Declaração de guerra da Alemanha Nazi contra os Estados Unidos

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Adolf Hitler declara guerra aos Estados Unidos em 11 de dezembro de 1941.

A declaração de guerra da Alemanha Nazi contra os Estados Unidos foi um acto formal de declaração de guerra levado a caso pela Alemanha Nazi a 11 de Dezembro de 1941 devido ao culminar de uma série de eventos provocados pelo seu aliado Japão e pelos Estados Unidos, que já havia declarado guerra ao Japão aquando da declaração de guerra alemã.

Esta declaração veio a fazer com que todos os países que formavam o Eixo declarassem conjuntamente guerra aos Estados Unidos, conforme o que estava escrito no Pacto Tripartite entre os países do Eixo.

Esta declaração de guerra foi levada a cabo não só devido ao Ataque a Pearl Harbor que o Japão infligiu aos Estados Unidos, mas também devido a uma série de acções levadas a cabo pelo governo americano (até então um país neutral formalmente), que vinha desde 1937 a violar as leis internacionais de neutralidade para apoiar os estados que tomassem uma posição contra os países que já formavam ou que mais tarde viriam a formar o Eixo. Estas acções eram uma resposta às expansões imperialistas do eixo, que se iniciaram em 1905 no teatro do pacífico, quando o Japão invadiu e ocupou a Coreia[1] e em 1936 no teatro europeu com a remilitarização pelo exército alemão da Renânia.[2]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

1931[editar | editar código-fonte]

19 de Setembro de 1931, enfrentando pouca resistência, o Japão invadiu e conquistou a Manchúria criando o Estado fantoche de Manchukuo[3]

1936[editar | editar código-fonte]

Em março de 1936, Hitler ordenou que o exército alemão ocupasse a Renânia, região cortada pelo rio Reno na fronteira entre França e Alemanha, que conforme estabelecido no Tratado de Versalhes a região devia permanecer desmilitarizada.

1937[editar | editar código-fonte]

7 de Julho 1937 o Japão invade a China conquistando Xangai e Nanquim[4]

5 de Outubro de 1937 - Roosevelt dá inicio a uma série de discursos contra o Reich alemão, com a intenção de criar uma espécie de "quarentena" aos países que ele classificava como autoritários.

1938[editar | editar código-fonte]

Março de 1938 - Hitler anexou a Áustria à Alemanha, com o apoio do partido nazista austríaco. Esta anexação, embora apoiada pelo povo austríaco, consistia em mais uma violação do Tratado de Versalhes. Logo após a anexação, Hitler passou a reivindicar também a incorporação da região dos Sudetas (região da Checoslováquia onde a esmagadora população era de origem alemã).

A partir de 1938, Roosevelt começou a levar a cabo uma política que consistia num série de tentativas para impedir a paz politica na Europa. Ao mesmo tempo que dizia ao publico que apenas estava interessado em paz, ameaçava os países que estavam interessados na neutralidade com congelando dos créditos deles nos EUA.

1939[editar | editar código-fonte]

4 de Janeiro de 1939 - O congresso americano declarou fazer tudo o que fosse necessário para acabar com os países autoritários.[5]

16 de Março de 1939 - Os Nazistas invadiram toda a Checoslováquia.[6]

14 de Abril de 1939 - Roosevelt fez um apelo a Hitler, no qual foi pedido ao Fuhrer que fizesse declarações e tratados de não agressão com uma lista de mais de 30 países, onde muitos deles nem sequer eram independentes e estavam anexados ou eram colónias de países aliados. [7]

28 de Abril de 1939 - Hitler respondeu[8] a Roosevelt pedindo para que este parasse de atiçar os tais "países autoritários" e sobretudo a Alemanha durante alguns meses, para o "caldo não entornar". E, enquanto Roosevelt manteve o silêncio, a sua mulher tomou o seu lugar e numa entrevista, acompanhada pelos seus filhos, disse que se recusava a viver num país como a Alemanha.

1 de Setembro de 1939 - tropas alemãs invadiram o território polonês pelo oeste. Os governos do Reino Unido e França entregaram ultimatos à Alemanha, avisando que deveria retirar suas tropas da Polônia senão o conflito alastrar-se-ia.

