Xena

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Xena
Personagem de Xena: Warrior Princess
Xena Character.jpg
Xena (Lucy Lawless) em campo de batalha
Nascimento Incerto
Falecimento Morta pelo exército japonês
Origem cidade-estado de Anfípolis, região da Heláde (Grécia Antiga)
Sexo Feminino
Espécie Humana
Actividade(s) Mercenária, saqueadora, guerreira, combatente
Poder(es) Extrema habilidade em luta corporal, exímia espadachim e habil praticante de artes maciais
Família Cyrene (mãe)
Atrius (pai)
Lyceus e Toris (irmãos)
Solan e Eva (filhos)
Amigo(s) Gabrielle, Joxer, Eli, Amarice, Lao Ma, Hércules, Iolaus, Borias
Inimigo(s) Callisto
Ares
César
Alti
Esperança
Dahak
Criado por John Schulian
Robert Tapert
Seriado(s) Xena: Warrior Princess
Outros Hercules: The Legendary Journeys
The Battle for Mount Olympus
Primeira aparição "The Warrior Princess"
Última aparição "A Friend in Need"
Época(s) Incerto. 3000 a 2000 a.C.
Interpretado por Lucy Lawless
IMDb Xena no IMDb
Projecto Televisão  · Portal Televisão

Xena é uma personagem fictícia na franquia Xena: Warrior Princess, de Robert Tapert, criada por Tapert e John Schulian e interpretada pela atriz Lucy Lawless.

Xena é a protagonista da história, e a série foca em sua busca por redenção devido ao seu passado criminoso; logo após seus 17 anos Xena deixou sua aldeia e se torno uma ladra e assassina aterrorizando a região da Hélade como guerreira de Ares, o deus da guerra, mas arrependeu-se de seus pecados após conviver com Hércules e decidiu usar suas habilidades de luta para ajudar pessoas e aliviar sua culpa; Xena é acompanhada por Gabrielle, que no decorrer do programa se torna sua melhor amiga e principal aliada.

A personagem foi criada para a série de TV americana Hercules: The Legendary Journeys em 1995, sendo, depois, transformada em personagem principal para sua própria série em 4 de setembro de 1995 e na subsequente série em quadrinhos de mesmo nome publicada entre 1997 e 2007, aparecendo ainda em várias outras mídias como livros, videogames, bonecos de ação e no filme animado Hercules and Xena: The Battle for Mount Olympus, de 1998. O programa durou seis anos e Xena é apontada como responsável por uma mudança nos gêneros de ação e aventura e como pioneira em uma nova fase de mulheres em papéis de ação, sendo, hoje em dia, considerada um ícone da televisão mundial assim como um modelo feminista.

Criação e concepção[editar | editar código-fonte]

Cquote1.svg Na época dos deuses antigos
opressores e reis
Uma terra sem lei, clamava por uma heroína
Xena, uma poderosa princesa, forjada no calor da batalha...
O Poder... A paixão... O perigo
A coragem dela irá mudar o mundo
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Mensagem dublada da abertura da série Xena: Warrior Princess

Xena: Warrior Princess tem sido referido como um fenômeno cultural e pop-ícone feminista.[1] O caráter da influência tem inspirado interesses acadêmicos, tais como Judith, Sexual Warrior, é também considrada um símbolo da força e poder feminino. O tema foi também colocado no seu contexto histórico e cultural mais vasto, e o conjunto de personagens tem servido como foco de vários artigos na Revista de Cultura Popular[2]

A própria série se tornou frequentemente referida em video games, quadrinhos e televisão, e tem sido frequentemente imitado, a própria Lucy Lawless tem participado em várias paródias, e acrescentando sua voz para algumas animações sobre o personagens.[3]

Xena tornou-se um sinônimo de força feminina e é comumente usado em revistas artigos e opiniões em filmes. Por exemplo, o filme Rei Arthur foi comparado com Xena num certo número de opiniões.[4] A série também foi referida e mostrada em inúmeros outros trabalhos, como filmes, séries e animações, e influenciou a astronomia e as redes de computadores pelo mundo.

Historia Anterior[editar | editar código-fonte]

Nascimento e juventude[editar | editar código-fonte]

Lucy Lawless, a atriz que interpretou Xena nas séries Xena, a Princesa Guerreira e Hércules.

Xena nasceu na cidade de Anfípolis, na Heláde, onde hoje se localiza a moderna Grécia. Era a filha da taverneira Cyrene e do guerreiro Atrius tendo tido dois irmãos, Lyceus e Toris. Certa noite, seu pai chegou bêbado de uma guerra dizendo ter de sacrificar Xena em nome do deus Ares. Mas para evitar isso, Cyrene matou Atrius e não revelou isso a Xena.

Toris era o mais velho dos três irmãos. Por isso passou a ser a mão direita da mãe, ajudando-a a manter a família. Enquanto isso, Xena e Lyceus passavam seus dias entre jogos e aventuras como os melhores irmãos do mundo e melhores amigos também. Passavam as tardes inteiras pescando, atividade que na verdade faziam mais por insistência da pequena Xena que por entusiasmo de Lyceus. Assim os anos passaram e tanto Xena quanto Lyceus cresceram e se tornaram jovens habilidosos na arte da luta, devido às horas que passavam treinando suas aptidões para a arte da guerra. Eles também nutriam um grande amor pela família.

Início de Xena nas batalhas[editar | editar código-fonte]

[carece de fontes?]

