Aurora do Pará

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  • Aurora do Pará (KM 58) Vila Aurora
Município de Aurora do Pará
"Km 58"
Bandeira de Aurora do Pará
Brasão de Aurora do Pará
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 20 de dezembro
Fundação 20 de dezembro de 1990
Gentílico aurorense
Prefeito(a) Jorge Pereira de Oliveira (JORGE CHICÓ) (DEM)
(2013 – 2020)
Localização
Localização de Aurora do Pará no Pará
Aurora do Pará está localizado em: Brasil
Aurora do Pará
Localização de Aurora do Pará no Brasil
02° 08' 02" S 47° 33' 46" O02° 08' 02" S 47° 33' 46" O
Unidade federativa Pará Pará
Mesorregião Nordeste Paraense IBGE/2008[1]
Microrregião Guamá IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Mãe do Rio, Capitão-Poço, Ipixuna do Pará, Concódia do Pará
Distância até a capital 205 Km - aprox, 2horas 52 minutos km
Características geográficas
Área 1 811,827 km² [2]
População 29 991 hab. IBGE/2016[3]
Densidade 16,55 hab./km²
Altitude 50 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,519 baixo PNUD/2010[4]
PIB R$ 240 669,77 mil IBGE/2014[5]
PIB per capita R$ 8 306,40 IBGE/2014[5]

O Município de Aurora do Pará foi desmembrado dos Municípios de Irituia e São Domingos do Capim, que por sua vez teve origem ligada às incursões portuguesas nos rios Capim e Guamá, de tal forma que crônicas mais antigas mencionam-se como povoação que foi levada à categoria de freguesia em 06 de junho de 1758, sob o nome de São Domingos da Boa Vista. Nesta condição ficou, passando a fazer parte do Município da Capital a partir de 1833, sendo elevado à categoria de vila em 1890. Foi então criado, a partir dessa vila, o Município de São Domingos da Boa Vista, cujo território foi formado do desmembramento do Município de Belém. A 19 de agosto de 1932, pelo Decreto Estadual de nº 720, passou a denominar-se São Domingos do Capim, formado apenas pelo distrito-sede. Em 1943, com a divisão territorial do Pará, passou a chamar-se apenas Capim, tendo sido reduzido seu território em 1.249 Km², para aumento da área do Município de São Miguel do Guamá Tais cortes foram se sucedendo, sendo que o último deu origem a Ipixuna e Aurora do Pará.

Assim como em outros Municípios, passada a fase hidroviária de desenvolvimento, o processo de ocupação do "planalto" com terra firme e matas altas, exemplificado pela antiga vila Aurora ou Km 58, iniciou-se no final da década de 50, quando da abertura da Belém-Brasília, com a exploração de madeira e posteriormente com a agricultura. A maioria dos trabalhadores era constituída de nordestinos e muitos vinham através dos convites de conterrâneos que já estavam na região considerada por eles como a terra da promissão, o verdadeiro "Eldorado".

Em 1960, muitos deles já haviam abandonado a região, vitimados pela alta incidência de malária, quando começou a chegar nova onda de imigrantes tencionando fixar-se. Entre eles estavam Antônio Alves (conhecido como barbeiro) e mais dois campinenses que fizeram roçados e construíram seus barracos no Km 58. Em 1963, Antônio instalou uma barbearia, o primeiro estabelecimento de serviços da antiga localidade de vila Aurora, em virtude de seu roçado não estar dando resultados suficientemente positivos.

A imigração continuava, sendo constituída principalmente de cearenses e poucos paraenses, que dedicaram-se ao cultivo de algodão e da malva, além do roçado. Com a penetração da colônia japonesa (entre as décadas de 70 e 80) oriundo de Tomé-Açu, face a disseminação da fitopatologia naquela localidade, houve a expansão do plantio de pimenta-do-reino, hoje também em decadência.

Em 1966, a Prefeitura de São Domingos do Capim reivindicou a administração do local, o que resultou em conflitos políticos, chegando a serem usadas correntes para impedir o tráfego de veículos para São Domingos do Capim, estas arrebentadas pelo Prefeito de Irituia, tal fato veio ocasionar o desinteresse pela posse e administração da vila Aurora, pelo então Prefeito de São Domingos.

Em 1972, iniciou-se a demarcação dos limites territoriais dos Municípios, que não foi concluída por desentendimentos políticos entre os dois Municípios, o que novamente resultou no abandono temporário, por ambos, de vila Aurora.

Em 26 de outubro de 1990, a Prefeitura de Irituia através do Ofício nº 080/90, comunica que a área territorial que constituía posse de vila Aurora, passaria a pertencer efetivamente a São Domingos do Capim, inclusive a Escola Estadual Hildeberto Reis. A emancipação do Município de Mãe do Rio foi um fator que acelerou decisivamente o desejo emancipacionista dos aurorenses, o que se deu em conjunto com os outros 22 Municípios, em dezembro de 1991.

Formação Administrativa Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Aurora do Pará, pela lei estadual nº 5698, de 13-12-1991, desmembrado de Irutuia e São Domingos do Capim. Sede no distrito de Aurora do Pará ex-localidade do município de São Domingos do Capim. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.

Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

O Município de Aurora do Pará é um dos maiores produtores de farinha de mandioca do nordeste paraense, tendo também sua pecuária bastante desenvolvida nesta região. Temos como recursos naturais o minério Caulim, em bastante abundância em nosso município é:

Mesorregião: Nordeste Paraense

Limites : Mãe do Rio, Capitão-Poço, Ipixuna do Pará, Concórdia do Pará

Acesso Rodoviário: BR-010 - na altura do km 263

Distância da Capital: 205 km

Gentílico: Aurorenses

fonte: >https://www.auroradopara.pa.gov.br/informa.php?id=6>

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  3. «Censo Populacional 2016» (PDF). Censo Populacional 2016. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2016. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 22 de setembro de 2013. 
  5. a b «PIBMunicipal2010-2014». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 27 de dezembro de 2016. 

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