Discussão:Ernesto Araújo

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Indicação do sr. Carvalho[editar código-fonte]

Apesar da matéria dizer que a nomeação foi “indicação” desse sr. não há evidências para tal, além de alguns elogios feitos no facebook. Isso não me parece ter relevância para o artigo. Positivista (discussão) 20h47min de 15 de novembro de 2018 (UTC)

A informação não apenas tem fonte fiável, mas é plausível, não foi desmentida e, sobretudo, é relevante para explicar a brusca mudança de trajetória operada na carreira de um diplomata obscuro, sem experiência relevante (jamais chefiou uma embaixada, por exemplo) e apenas recentemente foi promovido a ministro de primeira classe. É claro que outras explicações igualmente referenciadas serão bem-vindas. --Yone (discussão) 15h45min de 19 de novembro de 2018 (UTC)
@Yone Fernandes: Continua não existindo relação causal entre um elogio no FB e a nomeação. Dilma loteou os ministérios de amigos do PCdoB com curriculos inferiores ao desse tal Ernesto, e nem por isso especulou-se indicação por elogios feitos no FB. 200.144.75.155 (discussão) 17h54min de 19 de novembro de 2018 (UTC)

Alterações indevidas no artigo[editar código-fonte]

Vi as alterações feitas por @Yone Fernandes: Yone Fernandes}} como prejudiciais, pois coisas foram removidas. Tomei a decisão de reverter. Pedro Jorge Nunes da Costa (discussão) 08h43min de 18 de novembro de 2018 (UTC)

@Pedro Jorge Nunes da Costa: ao contrário do que você diz, fiz acréscimos e melhorias na redação do artigo. Não houve redução de conteúdo. Esclareça o que significa "coisas fora removidas". Reversão injustificada equivale a vandalismo. --Yone (discussão) 09h52min de 18 de novembro de 2018 (UTC)

Simples. Categorias e conteúdo da infocaixa, por exemplo, que você saiu removendo. Pedro Jorge Nunes da Costa (discussão) 13h37min de 18 de novembro de 2018 (UTC)

Não vi alterações indevidas, e eu gostaria de sugerir que o botão desfazer fosse utilizado para casos mais óbvios. Neste caso, bastaria repor os trechos que você achou que foram removidos inadequadamente, sem a necessidade de desfazer tudo, pois isso é meio caminho andado para um conflito editorial.

Gostaria de questionar a relevância do item "escritor" na introdução. Não vejo isso como uma atividade relevante na carreira do mesmo (sem notoriedade) e não acho necessário dar tanta ênfase na primeira linha, uma vez que ele não vive disso e não tem grande destaque de suas obras. Talvez até a palavra blogueiro descreveria melhor do que a palavra escritor. R. Kenneth msg 16h58min de 18 de novembro de 2018 (UTC)

  • O autor tem 4 ou 5 livros publicados, nao vem dizer que ele nao é escritor agora. Roberto Bertó (discussão) 00h14min de 19 de novembro de 2018 (UTC)
Algumas alteracoes que vi da Yone mais agregaram informacao do que removeram, inclusive melhorando uma secao que iniciei sobre as posicoes e crencas do futuro chanceler. --everton137 (discussão) 18h49min de 19 de novembro de 2018 (UTC)

Conspiracionista[editar código-fonte]

Devemos colocar "conspiracionista" na introdução, ali na primeira frase? Holy Goo (d . c) 12h39min de 19 de novembro de 2018 (UTC)

Humm... Acho melhor não, Holy Goo, até mesmo por uma questão de forma. Em geral, referências ficam, preferencialmente, no corpo do artigo, não é? O problema é que essa informação
( 'conspiracionista' ) só aparece na introdução. Então, talvez a solução seja fazer uma pequena introdução ao item "Crenças e opiniões sobre alguns temas" (onde já estão as citações em que o biografado se reporta a teorias conspiratórias) e deslocar as referências bibliográficas da introdução para lá. O que acha? --Yone (discussão) 17h26min de 19 de novembro de 2018 (UTC)
Yone Fernandes Preferencialmente sim, mas não tem problema deixar refs na intro. Em segundo lugar, a seção já fala de teorias da conspiração. Não é dito explicitamente que são teorias da conspiração, mas qualquer um que olha vai ver que é. Por fim, ele tem um blog, não? Que tal deixar na introdução que ele é um blogueiro conspiracionista? Holy Goo (d . c) 18h18min de 19 de novembro de 2018 (UTC)
Concordo com a Yone que e´ melhor nao deixar 'conspiracionista' como se isso fosse alguma profissao ou principal ocupacao dele. Para mim faz sentido se houver uma explicacao na propria introducao que resuma algumas crencas e posicoes dele, como a negacao do colapso do clima (climate breakdown) fazer parte de uma ideologia de esquerda, entre outras coisasque podem se enquadrar numa teoria conspiratoria. Entao melhoramos secao especifica mais abaixo, como ja´ estamos fazendo. --everton137 (discussão) 18h45min de 19 de novembro de 2018 (UTC)

