Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade

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Drei Abhandlungen zur Sexualtheorie
Autor (es) Sigmund Freud
Idioma Alemão
Assunto psicanálise
Género ensaio
Lançamento 1905
ISBN 8531205808
Edição portuguesa
Edição brasileira
Editora Imago

Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade (no original em alemão, Drei Abhandlungen zur Sexualtheorie) é uma obra de 1905 de Sigmund Freud que avança sua teoria da sexualidade, do desenvolvimento psicossexual, em particular, sua relação com a infância.

Em resumo, Freud argumenta que "a perversão" estava presente mesmo entre as pessoas saudáveis, e que o caminho para uma atitude sexual madura e normal começava não na puberdade, e sim na tenra infância.

Observando as crianças, Freud afirmou encontrar uma série de práticas que pareciam inofensivas, porém eram realmente formas de sexualidade infantil (chupar o dedo em um primeiro exemplo, as implicações eram bastante óbvias). Freud também procurou unir sua teoria de inconsciente proposta em A Interpretação dos Sonhos de 1899 e seu trabalho sobre a histeria, postulando a sexualidade como a força motriz tanto na neurose (por meio da repressão), como na perversão. Também inclui os conceitos de inveja do pênis, complexo de castração e complexo de Édipo.

O livro Amar, Verbo Intransitivo teria sido escrito pelo Mario de Andrade sob a influência da leitura desse ensaio sobre o desenvolvimento psicossexual. O livro conta o desenvolvimento da consciência sexual de um adolescente e foi acusado de "freudismo" por conta dessa influência. [1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Porto Ancona Lopez, Telê Mário de Andrade: Ramais e Caminho 1972

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Freud, Sigmund (1962). Three Essays on the Theory of Sexuality, trans. James Strachey. New York: Basic Books; (1996). Drei Abhandlungen zur Sexualtheorie. Fischer: Frankfurt am Main. [reimpressão da edição de 1905]
  2. Freud, Sigmund. Obras completas de Sigmund Freud. Volumen VII - Tres ensayos de teoría sexual, y otras obras (1901-1905), «Fragmento de análisis de un caso de histeria» (Caso «Dora»). Tradução de José Luis Etcheverry. Buenos Aires & Madrid: Amorrortu editores.
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