Um dia a paz a que todos estavam acostumados foi repentinamente ameaçada por um ambicioso mercenário chamado Cortese, que pretendia dominar a cidade de Xena. Os habitantes de Anfípolis, que tinham pouco ou nenhum conhecimento de combate, pensavam que o melhor era render-se a Cortese. No entanto, as vozes de Xena e Lyceus elevaram-se entre a multidão, dizendo-lhes que não podiam permitir isso, que se eles rendessem-se diante de Cortese não teriam como voltar atrás – e que seguramente perderiam não só seus bens mas também sua liberdade. A maioria não estava disposta a correr o risco de um enfrentamento. Porém as palavras de Xena e Lyceus foram mais fortes, e no fim conseguiram convencer a maioria, especialmente os jovens da mesma idade.

O combate foi devastador. Muitos anfipolitanos perderam a vida, porém os homens de Cortese foram derrotados e Anfípolis ergueu-se livre. No entanto, Xena não se sentia triunfante, pois durante a batalha ela perdeu seu irmão mais querido, Lyceus. Isso a encheu de ódio e frustração, e lhe valeu ainda o desprezo de sua mãe e de muitas outras pessoas para que a liberdade não significava nada se não tinham seus filhos a seu lado. Xena então se encontrava só, sem seu irmão Lyceus, sem seu irmão mais velho Toris – que por medo do combate havia fugido de Anfípolis pouco antes dela ser invadida por Cortese. Assim Xena decidiu abandonar Anfípolis para começar a conquistar outras partes da região, de modo a obter riquezas e ter poder suficiente para evitar que qualquer outro guerreiro, mercenário ou o que fosse destruísse a cidade natal dela.

César e a crucificação[editar | editar código-fonte]

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Não se passou muito tempo para que Xena ficasse famosa entre seus conterrâneos como uma mercenária pirata sedenta por riqueza e poder. A essa altura já tinha sob seu comando um leal grupo de homens que atuavam como um poderoso exército. No entanto, Xena tinha um código de honra quando se tratava de invadir vilas: nenhum de seus homens podia matar mulheres ou crianças. Uma das vilas que Xena atacou foi Cirra – ocasião durante a qual, devido à imprudência de alguns de seus homens, muita gente inocente morreu, entre elas a família de uma inocente menina chamada Callisto, a qual nutriria tal ódio de Xena que passaria a vida inteira dela buscando vingança contra Xena.

Foi durante uma de suas travessias marítimas que Xena encontrou-se com o homem que mudaria sua vida e seu destino para sempre, Júlio César. O poderoso patrício da República romana havia sido tomado como prisioneiro pelos homens de Xena. Ao encontrar-se com César, Xena sentiu-se fortemente atraída por esse altivo personagem. Xena decidiu daí enviar um comunicado a Roma solicitando uma poderosa quantia de dinares pela liberdade de César e ordenou que seu prisioneiro fosse levado a seu camarote à noite. Sem dúvida ambos sentiram uma atração muito forte, o que os levou a desfrutar de uma noite de paixão – noite que fez Xena convencer-se de que havia conseguido um novo aliado e que seguramente daquele momento em diante ambos reinariam juntos e nada se interporia diante deles. César foi libertado depois de o resgate haver sido pago, e Xena ficou a espera de um segundo encontro com ele.

Não se passou muito tempo para que o navio de César fosse avistado por Xena no horizonte, e tudo estava pronto para dar a César calorosas boas-vindas. No entanto, um dos tripulantes a bordo do navio de Xena não estava muito certo sobre as intenções de César. Essa tripulante era M’Lila, uma escrava gaulesa fugitiva que infiltrou-se no navio de Xena e cuja vida Xena poupou, desde que ensinasse a Xena uma técnica com a qual havia já matado um dos homens dela e com a qual também imobilizou a perna direita dela. A técnica era o "ponto de pressão". Xena rapidamente aprendeu essa nova técnica.

M’Lila tentou avisar Xena contra César, mas Xena permitiu que o romano e seus homens aportassem em seu navio. Quando Xena deu conta de que tudo era uma armadilha, já era tarde. A única coisa que César queria dar a Xena era a vingança dele por ela tê-lo raptado, e assim o fez. Xena e seus homens foram feitos reféns e condenados a morrer crucificados numa praia, e César ainda ordenou que as pernas de Xena fossem quebradas. Isso tudo deveria servir de exemplo para qualquer outro guerreiro ou mercenário que quisesse tirar vantagem de Roma.

Caiu a noite e repentinamente da escuridão saiu a sombra de um encapuzado, o qual começou a golpear cada um dos soldados romanos encarregados de custodiar Xena e os demais crucificados. O encapuzado era ninguém menos do que M’Lila, que havia se escondido e dessa forma escapou das mãos dos romanos. A jovem foi hábil e num instante derrubou todos os soldados. M’Lila libertou então Xena com as pernas quebradas. De lá ela levou Xena até a casa de seu amigo Niklio, um experiente curandeiro que possuía conhecimentos médicos que ajudariam Xena a se recuperar. Niklio colocou cada um dos ossos quebrados de Xena no lugar e utilizou a acupuntura para acelerar o processo de cura, o qual se deu numa rapidez assombrosa. Dentro de sua habilidade Xena havia conseguido recuperar as forças. Só não entendia porque M’Lila a havia salvado de morrer e porque a estava ajudando. Não se passou muito tempo para que os soldados de César os descobrissem. Eles encontraram a cabana de Niklio e logo partiram para o ataque. Um dos soldados sacou seu arco e mirando Xena, atirou a flecha. A flecha cruzou rapidamente a habitação na direção de Xena. Entretanto, M’Lila foi mais rápida e se colocou na frente de Xena salvando a vida da guerreira e caindo morta em seguida nos braços desta! Xena estava chocada. Não podia crer no que acabara de ocorrer. Uma mulher totalmente desconhecida havia dado sua vida por ela, sem pedir-lhe nada em troca. A ira e o ódio começaram a invadir Xena, um sentimento mais forte que nunca havia sentido… Apesar da sua condição precária, Xena começou a combater cada um dos soldados de forma sangrenta. Esse foi o momento decisivo para Xena, o momento no qual ela passou a ser uma ambiciosa mercenária e uma obscura guerreira, com um único propósito na vida… a morte!