Acho doideira. O que faz dele notório é o fato de ser futuro ministro das relações exteriores, não um escritor e mto menos um "conspiracionista". Acho que cabe a categoria "Teóricos da Conspiração" (embora ele ñ seja teórico dessa conspiração e só siga a maré). 200.144.75.155 (discussão) 19h34min de 19 de novembro de 2018 (UTC)

Pessoal, esse termo 'conspiracionaista' esta´ muito estranho. Nem mesmo "teorico da conspiracao" ainda e´ possivel colocar aqui. O cara acredita em algumas teorias de conspiracao e isso ja´ esta´ bem claro a partir da secao sobre opinioes dele. E o termo e´ praticamente inutilizado para descrever pessoas com verbetes aqui: conspiracionaista. Vou retirar o termo. --everton137 (discussão) 22h31min de 19 de novembro de 2018 (UTC)


Tirar a categoria, ele nao e um teorico da constiracao, nao criou nenhuma teoria Roberto Bertó (discussão) 23h08min de 19 de novembro de 2018 (UTC)

Concordo com os usuários Yone e everton137. Apoio manter a Categoria:Teóricos da conspiração, pois o mesmo apoia essas ideias e menciona coisas no blog sem fonte alguma, nada impede de ele estar inventando coisas lá. R. Kenneth msg 01h52min de 20 de novembro de 2018 (UTC)

O texto não foi escrito em um blog "sem fonte alguma", mas nos Cadernos de Política Exterior do Instituto de Pesquisas de Relações Internacionais, o qual coleta e sistematiza documentos sobre temas atinentes à Política Externa Brasileira para o estudo das relações internacionais, vinculado este ao Ministério das Relações Exteriores (MRE). O artigo possui fontes nele (ver páginas 323 - 357 [1]). DARIO SEVERI (discussão) 02h51min de 20 de novembro de 2018 (UTC)
Eu me refiro aos temas que Ernesto Araújo aborda em seu blog Metapolítica 17, os quais muitas vezes carecem de outros embasamentos. Eu não disse que o artigo da Wikipédia foi escrito em um blog sem fonte alguma, nem o artigo sobre Trump; se esse foi o entendimento.R. Kenneth msg 03h22min de 20 de novembro de 2018 (UTC)
Rafael Kenneth, dei uma olhada agora no blog mencionado por você, pois não o conhecia, o título é Metapolítica 17 - CONTRA O GLOBALISMO [2] ... ser contra o globalismo não acredito que torne Araujo um teórico da conspiração. Li rapidamente alguns dos texto onde ele critíca o Partido dos Trabalhadores e o Comunismo, é este o motivo de ele ser um conspirador? Tudo bem ... vou deixar vocês decidirem. DARIO SEVERI (discussão) 03h45min de 20 de novembro de 2018 (UTC)

@DARIO SEVERI: sugiro que, além da apresentação do blog, leia também o artigo Trump e o Ocidente, em que a globalização, perversamente transformada no que o biografado chama de globalismo, é tratada como uma grande ameaça aos valores ocidentais cristãos, pilotada pelo marxismo cultural (que já é, aliás, uma teoria conspiratória). Veja também o post Sequestrar e perverter, onde ele se refere ao aquecimento global como sendo a base de uma conspiração destinada a fortalecer a China, em detrimento do Ocidente. Mas tudo melhora no final, porque aparece Donald Trump, tratado no artigo dos Cadernos de Política Exterior como o enviado de Deus (ou o próprio Deus), que veio salvar a civilização ocidental da ameaça chinesa.
Diante disso, suspeito que não estejamos diante de mera crítica à globalização, mas em face de uma mega-blaster-teoria conspiratória (com direito a antevisão do juízo final). --Yone (discussão) 05h18min de 20 de novembro de 2018 (UTC)