3 de Setembro de 1939 - O Reino Unido e a França declaram guerra à Alemanha, começava assim a Segunda Guerra Mundial. No mesmo dia, um submarino alemão ataca um navio britânico e afunda-o, matando todos os 112 tripulantes; a Batalha do Atlântico iniciava-se.

4 de Novembro de 1939 - Os Estados Unidos violam o pacto de neutralidade a favor dos aliados (países que lutavam contra o Eixo) e, ao mesmo tempo, ajudava os países asiáticos[9] que lutavam contra o Império Japonês. No mesmo mês reconheceu um pequeno grupo de emigrantes polacos como sendo um governo polaco exilado nos EUA.

19 de Dezembro de 1939 - Um cruzador americano passa por aguas controladas pela Alemanha, indo direito aos portos britânicos para ser entregue aos mesmos. Como consequência, o cruzador teve que ser escoltado. Exactamente no mesmo dia, a Marinha Americana alertou a Marinha Britânica sobre um navio mercante alemão, chamado Arauca.

1940[editar | editar código-fonte]

27 de Janeiro de 1940 - Mais uma vez contra a lei internacional, o cruzador americano Trenton voltou a enviar informações à Marinha Britânica sobre a localização dos navios mercantes Arauca, La Plata e Wangoni.

9 de Abril de 1940 - Os Estados Unidos congelam todo o dinheiro norueguês e dinamarquês nos Estados Unidos sobre o pretexto de não querer que o dinheiro caísse nas mãos alemãs, mesmo quando o III Reich afirmava não estar interessado em interferir nos assuntos de estado dinamarqueses nem nos seus assuntos económicos. E, para além dos outros "governos no exílio", os Estados Unidos reconheciam agora mais um, o da Noruega.

15 de Maio de 1940 - Os governos exilados da Holanda e da Bélgica foram também reconhecidos e ao mesmo tempo, todo o seu dinheiro depositado nos EUA foi congelado.

15 de Junho de 1940 - Num telegrama de Roosevelt enviado ao primeiro-ministro francês Paul Reynaud o presidente americano declara que os Estados Unidos irão duplicar a ajuda financeira e bélica à França com a condição que a França continue com a guerra contra o III Reich.[10] Foi ainda declarado que o governo americano não iria reconhecer as aquisições adquiridas pela maquina de guerra alemã que, por exemplo, incluíam territórios que foram retirados à Alemanha no tratado de Versalhes. Porém, o governo alemão continuou a mostrar-se despreocupado com as declarações americanas.

17 de Junho de 1940 - O presidente dos Estados Unidos congelou todos os bens franceses nos EUA sobre o pretexto (novamente) de que não queria que eles caíssem nas mãos alemãs. Ao mesmo tempo, as tropas britânicas já haviam aberto fogo contra embarcações francesas na Argélia, para que estas fossem afundadas e não caíssem em mãos alemãs, visto que a França recusava-se a entregar à Grã-Bretanha o resto do seu arsenal.[11]

27 de Junho de 1940 - Navios mercantes alemães são impedidos de entrar nos portos americanos.

Julho de 1940 - Roosevelt tomou novas medidas para apoiar os aliados, continuando a violar as leis internacionais de neutralidade, tais como permitir que soldados americanos viajassem para a Grã-Bretanha para lutarem ao lado de soldados ingleses e permitir que soldados ingleses fossem treinados em solo americano.

Agosto de 1940 - Um grupo de militares americanos e canadianos foi estabelecido e Roosevelt teatralizou situações como se os EUA estivessem sobe perigo eminente de um ataque imediato por parte do Eixo. A partir deste mês, começou a cancelar eventos e viagens, criando um ambiente de perigo e medo à sua volta.

Pacto Tripartite.

Setembro de 1940 - Roosevelt levou os EUA ainda para mais perto de uma guerra[12] quando transformou 50 navios de guerra americanos em navios de guerra britânicos[13] e, em troca, tomou o controle de bases navais britânicas na América do Norte e na América central. Enquanto conduzia uma política hostil contra a Alemanha, os Estados Unidos ainda se aproveitavam da situação britânica para tomar o controle de bases navais.

