Scorpio Rising

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Scorpio Rising
 Estados Unidos
1964 • 30 min 
Direção Kenneth Anger
Produção Kenneth Anger
Elenco Bruce Byron
Ernie Allo
Frank Carifi
Steve Crandell
Género Filme experimental
Cinema apelativo
Idioma Inglês
Lançamento 1964
Página no IMDb (em inglês)

Scorpio Rising (de 1964) é um filme experimental de Kenneth Anger, também autor do livro Hollywood Babylon (volume 1 e 2). No elenco, o filme traz Bruce Byron como Scorpio. O filme trata de temas como motociclistas com roupas de couro, ocultismo, Jesus e Nazistas. O filme foi, inicialmente, mostrado no circuito de filmes undergrounds, e não tem diálogo. Ao invés dos diálogos, Kenneth Anger decidiu colocar músicas de artistas populares dos anos 50 e 60, incluindo Ricky Nelson, The Angels, The Crystals, Bobby Vinton, Elvis Presley, Ray Charles e Martha Reeves & the Vandellas. Este filme é também considerado o primeiro filme pós-moderno, o que serviu para influenciar diversos cineastas de renome, tais como Martin Scorsese e David Lynch.

Quando o filme foi exibido pela primeira vez no teatro de Los Angeles, a polícia prendeu o gerente do teatro or obscenidade e cancelou todas as demais exibições. O caso foi parar na Suprema Corte da Califórnia, que decidiu ficar à favor de Kenneth Anger.[1]

Trilha-sonora[editar | editar código-fonte]

Scorpio Rising foi o primeiro filme de drama a usar músicas de rock and roll.

  1. Ricky Nelson - "Fools Rush In (Where Angels Fear to Tread)"
  2. Little Peggy March - "Wind-Up Doll"
  3. The Angels - "My Boyfriend's Back"
  4. Bobby Vinton - "Blue Velvet"
  5. Elvis Presley - "(You're the) Devil in Disguise"
  6. Ray Charles - "Hit The Road Jack"
  7. Martha Reeves and the Vandellas - "(Love Is Like A) Heat Wave"
  8. The Crystals - "He's a Rebel"
  9. Claudine Clark - "Party Lights"
  10. Kris Jensen - "Torture"
  11. Gene McDaniels - "Point Of No Return"
  12. Little Peggy March - "I Will Follow Him"
  13. Surfaris - "Wipe Out"
  • Shangri-Las - "Leader of the Pack" (aparece apenas em outra versão).

Críticas[editar | editar código-fonte]

Críticos da costa oeste elogiaram o filme e, quando ele foi exibido em Nova Iorque, no ano de 1966, o filme acabou ganhando também críticas positivas das revistas The New Yorker, Variety e Newsweek.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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