Alice Sampaio

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Alice Sampaio, cerca de 1961
Alice Sampaio, cerca de 1951

Alice Sampaio (Mido, 18 de março de 1927 - Lisboa, 14 de maio de 1983) foi uma escritora portuguesa.[1][2][3]

Nasceu em Mido, no distrito da Guarda, filha primogénita de Francisco de Almeida Sampaio e de Maria Cândida Gonçalves Sampaio. Depois de concluída a escola primária na aldeia e o liceu na cidade da Guarda, decidiu, com o apoio sobretudo da mãe, prosseguir os estudos na universidade. Embora tivesse querido seguir Medicina, acabou por escolher estudar Farmácia na Universidade de Coimbra, curso que concluiu já depois de casada, na Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto.

Casou em 1951 com Guido dos Santos Rodrigues e, pouco tempo depois do casamento, foi viver para Angola. Foi na então cidade de Nova Lisboa, hoje Huambo, que nasceram os seus quatro filhos. Regressou a Lisboa em 1959 e foi neste período que começou a publicar a sua obra[4][5], tendo também trabalhado como farmacêutica[6], tradutora e, mais tarde, como professora.

Obras[editar | editar código-fonte]

Outros trabalhos publicados[editar | editar código-fonte]

Prefácio de Os Melhores Contos Japoneses, Arcádia, 1967[22][23]

Traduções:

Citações[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Castro, Francisco Lyon de (2002). História da literatura portuguesa: As correntes contemporâneas. [S.l.]: Publicações Alfa. ISBN 978-972-626-258-9 
  2. «Biblioteca Nacional de Portugal». catalogo.bnportugal.gov.pt. Consultado em 28 de janeiro de 2020 
  3. «Série Escritoras Esquecidas: Alice Sampaio». www.jornaldenegocios.pt. Consultado em 2 de fevereiro de 2020 
  4. «A Celebration of Women Writers: PORTUGAL». digital.library.upenn.edu. Consultado em 1 de fevereiro de 2020 
  5. Vaz, Carmo (1981). Linguística portuguesa: Código de escrita. [S.l.: s.n.] 
  6. «Portal Português de Arquivos - Livro de Atas N.º 8 da Direção do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos». portal.arquivos.pt. Consultado em 1 de fevereiro de 2020 
  7. Sampaio, Alice (1961). A cidade sem espaço: romance. [S.l.]: Livraria Bertrand 
  8. Crítica: Romancistas contemporâneos 1942-1961. [S.l.]: Impr. Nacional-Casa da Moeda. 1999 
  9. Brotéria: Série mensal. [S.l.]: Brotéria. 1963 
  10. Sampaio, Alice (1963). O aquario; romance. [S.l.]: Livavia Bertrand 
  11. Vértice. [S.l.]: Vértice. 1963 
  12. Silva, por Luís Filipe. «Entrevista a Alice Sampaio, in JLA (1963)». Consultado em 31 de janeiro de 2020 
  13. «Revistas de Ideias e Cultura». ric.slhi.pt. Consultado em 27 de janeiro de 2020 
  14. «Cronobiografia de José Saramago: 1967-68». Fundação José Saramago. Consultado em 26 de janeiro de 2020 
  15. Seara nova. [S.l.: s.n.] 1968 
  16. Sampaio, Alice (1968). D. Leonor, rainha maravilhosamente. [S.l.]: Distribuição exclusiva: Dilsar 
  17. Simões, João Gaspar. Crítica: O Teatro contemporâneo (1942- 1982). [S.l.]: Livraria Latina Editora 
  18. Rumo. [S.l.]: Emérico da Gama. 1970 
  19. Maria Helena Serôdio e Eunice Tudela de Azevedo (2013). «Norberto Barroca: Artes e ofícios de um fazedor de teatro» (PDF). Sinais de cena 20. Consultado em 1 de fevereiro de 2020 
  20. Sampaio, Alice (1977). A rua da ronda: tarde branca do mês de janeiro. [S.l.]: Editora Arcádia 
  21. Sampaio, Alice (1977). Penelope, a infanta. [S.l.: s.n.] 
  22. Seruya, Teresa (28 de novembro de 2018). Misérias e Esplendores da Tradução no Portugal do Estado Novo. [S.l.]: Leya. ISBN 978-972-54-0624-3 
  23. Seruya, Teresa; D hulst, Lieven; Rosa, Alexandra Assis; Moniz, Maria Lin (29 de agosto de 2013). «Translation in Anthologies and Collections (19th and 20th Centuries) ISBN 978-90-272-7143-3». [S.l.]: John Benjamins Publishing Company. Consultado em 1 de fevereiro de 2010 
  24. «BNP - O acaso e a necessidade». bibliografia.bnportugal.pt. Consultado em 27 de janeiro de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]