27 de Setembro de 1940 - A Alemanha, a Itália e o Japão formalizam o Pacto Tripartite, que unia as três nações formando o que conhecemos hoje como Potencias do Eixo. Este pacto estipulou que qualquer país, com excepção da União Soviética, que atacasse qualquer uma das Potências do Eixo seria forçado a ir para a guerra contra os três em conjunto.[14]

Novembro de 1940 - Roosevelt dá permissão aos navios americanos para perseguirem e atacarem os navios mercantes alemães Phrygia, Idarwald e Rhein, fazendo com que estes deixassem a sua rota e voltassem para trás. Também neste mês, a Hungria, a Eslováquia e a Roménia aderiram ao Pacto Tripartite.

1941[editar | editar código-fonte]

Março de 1941 - Roosevelt cria a 11 de Março o Lend-Lease Act, instrumento com o qual os Estados Unidos poderão fornecer ajuda económica e material aos países em guerra com a Alemanha. Após a Grã-Bretanha não conseguir pagar mais dinheiro pela ajuda americana, Roosevelt decidiu fazer um empréstimo onde foram enviados reforços bélicos no valor de 50 biliões de dólares (no valor da época). Sendo presidente, teve a autoridade legal de ajudar militarmente qualquer país, porém violando a neutralidade e a lei internacional, países esses que dizia Roosevelt serem vitais para a "sobrevivência dos Estados Unidos". Entretanto, a Marinha Americana começara a confiscar todos os navios alemães que encontrassem. Durante este acto, os cidadãos alemães a bordo desses navios confiscados foram tratados de forma violenta. Ainda neste mês, dois oficiais alemães que conseguiram escapar de um cativeiro canadiano (na altura o Canadá ainda era uma colónia britânica), quando fugiram para os Estados Unidos, foram presos pelos americanos e entregues de novo às autoridades canadianas... mais uma violação da lei internacional de neutralidade.

13 de Abril de 1941 - Foi permitida a passagem de navios americanos no Mar Vermelho para ajudarem com mantimentos e maquinaria bélica o exercito britânico no Médio Oriente.

27 de Março de 1941 - Roosevelt abandona a posição de ser contra qualquer tipo de agressão e anunciou publicamente o apoio ao General Dušan Simović (chefe das força-aérea Jugoslava) e uma elite de revoltosos que estavam a derrubar a monarquia jugoslava para instaurar um regime comunista. Meses antes já havia enviado o general americano Donovan a Sofia, na Bulgária, e em Belgrado, para ajudar os comunistas a organizar revoltas e contra a Alemanha e a Itália.

Abril de 1941 - Roosevelt prometeu enviar grandes quantias de dinheiro para a Jugoslávia e para a Grécia, desde que elas continuassem a guerrear contra o III Reich. No final de Abril de 1941, reconheceu os exilados da Jugoslávia e da Grécia como governos no exílio e, violando novamente a lei internacional, congelou todas as contas bancarias da Jugoslávia e da Grécia após estes países terem sido conquistados pela Alemanha. A Marinha Americana ainda recebeu ordens para expandir o seu território patrulhado, indo até ao outro lado do Atlântico, e enviar os relatórios para a Grã-Bretanha.[15]

26 de Abril de 1941 - Roosevelt entregou 20 fragatas de alta velocidade à Marinha Britânica. Ao mesmo tempo, navios britânicos começaram a receber reparações e vistorias em portos americanos.

12 de Maio de 1941 - Navios noruegueses a lutar ao lado da Grã-Bretanha começaram a receber reparações em portos americanos, mais uma violação da lei internacional.

4 de Junho de 1941 - Navios com trabalhadores e engenheiros americanos começaram a desembarcar na Gronelândia para construírem bases aéreas para os aliados.[16]

9 de Junho de 1941 - Chegou o primeiro relatório de que um navio de guerra americano abriu fogo contra um submarino alemão perto da Gronelândia. O submarino conseguiu escapar.

14 de Junho de 1941 - Todas as contas bancarias alemães nos Estados Unidos foram congeladas.

