Brito Broca

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Brito Broca
José Brito Broca
Conhecido(a) por Brito Broca
Nascimento 6 de outubro de 1903
Guaratinguetá, São Paulo
Morte 20 de agosto de 1961 (57 anos)
Rio de Janeiro, Guanabara
Nacionalidade brasileiro

José Brito Broca (Guaratinguetá, 6 de outubro de 1903Rio de Janeiro, 20 de agosto de 1961) foi um crítico literário e historiador brasileiro.

Admitido na Escola Normal em 1923 — colaborador do Correio Popular de sua cidade natal —, muda-se para a cidade de São Paulo no ano seguinte (1924), quando começa a redigir crônicas literárias — para vários jornais — sob os pseudônimos "Lauro Rosas" e, posteriormente, "Alceste".

Em sua permanência no Rio, em fins da década de 1930, entra a trabalhar para o DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) e, como redator, para a Livraria José Olympio e para a sucursal de A Gazeta.

Escreveu várias obras de amplo conhecimento, dentre as quais é destacada A Vida Literária no Brasil — 1900 (1956), agraciada com os prêmios Paula Brito (Secretaria da Educação do Rio de Janeiro), Sílvio Romero (Academia Brasileira de Letras), Fábio Prado (Sociedade Paulista de Escritores) e Luísa Cláudio de Sousa (PEN Clube do Brasil).

Morreu atropelado na madrugada de 20 de agosto, na altura da Rua Dois de Dezembro, no Flamengo, às vésperas de completar 58 anos de idade.

Parte do acervo de sua biblioteca pessoal encontra-se na biblioteca do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.[1]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  • INSTITUTO DE ESTUDOS DA LINGUAGEM — IEL. Coleção "Brito Broca". Disponível em: [1]. Acesso em: 12 de abril de 2012.
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