Debates na eleição municipal de Goiânia em 2012

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Os debates na eleição municipal de Goiânia em 2012 consistem numa série de debates que serão promovidos entre os candidatos à prefeitura de Goiânia em 2012: o apresentador e deputado estadual Elias Júnior, a deputada estadual Isaura Lemos, o administrador José Netho, o deputado federal Jovair Arantes, o atual prefeito Paulo Garcia, o professor de história Reinaldo Pantaleão, o advogado Rubens Donizzeti e o vereador Simeyzon Silveira. O primeiro debate foi realizado pela TV Goiânia, afiliada da Rede Bandeirantes, no dia 2 de agosto. Foram convidados a participar os seis candidatos cujos partidos possuem representação na Câmara dos Deputados; assim sendo, José Netho e Rubens Donizzeti não participaram. No dia 5 de agosto foi realizado o segundo debate, promovido pela Fonte TV. Desta vez, todos os candidatos foram convidados a participar. Em 16 de agosto foi a vez da TV Capital realizar seu debate, tendo convidado apenas os seis candidatos cujos partidos possuem representação parlamentar. O debate mais esperado seria realizado no dia 4 de outubro, três dias antes da eleição, pela TV Anhanguera, afiliada da Rede Globo e contaria com a presença dos quatro candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto. No entanto, a emissora acabou cancelando o debate após a Justiça Eleitoral garantir a participação de outros dois candidatos.

TV Goiânia[editar | editar código-fonte]

Debate da TV Goiânia
Participantes Elias Júnior (PMN), Isaura Lemos (PC do B), Jovair Arantes (PTB), Paulo Garcia (PT), Pantaleão (PSOL) e Simeyzon (PSC)[1]
Localização TV Goiânia.[2]
Data 2 de agosto[2]

Durante o debate, Paulo Garcia recebeu críticas em áreas como saúde, segurança, transporte coletivo e trânsito.[1] O petista lembrou, diversas vezes, que destina 23% da arrecadação municipal à saúde, destacando a construção do Hospital da Mulher e a revitalização do Mutirama.[1] Jovair Arantes apresentou como bandeira a descentralização da administração municipal.[1] Chamado por Paulo Garcia de "despreparado" após confundir o nome de dois córregos, ele criticou a gestão do petista, principalmente em relação ao trânsito.[1] Reclamou do excesso de sinaleiros e defendeu a construção de viadutos e trincheiras.[1] Isaura Lemos, por sua vez, criticou a falta de um sistema de monitoramento do tráfego e a pouca quantidade de agentes de trânsito.[1] Ela prometeu fomentar a construção de estacionamentos subterrâneos e verticais para tirar os carros das ruas e também criticou a falta de leitos e médicos e a má distribuição das especialidades nos Centros de Atendimentos Integrais à Saúde (Cais).[1] Isaura prometeu uma política de fomento à prática esportiva na periferia, com a retomada das escolas de iniciação esportiva e a construção de "clubes do povo".[1] Elias Júnior prometeu criar uma Secretaria Municipal de Segurança Pública.[1] Após ser apontado por Pantaleão como um dos que votaram contra os professores na Assembleia Legislativa, o candidato do PMN disse que o opositor estava equivocado e prometeu melhores condições às escolas da capital.[1] Pantaleão também criticou a reforma do Mutirama, afirmando que o prefeito teria feito a obra "a qualquer custo, de olho nas eleições".[1] Criticou também os contratos da prefeitura com a Delta, construtora ligada ao grupo de Carlinhos Cachoeira.[1] Paulo Garcia disse, em resposta, que foi o primeiro político do país a suspender os contratos com a empresa.[1] Para Simeyzon, o transporte coletivo é um dos maiores problemas da capital.[1] Ele apresentou o projeto de baixar a tarifa aos domingos, para ajudar as famílias de baixa renda a aproveitar "o dia de lazer e de professar a sua fé".[1] Ele falou sobre suas propostas para melhorar a mobilidade urbana, dando ênfase na construção de ciclovias, e destacou também o apoio que recebe do DEM.[1]