Lao Ma e o poder[editar | editar código-fonte]

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Foi com esse propósito que Xena deciciu viajar até o Oriente – não para se vingar de César, mas sim de toda a humanidade. A sede de sangue e poder de Xena eram maiores do que qualquer outra coisa. Xena necessitava conquistar mais e mais reinos, e desfrutava de cada batalha assim como de cada morte.

Em suas tantas viagens Xena conheceu um guerreiro chamado Bórias, com quem começou a relacionar-se. Ambos eram personagens dominantes, ambiciosos, inteligentes e em busca de mais poder. Essa união era mais que um simples relacionamento amoroso. Eles eram aliados de cada outro e ambos varriam reinos no Oriente. Suas viagens levaram-nos ao reino da China pretendendo fazer um trato onde pudessem obter algum lucro das duas casas mais poderosas do reino, a de Lao e a de Ming. A primeira a ser contactada foi Lao Ma, porém graças ao "gênio" de Xena o tal acordo acabou não sendo possível. Foi então que Xena decidiu ganhar dinheiro fácil e rápido. Seqüestrou Ming' Tien, o filho do imperador Ming' Tzu. O plano deu resultado. No entanto, os maus tratos e abusos contra o menor marcaram para sempre o pequeno, transformando-o em um ser amargo e impiedoso que com o passar dos anos se transformaria no imperador mais sanguinário do reino de Ming – também desejando vingança contra Xena.

Bórias, contudo, tinha um plano na manga ao se dar conta de que Xena estava agindo por conta própria. Decidiu fazer um acordo com Ming: entregaria Xena em troca de riquezas, e assim o fez. Uma vez que a devolução do pequeno Ming' Tien ao pai dele foi feita, Bórias fez Xena crer que ele a havia perdoado por ter agido sozinha. Só que tudo não passava de uma armação. Um dos homens de Bórias acertou Xena na cabeça. Esta caiu desmaiada, e foi entregue aos chineses. Torna-se uma prisioneira. Ming' Tzu resolveu fazer de Xena sua caça, tratando-a como um animal qualquer. Ele praticaria seu esporte favorito com ela, a caça! Para isso ele se dirigiu com Ming’Tien e sua escolta a um bosque, levando Xena enjaulada e alguns cães de caça. Pouco antes de começarem a sessão "caça a raposa", encontraram-se com Lao Ma, que lhe desejou "boa caça". Mais adiante, Xena foi libertada e a caça começou. Xena correu por sua vida com todas as suas forças, correu com muita dificuldade já que ela ainda não tinha se recuperado por completo da crucificação pelas mãos dos romanos, ela então corria sustentada por um cajado. Os ferozes cães de caça corriam sedentos atrás dela e não se passou muito até Xena tropeçar e cair. Ao se levantar ela se deparou com a figura de Lao Ma que se ofereceu para ajudar, muito embora, Xena não soubesse o porquê. Lao Ma lhe disse que podia ver a alma das pessoas e que Xena era uma grande mulher capaz de muitas grandezas. Xena então a acompanhou.

Lao Ma escondeu Xena de Ming’Tsu e durantia sua estadia no palácio da Imperatriz, aprendeu a asimilar os ensinamentos de sua mentora, ensinamentos esses baseados no amor, na paz, no auto-sacrifício e no desejo. Com alguma resistência no princípio, porém com resignação no final, Xena começou a acatar os ensinamentos de Lao Ma e graças a ela, começou a pensar na ideia de mudar seu estilo de vida. Lao Ma usou técnicas antiguíssimas com as quais curou por completo as pernas de Xena. Foi Lao Ma quem outorgou o título de "Princesa Guerreira" a Xena, quando lhe propôs que governasse junto a ela o seu reino. Esta nobre mulher estava dando muito a Xena, porém naquele momento, Xena não soube valorizar.

Xena queria ser livre, então foi proposta uma jogatina entre ela, Borias, Lao Ma e Ming’ Tsu. Se Xena ganhasse seria livre, se perdesse o ganhador a levaria como prêmio. No entanto Ming’Tsu não estava muito convencido, então para tornar as coisas mais interessantes Xena propôs que cabia ao vencedor levar, além dela, uma parte do corpo dos outros perdedores. Apesar da ideia não ter agradado a todos, eles resolveram seguir adiante com a aposta, lançaram os dados, o jogo começou e no final a ganhadora foi Xena, que imediatamente reclamou querendo um pedaço de Ming Tsu. O Imperador rapidamente se levanta, porém, Xena é mais ágil e tomando uma espada, a crava diretamente no corpo do homem, diante de uma horrorizada Lao Ma e do pequeno Ming’ Tien que acabavam de entrar em cena. Esse foi o momento de prova de Xena e ela fracassou. Ela poderia ter perfeitamente partido livre para fazer seu futuro, mas como sua sede de vingança contra o homem que a havia perseguido como a um animal era maior, ela decidiu satisfazê-la. Logo ela investiu contra Ming’Tien, o filho de Imperador, sem ter mais a mínima consideração por Lao Ma, sabendo que ela era mãe do pequeno. Lao Ma ao ver as intenções de Xena contra seu filho Ming Tien, resolveu frear a Princesa Guerreira, Xena não teve alternativa a não ser abandonar o reino da China junto com Borias, em busca de outras terras para conquistar.

