Sociedade para Telecomunicações Financeiras Interbancárias Globais

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Sociedade para Telecomunicações Financeiras Interbancárias Globais
Tipo Cooperativa
Indústria Telecomunicações
Fundação 1973
Sede Bélgica Bruxelas, Bélgica
Empregados > 2000
Produtos Telecomunicações financeiras
Página oficial www.SWIFT.com

A Sociedade para Telecomunicações Financeiras Interbancárias Globais ou SWIFT (sigla em inglês para en:Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication) é uma sociedade cooperativa internacional, com sede em Bruxelas, fundada em 1973 por 239 bancos de 15 países com o objetivo de criar um canal de comunicação global entre seus participantes, bem como padronizar transações financeiras internacionais.

Atualmente a maioria das transações interbancárias internacionais, como ordens de pagamento e transferências bancárias, são realizadas por meio da rede SWIFT. Esta rede permite a troca de mensagens eletrônicas em um meio altamente seguro, onde cada banco possui um endereço próprio (código SWIFT, ou BIC). Entretanto, para a efetivação destas transações, é necessário que cada participante tenha um relacionamento bancário com outro, já que a rede permite apenas a troca de informações e não dos valores em espécie.

Polêmica[editar | editar código-fonte]

A SWIFT foi o centro de uma polêmica iniciada em 2006 envolvendo Estados Unidos e União Européia. Após uma série de artigos em diversos jornais norte-americanos, o mundo ficou sabendo que o Departamento do Tesouro americano e a CIA possuíam um software chamado "Terrorist Finance Tracking Program", criado no âmbito da política de "Guerra ao Terror" da administração Bush, com a finalidade de rastrear terroristas.

Este software permitia ao governo norte-americano acessar quaisquer informações sobre transferências bancárias na base de dados e rede Swift. Tal privilégio ficou conhecido como "acordo swift", já que era resultado de um acordo direto entre o governo norte-americano e a instituição. Ainda em 2006 o governo belga declarou que este acordo viola as leis do próprio país, bem como da União Européia.

Em 11 de fevereiro de 2010 o parlamento europeu rejeitou o "acordo swift" em virtude dos direitos à privacidade dos cidadãos europeus. Com esta decisão, o acordo não pode produzir efeitos jurídicos na Europa.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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