Antônio Batista Vieira

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Antônio Batista Vieira
Nascimento 14 de junho de 1919
Várzea Alegre
Morte 19 de abril de 2003 (83 anos)
Hospital Universitário Walter Cantídio
Sepultamento Várzea Alegre
Cidadania Brasil
Alma mater Universidade da Califórnia em Los Angeles, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Ocupação escritor, sacerdote, político
Religião Igreja Católica de Rito Latino
Causa da morte insuficiência cardíaca

Padre Antônio Batista Vieira (Várzea Alegre, 14 de junho de 1919 — ?, abril de 2003) foi um padre e político brasileiro, fundador do Clube Mundial do Jumento[1][2], escritor e deputado federal pelo Ceará.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nasceu no sítio Lagoa dos Órfãos, no sopé da Serra dos Cavalos. Era filho de Vicente Vieira da Costa e Senhorinha Batista de Freitas. Ordenou-se no sacerdócio em 27 de dezembro de 1942, no Crato, no Ceará. Em 1964 cursou com destaque a Universidade da Califórnia em Los Angeles, graduando-se em economia e planejamento de pesquisa social. Entre 1970 e 1974 cursou direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro, licenciando-se em filosofia, ciências e letras.

Foi fundador do Clube Mundial do Jumento e sócio da Associação Cearense de Imprensa.

Foi deputado federal, eleito para o período legislativo de 1967 a 1970.

É autor das seguintes obras:

  • 100 Cortes sem Recortes (1963).
  • O Jumento, nosso irmão (1964).
  • O verbo amar e suas complicações (1965).
  • Sertão brabo (1965).
  • Mensagem de Fé para quem não tem Fé (1981).
  • Penso, logo desisto (1982).
  • Pai nosso (1983).
  • Bom dia, meu irmão (1984).
  • Porque fui casado (1985).
  • Gramática do absurdo (1985).
  • A Igreja, o Estado e a questão social (1986).
  • A família (evolução histórica, sociológica e antropológica) (1987).
  • Senhor, aumentai a minha Fé (1989).
  • Eu e os outros (1987).
  • Roteiro lírico e místico sobre Juazeiro do Norte (1988).

Referências

  1. «Padre Antonio Vieira». Telegraph. Consultado em 21 de abril de 2016. 
  2. «Pe. Antonio Vieira terá museu». Diário do Nordeste. Consultado em 21 de abril de 2016. 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • BORGES, Raimundo de Oliveira (1995). Crato Intelectual. 1. Crato: Itaytera. 365 páginas 
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