Akemi e as 40.000 almas[editar | editar código-fonte]

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Deixando a China, Xena e Bórias foram um pouco mais ao oriente, até o Japão, onde resgataram a jovem Akemi, filha de um nobre do lugar, e pretendiam leva-la de volta pelo resgate. Xena e Bórias combinaram um ponto de encontro e Xena partiu com Akemi até a casa de seu pai. No caminho, Xena e Akemi foram tornando-se amigas, o que levou Xena a ensinar os pontos de pressão para Akemi. Infelizmente para Xena, Akemi usou esse golpe para matar seu pai, Yodushi, para vingar seus entes queridos mortos por ele, e em seguida suicidou-se. O último pedido de Akemi foi que Xena depositasse suas cinzas ao lado do tumulo de seu avô. Xena estava indo cumprir o desejo quando foi atacada por nativos, que consideravam Akemi uma pecadora por seu assassinato. Na luta, as cinzas de Akemi se desperçaram e Xena, enfurecida, começou um incêndio que matou 40.000 pessoas. Esse incêndio foi o passaporte de saída do Japão para Xena e Borias.

Alti e as Amazonas[editar | editar código-fonte]

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Em sua busca por novas conquistas, Xena e Borias chegaram às terras das Amazonas da Sibéria. Este grupo de valentes mulheres era liderado pela rainha Cyane, uma amazona de grande coragem e habilidades para a batalha. Era comum nesta época que a aliança entre Xena e Borias se consolidasse pela conquista de reinos e impérios, as Amazonas então, parecia um bom partido. A relação com Borias continuava igual, dentro do possível, amantes ardentes e companheiros de conquistas, no entanto, algo mudou quando Xena conheceu uma misteriosa mulher chamada Alti. Alti havia sido uma amazona que ocupava um rol muito importante dentro de sua sociedade, ela era uma xamã, uma espécie de sacerdotisa muito poderosa. Contudo, o fascínio por parte de Alti pelo lado obscuro das almas fez com que ela fosse expulsa da tribo e obrigada a viver sozinha e isolada. Foi durante sua passagem pelas terras Amazonas que Xena se encontrou com Alti. A misteriosa xamã era acompanhada por uma jovem amazona chamada Anokim, com quem Xena imediatamente estabeleceu um forte vínculo que inclusive mais tarde fez com que Xena fosse, a sua procura nas terras Amazonas dos mortos, tal como fez com Gabrielle.

Alti era hábil e propôs a Xena um plano difícil de realizar. Ela lhe daria um poder muito além do imaginável e a transformaria na "Destruidora de Nações", desde que Xena a ajudasse a acabar com a vida das Amazonas, para que desse modo conseguisse o poder espiritual que tanto havia buscado. Então Xena aceitou. Foi durante este período de convivência com as Amazonas, que Xena aprendeu muito sobre a cultura amazona e adquiriu novas habilidades. Xena teve a oportunidade de se converter em uma amazona, a rainha Cyane constantemente lhe dizia que ela tinha todas as qualidades para ser uma de suas irmãs, isso era, deviam conviver em paz e sempre trabalhar pelo bem de todos, não pelo individual, isso por suposto não estava nos planos de Xena, ela obviamente não ia aceitar.

Xena depois de aceitar a proposta de Alti para matar as Amazonas, hipocritamente se fez passar por amiga delas por um tempo. Foi durante um encontro com as Amazonas que Xena levou a cabo sua matança. Xena era hábil, com os conhecimentos adquiridos com as próprias Amazonas, em questão de minutos acabou com a vida de cada uma das Amazonas. Cyane foi à última a morrer, suas últimas palavras foram: Por quê? Xena fria como um bloco de gelo, não sentiu nenhum remorso a respeito, ao contrário, estava feliz, pois agora a promessa de Alti vivaria realidade, agora ela se tornaria a Destruidora de Nações.

Os Centauros e a morte de Bórias[editar | editar código-fonte]

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Xena ficou grávida de Borias. E como era de se esperar, a notícia não a estusiasmou tanto. Um filho certamente iria atrapalhar as suas intenções de conquistar novos reinos, porém o que mais a incomodava era saber que Borias queria fazer parte desse acontecimento. A essa altura, Borias já tinha se dado conta que Xena não era apenas uma diversão passageira, ele realmente a amava e sinceramente desejava criar essa criança que Xena carregava no ventre, ele desejava formar uma família. No entanto, Xena lhe disse abertamente que não pretendia lhe dar direitos como pai, situação que não caia nada bem para Borias, que havia chegado a um ponto no qual queria estabelecer-se e abandonar a busca por mais poder. Xena não podia crer, como Borias podia estar "amolecendo" dessa forma? O melhor seria simplesmente abandoná-lo.

Xena e Borias discutiam acerca de combater os Centauros para obter a pedra Íxion. Xena ordenou a Dagnine que se encaregasse de aprisionar alguns centauros, Borias a seu modo, queria fazer um trato e resolver tudo de forma pacífica. Quando Xena ordena que os Centauros sejam mortos, Borias decide salvá-los, libertando-os e unindo-se a eles. Nesse momento, Xena passou a considerá-lo um inimigo. Borias convencido de que podia fazer as pazes com Xena, decidiu voltar ao acampamento, nesse mesmo instante Xena esta prestes a dar a luz. Ao chegar ao acampamento, Borias se depara com Satrina, que via nele uma ameaça ao seu plano. Ela pretendia continuar ao lado de Xena para aprender cada vez mais com a guerreira, de modo há um dia chegar a ser tanto ou mais poderosa que Xena. Então, enquanto Xena começa a sentir as dores do parto, Satrina detém Borias. Ela o fere e em seguida chama Dagnine, para ele impedir Borias de partir com Xena. Na tenda, Satrina auxilia Xena no parto, do lado de fora, Dagnine e Borias lutam com todas as forças, Borias, no entanto já estava debilitado por conta do ferimento que Satrina lhe causou. Borias acaba caindo, rendido diante de Dagnine.