Fonte TV[editar | editar código-fonte]

Debate da Fonte TV
Participantes Todos os candidatos
Localização Fonte TV[3]
Data 5 de agosto[3]

Nos dois primeiros blocos, os candidatos apresentaram discursos ensaiados e propostas rasas.[4] Apenas Jovair Arantes partiu para os ataques diretos contra o prefeito Paulo Garcia.[4] No terceiro bloco, o prefeito destacou as obras que estão sendo realizadas por sua gestão frente ao Paço Municipal.[5] O petista propôs discussões que não saíram de sua zona de conforto.[5] Suas perguntas visavam o próprio discurso, voltado às obras da gestão municipal.[5] Isaura Lemos, por sua vez, destacou os trabalhos realizados por seu marido, Euler Ivo, na área da habitação.[5] Ela também ressaltou o fato de ter uma companheira de chapa do sexo feminino, Denise Carvalho, enfatizando o trabalho das mulheres, comparado anteriormente com o da presidenta Dilma.[5] Jovair Arantes, por outro lado, atacou a atual administração municipal e ressaltou sua experiência política no Congresso Nacional como um fator de vantagem na busca de recursos para a capital.[5] Simeyzon Silveira não conseguiu fugir do tema conservador de apoio à família.[6] Rubens Donizzeti trabalhou o marxismo com ousadia, mas foi vencido por sua insegurança e inabilidade em expor suas ideias oralmente.[6] Elias Júnior, por sua vez, não conseguiu expor as propostas de sua campanha.[6] No quarto bloco, José Netho abordou as denúncias envolvendo Carlinhos Cachoeira, tema que havia sido evitado durante o primeiro debate.[6] A pergunta dele, direcionada a Isaura Lemos, esquentou o clima do debate.[6] Ao final, na despedida, Paulo Garcia insinuou que haveria um candidato que teria pedido dinheiro a Carlinhos Cachoeira para financiar sua campanha eleitoral.[6] A crítica, embora implícita, foi direcionada a Jovair Arantes.[6]

TV Capital[editar | editar código-fonte]

Debate da TV Capital
Participantes Elias Júnior (PMN), Isaura Lemos (PC do B), Jovair Arantes (PTB), Paulo Garcia (PT), Pantaleão (PSOL) e Simeyzon (PSC)[7]
Localização TV Capital[7]
Data 16 de agosto[7]

