Uzi

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Uzi
Uzi-nobg.png
Tipo Submetralhadora
Local de origem  Israel
História operacional
Em serviço 1954–presente
Guerras Guerra Colonial Portuguesa
Guerra do Vietnã
Guerra dos Seis Dias
Guerra de Desgaste
Guerra do Yom Kippur
Guerra das Malvinas
Guerra Civil Libanesa
Guerra do Líbano de 1982
Guerra Civil Iugoslava[1]
Guerra contra o narcotráfico no México
Guerra Civil Síria
Histórico de produção
Criador Uziel Gal[3]
Data de criação 1950[2]
Fabricante Israel Military Industries
Israel Weapon Industries
FN Herstal
Norinco
Lyttleton Engineering Works (sobre Vektor Arms)
RH-ALAN
Group Industries
Período de
produção
1950–presente
Quantidade
produzida
10,000,000+[4]
Variantes Mini-Uzi, Micro-Uzi, Pistola e Carabina
Especificações
Peso 3,5 kg
Comprimento 470mm (coronha recolhida)
650mm (coronha estendida)
Cartucho 9mm Parabellum
.22 LR
.45 ACP
.41 AE
9×21mm IMI
Cadência de tiro 600tpm
950tpm (Mini Uzi)
1200–1500tpm (Micro Uzi)
Velocidade de saída ~400m/s
Alcance efetivo ~200m
Sistema de suprimento Carregador tipo caixa de 10 (.22 e .41AE), 16 (.45ACP) 20, 32 ou 40 munições
Mira Mira de ferro

A Uzi (em hebraico: עוזי, oficialmente grafada como UZI) é uma família de pistolas-metralhadoras compactas israelenses operadas por recuo de gases e ferrolho aberto, projetadas pela primeira vez pelo Major Uziel Gal, apelidado "Uzi", no final da década de 1940, logo após o estabelecimento do Estado de Israel. É uma das primeiras armas a incorporar um sistema de ferrolho telescópico, que permite que o carregador seja alojado no cabo da pistola para uma arma mais curta.

O protótipo da Uzi foi concluído em 1950. Foi apresentado pela primeira vez às forças especiais das Forças de Defesa de Israel (FDI) em 1954, e a arma foi colocada em uso geral dois anos depois. As FDI forneceram Uzis para tropas de retaguarda, oficiais, tropas de artilharia e tripulações de tanques, bem como sendo uma arma de linha de frente usadas pelas forças de assalto e infantaria leve de elite.

A Uzi foi exportada para mais de 90 países.[5] Ao longo de sua vida útil, ela foi fabricada pela Israel Military Industries, FN Herstal e outros fabricantes. Dos anos 1960 até os anos 1980, mais submetralhadoras Uzi foram vendidas a mais forças militares, forças policiais e mercados de segurança do que qualquer outra submetralhadora já fabricada.[6]

Projeto[editar | editar código-fonte]

Soldados do Corpo de Mulheres das FDI desfilam com submetralhadoras Uzi durante as comemorações do 30º Dia da Independência de Israel no Estádio da Universidade Hebraica, em Jerusalém, 11 de maio de 1978.

A Uzi usa um projeto de ferrolho aberto operado por recuo de gases,[7] semelhante ao da ZK 476 tcheca projetado por Jaroslav Holeček (protótipo apenas)[8] e as séries de submetralhadoras Sa 23, Sa 24, Sa 25 e Sa 26. O projeto de ferrolho aberto expõe a culatra do cano e melhora o resfriamento durante os períodos de fogo contínuo.[9] A Uzi possui um retém de baioneta.[10] A Uzi é fácil de desmontar, contando com poucas peças e podendo ser desmontada em primeiro escalão em poucos segundos.[11]

O nascimento da Uzi se confunde com o próprio nascimento do Estado de Israel moderno. Após lutar e vencer uma guerra de sobrevivência nacional contra seus vizinhos árabes, o Estado judeu se viu com estoques heterogêneos de armamentos de todos os tipos e procedências,[12] causando um pesadelo logístico para administrar todos os calibres e peças. Dentro do esforço geral de padronização dos equipamentos das FDI, o Comando israelense iniciou a pesquisa de submetralhadoras para equipar seus soldados.