17 de Junho de 1941 - Sobe falsos pretextos, Roosevelt expulsou os cônsules alemães e encerrou os consulados alemães. Ao mesmo tempo, mandou encerrar a agência de jornais alemães nos Estados Unidos, a Transocean, a Biblioteca de Informação Alemã, em Nova Iorque, e o gabinete dos caminhos-de-ferro alemães Reichsbahn.

Julho de 1941 - Roosevelt promete apoio militar à União Soviética. Com esta promessa, apoia militarmente a Grã-Bretanha e a União Soviética na invasão de mais um país neutro, o Irão.[17] Neste mês os Estados Unidos, que forneciam cerca de 80% do petróleo que o Japão consumia, declara um embargo contra o país nipónico.[18]

Tropas americanas na Islândia.

6 de Julho de 1941 - O exercito americano invadiu e ocupou a Islândia porque, um ano antes, em Maio de 1940, a Islândia havia sido invadida pela Grã-Bretanha,[19] violando a neutralidade daquele país, porque este embora não quisesse juntar-se ao Eixo, recusava-se igualmente a juntar-se aos Aliados. Então, sabendo das intenções alemãs em relação à Islândia, os Estados Unidos juntaram-se à Grã-Bretanha,[20] invadindo e ocupando com 40mil militares.[21] Roosevelt tencionava limitar o espaço de manobra dos submarinos alemães e ao mesmo provocar uma declaração de guerra por parte da Alemanha.

10 de Julho de 1941 - O secretario da marinha Frank Knox anunciou publicamente que todas as embarcações americanas tinham luz verde para abrir fogo sobe qualquer navio do Eixo (Alemanha, Itália e Japão).

4 de Setembro de 1941 - O navio de guerra americano Geer, recebendo ordens de Roosevelt, apoiou a força aérea britânica contra submarinos alemães no Atlântico. Cinco dias depois, submarinos alemães começaram a identificar vários navios americanos a serem levados para a Grã-Bretanha.

USS Arizona em chamas após o ataque japonês.

11 de Setembro de 1941 - Roosevelt finalmente confirma pessoalmente que havia dado ordens para os navios americanos abrirem fogo sobe os navios do Eixo e voltou a dar ordens para continuarem a abrir fogo.

29 e Setembro de 1941 - Submarinos alemães voltaram a ser obrigados a mergulhar por causa de navios americanos que haviam disparado contra eles, no Atlântico Norte.

17 de Outubro de 1941 - O navio de guerra americano Kearny, juntamente com um grupo de embarcações britânicas, atacou um submarino alemão.

Roosevelt assinando a declaração de guerra dos Estados Unidos à Alemanha.

Novembro de 1941 - Os serviços de inteligência australianos começam a avisar os Estados Unidos que o Japão prepara-se para enviar uma enorme força naval e aérea em direcção ao centro do pacifico, onde os Estados Unidos tinham o complexo naval de Pearl Harbor. Roosevelt recebe os avisos, e decide não tomar nenhuma medida preventiva e oculta os avisos australianos.

6 de Novembro de 1941 - O navio de guerra americano Kearny atacou e capturou o navio alemão Odenwald, escoltou-o para os Estados Unidos, e após aprisionar a tripulação, apoderou-se da embarcação, violando a lei internacional.

7 de Dezembro de 1941 - O Japão desfere o primeiro golpe aos Estados Unidos, atacando e bombardeando Pearl Harbor, destruindo e afundando uma grande parte do força americana ali estacionada. É de sublinhar que o Japão tomou esta iniciativa para de alguma forma minimizar o perigo de ataque das forças americanas[22] [23] e reforçar o seu poderio naval no Pacifico Central. A Segunda Guerra Sino-Japonesa havia aumentado as tensões entre o Japão Imperial e os Estados Unidos que mantinha interesses na Ásia; eventos como o Incidente Panay e a invasão da China tornaram a opinião pública americana contra o Japão. Com a ocupação da Indochina Francesa pelos japoneses nos anos de 1940-1941,[24] e com a contínua guerra na China, os Estados Unidos impuseram embargos aos japoneses sobre materiais estratégicos como ferro e petróleo..

