1869, ele estudou na Escola de Belas Artes, sendo seus professores Alexandre Cabanel e Jean-Léon Gérôme. Em 1873, ele abriu seu próprio estúdio com um parceiro Gustave-Claude Courtois-Etienne. Em 1880 ele ganhou a medalha de primeira classe pela pintura Um acidente, e uma medalha de honra em 1885 por Cavalos no charco.

Desde a década de 1880, Dagnan-Bouveret junto com Gustave Courtois, mantiveram um estúdio em Neuilly-sur-Seine, no subúrbio de Paris. Naquela época, ele foi reconhecido como um artista modernista de primeira linha, conhecido tanto por suas telas de camponeses, quanto por suas composições místicas-religiosas. Sua pintura A Última Ceia foi exposta no Salão de Champ de Mars, em 1896.[1] Ele também pintou retratos para clientes ricos, como o colecionador britânico George McCulloch. Foi um dos primeiros a usar a fotografia então novo meio artístico, para dar mais realismo às suas pinturas.

Em 1891 foi nomeado oficial da Legião de Honra, e em 1900 tornou-se membro do Instituto da França. Faleceu em 3 de julho de 1929, em Quincey (Haute-Saône), em sua casa em Chalk Street.

Notas e referências[editar | editar código-fonte]

  1. New York Times. 25 de abril de 1896.