Xena deu a luz em meio aos gritos da batalha que se travava do lado de fora de sua tenda. Eram os gritos de seus homens e do contingente de centauros que havia vindo para apoiar Borias. Então, depois que o bebê nasceu, Satrina o pegou e abandonou o acampamento junto com Xena. A última visão de Xena ao abandonar a cena de batalha, foi a de um agonizante Borias com uma espada cravada nas costas e arrastando-se a fim de alcançar a ela e a seu filho.

Mais tarde, Xena se deu conta de que continuar com o bebê seria muito arriscado. O seu filho acabaria se tornando alvo daqueles que a odiavam… Ela não tinha alternativa a não ser entregá-lo a alguém que pudesse protegê-lo e criá-lo de forma decente. Com dor no coração, ela decidiu dá-lo a Kaleipus, líder dos Centauros, que apesar de não ter o mínimo respeito por Xena, sabia que o bebê era filho de Borias, e em nome de sua amizade com o guerreiro, aceitou o pedido de uma chorosa mãe. Xena sabia que era a melhor decisão, mas sua alma se partiu em mil pedaços ao fazer isso. Anos mais tarde, Xena ficaria sabendo que a culpada por isso havia sido Alti, que quando viu que Xena não mais a ajudaria, a amaldiçoou. Alti entrou na tenda de Xena e Borias enquanto dormiam e em forma de espírito, amaldiçoou o bebê dizendo que nem Xena, nem Borias lhe dariam um nome e que ele nunca sentiria o amor de pai e de mãe.

Odin e as Valkirias[editar | editar código-fonte]

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Após a morte de Bórias, Xena seguiu sozinha em sua jornada, chegando até as terras nórdicas (norte), onde logo de cara encontrou Odin prestes a cometer suicídio. Xena, com um breve discurso, convenceu Odin a continuar vivendo. Em agradecimento, Odin fez de Xena uma Valkyria (mulheres guerreiras que voam em cavalos alados). Não demorou muito para Xena entrar em conflito com Grinhilda, líder das valkyrias, pois Xena roubou seu posto e seduziu Odin. Xena sabia sobre o Ouro de Rhin, uma relíquia que segundo a lenda dava a quem o possuisse o poder de um Deus. Xena convenceu Odin a contar-lhe onde o ouro estava e não demorou muito a ir buscá-lo. Odin, ao saber disso, ordenou que Grinhilda matasse Xena. Mas foi ao contrário. Xena derrotou Grinhilda, mas poupou sua vida. Usando o ouro, Xena forjou um anel e canalizou os poderes do ouro dentro dele. Grinhilda, no entanto, roubou o anel e o pôs, era necessário ter renunciado o amor para ter o controle dos poderes do anel, caso contrário ele roubaria o que você mais valoriza. No caso de Grinhilda, foi sua humanidade. O anel transformou Grinhilda em um horrível monstro chamado Grindl, que passou a devastar os nórdicos de posse do anel. Foi apenas 35 anos depois que Xena conseguiu destruir Grindl, transformando-a novamente em humana, e devolvendo o anel ao lugar do Ouro de Rhin'.

Hércules e a redenção[editar | editar código-fonte]

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Passaram-se muitos invernos desde que Xena entregou seu filho aos Centauros, ela continuava na busca por mais e mais poder. A Destruidora de Nações era uma lenda, seu nome era temido e odiado por toda a Grécia. Era conhecida como uma mulher má, cruel e sanguinária. Ninguém estava disposto a enfrentá-la devido ao grande temor que seu nome causava. Xena era inteligente e praticamente havia conquistado cada reino ou império com o qual havia cruzado. No entanto, ela sabia que se quisesse ser indestrutível, ela teria que acabar com a existência de um personagem que lutava pelo bem e com o qual mais cedo ou mais tarde ela teria que enfrentar, esse personagem era Hércules. Xena sabia de sua fama e também sabia que se livrar dele não seria tarefa fácil. Assim ela decidiu levar a cabo um engenhoso plano, que consistia em enganar Iolaus, o melhor amigo de Hércules, de modo que fosse ele mesmo a acabar com a vida de Hércules. Para isso Xena usou toda o seu encanto feminino com Iolaus que caiu rendido a seus pés, totalmente apaixonado pela Princesa Guerreira. Usando suas habilidades, ela convenceu Iolaus de que Hércules não era tão boa pessoa como ele achava e que inclusive ele já quis aproveitar-se dela. Iolaus ficou furioso quando Hércules chegou ao acampamento de Xena e logo o chamou para um confronto. Hércules e Iolaus lutavam pelo que acreditavam, Iolaus por Xena e Hércules pela amizade. Iolaus estava tão cego de paixão que não dava razão a Hércules, Xena por sua vez, desfrutava com deleite da batalha entre os dois amigos. Entretanto, Hércules não estava disposto a acabar com a vida de Iolaus. Custou, mas no final Iolaus entendeu tudo e fez as pazes com seu amigo, Xena monta rapidamente em seu cavalo e antes de fugir, promete voltar.

Darphus, o subtenente de Xena, começou a se cansar das regras da Princesa Guerreira, diante do ataque a uma vila, as regras incluem nunca matar mulheres e crianças e deixar ir em paz os aldeões que se renderem. Darphus decide atacar uma vila sem o consentimento de Xena, por suposto, as coisas saem de controle e os homens terminam aniquilando toda a aldeia, o que incui mulheres e crianças. Ao chegar ao local, Xena se irrita ao se dar conta que suas ordens não foram seguidas. No local só foi encontrado cinzas, nada parece ter sobrevivido, nesse momento, um choro de bebê é ouvido, ele se encontra sob os escombros do que restou da sua casa. Darphus decide terminar de vez com a vida do bebê, mas Xena o impede dizendo que é ela quem está no comando. Darphus obedece, mas ser controlado por Xena para ele é uma situação que está chegando ao limite.