A primeira pergunta do debate foi sobre a questão do aborto no Brasil.[8] Todos os candidatos se posicionaram contra a legalização do método.[8] Ao serem indagados sobre o que têm a oferecer para melhorar a vida da população, os candidatos priorizaram a saúde.[8] Isaura, Paulo e Simeyzon defenderam a melhoria do sistema de saúde pública, enquanto Jovair defendeu a adoção do sistema Vapt-Vupt (atendimento rápido) na saúde e Elias Júnior defendeu a ampliação das UTIs.[8] Já Pantaleão destacou que os problemas da cidade estão interligados, devendo o prefeito "pensar no todo".[8] Em pergunta sobre o orçamento, Pantaleão respondeu que deve ser criado um mecanismo para que a população acompanhe o direcionamento da verba municipal.[8] Segundo Jovair, sua experiência como deputado federal ajudará o município a captar recursos junto ao Governo Federal.[8] Simeyzon defendeu uma "gestão planejada e de resultado", enquanto Paulo defendeu os investimentos de seu governo.[8] Isaura defendeu a construção de um polo industrial para aumentar a receita da cidade.[8] Sobre PPPs, Pantaleão se posicionou contra, enquanto Elias defendeu parcerias que melhorem a qualidade de vida do goianiense.[8] Jovair divergiu da questão, enquanto Simeyzon defendeu as PPPs em obras de infraestrutura e Paulo se disse a favor do "Estado forte".[8] Isaura disse que é preciso "ajudar os que mais precisam, independente da forma".[8] No terceiro e quarto blocos, os candidatos fizeram perguntas entre si.[8] Pantaleão criticou a privatização da Saneago.[8] Elias defendeu a construção de viadutos, pontes e corredores de ônibus.[8] Simeyzon defendeu a padronização das calçadas, implantação de asfalto de qualidade e caixas de infiltração.[8] Elias prometeu banheiros químicos e segurança preventiva para todas as feiras livres, enquanto Isaura defendeu o resgate do Banco do Povo para fornecer capital e assessoria para os feirantes.[8] Em pergunta a Jovair, Isaura defendeu a união da sociedade e das entidades religiosas para o enfrentamento das drogas.[8] Jovair prometeu um trabalho preventivo realizado em conjunto com a polícia e os bombeiros que, segundo ele, irá reduzir a criminalidade em 70%.[8] Paulo prometeu mais investimentos em tecnologia da saúde e a padronização do sistema, além de destacar os gastos de sua gestão na área.[8] No quarto bloco, Elias criticou a falta de repasses do governo estadual para a segurança.[8] Paulo defendeu seu veto contra o aumento do salário dos vereadores e criticou a falta de empenho de Jovair, enquanto deputado, em apoiar a Reforma Tributária.[8] Este, por sua vez, criticou as isenções de impostos promovidas pela prefeitura, dizendo que elas atenderiam a interesses pessoais.[8] Simeyzon defendeu a construção de ciclovias e a parceria com entidades religiosas.[8] Isaura defendeu o fim do monopólio no transporte coletivo, enquanto Elias prometeu a fiscalização do setor.[8]

Record Goiás[editar | editar código-fonte]

Debate da Record Goiás
Participantes Elias Júnior (PMN), Isaura Lemos (PC do B), José Netho (PPL), Jovair Arantes (PTB), Pantaleão (PSOL), Rubens Donizzeti (PSTU) e Simeyzon (PSC)[9]
Localização Record Goiás[9]
Data 1° de outubro[9]

O prefeito Paulo Garcia não compareceu ao debate.[9] Com sua ausência, os outros candidatos aumentaram a artilharia contra ele.[9] Elias Vaz, em pergunta a Isaura Lemos, criticou a ausência do prefeito, chamando sua atitude de "covarde".[9] Esta, por sua vez, disse que a atitude do prefeito de não comparecer ao debate foi arrogante.[9] Isaura aproveitou para criticar a gestão de Paulo, da qual o PC do B foi aliado até o início de 2012, dizendo que ela é fechada para críticas e contribuições.[9] Tanto Jovair quanto Simeyzon apontaram a necessidade de disputarem um segundo turno, porque Paulo "não poderá fugir do debate".[9] Antes disso, Simeyzon criticou o fato de Paulo usar a imagem da presidenta Dilma em sua campanha, afirmando que ela "faz uma política de Estado" e que "não vai virar as costas para Goiânia".[9] Simeyzon criticou também a falta de iniciativa da prefeitura em tocar projetos que utilizem recursos federais.[9] Donizzeti também criticou o empanho do prefeito em trabalhar com o governo federal, dizendo que "se [Paulo] tivesse vontade política já teria resolvido o problema da BR-153", citando o trecho da rodovia federal que corta Goiânia onde ocorrem acidentes de trânsito.[9] Donizzeti, ao sabatinar Isaura, trouxe o escândalo do mensalão para o debate.[9] Ao lembrar denúncias de corrupção envolvendo a prefeitura, como o superfaturamento de serviços da Agência Municipal de Meio Ambiente (AMMA) e da locação de equipamentos "tapa-buracos" na Agência Municipal de Obras (AMOB), Donizzeti afirmou que Paulo "deve estar sendo solidário com seus companheiros que estão sendo condenados pelo STF por participação no mensalão".[9] Isaura disse que Paulo – eleito como vice na chapa de Iris Rezende (PMDB) na última eleição – não tem experiência administrativa suficiente para administrar Goiânia.[9] "O candidato-prefeito pegou o governo no piloto automático: aquilo que seu antecessor fez, ele depois entregou", disse.[9]

