Eduardo Lafon

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Eduardo Lafon
Nascimento 1946[1]
Tupã,  São Paulo
Morte 27 de Setembro de 2000 (53 anos)[2]
São Paulo,  São Paulo
Ocupação Superintendente e Diretor de TV
Nacionalidade  Brasileira

José Eduardo Lafon (Tupã, 1946[1]São Paulo, 27 de setembro de 2000[2]) foi um cineasta,[3] diretor de programas de TVs brasileiro.[1]

Trabalhou em quase todas redes de TVs abertas do país, as redes Bandeirantes (mantendo por 19 anos), Globo,[1] Gazeta[1] Record e SBT.

Foi responsável pela criação e direção de programas de TV de grande audiência.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Eduardo Lafon nasceu em Tupã, interior do estado de São Paulo em 1946.[1] Mudou para cidade de São Paulo, onde passou a estudar em escola de cinema[4] na faculdade.[qual?][2] Após concluir os estudos, Lafon começou a carreira na televisão, inicialmente em foto-novelas, na década de 60.[3]

Em seguida, começou trabalhar na TV Bandeirantes São Paulo, antes mesmo ser tornar rede nacional, mantendo por 19 anos.[1]

Na década de 80, trabalhou na Globo[1] e TV Gazeta[1] até 1993, quando foi contratado pela Record que se tornou rede nacional em 1990.[carece de fontes?]

Após ser contratado pela Record, foi responsável pela mudança do perfil do canal após a compra pelo Edir Macedo e ganho de primeiras afiliadas (1993 a 1998) e dando projeção nacional os nomes Ana Maria Braga e Carlos Massa, o Ratinho.

Lafon se tornou amigo pessoal do então repórter e futuro apresentador do 190 Urgente, Carlos Massa, o Ratinho, nas constantes visitas ao CNT Curitiba e foi o responsável pela descoberta dele. Apostando no talento do apresentador, convenceu dirigentes da Record que o contrataram em 1997 e deu certo, tornando-se uns dos mais influentes dirigentes de emissoras de TVs na década de 90.[1]

Logo após a contratação de Ratinho pelo SBT, Silvio Santos também demonstrou interesse em trazer Lafon à emissora.[1] Deixou a Record no final de outubro de 1998 e foi ao SBT ao ser contratando pelo Santos para ocupar o cargo de superintendente da emissora, assumindo em 3 de novembro do mesmo ano.[5]

Morte[editar | editar código-fonte]

Em meados de 1998, sentiu dores no fígado e passou a se tratar em hospitais em São Paulo.[2] Em janeiro de 1999, em uns dos tratamentos, foi descoberto que tinha câncer nos rins.[2] que começava a se manifestar no final de 1998.[1]

Desde então, fez vários tratamentos no Brasil e nos Estados Unidos.[2] No decorrer dos tratamentos de 1999 a 2000, o câncer atingiu em várias partes dos órgãos, incluindo estômago[1] e os pulmões[2] e não tinha chances de sobreviver.[1]

Mesmo doente e diagnóstico negativo, o superintendente artístico não se afastou de suas atividades no SBT, atuando como responsável por toda a programação artística.[2]

No entanto, foi internado em setembro no hospital Albert Einstein. Morreu uma semana depois, na madrugada do dia 27 de setembro de 2000 aos 53 anos, vitima de câncer no estomago que se espalhou em órgãos.[1]

O corpo de Lafon foi velado no hospital Albert Einstein e enterrado no cemitério de Congonhas, às 15h.[1]

Umas das últimas aparições em público aconteceu no show dos Três Tenores, no dia 22 de julho e da produção do Teleton, que arrecada fundos para a AACD em setembro, e tinha planos de voltar a trabalhar no final de setembro.[1]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Eduardo Lafon tinha três filhos do primeiro casamento com Angela. Lafon casou-se pela segunda vez, mas não teve filhos após novo casamento.[2]

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l m n o p q r Everaldo Fioravante (27 de setembro de 2000). «Eduardo Lafon morre em Sao [sic] Paulo aos 53» 
  2. a b c d e f g h i «Morre superintendente artístico do SBT». Folha de S. Paulo. 28 de setembro de 2000 
  3. a b Luciana Franca. «Tributo (Eduardo Lafon)». Isto É Gente 
  4. Zacarias Pagnanelli (10 de maio de 2011). «HOMENAGEM A EDUARDO LAFON». Tele História 
  5. Folha da Tarde (3 de novembro de 1998). «Lafon quer Ratinho com mais controle». Folha de S. Paulo