Caio Mourão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Under construction icon-yellow.svg
Este artigo carece de caixa informativa ou a usada não é a mais adequada. Foi sugerido que adicionasse esta.

Caio Alonso Mourão (São Paulo, 1933Rio de Janeiro, 2005) foi um artista, pintor e escultor brasileiro, como joalheiro foi o introdutor do conceito da jóia de arte no Brasil.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Caio foi aluno de Aldo Bonadei e colaborador de Antonio Bandeira e Di Cavalcanti em vários painéis.

Pintor e desenhista, expôs na II Bienal de São Paulo.

Em 1956 inicia-se em Joalheria.

Em 1957 muda-se para o Rio de Janeiro e se torna carioca por adoção.

Em 1959 participa da criação da revista Senhor.

Em 1963 ganha o 1º Prêmio Internacional de Joalheria na VII Bienal de São Paulo.

Em 1968 viaja para Paris a convite de Pierre Cardin e lá trabalha como designer de jóia.

Um ano depois, vai lecionar design em Portugal, convidado pelo Ministério dos Estrangeiros. Com os portugueses aprende técnicas de fundição e prataria pesada.

De volta ao Brasil, no fim de 1969, começa a abrir caminho para o que veio a se chamar joalheria de autor.

Ao longo de sua carreira, realizou diversos troféus:

Em 1980, além da prata e do ouro, começa a utilizar aço e imãs, criando suas esculturas móveis.

A partir de 1994, sua obra ganha novas dimensões, com peças de aço inox e ferro trabalhados com solda elétrica, que chegam a 3 metros de altura.

Ao longo dos últimos anos, Caio se dividia entre a casa-atelier de Iguaba Pequena e o Atelier Mourão, em Ipanema, onde funciona a mais tradicional escola de joalheria do Brasil.

Também se dedicou a escrever crônicas para a revista Caros Amigos e publicou o livro Prata da Casa, estórias de um funileiro, em 2003.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]