Os candidatos também buscaram mostrar suas propostas.[9] Elias Júnior prometeu construir o Hospital do Idoso, e aumentar os leitos de UTIs disponíveis na rede municipal e conveniada, dizendo que a prefeitura poderá bancar vagas na rede privada, se necessário.[9] Simeyzon, ao ser questionado por Jovair sobre suas propostas para a saúde, afirmou que "é preciso gestão" e prometendo reorganizar a área, dobrando as equipes do Programa Saúde da Família (PSF) e implantando o "Saúde em Casa", para entregar medicamentos para atender doentes com dificuldade de locomoção.[9] Na réplica, Jovair falou sobre a sua proposta de criar um plano de saúde municipal gratuito, voltado para quem ganha até três salários mínimos, mesmo com a Justiça tendo proibido a divulgação da proposta na propaganda eleitoral na TV e no rádio, por considerá-la inconstitucional.[9] O candidato afirmou que não está "fazendo propaganda" e sim "fazendo compromisso".[9] Jovair, segundo colocado nas pesquisas, recebeu críticas dos concorrentes.[9] Pantaleão se irritou com Jovair quando fez pergunta sobre o Plano Diretor de Goiânia e o petebista desviou falando da sua proposta de criar o plano de saúde.[9] Ao falar sobre transporte coletivo, Donizzeti criticou o governador Marconi Perillo, aliado de Jovair.[9] Segundo ele, falta vontade política do governador para solucionar o problema do transporte na capital, que também seria da responsabilidade de Marconi.[9] José Netho questionou Jovair sobre segurança, lembrou a aliança do petebista com governo estadual e citou as greves recentes da Polícia Civil.[9] "A PF também está de greve. Não precisa querer arrumar culpado, a segurança pública no Brasil inteiro sofre problema seríssimo", rebateu Jovair, apresentando seu programa "Anjos do Bairro", de envolvimento da comunidade com a segurança preventiva.[9]

Dentre as perguntas feitas entre si pelos candidatos, além da saúde, o trânsito e os problemas do transporte coletivo foram os temas dominantes.[9] Ao ser sabatinado por Isaura, José Netho, falou de sua proposta de instalar o aeromóvel, o metrô e mais ciclovias em Goiânia.[9] "Estamos propondo a mudança real de todo o sistema, reavaliar os contratos com as empresas", disse.[9] Netho insinuou a influência do bicheiro Carlinhos Cachoeira na administração pública em Goiás: "o eleitor tem que entender que existe uma 'cachoeira' de esquemas que não deixa o transporte melhorar", disse.[9] Isaura, por sua vez, disse que pretende mudar o atual contrato com as empresas concessionárias do transporte, implantando um modelo inspirado no transporte público de Curitiba.[9] "Lá, as empresas são remuneradas pela quilometragem rodada e não pelo número de passageiros transportados. Isso significa mais ônibus nas linhas", disse.[9] Donizzeti, por sua vez, prometeu municipalizar o serviço, abaixar a passagem para R$ 1,00 e contratar cerca de 2,5 mil cobradores – hoje as empresas optaram por manter dentro dos veículos apenas os motoristas.[9] "Os motoristas hoje são sobrecarregados. Vamos acabar com esta lógica", disse.[9]

TV Anhanguera[editar | editar código-fonte]

Debate da TV Anhanguera
Participantes Os quatro candidatos mais bem colocados nas pesquisas.[10]
Localização TV Anhanguera[10]
Data 4 de outubro[10]
Resultado Cancelado pela emissora[11]

