Paulo Mendes Campos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde dezembro de 2009).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirus. Veja como referenciar e citar as fontes.
Paulo Mendes Campos
Data de nascimento: 28 de fevereiro de 1922
Data de falecimento: 1º de julho de 1991 (69 anos)
Portal Literatura

Paulo Mendes Campos (Belo Horizonte, 28 de fevereiro de 1922Rio de Janeiro, 1 de julho de 1991) foi um escritor e jornalista brasileiro.

[editar] Biografia

Nascido em Minas Gerais, era filho do médico e escritor Mário Mendes Campos e de D. Maria José de Lima Campos.

Começou seus estudos na capital mineira, prosseguiu em Cachoeira do Campo, onde o padre professor de português lhe vaticinou: "Você ainda será escritor", e terminou em São João del-Rei.

Começou os estudos de Odontologia, Veterinária e Direito, não chegando a completá-los. Seu sonho de ser aviador também não se concretizou. Diploma mesmo, ele gostava de brincar, só teve o de datilógrafo.

Muito moço ainda, ingressou na vida literária, como integrante da geração mineira de 1945, a que pertencia Fernando Sabino e pertenceram os já falecidos Otto Lara Resende, Hélio Pellegrino, João Ettiene Filho, Carlos Castello Branco e Murilo Rubião. Em Belo Horizonte, dirigiu o suplemento literário da Folha de Minas e trabalhou na empresa de construção civil de um tio.

Foi para o Rio de Janeiro em 1945, a fim de conhecer o poeta Pablo Neruda, e acabou ficando. No Rio já se encontravam seus melhores amigos de Minas — Sabino, Otto, e Hélio Pellegrino. Passou a colaborar em O Jornal, Correio da Manhã (de que foi redator durante dois anos e meio) e Diário Carioca. Neste último, assinava a Semana Literária e, depois, a crônica diária Primeiro Plano. Foi, durante muitos anos, um dos três cronistas efetivos da revista Manchete.

Admitido no IPASE em 1947, como fiscal de obras, passou a redator daquele órgão e chegou a ser diretor da Divisão de Obras Raras da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro.

Em 1951 lançou seu primeiro livro, A palavra escrita, de poemas. Casou-se, nesse mesmo ano, com Joan, de ascendência[1] inglesa, tendo tido dois filhos: Gabriela e Daniel.

Paulo Mendes Campos foi repórter e, algumas vezes, redator de publicidade. Foi, também, hábil tradutor de poesia e prosa inglesa e francesa — entre outros Júlio Verne, Oscar Wilde, John Ruskin, Shakespeare, além de Neruda.

Referências

  1. Ele tem descendência italiana ou ascendência italiana? (html). Folha Online. Página visitada em 12/10/2009.
Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Paulo Mendes Campos
Ferramentas pessoais
Espaços nominais

Variantes
Ações
Navegação
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
Noutras línguas