Prisco de Épiro

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Prisco de Épiro (ca. 305 - ca. 395) foi um filósofo e teurgo neoplatônico e amigo do imperador romano Juliano, o Apóstata.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Prisco foi um aluno de Edésio em Pérgamo e depois lecionou em Atenas onde foi mestre de Juliano.[1] Quando Juliano esteve na Gália, escreceu a Prisco com a intenção de adquirir os escritos de Jâmblico de Cálcis sobre os oráculos caldeus.[2] Quando Juliano foi proclamado César, convocou a Prisco pata ir ter com ele na Gália e depois o levou consigo para Constantinopla quando se converteu em augustus em 361.[3] Prisco e Máximo viajaram com Juliano em sua campanha pela Pérsia e estiveram com ele quando de sua morte em 363.[4] Em algum momento depois da morte de Juliano, Prisco foi feito cativo, porém depois finalmente foi liberado, a diferença do destino de Máximo que foi executado em 371.[5] Prisco regressou a Atenas onde continuou ensinando por mais de trinta anos.[6]

Notas

Referências

  1. Brunschwig, Jacques; Geoffrey Ernest Richard Lloyd, Pierre Pellegrin (2000). Greek Thought: A Guide to Classical Knowledge, pág, 910, Harvard University Press
  2. Bowersock, Glen Warren (1997). Julian the Apostate, Harvard University Press, págs. 29-30.
  3. Staikos, K. (2007). The History of the Library in Western Civilization, vol. 3, p. 76.
  4. Gaetano, Negri (2009). Julian the Apostate, pág. 210.
  5. O'Meara, Dominic J. (2005). Platonopolis: Platonic Political Philosophy in Late Antiquity, Oxford University Press, pág. 19.
  6. Sakellariou, M. V. (1997). Epirus, 4000 years of Greek history and civilization, pág. 158.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]


Ligações externas[editar | editar código-fonte]