Passam-se os dias e Xena segue empenhada em não deixar que nada aconteça a pequena criatura, ela deixa o bebê sob os cuidados de uma mulher recomendada por Salmoneus, um de seus serventes. Chega um momento em que Darphus simplesmente não suporta mais, e considerando que a atitude de Xena poderia perfeitamente derivar-se de uma possível traição, decide submetê-la a juízo de uma maneira singular. Ela deveria caminhar entre duas filas de homens que lhe dariam um castigo físico. Se conseguisse chegar ao final, ele a deixaria ir, no entanto, ninguém nunca sobreviveu a essa tortura. Xena enfrenta seu destino com valor, começa a sua caminhada e aguenta como pode cada um dos golpes que lhe são dados, mas já no final, não aguenta e cai. Darphus e o resto dos homens crêem que tudo estava terminado, que Xena havia morrido. Mas eles se assombram quando lentamente Xena se levanta, ela havia conseguido, havia passado pela prova. Darphus a deixa partir e Xena promete que voltará para se vingar.

Agora Xena está só. Sua maior preocupação é vingar-se de quem a havia traído. Ela se dirige ao local em que o bebê estava seguro. Xena se recupera de seus ferimentos e decide enfrentar Darphus, entre tanto, Hércules que havia se inteirado do grande massacre que, supostamente, Xena havia causado na vila, decide partir para detê-la. No entanto, Salmoneus diz que na realidade Xena não foi à culpada por isso e sim o seu subordinado, ele então sugere a Hércules que una forças com Xena para capturar Darphus. A ideia não agrada Hércules e menos ainda a Xena, mas no final, ao longo de um embate entre eles, finalmente decidem que o melhor é unirem-se. Ambos vão a caça de Darphus, acompanhados de Salmoneus e outros. No final vencem, Xena mata Darphus e dessa forma obtem a sua vingança. Xena fica sabendo que o bebê que havia sobrevivido a matança promovida por Darphus, era precisamente filho de um dos homens que acompanhava Hércules, assim ela decide entregá-lo ante a felicidade de um angustiado pai.

Porém nem tudo saiu como haviam planejado. Ares, deus da guerra, que tinha uma certa consideração por Darphus, decide dar-lhe uma segunda chance, Ares ressuscita Darphus, obrigando Xena e companhia a enfrentá-lo mais uma vez.

Xena e Hércules começaram a passar mais tempo juntos, decidindo como enfrentariam Darphus. Foi durante esse tempo que eles acabaram encontrando Iolaus, que não podia crêr que Hércules estivesse se relacionando com a mulher que os havia manipulado. Custou fazer Iolaus entender que Xena não era mais a mesma mulher. A verdade era que Xena não era uma santa, mas estava disposta a mudar seu caminho, estava disposta a mudar de vida e ajudar Hércules a enfrentar Darphus, seu ex-tenente que agora estava aterrorizando e matando inocentes. Não demorou muito para que Xena e Hércules começassem a sentir uma atração mútua, a obscura guerreira e o nobre semideus cederam ante seus desejos, esquecendo as antigas rivalidades. Pela primeira vez em muitos anos Xena se entregava de corpo e alma a um homem, não por paixão ou interesse, simplesmente por amor. Foi Hércules que em pouco tempo, mudou por completo sua vida. Ao que vários outros haviam tentado por muito tempo, Hércules havia conseguido com uma rapidez assombrosa, até mesmo para a Princesa Guerreira. Graças a ele, Xena finalmente entendeu o que devia fazer da vida, finalmente tirou suas dúvidas e deu um giro em sua vida.

Ambos lutaram com valor diante de Darphus e uma vez terminada a batalha, Xena empreendeu uma marcha em busca de seu futuro. A despedida foi amarga, Hércules gentilmente a deixou partir, sabendo que era o melhor a se fazer naquele momento, Xena apenas agradeceu e partiu.

A Nova Vida[editar | editar código-fonte]

Gabrielle, a alma Gêmea[editar | editar código-fonte]

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Uma vez decidida a abandonar sua vida como guerreira obscura, Xena parte para sua cidade natal, Amphípolis, em busca do perdão de sua mãe. No caminho, decide que seria melhor se desfazer de cada uma de suas armas, espada, Chakram, chicote, ela resolve enterrar tudo. Enquanto faz isso, repentinamente, um grupo de aldeões conduzido por um lote de soldados, cruza seu caminho. Essas pessoas estavam sendo levadas para serem feitas prisioneiras de um guerreiro chamado Draco, com que Xena tinha uma história em comum. Entre os aldeões uma jovem loura se destaca. Ela enfrenta com coragem um dos guerreiros, o guerreiro querendo dar-lhe um castigo, pega o seu chicote, mas antes que ele pudesse dar a primeira chicotada, uma mão segura o braço do homem, era Xena. Imediatamente começa uma luta entre Xena e os soldados. Esse foi o primeiro ato não egoísta que Xena realizava em muitos anos, ela acabara de salvar a vida daquele grupo de pessoas com o qual ela nunca tinha tido nenhuma relação.

A jovem loura que havia enfrentado o guerreiro era Gabrielle, que fascinada pelas habilidades da mulher guerreira, decide abandonar sua vila para seguí-la. Entretanto, a Princesa Guerreira era a menos entusiasmada a esse respeito. Do que serviria uma jovem indefesa seguindo-a por todos os lados? Não foi nada fácil convencer Xena, mas finalmente ela aceitou, o resto é história.

Pouco a pouco começou a surgir uma amizade muito forte entre as diferentes mulheres. Com o passar dos anos a amizade, o carinho e a admiração entre elas só aumentou. Lutaram em muitas batalhas, sofreram juntas, mas acima de tudo respeitavam as diferenças uma da outra e acabaram se tornando as melhores amigas do mundo. Sim, Hércules foi o responsável por Xena dar o primeiro passo na busca por sua redenção, mas foi Gabrielle a encarregada de não permitir que Xena fraquejasse, ano após ano, dia após dia. E para Xena, Gabrielle se tornou a pessoa mais importante de sua vida, sua companheira, sua amiga, sua alma gêmea.