Remoção de seção sobre posicionamentos[editar código-fonte]

Symbol comment vote.svg Comentário Fiz esta edição removendo toda a seção que vocês colocaram copiando o blog dele. Não dá pra você ter metade do artigo sobre esse blog, se for assim, a gente faria um artigo maior que o do próprio presidente. Essas opiniões são importantes, sim, se ele acredita nessas coisas, o problema é dele, não podemos colocá-las no mesmo patamar de destaque no artigo que tem sua carreira. Isso é uma prática da imprensa que ajuda muito aliás, a reforçar o discurso do círculo do Bolsonaro (o que chamam de Bolsonarismo), de que há uma perseguição contra gente de direita. Isto realmente é desproporcional, metade do artigo deste embaixador é sobre suas opiniões políticas pessoais, que devem nortear de algum modo sua política, é claro, mas isso não se repete com demais embaixadores e políticos. Devemos incluir essa informação de forma muito mais enxuta. —Pórokhov Порох 23h23min de 21 de novembro de 2018 (UTC)

Acho a seção relevante e válida pela cobertura de fontes, bem como para entender um pouco do pensamento do sujeito. Entendo sua colocação, penso na unificação em uma única seção (sem subseções) com o título de "Controvérsias" ou "Crenças pessoais" e sem as citações longas copiadas do blog. R. Kenneth msg 05h21min de 22 de novembro de 2018 (UTC)
É descabida a remoção total da seção, cujo conteúdo foi baseado em textos do próprio biografado (não só aqueles do seu blog pessoal, mas também, e principalmente, no seu artigo publicado recentemente na revista do Itamaraty). As ideias emitidas e assumidas publicamente por Araújo são parte integrante da sua biografia e dizem muito mais sobre ele e sobre a orientação que deverá imprimir ao seu ministério do que um mero descritivo burocrático de sua apagada carreira - à qual foi dado, aliás, o justo destaque (nem maior, nem menor). Ademais não vejo como a citação de sua obra publicada possa ser considerada como um tipo de prática persecutória. Ignorá-la seria o equivalente a censurá-la. Censura, sim, é que poderia ser considerada como "perseguição". --Yone (discussão) 05h26min de 22 de novembro de 2018 (UTC)
Eu discordo da remocao. Quando criei a secao, utilizei, principalmente, as tradicionais fontes jornalísticas que usamos aqui. Depois alguém removeu conteúdo afirmando que o jornalista do Guardian tinha mencionado o blog (relacionado ao aquecimento global), mas essa informacao nao constava no blog. Achei a informacao com o posicionamento além do que estava no jornal e coloquei com essas palavras.
A única coisa que eu mudaria é o nome da secao, pois o mais importante para mim é destacarmos seus posicionamentos políticos e temas relacionados ao seu trabalho. Crencas fica mais para uma secao pessoal do biografado. --everton137 (discussão) 14h10min de 22 de novembro de 2018 (UTC)
Não vejo qualquer impropriedade no uso de conteúdos do blog Metapolítica 17, que são, comprovadamente, da lavra do próprio biografado e destinados a divulgação irrestrita, além de constituírem interessante material para a composição da biografia de uma pessoa pública (que, como qualquer outra biografia, não precisa se resumir a descrever a ocupação principal ou a progressão funcional do indivíduo em questão). Nesse sentido, o blog contém textos recentes e autorizados pelo autor, nos quais, tal como em seu artigo "Trump e o Ocidente", ele apresenta suas opiniões sobre diferentes temas, assim como suas opções políticas, religiosas etc. - a sua visão de mundo, enfim -, além de expressar claramente o seu interesse na candidatura Bolsonaro, já no primeiro post (publicado duas semanas antes das eleições). Tudo muito apropriado e de interesse enciclopédico. Portanto, nihil obstat.--Yone (discussão) 19h47min de 22 de novembro de 2018 (UTC)

Araújo defendia o governo Lula em 2008[editar código-fonte]

Interessante fonte do Nexo Jornal para aumentarmos o verbete em relacao ao posicionamento ambíguo do futuro chanceler. Colocando aqui, caso alguém queira colocar antes de eu ter tempo. --everton137 (discussão) 13h53min de 29 de novembro de 2018 (UTC)

