Alberto Rendo

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Alberto Rendo
Alberto Rendo - El Gráfico 2604.jpg
Biografia
Nascimento
Cidadania
Atividade
Outras informações
Especialidade
Equipas
Club Atlético Huracán (-) – 83 jogos jogados e 10 pontos marcados
Seleção Argentina de Futebol (-) – 16 jogos jogados e 6 pontos marcados
Club Atlético San Lorenzo de Almagro (-) – 142 jogos jogados e 10 pontos marcados
Club Atlético Huracán (-) – 28 jogos jogados e 2 pontos marcados
Club de Fútbol Laguna (en) (-)
Club Santos Laguna ()Visualizar e editar dados no Wikidata
Los Matadores, o elenco do San Lorenzo campeão invicto em 1968. Rendo é o primeiro jogador agachado, da esquerda para a direita.

Alberto Rendo (Buenos Aires, 3 de janeiro de 1940) é um ex-futebolista argentino que atuava como entreala direito.[1]

Rendo começou a carreira em 1959, no clube do coração, o Huracán.[2] Destacou-se a ponto de chamar a atenção do arquirrival, o San Lorenzo, um dos cinco grandes do futebol argentino. Em 1965, deixou Parque Patricios para o vizinho Boedo por 20 milhões de pesos, a maior quantia paga em uma transferência no futebol argentino até então.[3]

Depois de seis anos nos quemeros, passou cinco nos cuervos. Na nova equipe, integrou o elenco conhecido como Los Matadores, que fez do San Lorenzo o primeiro time a sagrar-se campeão argentino de forma invicta, em 1968.[4] O feito, porém, não livrou o time de certa crise financeira.[5] Aos 30 anos, Rendo regressou então ao Huracán, em 1970. Na equipe que torcia, chegou a jogar ao lado de dois antigos colegas azulgranas, Héctor Veira e Narciso Doval. Rendo aposentou-se no ano seguinte.

Como jogador do San Lorenzo, atuou doze vezes pela Seleção Argentina.[6] Seu momento mais lembrado ocorreu em 31 de agosto de 1969, quando a Albiceleste enfrentou o Peru em um confronto direto por uma vaga na Copa do Mundo de 1970. Como o jogo seria em Buenos Aires e os peruanos tinham a vantagem do empate, os argentinos resolveram mandar o jogo no temido campo do Boca Juniors, La Bombonera, onde imaginavam que poderiam exercer maior intimidação. Rendo entrou no decorrer da partida e fez, a três minutos do fim, o gol que empatou a partida em 2 x 2. O lance acabaria de nada adiantando, uma vez que o resultado se manteve e a Argentina ficou, pela primeira vez, desclassificada de uma Copa.[7] Ainda em no Huracán, chegou a representar seu país nas Olimpíadas de 1960.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Alberto Rendo». Museo de San Lorenzo. Consultado em 29 de julho de 2011 
  2. IGLESIAS, Waldemar (novembro de 2009). «Nuestro Bambino». Blog Quemero. Consultado em 29 de julho de 2011 
  3. «Así fue el año que nasció GENTE». Gente. Consultado em 29 de julho de 2011 
  4. a b AZEDO, Maurício; QUADROS, Raul (10 de novembro de 1977). A pose do malandro. Placar n. 394. Editora Abril, pp. 4-6
  5. ANDRADE, Aristélio (1 de junho de 1973). A praga de Pompeia. Placar n. 168. Editora Abril, pp. 26-27
  6. «Alberto Rendo». Museo de San Lorenzo. Consultado em 4 de agosto de 2011 
  7. MELO, Tiago (5 de fevereiro de 2011). «O dia em que Cachito Ramirez fez a Argentina chorar». Futebol Portenho. Consultado em 4 de agosto de 2011