Operação[editar | editar código-fonte]

A operação da Uzi é simples e pode ser ensinada em poucos minutos. O carregador é inserido na empunhadura da pistola, no centro da arma, seguindo o sistema natural das mãos se encontrando;[13] geralmente deitando a arma cerca de 60º, expondo o alojamento do carregador.[13] Este sistema lógico é instintivo, permitindo a sua execução de forma rápida sob estresse.[13] A Uzi foi feita para disparar tanto do cavado do ombro, de forma mirada, quanto da cintura, com o operador guiando a arma conforme o tiro costura o alvo - usualmente de forma instintiva.[14]

O operador puxa a alavanca de manejo (não recíproca) na parte superior da tampa do receptor, levando o ferrolho à retaguarda. Quando a alça está totalmente à retaguarda, o ferrolho engatilhará (prenderá) no mecanismo da armadilha e a alça e a tampa serão liberadas para saltarem totalmente para a frente sob a força de uma pequena mola. A tampa permanecerá para frente durante o disparo, uma vez que não acompanha o ferrolho. As versões militar e policial dispararão imediatamente após o carregamento dum cartucho na câmara, já que a Uzi é uma arma de ferrolho aberto.

No sistema de ferrolho aberto, o ferrolho é retido atrás da culatra antes do disparo, e quando o gatilho é puxado o ferrolho avança (sob pressão da mola recuperadora), retira um cartucho do carregador, carrega-o na câmara e dispara, tudo em um único movimento.[15] Isto causa uma redistribuição pesada de massa e move o armamento quando o gatilho é puxado, com o ferrolho batendo pra frente e, portanto, movendo a pontaria.[15] Entretanto, sistemas de ferrolho aberto são mais baratos e fáceis de produzir, o que foi o conceito por trás da Uzi. Além disso, o ferrolho aberto fornece melhor refrigeração. Quando a arma dispara o último tiro, o ferrolho é travado à retaguarda, expondo a janela de ejeção; isto permite que o calor da arma seja aliviado. Como tal, isso diminui a possibilidade de disparos acidentais pro excesso de calor na câmara (exposta ao ar livre). Enquanto o ferrolho fica preso à retaguarda, a alavanca de manejo avança. Basta ao operador inserir um novo carregador e puxar o gatilho; a Uzi disparará sem a necessidade de acionar a alavanca de manejo novamente.

Existem dois mecanismos externos de segurança na Uzi. A primeira é a alavanca seletora de três posições localizada na parte superior da empunhadura (cabo da pistola) e atrás do grupo do gatilho, com as posições A, R e S.[16] A posição "A" significa "automático" (disparo contínuo enquanto o gatilho estiver pressionado), enquanto a posição "R" para "repetição";[16] sendo, na verdade, fogo semiautomático, com cada disparo exigindo uma nova puxada do gatilho. A posição traseira é "S", ou "segura" (S = Sicher ou Secure na MP2), que trava a armadilha e evita o movimento do ferrolho.[16] As variantes da Uzi têm um mecanismo de segurança de catraca que irá prender o ferrolho e travar seu movimento se ele for retraído para além do carregador, mas não o suficiente para engatilhar a armadilha da trava.

O segundo mecanismo de segurança externo é a trava de segurança da empunhadura, que está localizada na parte traseira do cabo da pistola. Destina-se a ajudar a prevenir disparos acidentais se a arma cair ou se o usuário perder o controle da arma durante o disparo. O simples ato de segurar a Uzi destrava esse mecanismo, com a mão do operador apertando o botão, de forma a permitir o disparo imediato. Caso a Uzi seja disparada com o seletor de tiro no A, o bloco da culatra avança totalmente para pegar e carregar um cartucho; continuando o ciclo enquanto o gatilho for puxado. Caso o seletor esteja no R, a armadilha no gatilho engajará o bloco da culatra e o manterá na posição à retaguarda, sendo liberado apenas com outra puxada de gatilho.

Mergulhadores de Combate brasileiros (GRUMEC) portando -Mini-Uzis descem de rapel à bordo da fragata Independência (F 44) durante o exercício PANAMAX 2007, na costa do Panamá e Honduras, em 21 de julho de 2008.

O mecanismo do gatilho é um gatilho de arma de fogo convencional, mas funciona apenas para controlar o mecanismo de liberação do ferrolho (submetralhadora) ou do mecanismo de retenção do percutor (semiautomático), uma vez que a Uzi não incorpora um mecanismo interno de engate ou cão. Embora o sistema de ferrolho aberto seja mecanicamente mais simples do que um projeto de ferrolho fechado (por exemplo, Heckler & Koch MP5), ele cria um atraso perceptível entre quando o gatilho é puxado e quando a arma dispara.