Ótima contribuição, Everton! Certamente esta tese de 2007 é o trabalho mais importante do biografado (além de dizer muito sobre "as voltas que o mundo dá") e contém material para, pelo menos, mais um ou dois subtítulos da seção de "Crenças e opiniões". Pensei em dois: "Mercosul" e "Política externa do governo Lula", por exemplo. Mas ainda sinto que nos falta encontrar o(s) elo(s) perdido(s) entre a tese de 2007 e o artigo de 2017 ("Trump e o Ocidente, publicado nos Cadernos de Política Exterior, pp. 323-358). --Yone (discussão) 19h39min de 30 de novembro de 2018 (UTC)

Frase[editar código-fonte]

Citação: Em nota oficial, o ministro das relações exteriores do Governo Michel Temer, Aloysio Nunes, elogiou a escolha de Araújo para futuro titular da pasta.[8] escreveu: «Ernesto Araújo» Esta frase é realmente necessária? As manifestações contrárias, como a de Celso Amorim, não são relevantes? Além disso, essa frase está meio desconexa do parágrafo anterior, talvez seja melhor colocar em outro lugar. R. Kenneth msg 12h09min de 2 de janeiro de 2019 (UTC)

Parcial[editar código-fonte]

Recentemente um IP removeu uma seção 54092011] utilizando a seguinte justificativa: Citação: Opinião de uma pessoa sem reconhecimento nacional com mera opinião ideológica que diverge do pensamento da pessoa em questão. escreveu: «187.79.173.13». Em seguida 79a reverteu esta edição, retornando ao texto anterior.

É de conhecimento de todos que biografias de pessoas vivas com Material contencioso sem fontes ou com fontes inadequadas, seja ele positivo, seja negativo ou apenas questionável, sobre pessoas vivas, deve ser removido imediatamente dos artigos da Wikipédia [...]. Menciono ainda Wikipédia:Biografias de pessoas vivas#Críticas como destaque.

Por mais que eu discorde do sr. Ernesto, não vejo importância de se dedicar tal seção de crítica na forma que se conduziu. Não basta ter fontes. A informação deve ser relevante para a notabilidade do assunto e deve ser apresentada de forma responsável, conservadora e em tom neutro e enciclopédico.

Numa busca com os termos "Benjamin Moser" "Ernesto Araújo" não há uma grande repercussão: aparece seu texto na folha, um entrevista na Época e as outras fontes são questionáveis. "Ernesto Araújo" vergonha também não tem resultados adequados. Noutra pesquisa no Google News vejo várias críticas a Araújo. As únicas coisas que vejo de relevante são esta matéria que fala de seu discurso de posse e a crítica do próprio Hamilton Mourão.

Não há necessidade de nossa parte de ressaltar críticas ao ministro, basta que se leia o que já há para que o leitor tire suas próprias conclusões. Qualquer critica que se faça deve estar acompanhada de contextualização, mostrando a repercussão daquele fato, ou seja, quais diplomatas ou presidentes rebateram as afirmações de Araújo, e qual "imprensa internacional" o ridicularizou. Para não causar GE, peço opinião dos usuários que neste artigo se manifestaram Yone Fernandes, Pedro Jorge Nunes da Costa, Everton137, Holy Goo, DARIO SEVERI, Pórokhov e Ixocactus. Até que se decida, marco com a tag de parcial. R. Kenneth msg 17h28min de 20 de janeiro de 2019 (UTC)

Discordo. Indo pela lógica do IP todas os críticos teriam suas opiniões removidas da Wikipédia, já que segundo o IP é "uma pessoa sem reconhecimento nacional com mera opinião ideológica que diverge do pensamento da pessoa em questão." O crítico não é obrigado a elogiar uma pessoa. Em que época é (foi) possível isso? Hmmm. Agora eu discordo do "duramente criticado", basta "criticado". Theys York (discussão) 03h28min de 30 de março de 2019 (UTC)
Você distorceu meu comentário. Não é proibido haver críticas, mas deve se estar atento à forma como é feita. R. Kenneth msg 18h31min de 30 de março de 2019 (UTC)
Eu só discordo da lógica do IP, mas concordo com você. Tanto que quando eu fui adicionar críticas a músicos disseram que separar um seção inteira só para uma ou duas críticas não seguia o padrão e elas deveriam ser adicionadas ao longo da seção carreira (por exemplo).Theys York (discussão) 19h38min de 3 de abril de 2019 (UTC)