O debate mais aguardado seria realizado no dia 4 de outubro, três dias antes da eleição, pela TV Anhanguera (afiliada da Rede Globo) e, conforme as regras estabelecidas entre a emissora e os candidatos, contaria com a presença dos quatro candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto[10] . O debate da TV Anhanguera é tradicionalmente o de maior audiência em Goiânia. No dia 4 de outubro, no entanto, a TV Anhanguera anunciou o cancelamento do debate após duas liminares do juiz Rodrigo de Silveira, da 127ª Zona Eleitoral, garantirem a participação de Isaura Lemos (PCdoB) e José Netho (PPL).[11] Segundo a emissora, a decisão quebrou o acordo previamente assinado com os candidatos, de que apenas os quatro mais bem posicionados nas pesquisas – Paulo Garcia (PT), Jovair Arantes (PTB), Simeyzon Silveira (PSC) e Elias Júnior (PMN) – participariam do evento.[11]

Em nota assinada pela Diretoria de Jornalismo da Organização Jaime Câmara (OJC), que controla a TV Anhanguera, a empresa assinala que as liminares criaram "uma insegurança jurídica que impede a realização do programa dentro de níveis mínimos de planejamento e de qualidade, como o evento e o padrão da emissora requerem, e a população goianiense merece".[11] Ainda conforme a nota, "o confronto direto entre dois adversários constitui-se no mais adequado e proveitoso para o eleitor", mas a legislação eleitoral brasileira "obriga as emissoras de rádio e televisão a um comportamento que, na maioria das vezes, impede a realização desse modelo, o que implica na participação de um número maior de candidatos no programa".[11] A OJC e a diretoria de jornalismo da TV Anhanguera ainda se desculparam aos candidatos e à sociedade e disseram lamentar o cancelamento do debate.[11]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. a b c d e f g h i j k l m n o p q Lima, Gabriela. "Candidatos à Prefeitura de Goiânia participam de primeiro debate na TV". G1. 3 de agosto de 2012. Página acessada em 14 de agosto de 2012.
  2. a b Soares, Lênia. "TV Goiânia promove debate entre candidatos". Diário de Goiás. 2 de agosto de 2012. Página acessada em 14 de agosto de 2012.
  3. a b Tavares, Altair. "Dia de debate entre os candidatos a prefeito de Goiânia, na Fonte TV". Diário de Goiás. 5 de agosto de 2012. Página acessada em 14 de agosto de 2012.
  4. a b Soares, Lênia. "Candidados fazem debate raso nos dois primeiros blocos". Diário de Goiás. 5 de agosto de 2012. Página acessada em 14 de agosto de 2012.
  5. a b c d e f Soares, Lênia. "Candidatos mantém clima ameno no debate da Fonte TV". Diário de Goiás. 6 de agosto de 2012. Página acessada em 14 de agosto de 2012.
  6. a b c d e f g Soares, Lênia. "No quarto bloco do debate na Fonte TV, candidatos acirram críticas". Diário de Goiás. 6 de agosto de 2012. Página acessada em 14 de agosto de 2012.
  7. a b c Portal Luz da Vida. "TV Capital transmite nesta quinta-feira (16) o 1º Debate Politico com os candidatos a prefeitura de Goiânia". TV Capital. 16 de agosto de 2012. Página acessada em 20 de agosto de 2012.
  8. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y Soares, Lênia. "Acompanhe o debate dos candidatos à prefeitura de Goiânia minuto a minuto". Diário de Goiás. 16 de agosto de 2012. Página acessada em 20 de agosto de 2012.
  9. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z aa ab ac ad ae af ag ah ai Irene, Mirelle. "Prefeito falta a debate e vira alvo de adversários em Goiânia". Terra. 2 de outubro. Página acessada em 3 de outubro de 2012.
  10. a b c d "TV Anhanguera define regras para entrevistas e debates das eleições". G1. 24 de julho de 2012. Página acessada em 14 de agosto de 2012.
  11. a b c d e f Irene, Mirelle. "GO: Globo cancela debate após Justiça permitir mais candidatos". Terra. 4 de outubro de 2012. Página acessada em 4 de outubro de 2012.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]