O botão ou alavanca de liberação do carregador está localizado na parte inferior do cabo da pistola e deve ser manipulado pela mão que não atira. O botão semelhante a uma pá fica nivelado com a empunhadura da pistola para ajudar a evitar a liberação acidental do carregador durante o manuseio rigoroso ou descuidado.

Quando a arma é desengatilhada, a janela ejetora fecha, evitando a entrada de poeira e sujeira. Embora o receptor de metal estampado da Uzi seja equipado com ranhuras de reforço pressionadas para aceitarem sujeira e areia acumuladas, a arma ainda pode emperrar com grandes acúmulos de areia em condições de combate no deserto quando não for limpa regularmente.[17] O carregador deve ser removido antes de desengatilhar a arma.

Coronhas[editar | editar código-fonte]

Existem diferentes coronhas disponíveis para a Uzi propriamente dita.[18] Há uma coronha de madeira com uma placa de metal que vem em três variações semelhantes às usadas pelas FDI. A primeira versão tinha uma extremidade plana e um apoio reto e tinha cavidades para uma haste de limpeza e uma garrafa de óleo de armamento. O segundo tinha uma extremidade angular e um apoio reto, sem cavidades. O terceiro tinha uma extremidade angular e um apoio curvo, mas não tinha cavidades; uma versão de polímero está atualmente disponível pela IMI. As coronhas de madeira originalmente tinham uma base de liberação rápida, mas aquelas vendidas nos Estados Unidos têm uma base permanente para obedecer às leis de armamentos dos Estados Unidos.

A Choate fez uma coronha de polímero de reposição com uma almofada de borracha que tinha uma extremidade plana, um apoio reto e uma base permanente.

Em 1956,[19] a IMI desenvolveu uma coronha de metal de suporte duplo dobrável para baixo com duas seções giratórias que se encaixam na parte traseira do receptor. A Mini Uzi tem uma coronha de metal de suporte único dobrável para a frente que é na verdade uma polegada mais longa do que a Uzi. Sua placa da soleira pode ser usada como uma empunhadura frontal quando recolhida. A Micro Uzi tem um modelo semelhante.

Carregadores[editar | editar código-fonte]

Os carregadores originais de tipo cofre para a Uzi de 9mm tinham capacidade para 25 tiros. Carregadores estendidos experimentais de 40 e 50 cartuchos foram testados, mas foram considerados não confiáveis. Um carregador estendido de 32 cartuchos foi então testado e mais tarde aceito como padrão. A Mini Uzi e a Micro Uzi usam um carregador mais curto de 20 cartuchos. Carregadores estendidos disponíveis incluem carregadores de 40 e 50 tiros. Existem outros carregadores de alta capacidade de mercado de reposição, como aqueles da Vector Arms de 70 tiros e a Beta Company (Beta C-Mag) com tambores de 100 tiros.

A Uzi .45 ACP usava um carregador de 16 ou 22 cartuchos, enquanto as Micro Uzi e o Mini Uzi .45 ACP usavam um carregador de 12 cartuchos. Um kit de conversão da Vector Arms permitiu que a Uzi calibre .45 usasse os mesmos carregadores de 30 tiros da submetralhadora M3 "Grease Gun".[20]

Conversões de calibre[editar | editar código-fonte]

A Uzi estava disponível com kits de conversão de calibre em .22 LR ou .41 AE. O operador só precisa trocar o cano, o ferrolho e o carregador. O .22 LR tinha carregadores de 20 tiros; o kit IMI original usava uma inserção de cano, enquanto o kit de armas de mercado de reposição da Action Arms usava um cano de substituição completo. O .41 AE também tinha um carregador de 20 tiros; uma vez que tem a mesma face do ferrolho que o 9x19mm Parabellum, apenas o cano e o carregador precisavam ser trocados.[20]

A IMI também fabricou um kit de conversão .45 ACP, ambos em configuração automática e de ferrolho aberto com um cano de 10,2 polegadas (25,9cm) para a submetralhadora de 9mm e uma configuração semiautomática e ferrolho fechado com um cano de 16 polegadas (40,6cm) para a versão carabina. A capacidade do carregador é limitada, com 2 tamanhos de 16 e 10 tiros cada.

