Teste do pato

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Isto parece com um pato, nada como um pato e grasna como um pato. Ele é, por isso, provavelmente um pato.

O teste do pato é um ditado popular anglófono, que se utiliza de humor e raciocínio indutivo. Seu conteúdo é:

Se ele parece com um pato, nada como um pato e grasna como um pato, então provavelmente é um pato.


O teste sugere que uma pessoa pode compreender a natureza verdadeira de um sujeito desconhecido observando os traços prontamente identificáveis deste sujeito.[1] É às vezes usado para contrariar argumentos abtrusos que algo não é o que parece ser.

História[editar | editar código-fonte]

É pouco nítido quem cunhou o provérbio, embora o seu criador possa ter adotado a navalha de Occam, um princípio atribuído ao especialista inglês em lógica do século XIV e o frade franciscano William de Ockham. As primeiras referências incluem Richard Cardinal Cushing, que usou a frase em 1964 na referência para Fidel Castro.[2] Richard Cunningham Patterson Júnior embaixador dos Estados Unidos à Guatemala durante a Guerra Fria em 1950, usou a frase quando ele acusou o governo de Jacobo Arbenz Guzmán de ser Comunista. Patterson explicou o seu raciocínio como se segue:

Suponha que você vê um pássaro andar por volta de uma fazenda. Este pássaro não tem nenhuma placa que diz 'pato'. Mas o pássaro certamente parece a um pato. Também, ele vai ao tanque e você nota que ele nada como um pato. Então ele abre o seu bico e grasna como um pato. Bem, agora você conseguiu provavelmente a conclusão que o pássaro é um pato, mesmo que ele esteja usando uma placa ou não Harv,Immerman,1982, p.102


A Patterson e outros funcionários dos Estados Unidos, muitos traços do governo Arbenz mostraram que foi determinado para implementar reformas revolucionárias. Na sua visão, a censura do governo Arbenz da imprensa dissidente, a preferência do investimento estatal sobre capital privada de investimento, reforma agrária, medidas anti-imperialista, e as reformas democráticas (como a legalização do sindicato) qualificaram-no como comunista.

O termo teste do pato ainda é freqüentemente usado nos Estados Unidos para descrever o processo de atribuir a identidade de um desconhecido baseado em seus traços, especialmente em certas formas da computação.

O teste muitas vezes é usado para identificar algo que é supostamente mau, e justificar o uso da lógica indutiva em infligir punição.

Referências

  1. examiner.com. The Duck Test / Stop ignoring what your eyes reveal. Visitado em 05/12/2013.
  2. Denver, Joseph(1965),'
  • Immerman, Richard H. (1982), written at Austin, Texas, The CIA in Guatemala: The Foreign Policy of Intervention, University of Texas Press
  • Christy, Howard Chandler (1982), The complete works of James Whitcomb Riley
  • Denver, Joseph (1965), Cushing of Boston: A Candid Portrait

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]