Discussão:Vacina do sapo

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Criticas a homeopatia e curandeirismo[editar código-fonte]

A medicina tradicional é também denominada curandeirismo é um termo quase obsoleto na antropologia médica e ainda utilizado no código penal. Se utilizado é necessário deixar claro o contexto ou especificar. Concordo que nessa perspectiva não há uma história da medicina tradicional - há muitas tradições geográfica e historicamente distintas.

A homeopatia faz parte da história da medicina, reconhecida como especialidade médica no Brasil e em outros países, em alguns também é proibida, basta remeter-se ao verbete homeopatia para entender.

O lugar de discutir ou questionar esses temas não é essa página que se limita a descrição de uma prática que existe, tem uma origem, e uma eficácia a ser pesquisada (riscos, benefícios etc.) e regulamentada.

O que é ciência, pseudo-ciência, paradigma, antropologia médica, especialidade médica etc. tem locais específicos de descrição, análise (fundamentada em bibliografia ou fontes confiáveis) e fórum de discussão.

--CostaPPPR (discussão) 08h50min de 12 de setembro de 2014 (UTC)

Alt med[editar código-fonte]

CostaPPPR, em seu resumo de edição quando reverteu a minha inclusão da tag de Medicina Alternativa, disse que Não é medicina alternativa, é uma prática médica de índios brasileiros proibida pela ANVISA (desde 2004) como estratégia de terapeutas, a classificação como medicina alternativa é um estímulo a sua difusão. Sobre o primeiro ponto, há uma contradição em termos. "Práticas médicas de índios brasileiros" é algo precisamente descrito na categoria Medicina alternativa. A afirmação de que a classificação como medicina alternativa é um estímulo à sua difusão, além de falsa, é irrelevante. Falsa porque a inclusão da tag serve para deixar claro que não é algo útil, serve mais como advertência para desestimular do que para estimular a difusão. Irrelevante porque o critério para inclusão não é se vai estimular ou não, mas se a classificação é apropriada. Se a preocupação fosse se vai estimular a difusão, deveríamos tirar a tag de praticamente todas as páginas onde ela está presente, já que a grande maioria não serve para nada e não deveria ser estimulada.

Portanto, vou reverter a reversão. VdSV9 15h53min de 12 de janeiro de 2020 (UTC)

Observe que com a publicação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), (PORTARIA Nº 971, DE 03 DE MAIO DE 2006 e outras) incluiu-se algumas práticas tradicionais outras não. Entre as incluídas estão a homeopatia, a utilização plantas medicinais e fitoterápicas (deveria ser algumas), a medicina tradicional chinesa/acupuntura, a medicina antroposófica e o termalismo social-crenoterapia, estas foram institucionalizadas no Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina do sapo como explica o verbete foi proibida. O que não quer dizer que não deva estudada, aliás os experts da industria farmacêutica, já estão fazendo isto. --CostaPPPR (discussão) 09h26min de 13 de janeiro de 2020 (UTC)
Não é a portaria das PICs que define o que é e o que não é terapia alternativa, apenas define o que é oferecido pelo SUS. A indústria estuda as substâncias usadas no kambô para descobrir seus efeitos potencialmente terapêuticos e os colaterais, para ver se serve para algo e o que deve ser usado, e como deve ser usado. Algumas das substâncias presentes na secreção sapo poderem ser úteis para algumas coisas não muda o fato de que a "vacina" em si é uma pseudomedicina, com muitas alegações infundadas sobre seus efeitos. Sobre a distinção entre "medicina alternativa" e "medicina tradicional", neste caso é as duas coisas, já que o kambô já não é usado apenas em seu contexto tradicional, com gente praticando ele até em outros continentes. VdSV9 13h13min de 13 de janeiro de 2020 (UTC)
Concordo que não é a portaria das PICs quem define o que é e o que não é terapia alternativa, mas eu diria, por sua relativamente pequena difusão, a "vacina do sapo" está em vias de se tornar uma medicina alternativa (difundida amplamente com profissionais praticantes e escolas de formação). Poderá vir a ser mas não possui a mesma dimensão das demais citadas ou incluídas no SUS. Contudo ambas categorias "medicina alternativa" e "medicina tradicional", são imprecisas com limites pouco nítidos. Já o referido termo "pseudomedicina" possui outro critério, outro viés : científico X não científico em determinado contexto ou paradigma. --CostaPPPR (discussão) 14h28min de 13 de janeiro de 2020 (UTC)
As categorias "medicina alternativa", "medicina tradicional" e "pseudomedicina" são mal definidas e, no fim das contas, dá tudo na mesma. Vendo as definições das três, a pseudomedicina essencialmente engloba as outras duas, que também tem grande sobreposição entre si. Com exceção nos casos em que é descoberta alguma utilidade para alguma prática alternativa ou tradicional, sendo que, a partir do momento que algo tem utilidade comprovada, a tendência é logo ser adotado e passar a fazer parte da medicina, perdendo o status de "alternativa". Resta então, possivelmente, alguma sobreposição entre "medicina tradicional" e convencional. As afirmações feitas por sapeiros sobre as propriedades da "vacina" são, quando não simplesmente supersticiosas, claramente exageradas, e a prática, além de ineficaz na maioria dos usos propostos, é perigosa. Assim como é o caso de tantas e tantas outras terapias alternativas/tradicionais: geralmente são inúteis, e frequentemente são perigosas. Sobre "estar em vias de se tornar uma medicina alternativa", algo ser ou não uma terapia alternativa também não tem nada a ver com a amplitude da difusão entre profissionais, etc. O Kambô claramente se encaixa na definição de terapia alternativa (e "tradicional", quando no contexto original), a tag é adequada. Sobre as constantes tentativas de relativizar e anuviar a discussão científica, jogando no ar termos como "paradigma", esses relativismos epistemológicos inúteis com menções a Kuhn e interpretações pós-modernistas das ideias dele, como se servissem para validar a crença em fantasias, desista. Não vai chegar a lugar nenhum, como essas elucubrações sempre fazem. O que importa aqui é o consenso científico, da medicina baseada em evidências. O resto, no máximo, é curiosidade histórica. É a política da Wikipédia. Se você discorda, sinto muito, mas ninguém liga. VdSV9 20h24min de 13 de janeiro de 2020 (UTC)

Verdade! Thomas Samuel Kuhn, tornou-se um marco no estudo do processo que leva ao desenvolvimento científico. Evolução do conhecimento religioso primitivo? A medicina cosmopolita universal vem absorvendo todas as técnicas, mas há retrocessos ...--CostaPPPR (discussão) 21h56min de 13 de janeiro de 2020 (UTC)