Eva e o crepúsculo dos Deuses[editar | editar código-fonte]

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Os sonhos de Zeus estavam sombrios, as Parcas lhe predisseram que o motivo era que a criança não nascida de Xena causaria sua morte e o fim dos Deuses gregos. De fato, Xena havia engravidado devido ao seu contato com um anjo, e essa criança traria o fim dos Deuses e o reinado de Zeus ao mundo, sabendo disso, Zeus quis matar Eva, filha de Xena ainda bebê, e por isso foi morto por Hercules. Essa caçada dos Deuses contra Eva apenas havia começado, pouco tempo depois, Xena, Gabrielle e Eva foram atacados por exércitos enviados por Ártemis, Apolo e Posidão, os exércitos acabaram destruídos. A próxima a atacar foi Atena, que sitiou Anfípolis atrás de Eva, mas se retirou quando sua melhor amiga Ilainus foi morta por Xena. Em uma tentativa desesperada para salvar Eva, Xena capturou Celesta, a Morte, mas teve que libertá-la em troca de Gabrielle. Vendo que deveria vencer pela inteligência, Xena deixou Eva com seu amigo Octavius e junto com Gabrielle forjou suas mortes perante os Deuses, no entanto, Ares chegou e levou as inconscientes Xena e Gabrielle até as tumbas no gelo e as deixou lá, e assim se passaram 25 anos, quanto a Eva, Octavius, que se tornou imperador de Roma, enviou-a para longe para treinamentos, Eva se tornou Livia, a sangrenta guerreira de Roma. Xena e Gabrielle conseguiram finalmente sair do gelo sem ter envelhecido um só dia, e foram com Joxer e Virgil atrás de Livia, Joxer acabou morto por ela, e Xena teria que matar Livia, mas Eli interveio, convertendo Eva ao caminho do amor. Os Deuses acabaram descobrindo que Xena, Gabrielle e Eva estavam vivas e caíram em cima delas, Xena, para proteger Eva e faze-la abrir o caminho no mundo pro amor, ganhou de Eli o poder de matar Deuses, e com esse poder, matou Posidão, Discórdia, Apolo, Hefesto, Hades, Deimos, Ártemis, as Furias, Mefistófeles e Atena, assim, a profecia se cumpriu, Eva trouxe o crepúsculo dos Deuses e partiu em suas pregações sobre Eli e o caminho do amor.

Na verdade, toda a série parece ter uma tendência catequizadora, retratando o Deus dos israelitas como o único que deve ser seguido e quase todos os outros deuses de outras origens como vilões.

A morte da guerreira[editar | editar código-fonte]

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Após a morte de Yodushi, pai de Akemi, ele foi capturado pelas trevas e transformado em um demônio comedor de almas, que aprisionou Akemi. A amiga de Xena mandou o ninja Kenji pedir ajuda a Xena para destruir Yodushi, na viagem ao Japão, Xena contou a Gabrielle sobre seu passado no Japão. Assim que chegaram na cidade de Higuchi, ajudaram a apagar um incêndio devastador e adotaram novas roupas típicas do lugar. Xena ensinou a Gabriele sobre os pontos de pressão, mas acabou descobrindo com o guerreiro Harukata que só um espírito poderia matar Yodushi, assim Xena deixa-se matar e encontra os espírito de Akemi sobre seu plano de destruir o demônio, juntas com Kenji, Harukata e a fantasma Ayako, montam uma emboscada para Yodushi, a emboscada falha, resultando na morte Kenji, Harukata e Ayako. Gabrielle havia cremado o corpo de Xena e levado suas cinzas até as águas mágicas do monte Fuji, com as quais poderia ressuscitar Xena, no entanto, foi surprendida por Yodushi, Xena e Akemi apareceram e recomeçou a luta, Akemi acabou destruida, mas Xena conseguiu destruir Yodushi, libertando Akemi e as outras almas. Quanto a Xena, ela impediu Gabrielle de ressuscitá-la, pois isso significaria condenar a alma das 40 mil pessoas que ela havia queimado e assim, Xena permaneceu morta, deixando Gabrielle sozinha em sua jornada. Gabrielle segue para a "terra dos Faraós", onde estão precisando da "garota com o Chakram", que agora se aplica a ela e não a Xena.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Apesar de não possuir qualquer tipo de nobreza, Xena é ocasionalmente chamada de A Princesa Guerreira, talvez pelo fato de sua extrema maestria, quase nobre, na arte de combate. Outras alcunhas, porém, incluem Destruidora de Nações, Legendária Xena ou Flagelo dos Deuses.
  • Xena apareceu primeiramente como personagem secundário na série Hercules: The Legendary Journeys, de fato, começou em três episódios da primeira temporada de Hercules, The Warrior Princess, The Gauntlet e Unchained Heart; A personagem fez tanto sucesso que ganhou série própria, e voltou em Hercules em mais 3 episódios: Jugdement Day, Armageddon Now II e Stranger in a Stranger World.
  • Primeiramente, Xena seria interpretada pela atriz Vanessa Angel, mas uma doença a impediu de viajar para as gravações, também foi descartada a atriz Melinda Clarke, então a atriz Lucy Lawless foi escolhida.
  • Ao todo, Xena morreu 4 vezes durante a série.
  • Ao todo, durante a série, Xena foi atingida por 8 flechadas, 1 Dardo e atingida duas vezes por seu próprio Chakram.