História Operacional[editar | editar código-fonte]

Paraquedista israelense da 35ª Brigada abrindo fogo com sua Uzi durante a Batalha de al-Karamah, em 21 de março de 1968.

A metralhadora de mão Uzi foi projetada pelo Capitão (posteriormente Major) Uziel Gal das Forças de Defesa de Israel (FDI) após a Guerra Árabe-Israelense de 1948. A arma foi submetida ao Exército israelense para avaliação e venceu os projetos mais convencionais devido à sua simplicidade e economia de fabricação. Gal não queria que a arma tivesse seu nome, mas seu pedido foi ignorado. A Uzi foi oficialmente adotada em 1951. Apresentada pela primeira vez às forças especiais das FDI em 1954, a arma foi colocada em uso geral dois anos depois. As primeiras Uzis foram equipadas com uma coronha de madeira curta e fixa, e esta é a versão que inicialmente entrou em combate durante a Campanha de Suez de 1956. Modelos posteriores seriam equipados com uma coronha dobrável de metal.[17]

Um soldado israelense armado de Uzi na estrada para Ismailia durante a Guerra do Yom Kippur, 1973.

A Uzi foi utilizada como arma de defesa pessoal por tropas de retaguarda, oficiais, tropas de artilharia e tanques, bem como uma arma de linha de frente pelas forças de assalto, sendo utilizada no salto sobre o Passo de Mitla pelos paraquedistas israelenses. O tamanho compacto e o poder de fogo da Uzi provaram ser fundamentais para limpar os bunkers da Síria e as posições defensivas da Jordânia durante a Guerra dos Seis Dias de 1967. Embora a arma tenha sido retirada do serviço da linha de frente das FDI na década de 1980, algumas variantes da Uzi ainda eram usadas por algumas unidades das FDI até dezembro de 2003, quando a força anunciou que estava retirando a Uzi de todas as tropas das FDI.[21] Posteriormente, foi substituído pelo Micro Tavor.

Em geral, a Uzi era uma arma confiável no serviço militar. No entanto, mesmo a Uzi foi vítima de condições extremas de areia e poeira. Durante a Campanha do Sinai durante a Guerra do Yom Kippur, unidades do Exército Israelense que alcançaram o Canal de Suez relataram que de todas as suas armas portáteis, apenas a metralhadora FN MAG de 7,62mm ainda estava em operação.[22]

A Uzi provou ser especialmente útil para a infantaria mecanizada que precisa de uma arma compacta e para unidades de infantaria de choque limpando bunkers e outros espaços confinados, tal qual ocorreu nas Colinas de Golã em 1967. No entanto, seu alcance e precisão limitados no fogo automático (aproximadamente 50m) podem ser desconcertantes ao encontrar forças inimigas armadas com armas portáteis de longo alcance, e armas de apoio mais pesadas nem sempre podem substituir uma arma individual de longo alcance. Essas falhas eventualmente causaram a retirada progressiva da Uzi das unidades de assalto da linha de frente israelenses.[21]

A Uzi foi usada em vários conflitos fora de Israel e do Oriente Médio durante as décadas de 1960 e 1970. Quantidades de submetralhadoras Uzi de 9mm foram usadas pela cavalaria, polícia e forças de segurança portuguesas durante as Guerras Coloniais portuguesas na África.[17]

Variantes[editar | editar código-fonte]

  • Mini-Uzi, com 360mm de comprimento e introduzida em 1980, é basicamente uma versão ainda menor da Uzi.
  • Micro-Uzi, com apenas 250mm de comprimento.
  • Para-micro-Uzi, desenhada especialmente para unidades antiterrorismo.
  • Pistola Uzi, uma versão semiautomática da Micro Uzi desenvolvida especificamente para países onde a utilização de armas por civis é restrita.
  • Uzi Carbine, uma versão semiautomática do tamanho da Uzi.

Mais de 90 países utilizam a Uzi e as suas variantes nas suas forças armadas ou agências policiais. Incluindo os Estados Unidos da América, Portugal e a Alemanha, que utiliza especialmente a Uzi, sob o nome de MP2, para as suas tripulações de carros de combate.

