António Cardoso

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António Cardoso
Nome completo António Mendes Cardoso
Nascimento 8 de abril de 1933
Luanda, Angola
Morte 26 de junho de 2006 (73 anos)
Lisboa, Portugal
Nacionalidade Angola Angolano
Ocupação Poeta
Magnum opus A Fortuna: Novela de Amor

António Mendes Cardoso (Luanda, 8 de abril de 1933Lisboa, 26 de junho de 2006) foi um poeta angolano.[1][2]

Vida e obra[editar | editar código-fonte]

Nasceu e viveu nos subúrbios de Luanda, tendo frequentado o Liceu de Luanda. Foi empregado de escritório e bancário em Luanda.[3]

Colaborou na revista Mensagem, embora seja mais conhecido pela sua colaboração com a revista Cultura II, onde fez parte do corpo redatorial. Por causa das suas ideologias e da linha temática que sempre seguiu (foi militante do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) desde a fundação), foi preso pela Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE) em 1960 e 1961, em Luanda, e no Campo de Concentração do Tarrafal (em Cabo Verde) de 1961 até 1974.

Após a independência de Angola, exerceu funções superiores na Rádio Nacional de Angola, na Secretaria de Estado da Cultura e na União dos Escritórios de Angola, é ainda citado em várias Antologias de Língua Portuguesa e de outros países da Europa.

Poemas de Circunstância, obra de estreia de António Cardoso no mundo literário angolano, em 1962, reúne os primeiros textos do autor.

António Cardoso morreu em Lisboa a 26 de junho de 2006.[4]

Obras publicadas[editar | editar código-fonte]

  • Poemas de circunstância (1961)
  • São Paulo (1961)
  • 21 Poemas de Cadeia (1979)
  • Economia Política, Poética (1979)
  • Panfleto Poético (1979)
  • A Casa da Mãezinha: Cinco Estórias Incompletas de Mulheres (1980)
  • A Fortuna: Novela de Amor (1980)
  • Baixa & Musseques (1980)
  • Lição de Coisas (1980)
  • Nunca É Velha a Esperança... (1980)

Referências

  1. «Ministério da Cultura lamente morte do escritor António Cardoso». Luanda: ANGOP. 26 de junho de 2006 
  2. «António Cardoso». Dicionários Porto Editora. Infopédia 
  3. «António Cardoso». Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas. Consultado em 27 de agosto de 2016 
  4. Nadais, Inês (27 de junho de 2006). «Morreu o poeta angolano António Cardoso». Público 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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