11 de Dezembro de 1941 - A Alemanha declara guerra aos Estados Unidos e, no mesmo dia, os Estados Unidos respondem com uma declaração de guerra à Alemanha.



Referências

  1. Columbia University - Imperialism, War, Revolution in East Asia (1900-1945) and Korea as a Colony of Japan (1910-1945). Acesso em 19 de agosto de 2011 (em inglês).
  2. Adamthwaite, Anthony P. (1992). The Making of the Second World War. New York: Routledge. p. 52. ISBN 0-415-90716-0 
  3. Japanese conquest of Manchuria 1931-1932 (em inglês). Acessado em 22 de agosto de 2011.
  4. The Japan - History learning site (em inglês). Acessado em 22 de agosto de 2011.
  5. http://www.infoplease.com/t/hist/state-of-the-union/150.html
  6. http://www.historyplace.com/worldwar2/triumph/tr-czech.htm
  7. http://www.ibiblio.org/pha/7-2-188/188-12.html
  8. http://comicism.tripod.com/390428.html
  9. Overy, Richard; Wheatcroft, Andrew (1999). The Road to War Revised and updated ed. Londres: Penguin. pp. 328–330. ISBN 0-14-028530-X 
  10. http://books.google.pt/books?id=oRgpfP1SmVYC&dq=roosevelt+letter+to+Paul+Reynaud&hl=pt-PT&source=gbs_navlinks_s
  11. Brown, David (2004). The Road to Oran: Anglo-French Naval Relations, September 1939 – July 1940. [S.l.]: Taylor & Francis. p. xxx. ISBN 0-7146-5461-2 
  12. Murray & Millett 2001, p. 165
  13. Maingot, Anthony P. (1994). The United States and the Caribbean: Challenges of an Asymmetrical Relationship. [S.l.]: Westview Press. p. 52. ISBN 0-8133-2241-3 
  14. Bilhartz, Terry D.; Elliott, Alan C. (2007). Currents in American History: A Brief History of the United States. [S.l.]: M.E. Sharpe. p. 179. ISBN 978-0-7656-1821-4 
  15. Knell, Hermann (2003). To Destroy a City: Strategic Bombing and Its Human Consequences in World War II. [S.l.]: Da Capo. p. 205. ISBN 0-306-81169-3 
  16. http://books.google.pt/books?id=HzPzwrUYdgkC&pg=PA132&lpg=PA132&dq=us+air+base+in+greenland+1941&source=bl&ots=JZDDzi1o7-&sig=kzC9MojZU8QCYglK5zBCtIhBt9Q&hl=pt-PT&sa=X&ei=DMrzUpbGCaWq7QbUtoDgDA&ved=0CGoQ6AEwBg#v=onepage&q=us%20air%20base%20in%20greenland%201941&f=false
  17. Bueno de Mesquita, Bruce; Smith, Alastair; Siverson, Randolph M.; Morrow, James D (2005). The Logic of Political Survival. [S.l.]: MIT Press. p. 425. ISBN 0-262-52440-6 
  18. Peattie, Mark R.; Evans, David C. (1997). Kaigun: Strategy, Tactics, and Technology in the Imperial Japanese Navy. [S.l.]: Naval Institute Press. p. 456. ISBN 0-87021-192-7 
  19. http://www.history.army.mil/books/70-7_03.htm
  20. Bittner 41.
  21. Morison, Samuel Eliot (1975). The Battle of the Atlantic September 1939 – May 1943. [S.l.]: Little, Brown and Company. pp. 74–79 
  22. Weinberg, Gerhard L (2005). A World At Arms. [S.l.]: Cambridge University Press. p. 310. ISBN 0-521-61826-6 
  23. Morgan, Patrick M (1983). Strategic Military Surprise: Incentives and Opportunities. [S.l.]: Transaction Publishers. p. 51. ISBN 0-87855-912-4 
  24. Japanese Movement Into French Indo-China, JULY 17, 1941 (em inglês). Acessado em 22 de agosto de 2011.


Ver Também[editar | editar código-fonte]