  • A Ingram MAC-10 costuma ser designada como a "Uzi Americana" devido à sua semelhança com a Uzi.
  • A Alemanha em 1962 comprou várias unidades de Israel para os tripulantes de blindados, e até março de 2010 estavam em serviço no exército alemão sob o código MP2, o que comprova sua durabilidade e fácil manutenção. Gradativamente, serão substituídas pela MP7 até 2012.[23]

Galeria[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Kratke strojnice» (em croata) 
  2. Gaboury, David (3 de Julho de 2017). The UZI Submachine Gun Examined. [S.l.]: Andrew Mowbray Publishing, Inc. p. 25. ISBN 978-1931464765 
  3. Miller, David (2001). The Illustrated Directory of 20th Century Guns. London: Salamander Books. pp. 391–393. ISBN 1-84065-245-4. OCLC 59522369. Consultado em 7 de Janeiro de 2011 
  4. McManners, Hugh (2003). Ultimate Special Forces. New York: DK Publishing. p. 157. ISBN 0-7894-9973-8. OCLC 53221575. Consultado em 6 de Janeiro de 2011 
  5. McManners, Hugh (2003). Ultimate Special Forces (em inglês) 1ª ed. New York: Dorling Kindersley. p. 157. ISBN 0-7894-9973-8. OCLC 53221575 
  6. Hackathorn, Ken (1995). «Using the Uzi». Soldier of Fortune. Fighting Firearms (em inglês). 3 (1): 18–23 
  7. Vickers, Larry (29 de junho de 2015). «Uzi». Youtube (em inglês). Vickers Tactical. Consultado em 15 de dezembro de 2021 
  8. Mulcahy, Paul. «Israeli Submachineguns: IMI Uzi». www.pmulcahy.com (em inglês). Consultado em 15 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2013 
  9. Hogg, Ian V. (1979). Guns and How They Work (em inglês). New York: Everest House. p. 157-158. ISBN 0-89696-023-4. OCLC 5716535 
  10. Lewis, Jack; Steele, David E. (2000). The Gun Digest Book of Assault Weapons (em inglês) 5ª ed. Iola, WI: Krause Publications. p. 222. ISBN 0-87341-778-X. OCLC 43521989 
  11. McNab, Chris (2011). The Uzi Submachine Gun (em inglês). Oxford: Osprey Publishing. p. 13. ISBN 1849085439. OCLC 707236892 
  12. Hogg, Ian V. (1983). Israeli War Machine: The men, the machines, the tactics (em inglês). Secaucus, N.J.: Chartwell Books. p. 15. ISBN 0890096783. OCLC 10307815 
  13. a b c McNab, Chris (2011). The Uzi Submachine Gun (em inglês). Oxford: Osprey Publishing. p. 27. ISBN 1849085439. OCLC 707236892 
  14. McCollum, Ian (5 de março de 2018). «The Uzi Submachine Gun: Excellent or Overrated?». Youtube (em inglês). Consultado em 7 de janeiro de 2022 
  15. a b McNab, Chris (2011). The Uzi Submachine Gun (em inglês). Oxford: Osprey Publishing. p. 21. ISBN 1849085439. OCLC 707236892 
  16. a b c McNab, Chris (2011). The Uzi Submachine Gun (em inglês). Oxford: Osprey Publishing. p. 14. ISBN 1849085439. OCLC 707236892 
  17. a b c Dockery, Kevin (2007). Future Weapons (em inglês) 1ª ed. New York: Berkley Caliber. p. 227–229. ISBN 978-0-425-21750-4. OCLC 71812826 
  18. Gaboury, David (2017). The UZI Submachine Gun Examined. (em inglês). Woonsocket, R.I.: Andrew Mowbray Incorporated. p. 234. ISBN 978-1931464765. OCLC 1043912430 
  19. Gaboury, David (2017). The UZI Submachine Gun Examined. (em inglês). Woonsocket, R.I.: Andrew Mowbray Incorporated. p. 40. ISBN 978-1931464765. OCLC 1043912430 
  20. a b McNab, Chris (2011). The Uzi Submachine Gun (em inglês). Oxford: Osprey Publishing. p. 20-25. ISBN 978-1-84908-543-4. OCLC 707236892 
  21. a b «Israel's army phases out country's iconic Uzi submachine gun». USA Today (em inglês). Associated Press. 18 de dezembro de 2003. Consultado em 16 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2012 
  22. Long, Duncan (1989). The Terrifying Three: Uzi, Ingram, and Intratec Weapons Families (em inglês). Boulder, Colo.: Paladin Press. p. 25-31. ISBN 978-0-87364-523-2. OCLC 21678853 
  23. «Uzi German MP2». www.globalsecurity.org. Consultado em 17 de junho de 2015 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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