Desert Eagle

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Desert Eagle

A Desert Eagle é uma pistola semi-automática, de ação simples, operada por gás, que utiliza vários calibres, sendo de destaque o .50 Action Express (.50AE), .44 Magnum, .357 Magnum e .22 Long Rifle (este último utilizado para fins recreativos e desportivos). Outras pistolas fazem referências ao nome Eagle, mas a similaridade é apenas estética. As pistolas comercializadas como Baby Eagle não são miniaturas ou versões em calibres mais leves (a Desert Eagle tem aproximadamente 3Kg), apenas trata-se de outro projeto do mesmo fabricante, a Magnum Research Inc.

História[editar | editar código-fonte]

Iniciada e patenteada pela Magnum Research, foi refinada pela IMI (Israel Military Industries) agora IWI (Israel Weapon Industries) e hoje também é produzida por esta empresa.

Na cultura popular, a Desert Eagle faz inúmeras aparições. Nos videogames, títulos como Call of Duty: Modern Warfare 2, Call of Duty 4, Counter-Strike, Battlefield Play4Free, Devil May Cry,Far Cry 3,Battlefield 4,Grand Theft Auto:San Andreas, Grand Theft Auto IV, Resident Evil 2, Warface, Cross fire entre muitos outros.

Sua primeira aparição no cinema foi no filme "Comando para Matar" (Commando), de 1985, com Arnold Schwarzenegger no papel do coronel John Matrix. Por se tratar de uma pistola imponente, tanto pelo tamanho quanto pelo ruído, é comumente reputada como a arma de mão mais imponente de todas as pistolas da atualidade pois aparece como melhor opçao em jogos e filmes de ação ela aparece nas mãos dos lideres ou nas mãos dos vilões.

Características[editar | editar código-fonte]

A pistola Desert Eagle (Versão Mark XIX) é completa com canos intercambiáveis de diversos calibres, um portão e suprimentos adicionais para a desmontagem.

Apesar de sua reputação como uma potente arma de fogo, é uma arma inviável para o combate devido ao seu tamanho, calibre exagerado e som produzido (é, na verdade, proibida em algumas carreiras de tiro esportivo). Para além disso, mesmo para utilizadores experientes, provoca um enorme "coice".

Possui um grande poder derrubante e é excepcionalmente certeira para uma pistola. Ambos estes casos devem-se quase exclusivamente à natureza da munição usada que, em qualquer dos calibres, é uma munição pesada para uma pistola. A arma é mais utilizada como símbolo de status do que propriamente para atividades operacionais e/ou profissionais.[carece de fontes?]

Ficha Técnica[editar | editar código-fonte]

Nome: IMI Desert Eagle

Gatilho: Recurso Único

Calibres: .357 Magnum (9×33R mm), .44 Magnum (10.9×33R mm), .50 (12.7×33RB mm)

Comprimento: 37,5 cm (com o cano 550 mm)

Peso: Aproximadamente 1,900 g sem munição

Comprimento do cano: 1650 mm ou 2354 milímetros 9 (0,357), 8 (0,44) ou 7.50 (M. Popenker, revista. Rifle Shop Armas e munições № 1000-2000)

Origem e concepção[editar | editar código-fonte]

A origem da Desert Eagle se remonta no final da década de 1970, quando um grupo de americanos organizaram uma pequena empresa chamada 'Magnum', para fazer pesquisas para o desenvolvimento, produção e venda de pistolas de caça esportiva e semi-automáticas no poderoso calibre .357 Magnum (seus disparos de 150mm podem ser duas vezes superiores ao 9×19 Parabellum).

Em 1980 a empresa recebeu a primeira patente sobre a concepção de uma pistola automática com um vapor.

Em 1981 surgiu o primeiro protótipo, a descrição do modesto dos próprios desenvolvedores funcional em 80%. " Para ajuste fino e pistola de série ainda mais, designada Eagle 357, foi eleita empresa israelita de armamento IMI (Israel Military Industries).

Em 1982 surgiu o primeiro anúncio da nova pistola, e mais tarde apareceram os modelos de produção em primeiro lugar.

Por volta de 1985 a arma tem o seu atual design chamado de Desert Eagle, mas sua configuração fora pouco alterada e da do tronco se tornou poligonal em vez do usual.

Em 1986, a Desert Eagle foi lançada com o mais potente cartucho Magnum .44 – a primeira pistola semi-automática com cartucho de revólver.

Em 1989 a marca Desert Eagle VII sofre mudanças. Recebeu um novo mecanismo de disparo e alavanca de segurança maior do parar do deslize. Note-se que a versão VII era um pouco diferente em tamanhos de quadro do .357 e do .44.

Por volta de 1996, surgiu uma modificação moderna da pistola Desert Eagle – a versão XIX. A principal diferença entre esta versão foi a introdução de um dos mais poderosos cartuchos, o .50 AE (Action Express, um aro 12.7h33RB de métrica designação de diâmetro reduzido, o patrono da Magnum .44, e o cano de saída de energia 1500-1800 Joules).

A introdução de tais calibres exigiu um reforço do âmbito das armas de todos os calibres na linha de marca XIX lançado em um único quadro unificado, calibre .50, que lhe permite facilmente mudar o calibre da arma, substituindo carregador e cano entre os .44 Magnum e .50 AE. Já as versões em .357 Magnum eram necessários parafusos com um espelho de menor diâmetro.

A Desert Eagle foi projetada como uma arma para a caça especializada de médio e grande porte (como armas de caça são muito populares nos Estados Unidos, pelo menos desde o final dos anos 1930), bem como para certos tipos de tiro desportivo. Por exemplo, para disparar contra alvos com silhueta de aço a uma distância de 50 metros ou mais).

Também fora fabricada uma pistola similar chamada "Jericho 941" exportados de Israel sob a alcunha de "Baby Desert Eagle". A versão original da Desert Eagle muitas vezes não é utilizada para determinadas práticas por vários motivos, como por exemplo:


1: Excesso de peso – Com uma Desert Eagle descarregada, pode ser carregada duas pistolas: Glock 19 e SIG-Sauer P228 com carregador cheio, em que o mesmo é de muito mais fácil controle em execução e recuperação rápida.

2: Recuo excessivo, que dificulta o tiro de alta velocidade, especialmente em calibres .44 Magnum e .50 AE

3: A pequena capacidade do carregador, causada pelo grande tamanho dos projeteis (7+1 no .50 AE, 8+1 no .44 Magnum e 9+1 no .357 Magnum)..

4: Falta de confiabilidade, pois a Desert Eagle é muito sensível aos cuidados e nunca fora comprovada a sua eficiência para trabalhar em condições difíceis.


A Desert Eagle é raramente usada para um sistema de pistolas automáticas com um bloqueio de cano rotativo de parafuso e de utilização de energia alta do cano de gases em pó para recarga. O parafuso dela possui 4 arrastes incluídos na malha com a culatra.

O gás se situa através do orifício ao lado da câmara. Depois que o canal sob o barril de gases são dirigidos para a frente da arma com o cano, o pistão de gás com curso de curta duração.

A superfície superior do cano da arma permite a instalação de lunetas. Muitas das vezes não usa-se silenciador por não possuir cano para a sua acoplação, mas pode-se acoplar em cima e até embaixo de seu corpo (em alguns modelos) dispositivos como lunetas e mira-laser.


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