Habilidades e Dons[editar | editar código-fonte]

Estilos de Combate[editar | editar código-fonte]

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Xena executou muitos feitos que foram considerados fora da escala humana normal e limitados ao poder de semideuses. A guerreira deve ter sido mesmo puramente mortal, a mais poderosa da história, entretanto, havia as sugestões ocasionais que seu pai verdadeiro era Ares. Esta linha foi deixada cair geralmente por causa de sua conexão romântica com Ares, que então seria incesto. Embora Xena não possuisse a força bruta de seu amigo e aliado Hercules, tinha uma agilidade fora do comum combinada a um dom quase inumano de acrobacias e manejo do Chakram. Força e resistência bem acima da média de guerreiros mortais, também. Teve a habilidade de absorver a muita dor, como quando as setas foram removidas de seu corpo. Ignorou a agonia de um ombro deslocado até ser lembrada por Gabrielle, que no ponto reparou o ferimento deliberadamente colidindo com uma parede.

Xena moldou seu corpo e seu estilo de combate para chegar ao extremo dos limites humanos. Combinado com sua vontade de ferro, transformou-se na única guerreira a sobreviver o ordeal do gauntlet, onde foi forçada a funcionar sem armor ou linchamento entre duas linhas dos soldados, que a bateram com clubes. No episódio final da série, Xena foi batida por uma chuva das setas em áreas diferentes de seu corpo e continuado ainda a lutar bravamente contra um exército de 20.000 samurais, do qual abateu grande número. Quanto às técnicas, Xena não possuiu poder divino, teve uma habilidade pular demonstrada por poucos guerreiros de um nível de habilidade elevada, notàvelmente M'Lila, Callisto e Draco. Xena executou pulos que desafiam a gravidade geralmente em um estilo acrobatico de até 30 pés. O lept de Xena em linha reta acima da água do fosso ao alto de uma parede elevada do castelo e somersaulted de sua posição na terra ao alto de uma árvore alta onde um archer ambushing seu grupo com setas. Xena geralmente funcionou acima do torso de um ruffian, executou um backflip, e retrocedeu-o quando ainda dentro mid-air. Em ocasiões raras funcionou realmente nas caras de um squad circunvizinho dos soldados.

Velocidade e reflexos inacreditáveis possuídos por Xena. Podia travar facas e setas em explosões da energia do midflight e do rodeio dos foes mystical. Podia lançar rotineiramente seu chakram, uma habilidade somente Callisto, Eva e Gabrielle podia duplicar. Xena podia converter virtualmente todo o objeto em uma arma, das espadas, aos chobos, aos scarfs, às bandejas, e aos peixes. Nos termos do seriado Xena carrega geralmente sua espada (nas costas), chakram (na cintura), uma adaga de peito, e um chicote (também na cintura).

Xena era uma mestra de artes marciais. Observar seu estilo de combate Xena foi mostrado para usar os estilos diferentes que variam de Tae Kwon Do, Aikido, jiu-Jitsu, judo, kung-fu, boxing, e estilos espada de combate múltiplos em um estilo de combate virtualmente inimitável e insuperável. O potencial de combate incrível de Xena fêz-lhe uma adversária a altura, mesmo em combates em que os seus adversários eram, de certa forma, superiores a ela, tal como deuses, semideuses, arcanjos, e demônios.

Poderes Sobrenaturais[editar | editar código-fonte]

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Além de suas habilidades em combate, Xena demonstrou uma série de dons incomuns entre os mortais, e que a fizeram ainda mais poderosa. O seu primeiro contato com esse tipo de poder se deu na China, quando aprendeu com Lao Má um tipo de Telecinese chamada de The Power, que lhe concedia o poder de destruir exércitos, mas Xena só podia usar desse poder quando estava em uma pureza de espírito que ela raramente alcançava, mas conseguiu usar o Poder para se livrar da morte em The Debt, em Purity, usou o poder para matar a maléfica Pao Ssu, e finalmente, em Back in the Bootle, usou-o para petrificar Kan e seus exércitos, bem como para destruir os espíritos de Ming Tien e Pao Ssu.

Com Alti, Xena atingiu um grande poder espiritual, pois aprendeu a cruzar pro reino dos mortos e também ao reino espiritual, nesse reino, Xena tinha algo semelhante a um poder de voô, tal os poderes de Alti. Xena usava essa "viagem", para ver pessoas que ela havia perdido, como Gabrielle e Anokin, e posteriormente para derrotar Alti no campo dela.

Viajando pela Índia, a Darshan Naiyma ensinou Xena a dominar os poderes do Mendhi, uma vez dominado, Xena pode viajar ao futuro, na sua reencarnação, e depois regressar, trazendo consigo o espírito de Alti, e foi usando o poder do Mendhi que forjou Chakrams mágicos com os quais atingiu Alti até destruir seu corpo. Também na Índia, recebeu de Krishna um poder espiritual que lhe deram quatro novos braços temporários, capacitando-a a derrotar e matar o demônio Indrajit.

Talvez o poder que caracterizou Xena na 5ª e 6ª Temporadas da série foi o poder de matar Deuses que ganhou de Eli, esse poder foi lhe concedido para que protegesse Eve, usando esse poder que matou Posidão, Discórdia, Hefesto, Hades, Deimos, Ártemis, as Fúrias, Mefistófeles e Atena, com esse poder, também veio o dom de destruir Anjos, mas tentou usar esse poder para matar o arcanjo Miguel, o que fez Eli retirar-lhe esse poder, que havia lhe dado o título de Assassina de Deuses.

Referências

  1. Blackwell Synergy - J Popular Culture, Volume 32 Assunto 2 Pagina 79-86, Fall 1998.
  2. Mary Magoulick, "Frustrating Female Heroism: Mixed Messages in Xena, Nikita, and Buffy," Journal of Popular Culture 39.5 (Outubro de 2006): 729-755.
  3. What we owe Xena Cathy Young.
  4. This return of the king brings some changes.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]